Crazy in Love

24 Capítulo 24


Notas iniciais
Oi! Antes de tudo queria agradecer a todas as minha leitoras que me deram a maior força! Sério, eu amo vcs. Bom como todas sabem, eu demorei pq minha avó faleceu no mesmo dia em que postei o cap anterior, então eu ainda não estou muito bem ainda, mas não vou abandonar vocês, podem ficar tranquilas... esse ano não está sendo fácil, tenho que pensar nas provas dos vestibulares e tentar ficar bem ao mesmo tempo, então espero que me entendam. Não acho que esse capítulo tenha ficado muito bom, pois não estava no clima para escreve-lo, mas eu também não podia deixar vcs na mão, então espero que gostem mesmo assim. Bjss. E sejam bem-vindas as novas leitoras ;)

Cap 24

POV Ana

Os raios de sol batiam forte em minha pele, o óculos de sol estavam em meu rosto protegendo meus olhos dos raios, mas me possibilitando uma visão de meu marido caminhando até mim todo molhado após sair do mar.

Já haviam se passado 10 dias desde o casamento, e nós estávamos na nossa lua de mel no Sul da França. Christian não havia me contado para onde iriamos na nossa lua de mel, mais porque eu não queria uma lua de mel, pois com a proximidade do natal eu queria passar com nossas famílias, mas meu marido, incrivelmente lindo, dissera que nós tínhamos que sair em lua de mel.

Amanhã seria véspera de natal, eu estou feliz por estar aqui com ele e tudo mais, mas queria que esse nosso primeiro natal juntos fosse com toda a família, até insisti para voltarmos, mas ele não abaixou a guarda e disse que tínhamos que aproveitar nossa lua de mel, e que no próximo natal nos passaríamos com nossas famílias sem problemas.

Sinto gotas geladas pingarem em mim, o que me tira dos meus devaneios.

–Droga, Christian! — falo irritada.

–Desculpa, baby. Foi sem querer — diz ele rindo.

–Babaca — ele ri.

Ele me dá um selinho e se senta na espreguiçadeira ao meu lado.

– Você não vai entrar na água? — pergunta Christian tomando um gole do seu suco logo em seguida.

– Não, só de olha-la vejo que está gelada — digo.

–Nós estamos em uma praia, você precisa entrar na água — agora ele já estava de pé.

Quando menos espero ele se abaixa e me pega no colo.

–Christian me coloca no chão!

–Não Sra. Grey. Você acordou com um mal humor e precisa de uma água bem gelada para te curar — fala rindo.

Os pés dele tocam a água e em segundo a agua já está um pouco acima de sua cintura.

–Prenda a respiração, Sra. Grey — e segundos depois ele mergulha comigo em seu colo.

Está completamente gelada, me debato embaixo d'agua e volto para a superfície. Agora eu estava tremendo, devido a baixa temperatura da agua.

–Você é um completo idiota — falo para ele quando o mesmo está parado na minha frente rindo.

–Desculpa, baby — fala me abraçando.

–Para de rir, babaca — digo jogando água na sua cara.

– Eu também amo você, Sra. Grey — fala atrás de mim enquanto eu me desloco até a areia.

~

~

Esta sentada na cama revendo alguns documentos que precisavam ser revistos, e ainda faltava os manuscritos. Sempre que eu tinha um tempo para ler uns livros eu tentava adiantar algumas coisa, para que quando eu voltasse não tivesse muita coisa acumulada.

Perco toda a concentração que eu tinha quando Christian sai do banheiro apenas de cueca. Fecho o computador e o coloco ao lado da cama junto com todos os papeis. Christian se ajeita ao meu lado na cama me puxando para mais perto e pairando uma das mãos em minha barriga.

– Sua barriga está tão grande — comenta.

– Eu sei, parece que foi ontem que descobri sobre a gravidez — falo — só de pensar que daqui à quatro meses vamos ver o rostinho do nosso bebê — digo rindo.

–É... Temos que pensar em algum nome, não podemos ficar chamando ele de "bebê" para sempre — fala Christian..

