Criando Laços
16 Capítulo 16
Notas iniciais
☺
Mel: Pois é... Mas como dizem, antes tarde do que nunca. Além do mais, é provável que ninguém mais leia a fic mesmo... depois de séculos...
♦
Ran: Bem, a culpa é inteiramente minha para começo de converça. O capitulo tá pronto desde antes do natal, eu que estava enrolando. Então podem me culpar!
♥
Mel: Eu não sei se os leitores já repararam, mas a culpa é sempre da Ran. Ou seja, eu sou um anjo!! *-*
♣
Ran: Tá, tá. Bem, enfim, decidimos uma forma mais rápida de escreveremos, então devemos começar a postar rápido novamente. Isso é, se a escola deixar. Ah, não sei se querem saber, mas EU PASSEI EM TODOS OS VESTIBULINHOS QUE EU FIZ! CHUPA ESSA, PROFESSOR DE GEOGRAFIA! TOMA!
○
Mel: Pois é se a escola deixar e eu tiver tempo livre, o que tá dificil... ¬¬ E Ran, seja mais gentil com seu professor!
§
Ran: AQUELE FDP ME FEZ PERDER UM ANO DE GEOGRAFIA! ELE FAZIA A GENTE FAZER TRABALHO SEM LÓGICA! Por causa disso agora vou me fuder quando começar a ter geografia - já que tamo sem professor lá no street
☻
Mel: Ah... esses adolescentes de hoje em dia... tsc tsc tsc
▬
Ran: Ele explicou pra gente como as Nações Unidas mandaram uma mensagem de "Oi" para os alienigenas no espaço ¬¬
♫
Mel: Err... Boa leitura gente! E até o proximo capitulo!! E só pra lembrar a vocês, a gente pode até demorar pra atualizar, mas nunca, jamais, em hipotese alguma abandonaremos a fic!!
╚
Ran: Exato! É uma promessa isso, gente! ♥ Amamos vocês demais para abandonarmos. Boa leitura o/
*-*
Ikki estava no carro com Kanon, voltando do show. Odiava admitir, mas tinha até sido divertido. Já passava das onze da noite e estava cansado, mas o idiota do seu chefe insistia que tinham que ir a um bar.
– Kanon, pela ultima vez, eu não quero ir para um bar. Quero ir para casa, amanhã tenho que ir trabalhar.
– Ikki você entra no serviço as duas da tarde! Pelos deuses deixa de ser caxias! — Kanon protestou. Parecia mais que Ikki era o adulto ali, e não ele.
– E você pare de ser tão irresponsável! Eu não quero ir, pela ultima vez. – O leonino bufou, cruzando os braços — Eu tenho mais o que fazer.
– Mais o que fazer do que a um bar tomar um drink com um gostoso como eu? hahaha, conta outra moleque. Só se for ir pro banheiro se masturbar pensando em mim! Deixa de frescura e vamos logo, vai ser legal, prometo! Ou você tem outra ideia? — olhou de esguelha, com um sorriso malicioso dornando os lábios.
O mais novo percebeu o sorriso malicioso que Kanon jogava para si e não pode deixar de rir. Aquele ali se achava demais.
– Na verdade, eu tenho. Eu quero ir para minha casa, dormir. Amanhã eu tenho um encontro e preciso estar bem descansado. – Na verdade estava apenas blefando, não iria ter encontro nenhum, mas precisava baixar a bola daquele geminiano ou sabia que iria se arrepender.
Kanon freou bruscamente, quase causando um acidente em consequência, ouvindo algo como 'vai se foder seu filha da puta!” do motorista que vinha atrás de si — O que você disse?
Por sorte Ikki estava usando o cinto de segurança, sorte mesmo já que não tinha esse habito, o que evitou um possível traumatismo craniano.
– Seu louco, podia ter nos matado!
– Que historia é essa de encontro, moleque? Acaso esta me fazendo de idiota ou o que?! — Ignorou as palavras dele. Quem aquele menino pensava que era? Saia com ele e depois dizia que precisava ir, pois tinha um encontro?
