Creating Love
2 Segunda-feira no colégio Choi Ainken
Notas iniciais
Abertura
http://www.youtube.com/watch?v=s3Mp0WH4_7w&feature=related
“Eu tive um sonho ...
... eu estava caindo, e caindo, e caindo ...
... uma mão macia me segurou, e eu pude avisar o sorriso mais lindo do mundo ...
... um som saia daquele sorriso, e eu ouvi claramente ...
“mesmo não estando perto, eu vou ficar pra sempre, do seu lado.”
Key acordara bem cedo, sacudiu a cabeça, bocejou e disse a si mesmo:
_Eu tenho que parar de beber de madrugada, quando faço isso, só sonho com besteiras e coisas sem sentido. — logo vestiu seu uniforme — Af! Porque segunda feira chega sempre tão rápido? – olhou pro relógio, esfregou o rosto mais uma vez e desceu para tomar o café.
_Bom dia – disse seu pai, que já estava preparado para ir para a escola – perdeu a hora?
_É, mais ou menos – Key respondeu se sentando e pegando uma maçã pra comer.
_Isso que dá chegar em casa as 4:00 da madrugada. – o tom sério do pai nem o assustava.
Key simplesmente deu com os ombros e continuou comendo sua fruta.
_Bom vou pro colégio, que uma carona?
O menino balançou a cabeça indicando que não, e o pai saiu.
A relação dos dois era muito distante, desde que a mãe do Key morreu quando o menino tinha somente 8 anos de idade, a sua melhor relação familiar era com sua irmãzinha um ano mais nova, a Sulli, que chegou na cozinha toda sorridente.
_Bom dia irmãozinho mais lindo do mundo – deu um beijo no rosto do irmão, que fez questão de limpar, uma coisa que Key odiava era contato físico, ainda mais beijo no rosto – cadê o papai?
_Já foi. – respondeu.
_Já foi? O queeeeeeeeeeeeeeeeeeee? Como assim? E me deixou aqui?
_É o que parece.
_AAAAAAAAAAAA nãooooooooooooooooooooooo – disse a menina correndo desesperadamente até a garagem, por sorte ele ainda estava lá, Key riu da situação.
“Só essa criatura mesmo pra me fazer rir essa hora da manhã.” – Pensou.
Na escola Onew e Jonghyun entravam pelo portão.
O primeiro com o maior sorriso no rosto, acenando pra todos, cumprimentando todo mundo na maior felicidade, já Jong parecia um zumbi, estava agarrado a alça de sua mochila e praticamente desabou em cima da mesa, a qual os quatro estavam acostumados a ficar.
_Essa sua mania de campanha me irrita. – disse Jong, olhando pro Onew com cara de sono.
_O que? – respondeu Jinki com o maior sorriso no rosto, olhando pro amigo.
_Essa coisa de cumprimentar todo mundo, chegar na escola todo sorriso, isso acaba comigo, como se aqui fosse algum jardim encantado da felicidade – colocou a língua pra fora ao dizer isso.
_Ai Jong, eu não tenho culpa se você e o Key ontem encherão a cara até de madrugada e agora você ta de mal humor porque teve quer vir pro colégio. – Onew respondeu docemente.
_Bom dia meninos!!! – disse uma loira baixinha toda contente, se sentando em uma das cadeiras perto deles.
_A que legal, chegou a felicidade mor. – disse Jong se virando pro outro lado.
_O que deu nele Onew?
_A nada, é que ta de ressaca. – respondeu o Onew sorrindo pra menina – você dormiu bem Luna?
_Siiiim, muito em, tive um sonho lindo.
_A é? – Onew corou – e assim ... eu estava nele?
_A não chega! – disse Jong se levantando – é muita bobice pra mim, to fora, esse Love de vocês dois me da vontade de vomitar.
Depois de dizer isso o menino saiu da mesa, deixando Luna e Onew sozinhos, ela olhou pra cara dele sem entender nada.
