—Cromter, primeiramente a sua irmã não morreu!?


—Mão de ferro, o que? Mas ela morreu na minha frente!?


—Cromter, eu ia fazer ela voltar a vida só não me lembro em qual capítulo!


—Mão de ferro, você matou a minha irmã? Você mandou matá-la?


O soco que mão de ferro deu fez várias crateras a medida que Cromter pulava parecia o homem elástico indo do lado para o outro. Até que apareceu por trás dele. E disse: ela está viva...


—Mão de ferro, você sabe demais isso será por tanto o seu túmulo?!


Mão de ferro lançou uma magia básica de energia essa negativa emitida de sua armadura e Cromter deu um passo de bailarina na ponta do pé quando percebeu que uma forte luz havia queimado a floresta por pouco.


—Cromter, eu sei que você com esse seu ódio e orgulho não vão me escutar mas é um mal entendido!? Eu sou de outro mundo!?


—Mão de ferro, assim como o dragão Fenrir, eu vou te matar na base do aço!?


Mão de ferro batia em Cromter enquanto ele dava cambalhotas que pareciam diferentes do outro mundo, caso ele as fizesse morreria de forma instantânea. Até que suas costas estalaram.


Cromter rir.—opa!?


—Mão de ferro, você tá me zombado!?


O chute que ele deu na barriga fez Cromter voar e girar no chão até bater as costas numa árvore que apareceu do nada.


O capacete da armadura do cavaleiro tinha formato de um dragão ele foi devagar enquanto Cromter viu que o clima tava pesado.


A espada apontada no pescoço do garoto. O fez aceitar aquela derrota. Que era impossível de ele ganhar, jamais, nunca com a sua secura e palidez nem um soco adiantaria. Então ele gritou: eu arrego!?


—Cromter, eu arrego... É isso me mata não eu sou útil!?


Mão de ferro atacou a espada na direção do garoto quando ele fechou o olho e viu que tava vivo ele tinha a cravado num resto de tronco de árvore muito perto dele.


—Cromter, ok?! Obrigada?! O senhor é um cavaleiro de honra!?


—Mão de ferro, se você é deus então onde está a minha irmã eu quero que a traga de volta...


—Cromter, basicamente estamos no primeiro capítulo!?


—Mão de ferro, me explique isso direito...


Enquanto o forasteiro guerreiro rank, estava batendo o dedo indicador no próprio braço, fazendo um som inquietante.


—Mão de ferro, eu irei mudar de idéia!?


—Cromter, seu reino vai ser atacado por um pequeno reino... O primeiro capítulo dava... Um... dois... três...


Cromter contava os dedos tenso.


—Cromter, de 2 a 3 dias...


—Mão de ferro, você sabe demais, de quais bandas você veio...


—Cromter, ehhhhhhh, ahh é que senhor de verdade... Eu vim de uma vida medíocre numa empresa...


—Mão de ferro, que isso? Algum monstro antigo... Ah... Você veio das terras antigas


Cromter coçou a cabeça enquanto olhava para um gavião que voava.


—Cromter, eu estou preso no meu próprio mundo que eu criei hehehe... Mas aqui é legal!?


De repente um rinoceronte apareceu na direção de Cromter.


—Cromter, é legal quando não tão tentando me matar!?


O rinoceronte blindado negro parou na frente de Cromter.


—Mão de ferro, o tão temido e venerado punhar dos ventos...


—Cromter, o espírito das trevas... Deixa eu tocar eu vou montar nessa coisa...


O rinoceronte gritou Cromter e chutou em seguida mijou na sua cara. Cromter estava no chão traumatizado.


—Cromter, vai pagar!


O rinoceronte era o mais surpreendente igual a sua narração ele não tinha o chifre arrancado ele usava uma prótese escura, ele sabia o que acontecerá com ele e quando ele ia tocar na perna dele ele apertou com o pé não para esmagá-lo. Mas para afastá-lo.


—Cromter, calma garota... Assim eu fico... TRAUMATIZADO!??!?


Cromter esperou e ela tirou a pata dele.


—Cromter, obrigado... O prazer é meu!?


—Cromter, Margareth...


—Mão de ferro, ela não te matou que surpresa!


—Cromter, eu não vou fazer mal a você não fica calminha!?


Os dois caminharam.


—Mão de ferro, você vai me explicar melhor isso... Desse ataque...


Até que eles chegaram no reino uma grande estrutura feita de pedras uma muralha bem feita com muitas torres.


—Cromter, eu sei de tudo que vai acontecer... Sei das musas...


—Mão de ferro, por favor não repita esse nome!?


—Cromter, e os seus traumas de mulher também...


O mão de ferro deu um soco na cabeça dele e o empurrou para frente contra os portões enquanto os guardas os encaravam.


—Mão de ferro, estou com um escravo aqui... Ele vai trabalhar nas plantações...


—Cromter, ahn... O que... Mais que merda ei você tá me ouvindo... A gente vai ser atacado...


—Mão de ferro, fique quieto e não cause medo eu resolvo isso. Já você fique quieto e não me importune, nem eu nem a minha Mary.


—Cromter, eu sei de muita coisa!? Não vai me escutar!?


—Mão de ferro, vou conversar com a Rainha vê se fica frio e espera do lado de dentro eu vou para os castelos.


O guarda pediu a ficha e o mão de ferro deu, ele abriu então os grandes portões de madeira e ambos entraram.