–E no que você está pensando Sr. Grey? — pergunto — Talvez... Chrisitan...

–Eu não quero o meu nome no meu filho — fala — mais criatividade Anastasia.

–Okay... Eu gosto de Theodore — digo.

– Gostei, você tinha dito que queria colocar o nome do seu pai no meio....

–Sim... Isto é se você não se importar...

–Por mim tudo bem- diz ele beijando o topo da minha cabeça — Então é isso, Theodore Raymond Grey ?

–Sim! — digo sorrindo bobamente — Nosso Teddy — falo colocando minha mão em cima da sua que estava sobre a minha barriga.

Christian ri.

–Meu filho nem nasceu e você já colocou um apelido nele? — foi mais uma exclamação do que uma pergunta.

–Sim! É fofo — digo.

–Tudo bem, Sra. Grey — fala — mas agora eu quero aproveitar um pouco da minha esposa.

Então ele sai de trás de mim, fazendo com que eu me deitasse na cama e logo em seguida ele estava sobre mim, mas claro, sem jogar seu peso para cima de mim. Tomando os meus lábios, nossas bocas em um encaixe perfeito, sua língua explorando cada centímetro da minha boca.

–Gostei da camisola, Sra. Grey... — fala passando a mão pelo o tecido que cobria o meu corpo -... Mas prefiro você sem ela.

Logo em seguida ele passa a camisola pela minha cabeça, me deixando apenas de calcinha. Ele me beija mais uma vez nos lábios e depois vai descendo, passando pelo o meu pescoço, meu colo, chegando nos meus seios onde ele pressiona um dos bicos dos meus seio entre os lábios, o que me faz gemer pela a sensibilidade, e depois e chegando na minha barriga protuberante ele deixa beijos e mais beijos naquela área.

–Você fica tão sexy gravida, toda sensível — fala rindo — Eu amo você...

–Eu também amo você — falo sustentando seu olhar no meus — muito.

Então ele tira a única peça que continha em meu corpo e faz amor comigo do jeito que só ele sabe fazer...

~

~

Acordei com a claridade que entrava no quarto través das janelas, as lembranças da noite anterior fez com que um sorriso bobo nascesse em meus lábios, nós tínhamos felizmente escolhido o nome do nosso bebezinho, o nosso Theodore Raymond Grey, nosso Taddy. E depois disso fizemos amor, uma perfeita noite, assim como as outras que passamos desde o primeiro dia da nossa lua de mel.

–Que bom que acordou — fala Christian entrando no quarto e vindo se sentar ao meu lado na cama — Já pedi para trazerem nosso café da manhã — fala me beijando.

Suas palavras fizeram me estômago roncar.

– É, parece que eu estou com fome... — falo e ele ri.

– Então vamos para o banho Sra. Grey enquanto o café não chega — fala se levantando.

Eu me levanto e seguimos para o banheiro. Christian já tinha posto a banheira para encher um pouco antes de eu acordar. Me desfiz da única peça que cobria o meu corpo, que era uma das blusas de Christian. Christian me ajudou a entrar na banheira.

– Eu já volto — diz ele, depois que colocou os sais de banho na água.

Eu inclinei minha cabeça para trás à encostando na borda da banheira e fechei meus olhos. Minutos depois escuto Christian estrar no banheiro de novo e logo em seguida ele já estava perto da banheira.

–Chegue um pouco para gente, baby — pede.

Eu fiz o que ele me pediu e logo depois pude sentir seu corpo se posicionar atrás do meu, ele passo os braços pela a minha cintura assim que se encaixou e me puxou para mais perto do seu corpo encaixando nossos corpos ainda mais.

–Aonde você foi? — pergunto.

–Ligar para a recepção e avisar para arrumarem nosso café e trancarem a porta quando saíssem.

–Hum...

Encostei minha cabeça em seu peito e ficamos ali e silencio aproveitando cada minuto relaxante daquele banho.

–No que está pensando? — pergunta Christian, rompendo o silencio.

–Nada demais — digo.

–Hoje é véspera de natal, o que você quer fazer? — pergunta.