_Não liga – ele disse – ele ta de mal humor porque não sabe beber, mas me conta, sonhou ou não sonhou comigo?
_A bom ... – a menina corou também, e fez cara de tímida – sim, você era o príncipe encantado do sonho.
_A e você era a minha princesa? – disse o Onew, segurando as mãos dela.
_Sim!!! – ela respondeu animada.
_E eu tinha um grande cavalo branco, e uma roupa de príncipe bem FODA?
_A si ... bem o que? – Luna perguntou, mudando o sorriso por uma cara meio fechada.
_A ... bem LEGAL? – ele tentou concertar, envergonhado.
_Ta vendo, fica andando muito com o Jong, começa a falar que nem ele.
---
Enquanto isso Jong estava pegando uns livros em seu armário ele vê Minho se aproximar, o mais novo lia umas folhas de papel bem atento.
_Ei poste – Jong chamou o amigo, que sorriu e foi em direção a ele.
_Desde quando tem liberdade pra me chamar de poste em anão?
_Desde quando você inventou de me chamar de Anão.
Os dois riram.
_Não, to brincando, então chegou bem em casa ontem? – Jong perguntou.
_Claro que sim, eu não bebi, quem bebeu foi você e o Key, eu pensei que nem veria vocês aqui hoje.
_É o Key ainda não chegou – disse o Joong olhando pros lados – talvez ele não venha, mas ele pode fazer o que quiser aqui né?
_A nem é assim, se sabe que o Key detesta puxa saquismo e essa coisa toda de filho do diretor.
_É verdade, é por isso que eu gosto ainda mais de ser amigo dele.
Os dois riram e foram juntos pra sala de aula.
Enquanto isso Key ia pra escola de moto a toda velocidade, sem olhar pros lados.
Quando se distraiu com o anuncio novo na frente da Dance House – casa noturna de dança – e não percebeu quando atravessou o sinal de transito e quase bateu em uma pessoa, a moto tombou, a pessoa que quase foi atropelada caiu sentada no asfalto mas não se machucou muito, Key foi arrastado junto com a moto, mas não parou muito longe, e como estava de capacete também não se machucou muito.
O menino que foi atropelado imediatamente correu até o dono da moto e começou a perguntar desesperadamente:
_Moço ta tudo bem? Está sentindo dor? Quer que eu ligue pra um hospital?
Key tirou o capacete com muita dificuldade, e ainda sentado no chão olhou pra cima e viu a figura da pessoa que parecia tão preocupada com ele, o menino tinha o cabelo castanho claro, a franja caia-lhe sobre a sobrancelha mas não chegava a tapar-lhe os olhos, olhos esses que por sinal mostravam muita preocupação; as mãos do menino estavam estendidas para ajuda-lo a se levantar, ato que foi completamente ignorado.
Key se levantou sozinho, limpou sua roupa ainda sério.
_Esta tudo bem? – o menor perguntou novamente.
Key o olhou com um olhar mortal e disse secamente:
_Da próxima vez presta atenção onde você anda, pode acabar matando alguém.
Cuspiu no canto da rua, montou em sua moto e partiu, deixando o menino parado ali no meio do asfalto, com a calça meio rasgada no joelho ele abaixou para limpa-la, bateu dizendo:
_Que droga, a única calça melhorzinha que eu tenho.
Um ônibus amarelo parou na sua frente e ele correu para não perdê-lo.
Notas finais
Sabe fiquei muito feliz de ver gente empolgada com a minha fic.
ESPERO AGRADAR VCS!!!
A e espero que vcs gostem de tudo ^^
Vou tentar não demorar muito, eu sei o quanto é chato ficar esperando fic --' ...
Espero que tenham curtido o cap.
A e não esqueçam de comentar, pra me dar mais estimulo a escrever.
Kissus e muito obrigada
Mari ♥
Fale com o autor