Crimes De Uma Paixão
1 Prólogo
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS!
Rio de Janeiro (2000)
Era quase fim de tarde e o sol ainda fervia, o corpo de Annie estava solitário na praia, vendo os garotos-adolescentes brincarem com a Prancha. Era divertido, afinal ela tinha apenas três anos. E tudo o que observava achava incrível.
Quando um garoto, com os olhos verdes escorregou a caiu em cima de seu grande castelo de areia. Mesmo com sua pouca idade, Annie chorou e bateu as pequenas mãos gorduchas sobre a obra danificada.
- Desculpa eu não vi você.
Annie chorou mais ainda. Gostou tanto do seu pequeno castelo de areia.
- Quebro – ela sussurrou fazendo uma bico e jogando a área sobre suas pernas miúdas.
- Eu te ajuda a arrumar.
O garoto sentou-se ao seu lado e começou a mexer na areia com a garota que ainda tinha lagrimas no rosto, mais agora soltava pequenas gargalhadas com as palhaçadas do menino.
Quando acabaram, Annie sorriu e percebeu que o que eles tinham construído era mais parecido com uma montanha.
- Não ficou legal. – ele passou a mão nos cabelos negros e a olhou e então levantou-se – Como é o seu nome loirinha?
- Annabeth.
- Então tá Annabeth, tchau! – e saiu correndo.
Ela nunca mais viu o garoto atrapalhado.
Interior de São Paulo (2009)
Alguns anos se passaram desde o incidente na praia. Annie as vezes se lembrava da forma educada e brincalhona daquele moreno miúdo. Ela aparentava ter no maximo uns 6 anos. O que a deixara uma novata.
Mais não importava isso agora, ela estava indo para uma nova vida naquele mesmo local onde o encontrara, a verdade, é que estava ansiosa em deixar a cidade onde mora. Estava cansada da mesma bajulação de sempre. Com sua pouca idade (12) ela já sabia diferenciar falsos e amigos. E ficava triste ao descobrir que aqueles que a rodeavam eram totalmente falsos.
Vestiu-se como uma filha de Arquiteta deve. Calça jeans, blusa branca e tênis. Simples para uma rica da sociedade.
Reformatório (2012)
Annie estava sentada com a cabeça entre os joelhos. Como poderia ter parado naquele lugar sem ter feito absolutamente quase nada?
Bem, mais sua consciência dizia que ela era totalmente culpada pelo o que ocorreu naquela tarde. Por que sabia, que a faca que estava em sua mão, não penetrou sozinha no abdome de seu pai. E que se voltasse para a casa. Seria chutada para a fora.
Seu nome saiu em redes sócias e em jornais. Sua mãe nunca mais a olhou da mesma forma.
“Filha de Arquiteta famosa esfaqueia Pai sem motivo aparente”
Annie se esforçou mentalmente para não derrubar o editora que publicou aquilo. Ela teve motivo. E era por isso que estava naquele lugar.
Notas finais
Bem, no proximo cap será a chegada da Annie no Reformatorio e repercurssão que isso vai dar.. Espero que tenham realmente gostado!
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