O japonês arqueou uma sobrancelha. Aquilo realmente deu certo?
– Eu tenho um encontro com uma colega de sala minha — após alguns segundos em silencio, voltou a falar — Acha que esta rolando algo entre nós por acaso?
– Entre nós quem? Você e sua colega vadia?
– Não, entre eu e você. – riu – Você se apaixonou por mim?
– Não seja idiota! Eu apaixonado, e por você? Hunf!, nem nos seus melhores sonhos. – Kanon falou tentando parecer desdenhoso, mas saiu completamente sem convicção.
– Você quer dizer meus piores pesadelos – Ikki revirou os olhos — Você não é meu tipo.
– Não? – Kanon arqueou uma sobrancelha — Então me diz, quem é seu tipo? Sua colega piranha?!
– Meu tipo...? — Ikki pensou um pouco — Seu irmão. Ele é o meu tipo.
– Mas... Ele é igual a mim! – C=Kanon praticamente berrou, aquele moleque só podia estar de brincadeira, era o que pensava o geminiano.
– Igual? – riu — Claro que não. Vocês são completamente diferentes, iguais apenas na aparência.
Atordoado com aquela resposta, o mais velho voltou a dirigir, sem olhar pro lado. Se aquele pivete preferia Saga, então que fosse atrás dele, se bem que... Shura não deixaria isso acontecer!
Percebendo que o outro ficaria em silencio, o leonino decidiu puxar algum assunto. Odiava o silencio.
– Em que bar iremos?
–Vou te levar pra casa.
– Não íamos para um bar?
– Você disse que precisava dormir, não disse? Então vai dormir, e quem sabe sonhar com meu irmão! Ou talvez prefira a colega vagaba... — Não tirou os olhos da estrada
Ikki apenas conseguiu rir.
– Esta com ciúmes, chefe?
– Vai pro inferno!
– Aí depende, você irá comigo?
Kanon sorriu de canto, esquecendo por um momento sua irritação
– Está insinuando que iria comigo até o inferno?
– Não, estou insinuando que se eu irei ao inferno, te levarei junto. — riu baixinho – Como alguém disse um dia "Se tu me levar a desgraça, cairá juntamente comigo, pois você pode tirar minha vida, mas esteja preparado pois tirarei a sua".
– Essa frase é digna de um psicopata. Você me dá medo às vezes. — sorriu estacionando em frente a sua casa. O levaria a um bar, mas... Sua casa era mais aconchegante, não era? E bebida tinha de sobra.
Ikki olhou pela janela, para a casa desconhecida. Onde aquele idiota o levara?
– Onde estamos? Vai me sequestrar, é?
– Até que não seria uma má ideia! Estamos na minha casa... tem uma grande variedade de bebidas, e é mais aconchegante que qualquer bar de Atenas!
– Bem, não é como se eu tivesse escolha, então vamos lá. — murmurou, saindo do carro. Sabia que aquele cara não o deixaria ir embora antes de fazer seja lá o que ele queria
Com um sorriso de orelha a orelha, Kanon saiu do carro, o deixando estacionado ali mesmo, em frete a sua casa.
– Welcome to my house! — sorriu dando espaço para Ikki entrar pela porta recém aberta da residência.
O japonês olhou para a casa, espantado. Era linda. Kanon podia se achar demais, mas tinha bom gosto... E muito dinheiro para gastar a toa. Quem precisava de uma casa daquele tamanho?
– Não imaginei que tivesse bom gosto, chefinho.
– Pois é, eu sempre tive muito bom gosto — Sorriu malicioso. Ikki percebeu o olhar dele sobre si, mas resolveu ignorar — O quer beber?
– Me dê qualquer coisa não muito forte... Se eu chegar em casa bêbado, meu pai me mata.
– As vezes eu esqueço que você é apenas um menino – O grego brincou, e sorrindo foi ate a cozinha voltando com um copo de leite na mão – Aqui — estendeu para o mais novo.
Ikki estreitou os olhos diante da brincadeira feita por Kanon. — Eu não sou um menino, vovô.
