Criminal

14 Capítulo 14


Notas iniciais
Olá meus amores, eu estou de volta, infelizmente tinha de ter postado esse capítulo ontem mas a autora aqui dormiu atarde kkkkkkk .... Espero que todos tenham aproveitado o Natal, mesmo quem não ganhou presente ( como eu) kkkk que tenham comido mtoooo.... Obrigada a todos que me mandaram perguntas sobre a fanfic, não vou desistir dela, embora ela seja mais curtinha que minhas outras, mas, posso falar que continuara sendo boa hahaha.... E vamos a essa capítulo com clima natalino.... Obrigada a todos, espero que gostem do capítulo, e uma boa leitura meus amores. Personagens: Jamie - Josh Dallas Lisa - Rachel Boston Will - Sebastian Stan ( piadinha? hahaha)

As folhas alaranjadas foram substituídas pelos pequenos e delicados flocos de neve, as árvores aos poucos perderam todas suas folhas, deixando seus galhos expostos para que o frio o encobrisse, as decorações de Halloween trocadas por papais noéis mecânicos e enfeites natalinos que coloriam as noites escuras e frias.

Quando criança, Elsa sempre gostou do inverno. Esperava o outono inteiro pelas primeiras nevascas, pela manhã em que abriria a cortina e veria o chão coberto de branco, a pureza ainda não violada por marcas de pés. Ela corria sorrindo pela casa para mergulhar na neve macia.

Agora, sentada no sofá, com uma xícara de café quente em uma das mãos, através da janela viu a casa da frente enfeitada com as luzes que piscavam, o papai noel mecânico acenava, vez ou outra, parando no meio no aceno, voltou o olhar para a árvore enfeitada com pingentes prateados, alguns em formatos de pequenos e delicados flocos de neve, as luzes claras piscavam preguiçosamente, olhou o pequeno monte de presentes que estavam cuidadosamente embrulhados e nomeados, mordeu levemente o lábio inferior antes de levar a xícara aos lábios.

Distraída, mal ouviu quando Jack se aproximou, levantou o olhar quando ele parou a sua frente com uma xícara na mão.

— No que você está pensando? — ele perguntou enquanto se sentava ao seu lado puxando uma das pernas de Elsa para seu colo, depois de lhe dar um rápido beijo.

— Será que sua família vai gostar dos presentes? — sua pergunta fez Jack soltar um leve e divertido riso, era raro ver Elsa se preocupando com algo tão simples.

— Eles irão adorar — ele falou antes de tirar a xícara da mão de Elsa e pousar ambas na mesa a frente, puxando-a para perto de seu corpo, ela deitou a cabeça no peito de Jack o abraçando, sentindo sua pele quente contra sua camisola de seda — Não é como se fosse a primeira vez que conhece minha mãe, ela já te adora.

Ela não o respondeu, apenas sorriu levemente, haviam se conhecido semanas atrás, ela e Jack estavam deitados no sofá de seu apartamento, era a segunda vez que estava no apartamento de Jack e por mais que fosse diferente de seus costumes havia achado o local aconchegante, o filme fora interrompido pela campainha, quando Jack voltou a sala com sua mãe ao lado, lá estava ela, sentada no sofá usando apenas uma camiseta velha de Jack com um emblema de super-herói.

Por mais que a situação estivesse sido constrangedora, ela permaneceu firme, tentando não se sentir intimidada, pelo contrário do que pensou, Ângela parecia mais do que feliz de conhecê-la, o filme fora substituído por uma longa conversa na qual Jack pouco participava e Elsa apenas respondia quando a mulher lhe perguntava algo. No final, aceitou se juntar a família Frost para o jantar de véspera de Natal.

— Preparada para ganhar um suéter da família Frost? — Jack perguntou sorrindo de lado.

— Sua família tem essa tradição? — Elsa levantou uma das sobrancelhas de forma divertida, quando criança ela e os pais costumavam usar os mesmos suéteres.

Jack a segurou pela cintura deitando seu corpo com calma ficando por cima de Elsa, ela apenas riu quando a barba por fazer de Jack raspou em sua bochecha.

— Você verá essa noite — ele sussurrou a encarando.

