Credo Do Assassino
2 Capítulo 2
- Minha nossa, isso é doideira demais pra um só dia. — Gustavo disse, deitado em sua cama, apoio as costas de sua mão
na testa, suspirou uma vez, ele olhou suavemente para a porta de seu quarto, e avistou o lembrete que o mesmo teria colocado lá -- DROGA, amanhã é aniversário de 17 do Aliis, e eu nem comprei seu presente. Ah, maldição. — Ele pois as duas mãos acimados olhos, e bufou, em seguida se virou, puxou o cobertor acima de seu ombro, e fechou os olhos, dormiu -Aliis acabou de sair do banho, entrou em seu quarto, fechou a porta e ficou de frente com o espelho, ele estava só de toalha,a mesma enrolada em sua cintura, cobrindo até sua canela, ele aproximou seu rosto do espelho, com cautela, como seAliis estivesse esperando algo sair dali. Mas não era nada disso, ele estava observando uma cicatriz em sua boca, ao centrode sua boca, no lábio superior, a cicatriz era pequena, creio que entre 1 a 2 cm de comprimento e largura, dava para senti-loquando sua língua se encostava na mesma, pois ele achou aquilo estranho, alias não se lembrara de tal cicatriz antes, mastalvez ganhara ela quando estava correndo, aos 4 anos e caiu ao chão, cortando sua boca em uma pedra, mas lembrava ele que a cicatriz fora um pouco menor, hmpf, estranho. Ele abriu sua gaveta, pegou uma cueca, e levantou a cabeça quandopercebeu que seu caderno de escola estava a cima da TV, que se localizara na superfície de uma mesa, virada para frenteda cama dele. Ele pegou o caderno, um lápis, abriu-o ao meio e apoio seu cotovelo na folha de cima, coçou sua cabeça coma ponta do lápis, olhou para cima, parecia fitar a lâmpada que poderia estar atrapalhando, mas não, ele estava pensando noque fazer. Normalmente o seu Hobbie era tocar violão, mas como duas, das seis cordas do instrumento foram " degoladas "pelo seu primo de 5 anos que utilizava uma tesoura, ele não tinha muito oque fazer...-- Bolas, oque eu desenho?, quer dizer... oque eu rabisco? — Pensou ele, porque não sabia desenhar direito, mas fazia alguma coisinha, hehe. — - Hmm, já sei. — Ele abriu o livro de " história " deixado para ele, e foi foleando o mesmo, parecia já saber onde estavae oque procurava -- Aqui. — Disse ele — bom, aqui diz que os assassinos daquela época usavam lâminas, adagas, e espadas.- Espera, lâmina oculta? — Ele observou bem, e viu que havia um trecho descrevendo essa tal lâmina oculta -- Hm, um tipo de bracelete, cujo envolve o braço dentro do mesmo, tendo um mecanismo puxado pelo dedomindinho, e ... — Assim ele foi lendo a descrição do objeto, deixou-a do lado do caderno, e da maneira que ialendo, começava a desenhar as partes descritas, já com o bracelete em uma mão, ele terminou o desenhoem preto e branco, se levantou da cama e o fitou bem -- Você vai ser minha surpresinha... Agora só preciso achar as ferramentas certas, e tudo que ela precisa, desdeporcas até a lâmina afiada e de tamanho médio... Mas eu vou dormir agora, amanhã faço isso.- Ele caiu na cama, de cueca, se enfiou por baixo do cobertor ali e em minutos já roncava, pois havia tido um dia cansativo.- Já na manhã do domingo, Aliis se levantou, e como diariamente fazia, foi ao banheiro a fazer suas necessidades.Quando saiu, foi para tomar seu café, e na cozinha de sua casa, Gustavo estava a sua espera.- Nossa Gustavo, não tem casa mais não é? Haha — Aliis disse aquilo para o amigo, em um tom de ironia, se sentou ao lado domesmo, onde começou a servir o café -- Haha, que nada. Ahn, Aliis, hoje é domingo, e as lojas de roupas e coisas do tipo estão fechadas, e eu esqueci de compraro seu presente...