– Você... vou te mostrar quem é o vovô!! — Kanon ditou estreitando os olhos e colocou o copo de leite na mesa de centro e puxou o moreno para si, o beijando de forma não muito delicada
O japonês já esperava que a noite acabasse assim, e não tinha nada contra. Kanon tinha um corpo delicioso, seria bom transar com ele novamente. Passou a corresponder o beijo na mesma intensidade, enquanto conduzia Kanon para o sofá da sala.
O geminiano se deixou conduzir ate o sofá, sentando nele e puxando o outro para seu colo, sem apartar o beijo. Suas mãos explorando todo o corpo do moreno, adentrando pela camisa, acariciando e apertando a pele.
Ikk apartou o beijo, mas logo o transferiu para o pescoço do mais velho. Mordia, chupava e beijava, fazendo questão de marcar a pele. O deixava acariciar seu corpo, mas tinha em mente que não ficaria por baixo
Ofegante, Kanon segurou a barra da camiseta de Ikki, a puxando para cima, a retirando do corpo dele — Hoje será minha vez...
Ikki levantou os braços para permitir que Kanon tirasse sua camisa, mas não foi tão delicado com ele. Rasgou-lhe a camisa, antes de se aproximar de sua orelha, sussurrando rouca e provocantemente — É o que veremos...
– Isso... hoje você verá como é ter um homem de verdade dentro de você... — Abocanhou um dos mamilos o sugando fortemente, enquanto suas mãos desabotoavam o cinto e calça do estagiário.
O leonino não pode conter um gemido, mas não se deixaria vencer. Saiu do colo de Kanon e o fez deitar no sofá, ficando por entre as pernas dele.
– Você ainda não entendeu, chefinho? Eu não sou passivo. — levou as mãos até os mamilos de Kanon, que eram bem sensíveis, e começou a aperta-los, enquanto mordia-lhe o pescoço
–V-você não prefere ir pro quarto? Garanto que minha cama é mais confortável que o sofá.
Ikki parou de lhe morder o pescoço, mas continuou a lhe apertar e massagear os mamilos.
– Estou sujo... Preciso de um banho.
– Ótimo... podemos tomar banho juntos — sorriu malicioso — minha banheira é enorme...
– Perfeito. – O japonês murmurou, se levantando, suspirando. Sentia sua calça apertada e estava se controlando para não continuar aquilo no sofá mesmo — Certo... Vamos.
Kanon andou com ele ate seu quarto, lógico que no caminho agarrava e prensava o moreno na parede, e ficavam aos amassos. Dessa forma demoraram quase dez minutos ate chegar ao banheiro, onde colocou a banheira pra encher e retirou o resto de suas roupas, da mesma forma que Ikki.
Ao se ver completamente nu, Ikki não conseguiu esperar Kanon tirar suas roupas, sequer esperou a banheira encher. Segurou o mais velho pela cintura e o trouxe para si, beijando-o completamente cheio de desejo e luxúria. O queria, e o queria logo.
O levou até a banheira, onde entrou com ele e, sem apartar o beijo, começou a lhe apertar e massagear as nadegas.
– Hoje quem manda aqui sou eu.... — inverteu as posições, sentando na banheira e colocando o moreno sentado em seu colo, de costas para si, seu membro tocando nas nadegas macias, fazendo sua ereção pulsar dolorida — Ikki... hnnn
Ikki riu. Aquele cara estava realmente achando que iria se entregar a qualquer um? Em um movimento rápido, saiu do colo dele e pegou uma toalha qualquer que havia por perto, prendendo com força as mãos de Kanon. Passou-lhe as pernas pelas mãos amarradas, de modo que o geminiano ficasse completamente exposto para si e não conseguisse se soltar. Era uma bela visão
– Você ainda não tem moral para tanto, chefinho. – o moreno falou rouco enquanto levava um dedo até a entradinha do outro, brincando com ela sem penetrar — Não me entrego a qualquer um.
– Acontece... que eu não sou qualquer um... – Kanon se soltou da amarra, tendo em vista que não estava tão bem preso quanto o moreno pensava e em um movimento rápido estava por cima dele, prendendo os braços do mesmo no alto da cabeça. Devido ao movimento a água que caia da banheira molhava todo o chão, o banheiro estava uma zona, parecia mais um campo de guerra.