–Não faço a mínima ideia... — respondo, mas daí me vem algo na cabeça — Pensando bem... Quero ir comprar os presentes dos nossos familiares. Você sabe, já que não podemos estar com eles no natal quero ter um presente para dar a cada um quando voltarmos. Podemos? — pergunto um pouco mais animada.

–Todo o que você quiser, baby — responde ele sorrindo e beijando o topo da minha cabeça.

–Acho que é melhor sairmos, minhas mãos já estão ficando enrugadas — falo — Olha só — levanto uma das mãos cheia de espuma e coloco bem na frente de seu rosto, e logo em seguida a encosto no rosto de Christian que fica cheio de espuma.

–Que merda! Ana — exclama ele cuspindo a espuma que tinha ido para a sua boca e depois começa a rir.

–Desculpa, baby — peço agora de frente para ele — mas eu não resisti... — e então o beijo.

–Você é impossível, Sra. Grey — fala ele assim que descolamos nossos lábios.

–Vamos tomar café, seu filho está com fome — digo.

–Tudo bem.

Christian sai da banheiro e enrola uma toalha em sua cintura e logo em seguida vem com outra toalha para me enxugar.

Eu estava no quarto terminando de colocar minha roupa quando Christian sai do banheiro. Nós já tínhamos tomado nosso café, que estava incrivelmente maravilhoso, mas que era praticamente um almoço pois já estava tão tarde.

–Você quer ir comprar as coisas agora ou mais tarde? — pergunta ao se sentar na cama.

–Vamos agora, quero dar uma volta — respondo.

–Tudo bem, vou avisar Taylor que vamos sair — fala se levantando e indo para o outro cômodo da suíte.

Eu continuo a me arrumar enquanto ele vai para o outro cômodo complementar da suíte.

Minha barriga estava grande e quase nenhuma das minhas roupas antigas cobriam em mim nesse momento, e isso era frustrante, a roupa que eu tinha separado não estava entrando, era impressionante com eu estava ficando cada dia mais gigante. Peguei uma outra roupa qualquer e vesti, meio irritada.

–Ana, está pronta? — pergunta Christian ao voltar para o quarto.

– Sim, vamos — disse pegando minha bolsa em cima da cama.

Peguei na mão de Christian e saímos do quarto indo para o elevador. Assim que o elevador chegou entramos, eu me encostei na parede dos fundos e cruzei os braços. Christian apertou o botão e a grande caixa começou a se mover.

–Hey, o que foi? — pergunta ele, agora de frente paa mim.

–Não é nada — digo.

Ele continuou ali me analisando...

–Achei que você fosse colocar aquela outra roupa que você me fez procurar dentro das malas...- fala desconfiado.

–É, maselanãoentrou — digo tão rápido que nem eu mesma entendi o que falei.

–O que?

–A roupa... Não entrou! — falo e ele começa a ri.

Eu o encaro irritada, ele não deveria estar rindo de mim e do meu tamanho neste momento, isso tudo é culpa dele!

–Está rindo do que, idiota! Isso tudo é culpa sua — falo.

–Baby, deixa de bobeira. Você está linda -fala me beijando — Você está tão gostosa que eu te foderia nesse elevador — fala ele com um sorrido no rosto.

– Pervertido!

Ele me beija, sua língua pede passagem e eu dou , solto um gemido em sua boca, sua língua explora habilmente minha boca, minha língua afaga timidamente a dele e as duas se unem numa dança lenta e erótica... E então nos soltamos bruscamente quando sentimos o elevador parar.

Eu ainda estava encostada na parede do fundo do elevador tentando recuperar a minha respiração quando as portas se abre e uma senhora de idade entra no elevador nos cumprimentando. Eu definitivamente estava vermelha que nem um tomate, Christian estava sorrindo achando meu constrangimento muito engraçado, e isso faz com que eu lhe dê uma cotovelada, que o acerta em cheio o fazendo gemer de dor. Em poucos minutos as portas se abrem novamente nos deixando no hall do hotel. Saio do elevador quase correndo.

–Ana, espera! — Christian me chama, e logo depois já estava segurando minha mão — Você está muito apreçada, baby.