- Hum, não tem problema Gustavo, acho que tem uma coisa que você pode fazer por mim. — Ele fitou seu amigo, dando um sorriso de canto de boca -- Droga, pela sua cara não deve ser nada bom, não é? — Gustavo respondeu, desconfiado de Aliis -- Bom, tome isso. — Ele tirou de sua bermuda que vestira antes de ir ao banheiro, um papel grande com o desenho que haviafeito ontem anoite, entregou a Gustavo, e disse:- Quero que você a faça pra mim, pode ser? — Aliás, Gustavo era bom em mecânica, já havia feito algumas coisas, e concertadooutras ah certo tempo atrás, oque não seria muito difícil para ele -- Bom, parece que o mais difícil de se fazer aqui, é conseguir a lâmina, mas eu providencio. Mas, Aliis, não vou ter tempo parair comprar o tecido pra minha vó fazer as roupas cara.- De que roupas estão falando meninos? — Indagou a mãe de Aliis, que estava na porta da cozinha, observando a conversa dos dois- - Ahh, mãe, são as roupas que estamos fazendo para ir na festa de fim de ano. Sabe como é né? Falta duas semanas pras aulasterminarem, e agente vai fazer uma festinha na cantina... — Ele teve de mentir para sua própria mãe, aliás como ele poderiafalar a ela que as roupas eram para ele se identificar mais como um assassino, a qual o mesmo era descendente de tal, era
improvável que ela iria aceitar tal coisa. -- Ah sim, certo. Bom, estou indo na casa da sua tia, ela ficou de fazer uns salgados para mim, vou ver se ela precisa de ajuda.Mais tarde eu volto, tchau, compra algo pra você comer depois.- Tá certo mãe, tchau. — Se despediu da mãe, em seguida levantou-se da cadeira, e foi certificar-se de que sua mãe já havia saído, então voltou a cadeira e começou a explicar os detalhes para Gustavo — ... > Certo tempo depois Eles saíram de casa, Aliis colocou suas mãos dentro do bolso da calça que usava- Então Aliis, eu vou já começar a recolher as ferramentas pra fazer esse troço que você me deu, ele parece que vai ser bemútil para nós.- Sim, e será. Aproveita e faz um pra você também, se quiser é claro. Eu vou lá comprar os tecidos, nos vemos a tarde na casada sua avó.- Certo, até lá. — Se dividiram no caminho, um pra cada lado, Aliis foi até uma loja de tecidos, com 60 reais, Gustavo foi para suacasa, tentar montar a misteriosa arma que os dois planejam ter..._ — Quarta Parte -Aliis atravessou a rua, e decidiu pegar um atalho, em uma trilha onde alguns caras praticavam RALLY, ele percebeu algo se movimentando atrás dele, ele virou rapidamente e viu uma moto se aproximando, ele deu dois passos para trás, saindo da trilhae o cara da moto passou adiante, ele voltou a mesma e continuou a andar, passou por baixo de uma árvore de laranja, olhou a ela, e deu um passo para frente na intenção de apanhar alguma, ouviu um galho quebrando, olhou para baixo e viu também quenão havia pisado em nenhum, virou-se rapidamente para trás e pum.- Ahm? Onde eu estou? — Sua visão estava um pouco turva, ele olhou aos lados, para cima, e viu que sua mão estava amarrada,balançou sua cabeça, e estava em uma sala, com várias luzes, umas cadeiras, e viu algo que o intrigou, uma poltrona negra,com seu braço ( o braço da poltrona ) na cor azul, era grande, e em sua superfície, presa por duas correntes cinzas e umestranho " capacete " branco, com alguns detalhes em dourado. -- Aliis, Aliis... Finalmente te encontramos.