– Seu...! Me solte, Kanon! – O japonês praticamente rosnou.
– E por que soltaria? hn? Quem você pensa que é pra achar que pode me dominar assim? — levou um dedo a entrada dele, o passando ali, acariciando — você vai gostar Ikki... vai ser gostoso... eu prometo...
O mais novo mordeu o lábio, contendo o gemido. Não iria gemer para aquele cretino — Não... Eu não sou um puto igual a você, não quero dar o cu.
Kanon introduziu um dedo dentro dele de uma vez, calaria a boca daquele moleque de um jeito ou de outro, com uma mão só prendia os dois pulsos dele.
– Ikki... você é muito desaforado...
Ikki mordeu o lábio com força, abafando os gemidos de dor. Aquilo doía... Nada havia entrado naquela parte do seu corpo antes.
– K-Kanon... tira... dói...
O geminiano sorriu de canto, movendo o dedo dentro dele com um pouco mais de delicadeza.
– Não vai me dizer que... és uma donzela?
O japonês o olhou com raiva e mordeu o lábio inferior mais uma vez, impedindo qualquer som de sair. Conforme sentia o dedo de Kanon se mover dentro de si, tentava soltar suas mãos, sem sucesso. Não iria ceder tão fácil.
O advogado inseriu um segundo dedo após sentir a musculatura um tanto mais relaxada, o movendo dentro dele, encontrando seu alvo, sentiu o corpo do outro estremecer e sorriu satisfeito
– É gostoso não é?
Sim, era gostoso. Era delicioso. Mas o estagiário não falaria aquilo nem sob pena de morte.
Fechou os olhos e virou o rosto, continuando a morder o lábio para não emitir nenhum som. Seus quadris se moviam junto com os dedos de Kanon e não conseguia impedir
– Eu sei que esta gostando Ikki... seu corpo me diz isso... olha seus mamilos como estão eriçados... seu pau duro... voce esta se contraindo, sugando mais e mais os meus dedos pra dentro de você... – O mais velho inseriu o terceiro digito, fazendo o mais novo gemer, baixo e um pouco dolorido.
O moreno se odiou por isso. Tanto esforço pra nada.- Ahn... K-Kan...
– Isso Ikki... geme pra mim... quero ouvir.... — Seu membro latejante clamava por alivio, mas precisava preparar Ikki. Apesar de tudo, jamais o machucaria.
– Seu... hn... seu puto... Me solta, Kanon... Me solta que eu irei... te mostrar o que é um homem... e como se fode alguém...
– Ora, ora... que boquinha suja esse menino tem... — Inseriu o quarto dedo, passando a movê-los mais rapidamente, tocando repetidas vezes a próstata do mais novo. Soltou os pulsos dele, levando sua mão ao falo rijo, o masturbando.
Agora tinha suas mãos soltas, podia mudar a situação, mas... Aquilo era tão bom. Não conseguia mais ter controle sobre seu corpo. Seus quadris seguiam as mãos de Kanon, não conseguia mais conter os gemidos que hora ou outra eram o nome daquele que estava lhe levando a loucura.
Quando deu por si, já tinha falado
– K-Kanon... vem... vem logo... — ao ouvir suas próprias palavras levou ambas as mãos até a boca, tampando-as enquanto desviava o olhar do de Kanon, corando involuntariamente.
– Ora ora, se só com meus dedinhos você já fica assim... imagine com meu pau todinho dentro de você? — Retirou os dedos de dentro dele, beijando-lhe a boca de forma violenta. Vasculhava cada cantinho, provando e sentindo o gosto maravilhoso que aquele moleque tinha.
Mesmo não querendo, Ikki acabou por corresponder o beijo como conseguia. Travava uma luta com a língua de seu chefe, sentindo o gosto maravilhoso dele. Odiava admitir, mas Kanon realmente era gostoso, e em todos os sentidos da palavra.
