Cronicas de Uma Odalisca

4 Capítulo 4: Eu & Você


Notas iniciais
u-u Demoro muito pra eu pode posta...bloqueio eh fods... Bom, finalmente quarto capitulo. Agradeço quem acompanho a fic ate aqui, tem que te uma paciencia descomunal e.e Ahn... Quanto aos erros, eu nao revisei entao, ignorem .___. Boa leitura e espero que gostem

-Preciso correr- pensava-Eu devia ter ficado laa e protegido ele. Eu devia ter ficado e lutado ate o fim e não fugindo. E-eu...eu prometi a ele. Naquele dia, quando nos casamos escondidos. Eu prometi a ele e a mim mesma, que não iria abandoná-lo...

“Você precisa deixar nossos filhos e de Agatha num lugar seguro, você e eles se tornaram nossas ultimas esperanças” relembrava em sua cabeça, a voz do bardo, que mesmo nas piores situações, sabia o que eu dizer. “Faça por mim, por Agatha, por nossos filhos...”

De súbito, logo abaixo de suas costelas sentiu doer, e depois, um frio tão intenso que queimava sua pele. Algo havia molhado sua blusa, e cheirava a ferrugem, ou coisa parecida. Olhou com cuidado, era uma kunai congelante. Outra voara e não a acertara por um triz, apenas cortando-lhe o rosto. Mas isso não a impediu de continuar. Não olhava para trás com medo da tristeza. O cansaço piorava e sem que percebesse, lágrimas brotavam de seus olhos, mas mesmo assim, isso não a deteve de chegar ate o portal, passando por ele fazendo o mesmo fechar-se por trás dela num mundo de escuridão.

Correu ate parar por causa do ferimento, que ardia incontrolavelmente. Parou junto a uma árvore, para fazer um curativo improvisado com as largas folhas que possuía.

“Se eu não chegar ate la, provavelmente eles...” Seus pensamentos foram interrompidos por um terremoto de força inimaginável : satan morroc tentava sair de Niflhein. “Preciso ir agora ou vou acabar morrendo com eles aqui mesmo!”

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Lá estavam os dois, mirando a obscura entrada da caverna. Muitos sentimentos eram emanados daquele lugar. Entraram com certa relutância. O lugar estava um breu. Não enxergavam nem a um palmo as suas frentes.

-Chama reveladora!-conjurou o noviço. Uma esfera luminosa com uma cauda brilhante girava em torno de seu corpo, na altura de sua cabeça, iluminando parte do campo de visão, de ambos. Contudo, logo em seguida, uma orla de zumbis caminhava lentamente ate os dois.

-Se afaste... — murmurou a jovem para Rofu, enquanto pegava seu arco e tirava de seu aljave, varias flechas, posicionando-as na arma com certa dificuldade. Puxou a corda do arco e atirou, gritando:

-Chuva de Flechas!! –empurrando alguns zumbis para longe, enquanto rapidamente posicionava outras flechas na arma. Para ela, estava difícil acertar os zumbis, já que sua pericia com o arco não era das melhores. Atirava freneticamente, sem rumo, naquela imensa escuridão, a esfera havia se apagado.

-Senhor Odin. Empresta-me teu poder para que eu possa... – começou orando para abençoar a aprendiza.

-Para com essa droga de ladainha e conjura essa maldita magia logo!- berrou para o noviço, atirando algumas flechas.

-Benção! Aumentar Agilidade! Angelus!- disse fazendo com que ela brilhasse emitindo uma aura translúcida, e que sinos dourados badalassem sobre sua cabeça junto a anjos. Muitas flechas gastas, varias magias usadas, dois jovens exaustos e zumbis mortos pelo chão foram o resultado de tanto esforço. Cansada, Mitiko recostou-se na parede úmida da caverna, fazendo a tremer com a umidade repentina em suas costas. O cansaço tomou-a por completo, fazendo-a cerrar os olhos. Algo chegou a sua boca. O gosto era de ferrugem: sangue. Não conseguiu vencer o cansaço, e adormeceu, ignorando o gosto em sua boca.

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Eu estava muito cansado. Um filete de suor percorreu todo meu rosto.

-Ate que formamos uma ótima dupla não?- perguntei a ela, virando em sua direção, notando em seguida que adormecera. –Tudo bem... Você deve estar realmente cansada.

Com muita relutância, fui até os recém cadáveres e peguei suas unhas, já que talvez ela não quisesse fazer isso, e discretamente, puis em uma bolsinha de couro que eu havia comprado e coloquei em sua mochila. Esperei um pouco para ver se ela acordava, mas ela não cedia ao sono. Enxuguei mais uma gota de suor com minha manga. Caminhei até ela. Tirei algumas mechas de cabelo de seu rosto, que estavam empapadas de suor e curei-a, assim que notei o corte não muito profundo em sua testa. Tirei minha túnica e limpei seu rosto. Abençoei-me e carreguei-a no colo para fora do lugar.

A repentina mudança de luminosidade me fez cerrar os olhos quase por completo. Estava carregando duas mochilas e a aprendiza no colo. Ela grunhiu um pouco e remexeu-se se acomodando em meu colo. Sorri.

Levei-a até a escola de arqueiros. Lá havia algumas camas. Deixei-a ali mesmo, sentando-me em uma pequena cadeira ao lado da mesma. Apoiei meus braços por cima das cobertas, ocupadas pela jovem e adormeci.