- Como sabe meu nome? Quem é você? Onde estou? — Aliis desesperadamente perguntou, fitando um homem que aparentavater uns 65 anos, com uma roupa de médico, talvez, usava um óculos de lentes redondas e negras, seu cabelo loiro fazia umtopete na extremidade, ele olhava Aliis com prazer, como se planejasse fazer algo com ele -- Ora Ora, Mal chegou e já faz esse tanto de perguntas?, bom, eu vou explicar-lhe tudo, aliás, eu não lhe quero mal Aliis, acredite.- Se não me quer mal, porque me mantem amarrado?- Hum, tem razão. Soltem ele. — Ao mesmo tempo, dois dos homens que estavam com ele desamarram Aliis, porém ficaram ao lado dele, evitando a sua fuga -- Bom, nós sabemos quem você é, Aliis. Ou melhor... " Assassino ". Você tem algo que queremos, Aliis, E nóstemos algo que você quer.Você nos dá a informação que nós precisamos, e nós lhe damos a informação que você quer.- Que tipo de informação vocês querem? - Ora Aliis. Você é um assassino, é um descendente de um outro grande assassino, Aliud. Correto?- Depois quero que me expliquem como sabem disso tudo. Hmpf.- Enfim... — continuou o homem a explicar tudo a Aliis — ... você contém em seu cérebro, as memórias de seu ancestral.Eu não sei como, poderia ter sido seu pai, seu... ahn, avô, mas não, foi você Aliis, e nós queremos essas memórias, paraestudar, queremos tudo que você tem ai guardado sobre os Assassinos antigamente, em troca lhe explicamos mais coisas,as coisas que você quer saber.- Nossa, quer dizer que eu tenho tudo que meu ancestral viveu, aqui, no meu cérebro? — Ele parou para pensar, e achou melhor não contar sobre o livro -- Sim Aliis, e queremos que você compartilhe isso conosco, em troca lhe daremos as informações que você quiser.- Quer dizer, que, vocês me dirão tudo sobre ele, como era, e sobre aquela, " Maçã do Erro " ?- ÉDEN, enfim, vejo que você também já a conhece. hehe, sim Aliis, lhe diremos e explicaremos tudo sobre ela, Aliis, seu ancestral jáobteve essa maçã, sabia?- Q-quer dizer, que, se ele a teve, eu poderei vê-la e toca-la, certo?- Sim Aliis, adentraremos em sua mente, e você explorará suas memórias para que compartilhe-a conosco.- Bom, fique aí e descanse. Daqui a alguns minutos a máquina já estará ligada.- Que máquina?- Essa máquina. — O homem apoiou sua mão sobre a poltrona cujo Aliis havia visto quando acordou -- Ela é linda. - Sim, essa máquina foi criada ela, Bella, — Ele apontou seu dedo para uma garota que estava sentada em um dos braços da cadeira, ela olhavapara Aliis, seu rosto estava triste, como se sentisse culpada — para especificamente explorar as suas memórias. Ah algum tempo já esperávamos por você.- Vocês estavam me procurando?- Sim, aliás nada é feito sem você. Você é a chave para tudo isso. Bom, já venho Aliis, vou ligar a máquina.O Homem saiu dalí, e foi para ligar a máquina, Aliis se sentou, apoiando suas costas em uma caixa, ele olhava a garota que ao perceber, disfarçouolhando aos lados, se levantou e saiu da sala, de lá Aliis a viu tirando sua roupa, que era igual a do Homem, ela ficou apenas com suas roupasíntimas, talvez ela não vira Aliis a olhando, seu corpo era lindo, ela parecia ter uns 18 anos, ele vestiu uma outra roupa, e uma blusa de capuz por cima, e ficou lá no quarto, e quanto perceber que a porta estava aberta, ela a fechou. - Esse garoto é mais tolo que eu pensei, em breve eu saberei a localização da maçã, e a terei em minhas mãos. — O Homem pensava isso, enquanto voltava para onde Aliis estava, ele pegou na mão de Aliis, e o levou até a poltrona .- Tem certeza de que isso é seguro? — Aliis questionou se sentindo inseguro -- ALIIS. — Gustavo pulou da janela de vidro, caindo ao chão, dando um BERRO ao ver o amigo ao meio daqueles estranhos.