Enquanto o beijava, o geminiano o retirou da banheira, o encostando na bancada em frente ao espelho, o colocou de costas para si, ficando atrás dele, com seu membro brincando em sua entrada
– Hnn Ikki... olha pra você...
Ikki virou a cara, não iria olhar para si. Sabia como devia estar: Corado e ofegante, com os olhos inebriados em prazer. Os lábios deviam estar inchado e seu pescoço devia ter algumas marcas. Não queria olhar para si assim. Sentia-se sujo.
Kanon embrenhou os dedos pelos cabelos negros o obrigando a olhar para seu reflexo, no mesmo instante em que começou a penetra-lo, lentamente, mas de forma firme.
Ikki foi forçado a olhar para sua imagem, vendo o que não queria. Tentava não gemer, sem sucesso.
– S-Seu... puto... hn...
O advogado adentrava lentamente aquela cavidade estreita, sentindo-a comprimir seu falo, se abrindo aos poucos para si.
– hnmmm tão... apertado... — gemia rouco no ouvido do estagiário.
O japonês estremeceu ao ouvir aquela voz rouca tão próxima de si, mas não se deixaria vencer ainda.
– S-Seu... ahn... idiota.... seu puto... Eu vou te foder tanto depois... Que vai ficar todo arrombado... Vou fazer q-questão de... hn... de te foder até você perder a... a consciência! Está ou...ouvindo, chefinho?
– Vai?? – Kanon gemeu alto ao sentir-se completamente dentro dele — olha pra voce... olha essa carinha no espelho... me diz que nao esta gostando... de ter um homem de verdade... te fodendo... me diz
– Homem? — se esforçou a rir. Se sentia tão cheio... Não conseguia não gemer — Me diga... Onde esta esse...hn... homem... Não o vejo...
– Esse homem sou eu... — o grego sorriu sarcástico, saindo quase que completamente de dentro dele, para então em uma única e firme estocada o preencher, fazendo sua pelvis bater de encontro aquela bundinha empinada e deliciosa, deixando um gemido alto escapar de sua garganta. - sentiu agora?
Ikki não soube como, mas conseguiu conter o alto gemido que queria dar ao sentir aquela estocada. Novamente riu.
– A-Aind.a... não o vejo... hn...
Kanon levou os lábios ao pescoço dele, mordiscando, enquanto se movia de forma ritmada, entrando e saindo daquele corpo quente e gostoso, segurando a cintura dele com umas das mãos, apertando — hnnn Ikki... ahhh...
O estudante chegou a um momento que não conseguia falar nada, a não ser gemer. Seus quadris seguiam Kanon sem conseguir controla-los. Suas pernas estavam bambas e se o mais velho não o segurasse, iria cair. O prazer era tanto que se sentia nas portas da loucura
– Me ... diz.. Ikki... ta gostoso? É bom... ser fodido? ... gosta de... um pau... bem fundo dentro... de você? – Conforme falava, o mais velho aumentava gradativamente a velocidade das estocadas, enquanto com uma das mãos passou a masturbar o estagiário.
– Não, eu... Eu não... hn... gosto... seu puto... idiota... Eu vou te foder tanto, Kanon... vai ficar o resto do mês sem... sentar... — apesar das palavras gemia cada vez mais de prazer. Sentia-se próximo ao ápice.
– Hnmm Ikki... e quem disse,.. que depois de hoje... eu vou te deixar... me foder? — sentia seu corpo convulso, não aguentaria aquilo por muito mais tempo — hnmm goza pra mim... ikki... eu...hnmmm
– E quem... disse que eu... preciso da sua permissão... para te foder...? — indagou, mas logo sente sua mente entrar em branco conforme não conseguia mais controlar-se, acabando por gozar na mão de seu chefe.
Os espasmos e contrações do corpo do outro provocou em si um frenesi sem tamanho, sem conseguir se conter, explodiu em êxtase no interior aveludado do moreno, inundando-o com sua semente — hnammm I-Ikki...
