Criminal Ways
7 7 - Fechem a porta!
Notas iniciais
Meu celular tocou outra vez, pelas minhas contas já passavam de quinze chamadas desde que começara a contar. Percebi um carro estranho estacionado à calçade de casa, e antes que pudesse abrir a porta, ouvi gritos vindoos lá de dentro. Aquele dia não iria acabar tão cedo!
Abri a porta e me deparei com Bonnie aos gritos sendo segurada pelos braços por Jeremy enquanto tenatava chegar a Tyler que gritava de volta pra ela coisas desconexas.
– Ele vai matar todos nós! Você não pode ir lá e matar um deles! Isso é burrice.
– Você não sabe do que está falando, porra – Tyler gritou em respota, e então todos pararam para me encarar quando entrei na sala. Bonnie se desvencilhou de Jeremy o epurrou com força.
– Espero que saiba que issso é sua culpa – Ela gritou para ele antes de correr para mim. Ela me abraçou forte, eu, fiquei sem ação tentando entender o que o tal advogado, Damon Salvatore, fazia sentado no meu sofá.
– Por onde você esteve? Estávamos preocupados! – Igonorei a pergunta e pestanejei tentando reoorganizar meus próximos passos.
– Eu estou bem – Disse pra Bonnie com um rápido sorriso, mas logo me encaminhei para Tyler, parei à sua frente e o fitei por alguns segundos. Ele não disse nada. Na verdade, ninguém mais disse. A respiração compassada dele era o único som que enchia o espaço.
– Você a matou? – Eu sabia a resposta para aquilo, tanto quanto todos alí, mas queria saber o quanto , e porquê, Damon estava envolvido naquilo.
– Eu não acho que seja válido... – Damon começou a falar, mas o interrompi com um gesto de mão sem nunca olhar em sua direção.
– Tyler? – Levantei uma sobrancelha e ele desvivou o olhar para o chão – Você nunca foi do tipo que se cala. Olha pra mim!
– Elena, você pode estar assustada, agora. Mas se você pensar bem...
– Eu não estou assustada, Tyler. Eu estou furiosa! Que tipo de merda você acha que está fazendo? Sendo o grande filho da puta de sempre.
– Você está com raiva? Por causa daquele maldita puta? Talvez nós devêssemos mandar flores e escolher um vestido pro funeral, o que você acha?
Eu queria manter as coisas limpas, mas não consegui me impedir de dar um tapa nele com toda a força e depois apontei o dedo para o seu rosto.
– Responde a porra da minha pergunta, Tyler.
– Se eu posso dizer, como advogado, é claro. Isso se configura como lesão corporal, se quiser abrir um processo... – Ele deu de ombros e fiquei surpresa com o quanto seu tom irônico me irritou.
– Alguém vai me dizer quem é esse babaca? – Jeremy gritou ao fundo e Damon se virou para encará-lo com o cenho franzido e respondeu:
– Ao que parece, o advogado.
– Se vocês me permitem a fala, hoje eu fui atacada, espancada, quase morta e depois passei o resto dia sendo acusada de coisas que não fiz, porque esse cara – apontei para Tyler – Acha que tem o direito de cuidar de mim. Agora será que eu, posso pedir a droga de uma resposta?
– Você quer ouvir Elena? Tudo bem, eu matei aquela desgraçada e mataria de novo se tivesse oportunidade, e se você parar de fazer ceninha eu posso explicar.
Tentei dar outro tapa nele, mas ele segurou minha mão.
Damon levantou do sofá e pensei que ele viria até nós, mas ele andou até Bonnie e segurou suas mãos juntas.
– Veja bem, moça bonita – Damon disse e sua voz soou irritada – Eu sou pago por hora, como uma prostituta, mas com uma atuação um pouco distinta, ou não. E mesmo recebendo todo esse dinheiro, parece certo que seus amigos ignorem minha singela presença?
Bonnie olhou confusa para ele e então para mim, e para ele outra vez e então respondeu vacilante:
– Não?
– Exatamente – Ele abriu um sorriso irônico e sentou no balcão que separava a sala da cozinha – Agora me ouçam, bando de crialças mal criadas.
Levei um segundo até perceber que o bando de crianças éramos nós. Eu realmete não estava disposta a ouvir aquele tipo de coisa.
– Você idiota, para de gritar confissões de assassinato, não estou sendo pago pra defender você. O babaca aqui – Ele se voltou para Jeremy – Aconselharia você a deixar a cidade bem rápido, e parar de causar problemas a sua irmã, posso conseguir um lugar seguro em Dallas. O que me leva a você, Elena.
– Eu? Vai dizer que sou uma vadia malcriada?
– Não – Ele disse e então desceu do balcão e veio até mim, mas manteve o olhar em Tyler – Eu vou dizer que posso ajudar você, desde que pare de se envolver com esse tipo de imbecil, mandei vir direto pra casa, porque não fez isso? Melhor coomeçar a me ouvir – Ele desviou os olhos de Tyler e então se olhar caaiu no meu:
– Acha que pode fazer isso por mim, Elena?
– De onde diabos você veio? – Gritei pra ele – E porque acha que tem o direito de me dar ondens?
– Você vai se arrepender se falar assim a Elena outra vez.
– Cala a boca Tyler! – Gritei e Damon riu.
– Sério Lockwood, se quiser processá-la, sou um homem imparcial. Vem aqui, você foi sempre tão agressiva assim mocinha? – Ele ergueu uma sobrancelha pra mim – Se quiserem ficar vivos, todos vocês precisam começar a ouvir o cara que está sendo pago para garantir isso.
Suspirei dando dois passoss para trás. E então olhei para o relógio.
– Ele está quase chegando... Vocês não deviam estar aqui.
– Ele quem? – Tyler soou quase ammedrontado. Olhei em volta, Bonnie parecia aterroriza encolhida num canto.
– O Nick sabe o que você fez?
Damon tocou no meu ombro e quando o encarei ele estava mais sério do que já tinha estado desde que nos conhecemos:
– Quem está vindo Elena?
Todos nós nos viramos para a porta quando a voz dele soou desdenhosa:
– Acho que sou eu.
– Pronto. Podemos começar – Disse enquanto todos ainda supresos encaravam Matt.
– Ninguém me convida para entrar?
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