Acordei um pouco dolorido, confesso. Não era minha intenção dormir ali, mas o cansaço havia me tomado por completo. Bocejei e passei meus dedos entre meus cabelos, para assentá-los. Olhei a minha frente, na cama havia uma bandeja com uma nove caudas cozidas e um copo de suco de uvas com mel, alem de um pedaço de bolo de pêssego. Olhei deslumbrado, estava faminto, admito. Peguei um bilhetinho que estava ali do lado. A caligrafia era impecável. A letra muito bonita. O bilhete, mesmo sem linhas, estava alinhado, como se as mesmas estivessem lá. Curioso, li-o:

“Rofu,

Obrigada por tudo. Você me ajudou a conseguir passar no teste, devo tudo a você. Sei o quanto esta cansado. Layla me disse que você me carregou até aqui, ela observou da janela. “

Parei brevemente a leitura. Corei, fazendo com que meu rosto ficasse quente. Bebi um pouco do suco e tornei a ler:

“Sinto se dormiu de um jeito tão desconfortável... Por isso fiz o seu café da manha, descobri que você gosta de nove caudas e suco de uva com mel. Padre Bamph havia mandado uma carta perguntando sobre você. Respondi-a, mas ele já estava a caminho daqui. Ele infelizmente teve que ir logo que chegou. Disse-me que tinha alguns compromissos a tratar. Também fiz um bolo de pêssego, todos comeram, mas guardei um pedaço para você. Se acordar a tempo, gostaria que viesse até o campo de tiro ao alvo. Estou me tornando uma arqueira graças a você.

Mitiko~”

Uma lagrima rolou por meu rosto. Nunca havia sido agradecido, com exceção do padre Bamph. Eu era o alvo dos valentões que iriam virar monges, já que nunca fui muito forte. Sequei meu rosto e comi o café da manha tão especial. Corri para fora do lugar em direção ao campo de tiro ao alvo.

Mesmo esbaforido e cansado, conseguira chegar a tempo. Andei mais calmamente até onde estavam comemorando.

-... A partir de agora, será nomeada arqueira, e deixara de ser uma aprendiza!- ouvi do atirador de elite que implicara comigo, enquanto o mesmo entregava um arco todo trabalhado a Mitiko. Todos começaram a bater palmas, inclusive eu. Quando me avistou, o mesmo sorriso da foto esboçou em seu rosto. Correu em minha direção, com o arco ainda empunhado. Dei um leve sorriso, e de repente, senti algo. Ela estava... Abraçando-me?

-Obrigada, obrigada, obrigada... – corei com tal afeto, mas retribui o abraço. Senti algo molhar meu ombro. Afastei-me um pouco do abraço.

-Não chore, volta pra lá. Você precisa acabar a cerimônia para tornar-se legitimamente uma arqueira- ri.

Ela sorriu e me deu um beijo. Levei minha mão ao rosto. Corei tanto quanto nunca, enquanto se afastava, parando apenas para me olhar de relance.

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Ela sabia que não tinha muito tempo até morrer congelada pelo efeito da kunai. Então, como um milagre, percebeu uma kafra que corria para fora de Morroc. Ah, Morroc. Não havia notado como estava a cidade por causa de seu desespero. Estava tudo desabado e com um enorme buraco no centro, que se via com nitidez, mesmo estando relativamente longe da cidade abalada. As casas ardiam em chamas e as brasas eram sopradas pelo vento. O chão, agora desregulado, tremia abalando tudo. Morroc nunca mais seria a mesma...

-Por favor, me teleporte para Prontera! Eu preciso... — disse parando a kafra de cabelos loiros

-Não se preocupe, nem precisava argumentar algo.-interrompeu ela- Nós kafras estamos sempre ao seu lado, a qualquer hora e a qualquer lugar- respondeu ela mais como propaganda do que preocupação.

Sentiu um frio na barriga, nunca se acostumara a teleportar-se. Fechou os olhos e tornando a abri-los sentiu a movimentação dos mercadores, das pessoas esbarrando umas nas outras, estava em prontera. Ela correu em direção nordeste enquanto ignorava as pessoas olhando pasmas para ela, por estar banhada de sangue. Chegou ate a igreja abrindo as portas, que normalmente pesariam muito, com um único chute, causando um baque ensurdecedor.

-Padre Bamph!-gritou esperando uma resposta. Um senhor de túnica veio prontamente perguntando-lhe o que havia acontecido. Ela explicou brevemente e explicando que precisava que ele cuidasse de uma das crianças. Ele concordou com a cabeça. Então, ela saiu correndo, hesitando dizer antes de sair da igreja:

-Um dia, ele vai perguntar sobre seu passado, e sobre seus pais. Diga que foram bravos guerreiros apenas.

Foi da igreja ate a kafra mais próxima dali e teleportou-se para payon com seus zennys restantes.

Logo depois de paga-la, correu ate o orfanato e bateu a porta. Foi atendida por uma senhora de 40 anos, que usava um vestido rosa e avental branco.

-Ola, sou Madalena. Em que posso ajud... Oh, meu deus, entre. Vou cuidar desse ferimento!- falou logo que percebera a enorme mancha de sangue em sua blusa.

-Não... Não... preciso que cuide de meus filhos. Eu não vou sobreviver- disse convencendo a senhora que não havia nada a ser feito. Entregou a bebe de cabelos loiros para ela, e pediu para o filho, que vestia uma roupa de aprendiz e os cabelos iam ate os ombros, ir junto

-Mas mamãe!Eu não quero ir!-falou o pobre menino

-Não se preocupe, vá, tudo ficara bem... –disse mesmo sabendo que era mentira...

Notas finais
REVIEWS REVIEWS REVIEWS DEIXEM UMA FICWRITER FELIZ!! XDXDXDXDXDXD ---------------- Capitulo demoro pra sai mas ta ai XD Dedico o capitulo pra: Luuh Namy Juuh Deeh Jak Jenny Luuh² *Acho que eh so isso* Brigada por me -ameaçarem- incentivarem!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.