Ikki soltou, sem conseguir evitar, um gemido manhoso ao sentir-se ser inundado pelo gozo de Kanon. Suas pernas falharam tamanho seu prazer. Deixou o corpo escorregar para o chão do banheiro enquanto tentava normalizar a respiração, sentindo o gozo do mais velho escorrer de dentro pelas suas pernas.
Kanon escorregou junto com ele, o puxando para seu colo, tomando-lhe a boca, dessa vez de forma lenta,e ate mesmo... carinhosa. Por mais que quisesse convencer a si mesmo do contrário, aquilo não era só sexo, e isso o assustava.
O japonês deixou-se ser beijado, mas logo apartou, olhando o amante nos olhos.
– Vai ficar ai me olhando ou vai me ajudar a tirar essa porra de dentro de mim?
O grego apenas sorriu o colocando de quatro sobre o chão, lambendo o sêmen que escorria-lhe pela perna
Ikki já havia desistido de o repelir há alguns minutos, então deixou-o limpar o sêmen. A noite só estava começando, e Kanon ainda tinha que aprender algumas lições.
Como diziam, a noite é uma criança.
oOoOoOo
Milo acordou com os raios de sol tocando seu rosto, já que tinha esquecido a janela aberta. Mexeu-se de leve, bocejando baixinho e sentiu um corpo ao seu lado. Abriu os olhos e sorriu ao ver os cabelos loiros do filho, o loirinho ainda dormia profundamente. Levantou-se com cuidado e fechou a janela para não acordá-lo. Foi para o banheiro, fez sua higiene matinal e saiu do quarto ainda meio sonolento, precisava preparar o café da manhã.
Desceu as escadas e, ali, deitado no sofá da sala, viu as madeixas ruivas que tanto amava. Riu baixinho ao perceber que o marido havia dormido no sofá. Foi até ele e lhe tocou de leve o ombro a fim de acordá-lo. A posição parecia incômoda.
– Camye...?
O francês abriu os olhos lentamente, sorrindo ao ver o marido.
– Hhnn... Mi? Como foi com ele?- perguntou sentando-se no sofá.
– Foi... Bom. – o grego sorriu feliz, dando um selinho no amado — Por que dormiu aqui?
– Eu cheguei muito tarde, e vocês estavam tão bonitinhos dormindo... Eu não quis acorda-los. Deitei um pouco aqui antes de ir arrumar o quarto de hospedes e acabei adormecendo. Desculpe.
– Bobo... Você podia ter ficado com dor nas costas.- pensou um pouco antes de prosseguir — Para onde você foi? — até então Camus não havia lhe falado para onde estava indo todas as vezes que sumia, e isso o deixava muito curioso.
– Eu? Eu estava no escritório, trabalhando. — acariciou a face bronzeada do esposo, afastando os fios loiros que cobriam o rosto.
– Mas de manhã você foi para outro lugar. Eu te liguei e sua secretária disse que você só trabalharia de tarde. Para onde você foi, Camus?
– Milo... Eu tive uma reunião de negócios. Sempre as tenho, e você sabe. Posso saber por que a desconfiança?
– Porque até hoje você sempre vai para seus compromissos misteriosos e você nunca me falou sobre eles.
O ruivo suspirou pesado. Milo tinha toda razão. Desde que começara a investigar a vida de seu sogro e a possível ligação dele com seu irmão não contara nada para o marido, tinha vários encontros com os detetives que havia contratado, mas nunca chegaram a nenhuma informação concreta. Não queria preocupar o grego.
– Mon ange, você sabe que tudo o que faço é sempre para o bem de nossa família, não sabe? Sempre ponho suas necessidades acima das minhas, e agora as de Hyoga também. Vocês são as pessoas que eu mais amo no mundo, e tudo o que eu faço é visando o bem de vocês dois. Por favor, Mi, confia em mim.
– Eu odeio que você me esconda as coisas, Camus... Sendo ou não para o meu bem, eu odeio que você faça isso... — suspirou baixinho, se afastando dele — Vou preparar o café da manhã.
Camus pegou a mão do esposo, o puxando de volta, fazendo-o sentar em seu colo.
– Eu estou investigando seu pai, e o Cristal também.