Ela o observou atentamente, a barba por fazer de Jack lhe dava um ar mais maduro, e ela gostava, havia aprendido a gostar de cada mania de Jack, seu modo de rir, o sorriso de lado, e até sua expressão séria quando estava em alguma cena de crime. Mas fora o modo com que Jack a olhava que a encantara, como nenhum homem a olhara antes. Ela pousou as mãos na nuca de Jack o puxando para um beijo.

O celular soou sobre a mesa de centro fazendo Elsa se separar de Jack.

— Não deve ser importante — ele falou enquanto tentava a impedir de se levantar, ela apenas riu lhe empurrando para o lado e pegando o celular em mãos, o número registrado fez seu humor decair.

— Elsa — a voz que soara do outro lado era inconfundível — Poderia vim ao Instituto? Gostaria que visse algo.

Ela suspirou, de um modo cansado, não havia marcado nenhuma autópsia para esse dia por motivos óbvios, não queria vivenciar a morte em um dia que se celebrava algo tão puro. Posso apenas dizer não, ele vai entender. O pensamento lhe ocorreu no milésimo de segundo que ficou em silêncio, mas o lado profissional lhe impedia de dar continuidade a esse pensamento.

— Estarei ai em uma hora — disse Elsa.

Ela desligou e voltou-se para descobrir que Jack a observava.

—Aconteceu algo? — perguntou Jack.

Ela negou com a cabeça, antes de o encarar.

— Preciso ir para o Instituto.

— Disse que não tinha marcado nada para hoje — Jack falou se levantando.

— E não marquei — Elsa o respondeu enquanto recolhia as duas xícaras as levando para a cozinha — Mas Edward acabou de ligar e...

— Outra dúvida? — Jack a interrompeu e ela percebeu o som sarcástico em sua voz — Ele anda tendo muitas dúvidas não?

— Jack — ela se virou o encarando, não era a primeira vez que isso acontecia, da última eles haviam iniciado uma pequena discussão, e o fato de os companheiros de trabalho não saber do relacionamento deles apenas piorava — Hoje não.

Ficaram em silêncio por um instante. O único som naquela clara manhã de Dezembro vinha da rua onde era possível escutar o grito de crianças.

—Consegue voltar a tempo? — ele perguntou e ela suspirou aliviada, até ele não queria começar uma nova discussão.

— Consigo — Elsa o respondeu sorrindo antes de se aproximar lhe dando um demorado beijo.

(...)

Ao passar pelas portas de metal seu humor apenas piorou, foi em direção a sua sala colocando a bolsa sobre a mesa, a ausência de Aurora deixava aquele corredor ainda mais silencioso, fechou a porta seguindo em direção as escadas, quanto mais rápido acabasse, mais cedo voltaria para casa. Desceu as escadas e entrou na sala de necropsia.

Edward estava junto a mesa, ao seu lado Carter segurava uma bandeja, e pela sua fisionomia, ele parecia mais aborrecido que ela por estar trabalhando. Edward levantou o olhar quando ela se aproximou.

— Desculpe lhe chamar justo hoje... — ele começou.

— O que houve? — sua voz saiu mais fria que de costume.

— Encontraram esse corpo perto do lago — Edward falou enquanto retirava um dos pulmões com maestria — Gostaria que visse as radiografias.

Elsa foi até a caixa de Luz e olhou para as radiografias que Carter havia pendurado na caixa de luz. Eram chapas do crânio. Na vista lateral, o contorno do tecido macio podia ser visto como um fantasma semitransparente de um rosto de perfil.

Edward parou ao seu lado indicando uma das radiografias. Elsa se aproximou e olhou para o objeto denso em forma de estrela, brilhando intensamente contra os ossos mais escuros. Acomodado à base do crânio.

— Meu Deus — murmurou ela — É uma bala Black Talon.

— Nunca havia visto uma dessa antes — Edward comentou ao seu lado e ela encarou seu perfil, a luz da caixa lhe deixava com um ar fantasmagórico.

— Não vejo uma dessas há anos, a última vez que trabalhei com uma assim ainda estava em Arendell. Precisa ter cuidado, as pontas de metal dessa bala são afiadas como lâminas, cortam os tecidos mole por dentro. Cortam através das luvas.