–Eu não via a hora de sair daquele elevador — digo.

–Por que? — sínico!

–Por que?! Você viu acara daquela senhora?! O que ela deve estar pensando agora?! — indago e Christian ri.

–Que nós somos um casal lindo — diz rindo e passando o braço pela a minha cintura. Saímos pela a porta do saguão do hotel e Taylor já estava a nossa espera com a porta do carro aberta.

–Oi, Taylor — o cumprimento ao entrar no carro.

–Sra. Grey — sua resposta me faz revirar os olhos.

–Aonde vamos? — pergunto a Christian, que já estava em seu lugar no carro.

–Não sei, estava pensando em ir no shopping, sei lá... Lá tem lojas e você quer comprar presentes.

–Ok

–Estava pensando... aonde você quer passar a virada do ano? — pergunta Christian. Taylor já tinha saído com o carro pelas as ruas movimentadas.

–Achei que fossemos ficar aqui mesmo — falo meia confusa.

–Não sei, achei que você fosse querer passar em outro lugar...

–Você quer ir passar em outro lugar? — pergunto.

–Por mim tanto faz -fala Christian indiferente.

–Então vamos ficar por aqui mesmo — digo.

Ele apenas balança a cabeça e volta a se concentrar no celular.

Passamos a tarde quase todo no shopping. Tínhamos acabado de comprar o ultimo presente, que era o de Mia. Estávamos para caminhando por entre as milhares de lojas chiques que continha no shopping.

–Baby, tenho que resolver um negocio. Quer comprar mais alguma coisa enquanto eu vou resolve-lo? — pergunta Christian.

–Não... — começo a dizer — Na verdade tenho sim!

–Tudo bem, te encontro na saída em 20 minutos? — pergunta

–Ok — digo. Ele me dá um selinho e começa a se afastar.

Eu espero ele sumir da minha visão, que por incrível que pareça, era uma visão incrível. Eu consegui ver os músculos de suas coisa se movimentando de um jeito super sexy. Foco Ana!

Nós tínhamos comprado presentes para todos, mas eu não havia comprado nenhum para Christian, iria comprar quando voltássemos para Seattle, mas já que ele tinha algo importante para fazer vou aproveitar e compra seu presente.

Comecei a caminhar por entre as lojas, até que encontrei uma joalheria que já tinha visto antes.

–Boa tarde, posso ajuda-la? — fala uma das vendedora para mim assim que entro na loja.

–Oh, Boa tarde. Estou procurando um presente para o meu marido... Estava pensando em um relógio com algo gravado... — falo.

–Oh, sim, posso te mostrar alguns modelos. — fala ela indo para atrás do balcão de vidro que continha vários relógios dentro.

–Temos esses modelos aqui...

–E como faz para gravar a frase ou mensagem nele? — pergunto.

–Bom, fazendo o pedido hoje — ela olha na tela do computador que estava perto — estará pronto em 3 dias.

–Sabe o que é, eu preciso para hoje. Será que você não pode adiantar? Eu pago a mais...

–Infelizmente nã...

–Por favor, é muito importante — imploro. Devo estar patética fazendo isso.

Ela digita algumas coisa no teclado.

–Posso te ajudar, estará pronto hoje ainda as 17:00hrs — fala. Olho para o meu relógio e são 14:58hrs

–Tudo bem, muito obrigada! — falo sorrindo.

Deixo metade do valor pago, o resto pagaria na gora que pegasse o relógio.

Vejo que ainda tenho tempo para passar em uma outra loja e faço mais uma encomenda. Estão ficando boa nesse negocio de ficar implorando.

Chego na porta do Shopping e encontro Taylor.

–Oi, Taylor. Cadê o Christian? — pergunto.

–Está vindo.

–T, preciso da sua ajuda. Comprei o presente de Christian e preciso saber se você pode vim buscar as duas encomendas pra mim mais tarde? — pergunto.

–Claro que sim, Ana — fala ele, parece que quando Christian não está por perto ele consegue me chamar de Ana, e não Sra. Grey.

–Obrigada, T — digo.