O grego arregalou levemente os olhos, estava surpreso, não esperava que fosse algo tão sério assim. — P-Por que...?
– Sabe as fotos? Aquelas do Cristal e o Hyoga? Foi seu pai quem me deu aquele envelope. Por isso deduzi que ele tinha algum tipo de ligação com o Crystal.
– Por que não me contou isso, Camus...? — olhou o marido nos olhos — Por que não me contou tudo de uma vez?
O ruivo respirou fundo. Havia prometido nunca mais esconder nada de Milo, tinha prometido ser sempre sincero e simplesmente não estava cumprindo. Milo tinha todo o direito de ficar chateado consigo. Mas poxa, só queria proteger o amado de toda essa sordidez.
– Desculpe. — foi tudo que conseguiu dizer.
Milo se levantou, com um suspiro resignado. Entendia que Camus só queria protegê-los, mas mesmo assim, não precisava esconder isso de si... Entendia sim que o marido só visava o bem de todos, no entanto não era criança, tinha o direito de saber de tudo, de todos os riscos que o filho corria e ele também.
–Tudo bem...
– Milo, eu não descobri nada. Eu fui ao apartamento do seu pai outro dia, e ele disse que estava recebendo ordens. Eu sei que não é isso, sei que ele mente. O meu medo é só o que Cristal possa estar querendo com o Hyoga, não o quero rondando nosso filho. Não quero causar mais traumas em Hyoga, isso não é justo com ele!
– Está tudo bem, Camus, já disse... Eu entendo que você esta fazendo isso para o nosso bem.
– Certo.
– Vou fazer o café. — não esperou resposta, foi para a cozinha. Logo Hyoga iria acordar. Realmente não estava magoado com Camus, ele só estava pensando em seu bem, mas estava preocupado. Sabia o que o pai podia fazer, não queria ver seu amado machucado...
Camus deitou de novo no sofá, colocando uma almofada em cima da cabeça. Droga, sempre fazia tudo errado, por mais que tentasse acertar, as coisas davam sempre errado. Tudo o que menos queria no mundo era magoar Milo, ou preocupá-lo. E foi justamente o acabara de fazer.
Enquanto Milo preparava o café da manhã a campainha tocou, e Camus levantou-se mal humorado. Quem diabos apareceria aquela hora da manhã na casa de alguém?! Já estava preparado para dar uma resposta atravessada quando abriu e viu ali a assistente social que cuidava do caso de Hyoga. Droga! Havia esquecido completamente que a visita estava marcada para aquela semana.
– Senhor Camus, espero não ter vindo num momento inoportuno... Bom dia — falou a mulher, mais por educação do que por qualquer outra coisa. Olhando de cima a baixo o ruivo, um tanto desalinhado, pois ainda vestia a roupa da noite anterior — Sou Elisa, falei com o senhor semana passada por telefone. — continuou a jovem senhora. Ela reconhecera Camus pelas fotos que tinham no processo, e ele a reconhecera por que ele havia pesquisado sobre a mulher, e o que mais temia é que ela fosse uma homofóbica que achava um absurdo um casal de homossexuais adotarem um filho. A tensão pairou no ar, mas logo Camus se recompôs e estendeu a mão para ela.
– Muito prazer, Dona Elisa. Entre por favor. Vou chamar meu marido. — falou educadamente, fazendo um grande esforço para parecer tranquilo.
Continua...
Notas finais
#
Ran: Eles são felizes. Ah, sim, e teremos o Shunny. Ele não morreu não, gente :3
E teremos o Mu e o Shaka também, eu acho!
*
Mel: Mu e Shaka... Certo. Então tá. Muito obrigada a todos que por aqui passaram, e mais uma vez, perdoem-nos pela demora. Tentaremos nunca mais demorar tanto assim... Ç Ç
◘
Ran: Demoramos meses. MESES! Eu vou pular da janela e fazer uma visita ao tio Hades para recompensar, eu prometo! Ç_Ç
♦
Mel: ...
↨
Ran: *pula*
↓
Mel: ...
♣
Ran: *Vai abraçar Hades*
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