O olhar de Edward ainda estava voltado para a estrela branca na radiografia. Ele pensou no que Elsa acabara de dizer : Cada ponta afiada como lâminas.

— Se importa de me auxiliar?

Ela o encarou por um instante, foi em direção ao armário onde guardava seu avental o colocando, prendeu o cabelo em um alto coque colocando a touca e as luvas, sabia que estava sendo observada pelos dois homens e isso a incomodava.

Voltou à mesa no momento em que Carter separava um novo conjunto de instrumentos, pegou um bisturi começando sua incisão no couro cabeludo. Edward permaneceu a sua frente, olhos azuis atentos a cada movimento de Elsa, toda a raiva que ela sentia antes havia se evaporado no momento que segurara o bisturi em mãos. Elsa puxou o couro cabeludo para a frente, e o rosto desfigurou-se como uma máscara de borracha.

Ela pegou a serra que estava ao lado cortando o topo do crânio exposto, preservando a parte onde a bala entrara. Forçou a abertura delicadamente e removeu a parte superior do crânio. A bala caiu com um tilintar na bacia que Carter segurava mais embaixo. O crânio estava salpicado de sangue escuro.

— Hemorragia intensa — ela comentou enquanto colocava a serra na mesa atrás. Uma súbita tontura a acertou a fazendo se apoiar discretamente na mesa.

— Você está se sentindo bem, Elsa? — Edward perguntou.

— Por quê? Não pareço bem?

— Francamente? — ele estudou o rosto de Elsa, seus olhos azuis tão diretos que ela se sentiu invadida — Você parece que está precisando de uma taça de vinho e um jantar num bom restaurante. Que tal?

A pergunta de forma tão natural deixou a sala em silêncio, até Carter parecia esperar a resposta de Elsa, ver se a tão distante Dra. Snow caia aos encantos do belo Dr. Roberts.

— Creio que isso não será possível — ela falou enquanto retirava as luvas, quando levantou o olhar o encarou de maneira firme e decidida — não estou disponível.

Ela pode perceber o choque em seu olhar.

— Está saindo com alguém?

Ela não o respondeu de imediato, não era de seu feito dar satisfação de sua vida para as pessoas, mas sabia que teria de deixar as coisas claras um dia.

— Há muito tempo, e estou bem assim.

Ele não a respondeu, ao invés disso voltou sua atenção ao corpo da vítima, segurou o bisturi e com alguns golpes mais brutos de que o necessário, liberou o cérebro e o levou com ambas as mãos até a bancada, ele não voltou o olhar para Elsa, mas sabia que ela permanecia parada próxima a mesa.

Subitamente, ouviu-se a queda de uma bandeja de metal. Os dois homens olharam a tempo de ver Elsa Snow, rosto pálido, cair lentamente no chão.

(...)

— Não vou para o hospital, isso não foi nada — ela tornou a falar enquanto se levantava e examinava o pequeno corte de três centímetros na parte superior de sua sobrancelha direita.

— Elsa é o melhor — Edward falou se aproximando lhe estendendo a gaze encharcada de betadina.

— Apenas costure isso — ela falou voltando a se sentar no sofá.

— Vou pegar o material — a voz de Carter soou, e só então ela percebeu que ele estava no local, parado a um canto.

Eles ficaram em silêncio, ela tentava entender o que havia acontecido, repassando a cena em sua mente, só se lembrava de virar rapidamente querendo ir embora e então foi como se seu cérebro congelasse.

— Vou anestesiar sua pele primeiro.

Elsa permaneceu imóvel sobre o sofá, olhos voltados para o teto, piscou levemente quando a agulha furou-lhe a pele, queria apenas acabar com aquilo e ir embora, havia se humilhado demais em uma única manhã, caindo na sala de autópsia e ainda mais humilhada quando se sentiu tonta demais para andar e Edward a carregou como uma noiva até seu escritório.

Quando Edward perfurou a borda da laceração com a agulha curvada de sutura, foi quando

ele perguntou, voz absolutamente calma:

— O que aconteceu?

