Crimes De Uma Paixão
4 Momento de dor....
Notas iniciais
Espero que gostem.. caprichei nesse.. (Eu achooo.. nos vesmo nos final e leiam as notas finais...
Momento de dor.
A morte é fácil, rápida. Morrer parece difícil antes de provar de seu veneno. Só que agora eu sei viver ao lado dele, é a minha escolha para uma vida saudável.
Capitulo Anterior:
Me levantei sem fazer nenhum barulho tentando chegar mais perto.
– Eu não sei se vou conseguir pessoal agora pai, e muito menos armamento para tudo isso...
Ele ouviu mais um pouco e desligou e virou-se para mim.
– Va se arrumar, temos um trabalho agora!
Annabeth Chase
– O que? – perguntei exasperada – Você disse que seria depois..
– Você quer ou não ir comigo? – ele me fitou e eu fiz que sim com a cabeça, então ele me disse para procurar Selena e as outras que elas me dariam a roupa certa. Meu corpo inteiro tremeu quando ele sussurrou em meu ouvido quando estava saindo de seu quarto.
– Tomara que sobreviva! – e bateu a porta na minha cara.
Corri o mais rápido que pude, eu não entendia por que um reformatório tinha que ser tão grande, eu sabia onde elas estavam, mais senti medo de assimilar as palavras de Percy. Não era uma coisa que eu gostaria de ouvir depois de entrar em uma roubada dessa.
Encontrei as garotas e logo que expliquei o porque de Perseu mandar eu vir até aqui atrás de roupa, elas pareceram entrar em uma espécie de estado de choque.
– Como?
– Ele estava falando com o pai dele no telefone – eu expliquei mais uma vez – E então me disse que tínhamos um trabalho agora para fazer. E eu não vou falar isso de novo!
– Mais ele não pode.. Jason? – Piper virou para o loiro que estava me fitando com um olhar estranho, ele piscou algumas vezes e fitou a garota.
– Eu não sei o que tem na cabeça daquele garoto dos olhos verdes... – foi Carter que respondeu – Jason precisamos tentar impedir ele...
– Não acho que ele mude de ideia, mais não custa tentar.. – Jason respondeu, eu então eu percebi que ou eu voltaria morta, ou eu voltaria morta.
– Falando assim parece que é uma missão suicida.. – eu ponderei, tentando jogar um verde. O que não colou!
Piper me olhou com piedade. E eu odeio isso.
– Vamos, você tem que se vestir! – Zia pegou no meu pulso..
Deixa eu explicar uma coisa, o reformatório é tipo, grande. Entenda, no total tem sete pavilhões espalhados por um campo que deve ser do tamanho de três ou quatro estádios de futebol.
E estávamos no quarto, que era o reformatório.
Meu quarto ficava no sexto que era do lado dos meninos, que era com certeza o sétimo.
Andamos por todo o território, que incluía quadras de esportes e varias praças de alimentação com garotos e garotas se pegando e fazendo coisas inadequadas para o local. Aquilo com certeza não deveria ser chamado de reformatório.
Quando entramos no dormitório, Zia me guiou, junto com Paper, para um lugar que eu não fazia ideia que existia, era um alçapão bem embaixo do banheiro, que era terrivelmente grande e lotado de espelhos.
Descemos uma escada que poderia ser confundida com uma rampa.
E eu vi o maior closet que já pode apreciar na minha vida. Araras e araras de roupas estavam em todo os lugares, e um grande guarda roupa embutido na parede, cobria o lugar todo.
Descobri cores que nunca pensei existir.
Zia terminou me dando um short, blusa, bota e meia calça preta. (Tudo preto) Um sinto porta treco, e uma arma. Que eu provavelmente teria que descobrir como usar na hora. Um bracelete com funções mortíferas. Como uma pequena faca muito afiada que me fez cortar o dedo. Um frasco minúsculo de spray paralisante que fez a Piper apagar por uns bons quinze minutos e o ultimo acessório elas me disseram que Perseu iria me entregar.
(Pra quem não entendeu a descrição confusa da roupa, aqui esta o link –
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=75924276&.locale=pt-br#
Senti-me estranha usando aquela roupa, não era eu. Apesar de agradecer mentalmente o fato de não usar uma plataforma que com certeza iria me impedir de fazer muitas coisas. Uma delas é andar.
Sai lentamente, não estava com pressa alguma de encontra-lo novamente, apenas deixei me levar pelo momento, olhando as paredes e cada parte do reformatório, para eu não perder e nem sentir falta de nada quase por acaso eu não voltasse.
Quando sai por definitivo, encontrei Percy dentro do carro, batucando os dedos no volante. Respirei fundo. Eu iria fazer. Eu iria fazer isso!
Como eu queria estar confiante... Quando percebi que não poderia mais evitar o encontro, entrei no carro, fechei a porta e coloquei o sinto. E em nenhum momento eu olhei pra ele. Com medo sabe se lá de que...
– Está pronta? – ouvi sua voz, mais quando eu olhei pra ele, vi que falava com telefone – Não Rachel, eu não vou na sua casa hoje. Não quero você me paparicando.