- HOMENS, TIREM ESSE BISBILHOTEIRO DAQUI, E MATEM ELE. - OQUÊ? NÃO HOMENS, NÃO HOMENS, NÃO O MATEM. Você ficou louco? — Aliis se levantou da cadeira olhando o velho com desprezo -- Seu IMBECIL, você estragou tudo. — Um cara surgiu do nada, com uma roupa parecida com a que a garota vestia, ele se aproximou de Gustavo, falando isso a ele -- Espera, foi você, foi você o imbecil que me desmaiou. — Aliis se aproximou do rapaz, empurrando -o -- Aquilo foi preciso Aliis. — Retrucou o homem que aparentava ter uns 20 anos -- Não foi, se você me explicasse que era pro meu bem, eu teria vindo.- Isso não é pro seu bem Aliis, eles estão aproveitando de você, para conseguir a Maçã do Éden.- O que você está fazendo Braad? — O Velho gritou para o homem que revelava seus planos -Braad se agaixou, apoiando seu joelho direito ao chão, e deixando o esquerdo flexionado, ele fechou seus punhos, o encostando no tórax ao ladoesquerdo .- Bem vindo a ordem, mentor.Aliis então parou para raciocinar, e viu que aquilo realmente oque Braad havia falado, e aquele homem queria se aproveitar do conhecimento ocultodele, e agora ele sabia, que havia outros assassinos.Braad pegou uma arma de suas vestes, e apontou para um dos 5 homens que apontavam as suas para Aliis e os outros, em seguida, Bella saiu do quarto, pondo uma arma também a cabeça de um outro homem. - Aliis, tome. — Ele jogou a lâmina oculta para Aliis — eu já terminei.Aliis colocou o bracelete no braço direito, puxou o mecanismo e ' SWING ', o barulho da lâmina saindo foi intenso, a lâmina rebatia as luzes para asparedes, Gustavo puxou sua blusa e também o mecanismo do bracelete que ele usava, ele chutou a arma de um dos homens, prendendo seu pescoçodeixou a lâmina no mesmo, imobilizando.Porém havia chegado mais um homem, e dois estavam a apontar as armas para Aliis.CRASH, vidro se quebrando foi ouvido acima deles, Mike, Igor e Nicholas saltaram do andaime de fora para dentro do galpão, rolando no chão eles estavam também com as lâminas ocultas e imobilizaram os outros homens, Mike abriu a porta do Galpão, e apontou o dedo para um Jipe que ele haviadeixado ali fora.- Sabe Aliis, eu aproveitei que as ferramentas sobraram,e fiz para eles também. - Ótimo Gustavo, você é realmente surpreendente. — Aliis se virou com calma para o velho, olhando-o com prazer encostou a lâmina no pescoço dele -- C-Calma Aliis... — Gaguejava o velho — v-você não mataria, ahn, seu avô? — Ele deu uma pausa antes de revelar que era avô de Aliis, ele recoou a lâmina
do pescoço de seu avô. -- M-meu avô?, Meu avô foi sequestrado, e depois encontraram seu corpo deformado, e queimado.- Aliis, Aliis. Aquilo foi planejado, eu precisava me afastar de vocês para continuar com minhas pesquisas. Aquele homem, era um amigo meu, ha, me lembro dele antes de ser morto, tão bobo.- Aliis, mate-o. — Disse Braad impaciente. -- É aliis, mate-me. Seu avô, seu querido avô, que te pegou no berço quando nasceu, haha. — O velho saboreava aquele momento, aliás ele era o avô deAliis, seu neto não teria coragem de mata-lo, ... ou teria?- Você não é meu avô, não mais, é um traidor,e eu não tolero traição. — Aliis fechou os olhos, e uma lágrima apertada desceu em seu rosto, ela pingou ao chão, e ' RUCK ', ele abriu os olhos, e seu avô estava pendurado em sua lâmina, o sangue dele escorreu em seu tórax e pela lâmina de Aliis,Aliis se aproximou de seu avô, e retirou a lâmina do peito do mesmo, ele abraçou seu avô e guardou sua lâmina.