Ela não o respondeu, nem ela conseguia entender o que havia acontecido, preferiu ficar quieta, mantendo o mudo de gelo como sua fortaleza, impedindo que as pessoas vissem o que ela estava sentindo, queria apenas voltar para casa e esquecer essa manhã constrangedora, e foi isso que fez, quando Edward finalizou os pontos se levantou pegando a bolsa e se despedindo dos dois, recebendo um "Feliz Natal" animado de Carter antes de desaparecer pelo corredor.

(...)

As perguntas de Jack não animara seu dia, sabia que ele estava preocupado, mas ela continuava a afirmar que havia escorregado, ele não insistira e ela agradeceu.

Diante do armário aberto, olhou para as roupas que havia dentro. Deslizando os cabides observou peça por peça, tirou dali um vestido cinza com flores brancas, não era exatamente um vestido de espirito natalino, mas gostava dele, colocou o vestido e, ao fechar o zíper, sentiu o tecido se acomodar sobre suas curvas, se sentou na cama colocando o par de salto de um verde musgo, ali estava ela, se arrumando para conhecer a família de Jack.

Lá fora, o vento aumentava de intensidade, e mesmo através da janela fechada ela escutava o ranger das árvores. Mas, dentro da casa estava tão silencioso, que ela podia ouvir o próprio coração bater, uma última retocada na maquiagem e ela apagou, sabendo que Jack a esperava no andar de baixo.

(...)

A casa da família Frost era a mais enfeitada da rua, as luzes colorida piscavam euforicamente enquanto o papai noel e suas renas brilhavam no telhado, Jack estacionou o carro na entrada da casa, ao lado do carro do irmão, deixaram os presentes no carro, já que a tradição na família Frost era Jamie se fantasiar de papai Noel e entregar os presentes para a pequena Lily e para os outros.

Quando Jack abriu a porta uma voz infantil e aguda anunciou sua chegada, Lily correu em direção ao tio pulando em seu colo, logo, toda a família voltou a atenção a eles. Ângela abraçou Elsa com força antes de lhe apresentar para cada membro da família.

As mulheres estavam reunidas na cozinha, a panela de molho de vitella estava a duas horas no fogo, exalando um cheiro afrodisíaco pelo local, superando o aroma mais brando do peru de oito quilos que repousava, dourado e brilhoso, na travessa sobre o balcão. Elsa estava sentada a mesa picando uma porção de nozes que Ângela havia lhe pedido, era possível escutar a conversa dos homens na sala, por cima do ombro de Sophie ela observou a imagem de Jack sentado a poltrona com a sobrinha no colo, ele ria de algo enquanto conversava com Jamie. Como se percebesse que estava sendo observado ele virou o rosto a encarando, Elsa não conseguiu evitar um leve sorriso, quando ele sorriu em sua direção.

— Jack comentou sobre seu trabalho — a voz de Sophie a tirou do pequeno transe momentâneo, a mulher estava a sua frente amassando uma massa com prática, polvilhou um pouco mais de farinha antes de voltar o olhar para Elsa — Você não fica impressionada?

— Sophie — a voz de Ângela soou e Elsa voltou o olhar para a mulher, o rosto suado estava a centímetro da panela de água fervendo, o vapor batendo contra algumas mechas loiras de seu cabelo — Estamos na véspera de Natal, e é a primeira vez que Elsa vem a nossa casa, não a aborreça com essas perguntas.

Elsa voltou a se concentrar nas nozes, anos vivendo sozinha lhe trouxera a solidão, e havia se esquecido o que era ter uma família, todos animados com sua presença e os preparativos da ceia, havia sido recebida com abraços e sorrisos, e o modo com que Ângela tratava os filhos, com tanto amor e cuidado, mesmo após anos, lhe lembrava o modo como era seus natais, quando ainda criança.

— No começo passava semanas sem conseguir comer carne novamente — Elsa falou e viu Sophie parando de cortar a massa e a encarar atentamente — mas tudo é questão de

costume, acho que pouca coisa me impressiona agora.

— Deve ser mais animado que o meu trabalho — Sophie comentou dando uma piscadela divertida em direção a Elsa, a moça já havia lhe contado que trabalhava em um pequeno escritório como secretária.