Desisti de tentar ouvir alguma coisa. A forma que ele a tratava mostrava que eles eram íntimos. De repente, eu queria ter meu celular e meus lindos fones de ouvido.
Quando ele desligou o celular. Percebi que depois da partida, ele de alguma forma percebera minha presença no carro. E olhava para frente, mais sentia seu olhar verde em mim, o que não me deixava confortável.
– Se você continuar me olhando, vai acabar batendo em algum lugar! – eu disse tentando puxar a blusa decotada – Selena achou que seria legal eu usar colorido, sorte que ela apagou quando eu fui experimentar essa pulseira. Bem, na verdade ela e a Piper apagaram.
Ele não disse nada. Quando o olhei, ele estava de olho na estrada. Usava uma roupa toda preta e eu vi o armamento preso no cinto. Um grande armamento. Ele parecia um guerreiro muito sexy.
– Só espero que você sobreviva. – quando chegamos e ele por fim saiu do carro, eu fiquei por um bom tempo sentada pensando na vida que eu tinha levado, e que sonhara em levar. E nem momento, um garoto mal humorado de olhos verdes estava nele.
Só que eu tomei uma decisão enquanto eu me arrumava com as meninas. Eu com certeza não seria a mesma loira dos olhos cinzas de sempre. E seja lá onde eu estou, eu voltarei viva.
Sai do carro, e fiquei ao seu lado. O que era uma coisa bem engraçada. Percy tinha 17 anos e eu tinha 16. Tecnicamente, eu era a menor da minha sala, e ele é o menor da sala dele. Somos quase do mesmo tamanho. Não preciso levantar muito o olhar para poder falar com ele. Acho que se eu crescer mais um pouco. Fico com exatamente do tamanho dele.
– Fique aqui, lá dentro tem um fedor que irá fazer você perder todos os sentidos!
E ele se foi, não sabia que sentimento era aquele que começava a subir por meu interior. Vê-lo entrar ali, parecia que era um adeus muito doloroso, tipo de morte.
Fiteio o lugar com mais atenção esperando ver algo que me tirasse ele da cabeça. Ele parara em uma espécie de estacionamento abandonado, a frente do carro se encontrava um elevador, o prédio tinha vários andares, e as paredes eram feitas de telas, conseguia ver com facilidade as varias portas dos cinco andares contando com o térreo, números romanos na cor dourada ocupava o centro de todas as portas.
Percy havia entrada na porta com o numero I, que era a única porta do térreo.
E naquela hora, eu fiz algo impensado, digno de um impulso movido a garotos. O segui;
Ao entrar, meu corpo paralisou, os membros travaram e meu cérebro entrou em colapso. Cai. Aquela era com certeza a pior de todas as drogas e eu sabia que estaria terrivelmente perdida se não saísse daquele local apertado e com um fedor desprezível.
Não pensei em absolutamente nada, uma que não tinha como, ajoelhei-me e fitei o II romano dourado a minha frente, e o segui como se fosse o antidoto para a continuidade de minha existência.
Uma coisa eu sabia, eu apagaria naquele lugar horroroso. Eu atravessaria a porta e encontraria o meu possível herói de olhos verdes.
A maçaneta me fez sentir uma formiga pero de um gigante, arranhei-a e de alguma forma o cheiro começara a clarear minha mente, abri a porto e desabei. Literalmente.
Não sei por quanto tempo fiquei deitando no chão frio dentro de um corredor úmido, goteiras caiam a todo lugar, e uma, em especial, caia exatamente sobre meu rosto, fechei os olhos e esperei a agua fazer algum resultado com minha possível demência.
Abri os olhos e sentei-me, minhas mãos estavam sujas de sangue, meus braços e pernas estavam marcados com cicatrizes gosmentas enlameadas pelo liquido vermelho. Arranquei as botas, e meus pés estavam em melhor condição do que o resto de meu corpo, sem manchas nem cicatrizes.
E isso facilitou minha recuperação, tive medo de olhar meu próprio reflexo, deveria estar em estado de calamidade publica, visualizei o final do corredor, e encontrei uma pequena pia. Lavei-me, sentei no chão e coloquei o rosto entre os joelhos, sentindo um formigamento correr por minha pele.
Olhei o espelho, acima da pia branca do azulejo cinza, tinha cicatrizes pelos cantos de minha boca e acima de meus olhos, uma grande que descia de minha orelha até a base do meu osso no pescoço.
Vi uma porta e a abri, e dei de cara com o estacionamento.
Não vi carro.
Não vi Percy.
Respirei fundo. Ele me deixara, pensando talvez por que achava que eu estava morta, o porquê eu era insuportável. As duas ou uma.
Meu objetivo agora era chegar ao reformatório.. o que seria um sacrifício pelo estado que eu me encontrava. ....
Continua...
Notas finais
Beem, como eu disse, leeiam as notas finais.. kkk.. No proximo cap será voltado principalmente pelo fato da Annie ter "sobrevivido" e vcs vão entender o abandono do Percy (menos a Annie claro) e o por que da mentira dele sobre ela ter que matar algueem...
Beeem, e no proximo eu prometo tentar fazer um Percabeth com romance e brigas que vão envolver figideiras... kkkkkkkk
Cooooomentem!!!
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