Notas iniciais
Boa leitura!

Como representante de classe, era dever de Marinette atender aos comandos da professora como uma verdadeira marionete. Ela riu, o termo marionete se assemelhava com seu nome, mérito de Chat Noir que a contaminou com seus trocadilhos idiotas.

A mestiça passou pelas portas para observar as colegas trabalhando duro na decoração. Alya e Rose limpavam os bancos e Alix cuidava dos panfletos a serem espalhados. Juleka havia faltado por estar doente, ela acrescentou a lista uma visita a amiga pós aulas.

Aquele alvoroço se tratava da peça teatral que teriam no próximo fim de semana, como trabalho valendo nota para os estudantes do colégio Françoise Dupont. Após a apresentação, os alunos do ensino médio e professores se reuniriam no pátio para guloseimas, botarem o papo em dia, algumas fotos com os participantes da peça...

Portanto, os últimos preparativos estavam sendo feitos e ela estava correndo para que tudo saísse minuciosamente de acordo com seu plano. Apesar de a professora separá-los em grupos–leia-se que Adrien atuava junto de Marinette– a parte pesada ficava com a mestiça que tentava não surtar com a agenda em suas mãos. Ela basicamente precisava marcar horários com fornecedores e organizar o ambiente de apresentação, o que era um porre para ela. Marinette invejava Alya que ficarou com a decoração.

—Meio dia está bom para você? Aí da tempo de eles chegarem com as mesas extra e de darmos uma pausa.–Adrien colocou uma mão no ombro de Mari. Ele era encarregado de ajudar no planejamento com Marin, mas menina era perfeccionista demais para relevar erros, erros que seriam todos culpa deles se ela não desse um jeito de arrumar tudo.

—Pode ser.–

—Não precisa ficar estressada, é coisa de escola, você tem que se divertir– Ele colocou as mãos no queixo enquanto ela ponderava. Adrien estava certo, a professora não cobrava tudo aquilo dela, mas se Marinette havia aceitado participar daquilo teria que valer a pena—Hum, o que acha de um sorvete? Pra esfriar a cabeça–Ele deu um leve peteleco na testa da melhor amiga que revirou os olhos para disfarçar as bochechas coradas.

Após um ano de amizade, Marinette e Adrien haviam se aproximado bastante. Na maioria das vezes era para não ficarem de vela perto de Nino e Alya, mas no fim era tranquilo: Adrien e Marinette eram bons amigos e adorávam passar o tempo juntos, mesmo que eles fossem limitados pela agenda corrida de Adrien.

Os alunos voltaram para se reunirem na sala como dito pela Srta. Bustier e só voltariam no dia seguinte por terem sido liberados. Adrien puxou a mochila e acompanhou Marinette até a saída.

—Mari?– Ele a cutucou de leve, despertando uma Marinette voada e com a mão nos bolsos. Logo ela corou, Marinette não estava ouvindo um pingo do que Adrien dizia e se sentia culpada por não escutá-lo, por isso passou a se embolar nas palavras a fim de justificar-se.

—Uh, é, o colete...digo, o sorvete! Vamos tomar... o sorvete.– Ele sorriu com os olhos. A verdadeira Marinette estava ali, adrien desatou a rir.

Iniciaram um dialogo leve e só pararam ao chegar em André, o sorveteiro, que insistiu em apenas um sorvete e de graça. Adrien deu de ombros enquanto Marinette surtava, por ser um programa de casal e principalmente por notar algumas pessas olhando descaramente para eles. Adrien ainda era famoso.

Mas então ela virou a cabeça para os lados em busca de um lugar para se transformar e uma desculpa boa o suficiente para se livrar de adrien. Não que ela quisesse se livrar dele, convenhamos ele não é de se jogar fora, o foco é que havia um akumatizado que transformava as pessoas em crianças.

A espinha de marinette estremeceu, ela nem queria pensar se uma criança fosse atingida. Um embrião? Um feto ela viraria?

Adrien assim como ela pensava em algo para sair discretamente, mas também não podia deixar sua princesa sozinha. Por isso ele passou as mãos ao redor de seus ombros e em um movimento rapido a puxou e passou a correr para que pudessem encontrar um lugar seguro.Em um consenso os dois se separaram e Marinette pode, finalmente se transformar

Ladybug corria e pulava pelos telhados de Paris. Logo ela girou o ioiô para que não fosse atingida, assim como Chat Noir, só que com seu bastão.

O clima piorou quando ladybug e chat noir iniciaram uma briga e facilmente foram atingidos pela akumatizada. Era certo que ladybug e chat noir estivessem brigados desde antes, mas não entrava na cabeça da joaninha que chat noir fosse imbecil ao ponto de discutir em um luta.

Xingou ele aos montes quando o mesmo foi atingido, e em um descontrole de raiva tambem foi. Quando se deu conta, ela era uma garotinha de 6 anos, mas que precisava lutar. O unico problema é que ela era fraca, assim como chat noir que tenyava equilibrar o bastao visto que ele parecia ser menor que ela. Puxou o parceiro para o canto.

—Precisamos de um plano–
—Por que a gente nao deixa isso para la? Vamos brincar- chat noir tapou a boca. Pelo visto ele tambem tinha desejos de crianca—Perdao, My lady, não controlo o que digo–

—Sem peoblemas gatinho–Mini Bug acariciou as orelhas de gato de chat e se permitiu brincar com elas. Chat Noir estava mais interessado em buscar informações em seu novo brinquedo.

—Será que o papai foi atingido?– Adrien perguntou em inocencia e Marinette arregalou os olhos.

—Minha mamãe e meu papai estão na padaria. Eles devem estar em perigo, gatinho!–

—Vamos para lá ajudar, afinal, nós somos a dupla ChatBug.—

—O nome é bugchat, me siga!– Antes que se movessem, um brilho forte quase os cegou. Mari estava com as mãos nos olhos, mas logo revirou os olhos tirando as mãos da cara.

—Tikki– Marinette segurou a pequena kwami e deu um biscoito para a amiga. Adrien fazia o mesmo só que com Plagg.

Ela não sabia dizer, mas não conseguia ter reação alguma ao descobrir que Adrien é Chat Noir. Ele era apenas... seu amigo, certo? Ela fez um careta ao seus pensamentos mais profundos ansiarem por um beijo. O que era aquilo? Ela queria beijar chat noir? Beijar Adrien?

"Eu estou ficando louca"

Eles não tinham porte para lutar, mas Marinette ainda tinha cabeça. Mari avistou o anel da vilã que lançava raios e abriu seu ioio pegando o Miraculous da raposa. Logo, a ilusão de Ladybug e Chat Noir lutando atrasaram a vilã, marinette veio por trás e a unica coisa que conseguiu fazer foi pular em cima da akumatizada. Ela revirou os olhos quando a chegada não foi tão impressionante como ela planejava, visto que não conseguia fazer muita coisa como criança, mas sorriu quando viu chat destruir o objeto akumatizado com seu cataclismo. Ela iniciou o processo de purificação e usou o famoso Miraculous Ladybug.

Vitoriosa, ela olhou para seus braços, finalmente acab... NÃO! Ela ainda estava sob forma de bebê, assim como seu parceiro de luta que comemorou jogando o bastao para cima e este caiu em sua cabeça.

—CHAT!–

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.