A leve conversa foi interrompida quando Will entrou na cozinha com o filho chorando de modo desesperado em seu colo, os bracinhos no alto dando socos ao vento, Sophie se levantou rapidamente da cadeira retirando o filho dos braços do marido e passando ao seu lado seguindo em direção a escada.

— Mamãe — a voz infantil soou quando Lily entrou na cozinha indo em direção a mãe que estava ao lado de Ângela, Lisa se abaixou pegando a filha no colo que deitou a cabeça no ombro da mãe.

— Já está com sono — ela perguntou e a criança acenou com a cabeça, os cachos loiros balançando suavemente.

Elsa permaneceu parada observando a cena, não percebendo quando Jack parou atrás de si, apenas quando sentiu um toque intimo em seu ombro que levantou os olhos. Ele estava a encarando com um sorriso, ela se levantou juntando as nozes já cortadas e as colocando sobre a torta que Ângela havia feito.

— Pode se sentar na sala querida, já estou acabando — Ângela falou quando vou Elsa finalizar o trabalho.

— Não precisa de ajuda?

— Não, Sophie já está voltando, pode descansar um pouco na sala.

Ela foi em direção a pia e lavou as mãos, seguiu Jack até a sala onde ele se sentou ao lado de Jamie que assistia a um programa, ela se sentou ao lado de Jack, Dean e Will conversavam a um canto próximos a árvore de Natal, onde no topo repousava um anjo de porcelana.

— Está tudo bem? — a pergunta de Jack a fez mudar sua atenção. Ela o encarou atentamente, o suéter verde musgo parecia realçar ainda mais seus olhos azuis.

— Está tudo ótimo — ela falou e ele se abaixou capturando seus lábios.

Logo a mesa estava arrumada, o peru repousando majestosamente em seu centro, regado por outras variados pratos ao redor. Era muito mais do que uma família poderia comer, mas este era o ponto : abundância de amor e de comida.

Elsa se sentou à mesa diante de Lisa, observando Lily ser alimentada, Jamie havia cortado o frango em pequenos pedaços antes da mulher começar a alimentar a filha, ela ria ao dar de comer na boquinha pequena, logo após pressionava os lábios contra uma cabeça de cachos encaracolados.

O jantar seguiu em uma conversa animada, todos os familiares tentavam incluir Elsa em alguma continuação, contando até histórias de Jack quando era pequeno, ela apenas tentara se soltar, destruir a parede de gelo que havia formado, ria a cada piada de Dean, por mais sem graça que fosse e quando voltava o olhar para Jack via que ele a observava.

Após o jantar e a sobremesa, todos estavam reunidos na sala, os sofás pequenos não permitia acomodar a todos, tendo de ser colocada duas cadeiras no centro da sala, Elsa estava sentada ao lado de Jack, a cabeça repousava em seu ombro enquanto escutava, assim como os outros, em silêncio, Ângela contar uma história de Natal para Lily enquanto Jamie se trocava e recolhia os presentes no cômodo de cima.

O som de um celular ecoou interrompendo aquele momento calmo, Jack se levantou indo em direção ao seu casaco retirando o celular. Quando finalmente atendeu, disse baixinho:

— Alô?

— Jack, sou eu Hiccup.

Jack percebeu o súbito silêncio que havia sido feito e sabia que Elsa, assim como sua família o encarava.

— Acredite, nem eu queria estar aqui, mas aconteceu novamente.

— Você tem certeza? — sua voz saiu um pouco mais alto do que esperava, sabia o que Hiccup queria dizer, após meses, seu assassino atacava novamente.

Notas finais
Espero que tenham gostado, me perdoem se não ficou bom, eu tentei o meu melhor, sim várias especulações já podem ser feitas hahaha... De verdade meus amores espero que tenham gostado, e de presente de natal para a autora, deixem comentários pois isso super me anima :D Decidi fazer esse capítulo para mostrar o pulo no tempo, ou seja, eles estão juntos a um tempo, embora poucas pessoas saibam. Pretendo postar o próximo mais rápido... Obrigada a todos que comentaram capítulo passado e aos meus leitores fiéis. Roupa Elsa: http://www.polyvore.com/blake_lively_street_style/set?.svc=copypaste&embedder=0&id=43258878