- Você não precisava morrer, vô. Só tinha de ficar comigo.- Você não entende o v-valor que aquela maçã tem, Aliis. Me perdoe, eu deixei que a ambi-ç-ão me corrompe-sse. — O avô de Aliis falava em um tom rouco e vagarosamente -- Eu te perdô-o, vô, e prometo destruir aquele objeto que te tirou de mim, eu prometo.- Faça-o meu neto, e me perdo---... — Ele parou de falar, e sua cabeça encostou ao braço de Aliis, ele se agaixou, e desceu o corpo do avô com cuidadoao chão, encostou a cabeça dele no mesmo, e passou seus dedos nos olhos do avô, fechando-o .- Descanse em paz...Ele deixou o avô ali, virou-se para trás, de seus olhos caiam lágrimas, ele cerrou os punhos, elevou o punho direito a altura do ombro esquerdo, ergueu odedão, e passou o dedo arrastando-o em seu pescoço, conheciam aquilo como um sinal de morte.Todos eles fizeram um gesto com a cabeça, e em dois segundos as pistolas que Bella e Braad seguravam continham um silenciador, e pam.Dois dos templários caíram mortos, Mike, Nicholas e Igor cravaram suas lâminas na nuca de três templários que eles imobilizavam, eles tambémmorreram, Gustavo se aproximou do amigo, o abraçou e disse: - Aliis, eu sinto muito. Mas não podemos ficar aqui. — Ele apontou o dedo para as câmeras, e rapidamente Bella e Braad puxaram os capuzes, Igor Nicholas e Mike abaixaram a cabeça, e Gustavo permaneceu ali, sem se importar.- Aliis, — Bella se aproximou dele, e segurou sua mão -- Nós temos que fugir, provavelmente eles vão enviar mais homens, vamos antes que seja tarde.- Mas e minha família?- Nós daremos um jeito de avisa-los depois Aliis, pois de toda forma temos que nos afastar deles. — Mike disse, compreensivo -- Você tem razão Mike, não quero por em risco minha família, e nem a de vocês.- Então, vamos? — Nicholas já estava dentro do Jipe. - Vamos lá. — Gustavo correu para dentro do Jipe, sentando-se no banco de trás, no canto, Igor e Mike sentaram-se ao lado dele, Bella fora ao lado de Nicholas, no banco da frente.- Não tem espaço aí pra mim... — Aliis disse, ao frangir as sobrancelhas -- Tem sim, o banco da frente é espaçoso. — Bella sorriu, e abriu a porta do banco em que estava, Aliis sorriu de volta, e correu para o lado dela, querealmente era espaçoso, ele sentou-se ao seu lado, fechou a porta e apoiou os cotovelos na perna, e sua cabeça nas mãos.- Vamos Nicholas, nos tire daqui. — Gustavo falou a ele -- Mas para onde vamos? — Nicholas ligou o Jipe, dando o contorno para a única saída que tinha alí.- Vamos sair do Brasil. — Braad disse rapidamente, acelerando a moto em que acabara de montar, dando o contorno ao lado de Nicholas -- OQUÊ? — Todos gritaram, Aliis levantou a cabeça e o olhou para Braad.- Sim, vamos pra Veneza. Meu pai tem uma casa lá, que ele não utiliza, vamos no jato dele, tudo bem, senhor? — Braad olhou para Aliis,e sorriu,ele pedia um voto de confiança. -- M-mas, não podemos Aliis,e ... — Gustavo foi interrompido quando falava -- Nada de mas, Gu, nós temos que ir, e aliás, não será por muito tempo, precisamos apenas esperar a situação esfriar. - Vamos lá, siga-me Nicholas. — Braad acelerou sua moto, saindo fazendo a curva com velocidade, Nicholas o seguiu, onde todos rumavam para a mansão do pai de Braad, ao chegarem lá, Braad apressadamente foi falar com seu pai, Aliis aproveitou e pediu para Braad deixa-lo tomar banhoalí, pois ele estava soando, Braad concedeu, e em alguns minutos Aliis saiu do banho e todos o esperavam na sala de estar.
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