Criei um RPG porém fiquei preso nele!?
7 VII-Uma conversa sem sentido
A cidade era imensa junto de uma grande escadaria e um conjunto de ruas brancas de pedras, ambos viam muitos comerciantes e vendedores, Cromter ia atrás de mão de ferro, enquanto ele via a imensa guilda denominada Guilde na linguagem refuscada dele mão de ferro seguiu em direção ao castelo e muitos guardas o comprimentavam quando ele subiu assim os degraus e chegou a sala pouco pobre e desagradável a situação da senhora feudal que era uma mulher gorda e gulosa ele tinha que esperar ela terminar o banquete enquanto aquele castelo caia aos pedaços mesmo sendo de pedras ele era oco, igual os bolsos da nobreza.
—Mão de ferro, minha senhora..Urima..
O soldado teve que esperar enquanto ela fazia ruídos e após 5 minutos a mulher comendo e fazendo sons desagradáveis com um pedaço de coxa de frango.
—Mão de ferro, ohhh surda do caralho....
A mulher olhou para ele com os papos e suas vestes ricas enquanto comia frango e peru.
Ela cortava fatias e continuará, enquanto mão de ferro gritou.—Sua gorda... Anda me escuta logo...
Armas foram apontadas de todas as direções vários lanceiros apontavam com as pontas de aço enquanto utilizavam armaduras de cavaleiros.
O guarda ficou encarando mão de ferro era Hawn, ele era gente fina porém baba ovo da rainha.
—Hawn, eu posso pedir para se retirar por favor?
—Mão de ferro, essa gorda não me escuta eu tenho algo a dizer?
—Hawn, você age de maneira preconceituosa e desordeira deve ser brutalmente punido...
Mão de ferro foi levado para o lado de fora quando ele gritou sendo forçado.—Mão de ferro, sua vaca velha me escuta... Vagabunda...
A senhora feudal ficou com a face completamente escura enquanto ela estendeu a mão e os soldados soltaram mão de ferro.
A senhora Urimatine, apesar de ser herdeira daquele reino e desvarolizá-lo bastante desviando fundos de suas finanças.
—Urimatine, a minha beleza é incomparável incomprável... Eu sou... A dona de tudo isso e mais um pouco você quer perder sua licença de aventureiro...
—Mão de ferro, mas...
A mulher apontava o dedo na cara dele enquanto o espadachim relimchava.
—Mão de ferro, o reino vai ser atacado daqui a três dias...
O clima começou a ficar tumultuado e os membros da realeza se batiam nas paredes tentando fugir e passar pela saída os dois ficaram se encarando.
—Urimatine, o reino que meu pai construiu nunca vai cair...
O mão branca a encarou sério, quando ele assim fora expulso e o clima real ficou tenso com a rainha tentando consertar a merda que ele fizera.
Até que o cavaleiro saiu com os braços completamente recolhidos sem o povo acreditar nele e nem a rainha.
—Mão de ferro, a senhora feudal é uma...
Uma voz do Além disse: baranga....
Enquanto ele andava com a barriga repleta de fome enquanto depois de um tempo ele fora atrás de Cromter que estava brincando com crianças ensinando algum tipo de jogo.
Cromter brincava de apostar enquanto ele estava podre de moedas de rubros de prata, o mão branca então o ergueu com o dobro de tamanho.
Cromter apreensivo era balançado enquanto o mão de ferro estava enfurecido.
—Mão de ferro, me diga... Você... Estava mentindo...
—Cromter, eu não tô devendo ninguém eu não sou agiota eu pago os meus impostos certinho me solte mão de lata e vamos conversar...
—Cromter, é só a gente reunir meus personagens...
Mão de ferro ficou completamente paralisado sem entender.
—Cromter, sim... Os mais fortes... Segundo eu... E você espantou eles a minha clientela...
Cromter era socado na cabeça enquanto gritava e o rinoceronte relincha e o seu dono a escovava e a tratava como uma criança.
—Cromter, mudou de humor desgraçado...
—Mão de ferro, eu não tenho poder suficiente para enfrentar o exército...
—Cromter, hum... No seu estado atual ficou ferido quase morto... Enfim você foi derrotado por um reino Zé ninguém... Aham um reino Zé ruela...
—Mão de ferro, você é um moleque pé no saco e chato...
—Cromter, ué?
—Mão de ferro, mas se você for algum façante ou algum duende, ou gênio de lâmpada eu te mato...
—Cromter, ainda tem os artefatos... Hum...
Mão de ferro o ergueu enquanto o sufocava e o garoto parecia uma Maria mole.
—Cromter, eu não sou o Houdini... Tá?
—Mão de ferro, o que?
—Cromter, é claro a referência você não vai entender...
—Mão de ferro, é algum clã inimigo?
Cromter falava espantado completamente vermelho ele mordeu o braço e o espadachim o soltou, com cara feia.
—Cromter, sim vamos ir atrás das suas fãs... Enfim... Pra ver se elas ajudam... Aí é papo reino salvo e eu acho um buraco pra eu sair daqui...
—Mão de ferro, fãs?
—Cromter, sim... Mulheres...
—Mão de ferro, seu desgraçado!?
Mão de ferro saiu correndo em direção ao garoto quando do nada caiu no chão com um ataque de Pânico. O rinoceronte encarou Cromter e quando ele foi na onda e tocou na face a criatura mordera a sua mão e ele ficará no chão esperneando pedindo ajuda enquanto o espadachim fora derrotado em simplesmente palavras.
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