Esperamos mais uns 2 minutos e logo vi Christian caminhar até nós.

–Vamos, T — fala Christian assim que entramos no quarto.

Já eram 20:30h, Taylor inventou uma desculpa para Christian e foi buscar o presente que eu pedi, eu dei uma olhada em como ficou o relógio e ficou simplesmente incrível.

Agora eu estava terminando de me arrumar, pois Christian queria que fossemos Jantar no restaurante do Hotel para podermos comemorar a véspera de natal.

–Baby, estou pronta — digo entrando no outro cômodo que havia na suíte.

–Você está linda. — fala ele se levantando do sofá e vindo me beijar.

–Obrigada — digo entre o beijo — você também não está nada mal — brinco

–Obrigada, Sra. Grey — fala ele.

–Vamos? — pergunto.

–Sim, mas antes tenho que te dar uma coisa — ele vai até o quarto e volta alguns segundos depois me entregando uma caixa de veludo — aqui.

Pego a caixa de veludo.

–Chris...

–Nem começa, apenas abra — fala.

Rolo os olhos e faço o que ele pediu. Era simplesmente lindo, dentro da caixa havia um colar delicado. Os pingentes eram um coração e uma chave.

–É lindo! — falo — Obrigada, amor — digo o abraçando.

–De nada, baby — fala retribuindo meu abraço — Olha — chama minha atenção — dentro do coração você pode colocar uma pequena foto...

–É simplesmente lindo Christian, muito obrigada — digo — Eu te amo.

–Eu também te amo... Agora vamos, temo um jantar — fala pegando na minha mãe e nos encaminhando para a porta.

Tínhamos acabado de chegar no restaurando do Hotel, achei que fossemos para uma mesa qualquer, mas o gerente nos encaminhou para aonde parecia uma sala mais reservada. O gerente parou em frente a uma porta e nos deu passagem. Assim que passamos pela a porta, levo um susto

Estavam todos lá, Minha mãe, meu pai, Grace e Carrick, Mia, Elliot, Kate, até o Ethan. Eu estava estática no mesmo lugar de boca aberta, olhei todos ali e depois olhei para Christian que estava sorrindo e olhando a minha cara de pateta.

–Com...Como? — tento formular a pergunta.

–Você queria passar o natal em família, então eu trouxe toda a família para a França — fala ele como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.

–Anastásia, você tem um marido muito babão — escuto Kate falar fazendo todos rirem, e isso me faz dar atenção a todos que estavam ali.

–Obrigada — digo falando para Christian. E depois vou cumprimentar todos que estavam ali.

–Oh, meu bebê, você está tão bem — fala minha mãe.

–Mãe!

–Você sempre será meu bebê — fala.

–Um bebê que faz bebê já não é mais bebê, Carla — fala Elliot rindo e fazendo todos ali presente rir.

E assim foi se passando a noite. Fui uma noite incrível, muitas risadas, Elliot e suas piadas sempre roubando a cena e me deixando constrangida. Eu estava bem feliz, todos estavam ali, toda a minha família reunida e isso não poderia ser mais perfeito. Chrsitian sempre me surpreendendo. Alem de passar a noite inteira conversando e colocando o papo em dia com todo, eu não podia deixar de adimirar o quando ela estava sorridente e descontraido naquele momento. O adimirar desse jeito me faz perceber o quando eu o amo e sou apaixonada por ele.

Agora estavamos eu e Christian deitados em nossa cama na suite. Nossos parentes estavam hospedados em outros quartos, é claro.

Christian estava com um dos ouvido em minha barriga, ele queria tentar escurar nosso pequeno Teddy.

– Amo preciso me levantar — digo o fazendo levantar a cabeça.

Levando-me e vou até o closet que tinha no quarto. Volto de lá com duas caixas na mão.

– Seu presente — digo sorrindo e subindo na cama novamente.

–Vcoê sabe que não...

– Cala a boca e apenas abra — digo — Você me deu um presente, por que não posso te dar um?

– Belo argumento Sra. Grey — fala ele e eu sorrio vitoriosa.

Ele pega a caixa que eu lhe entrego e abre.

–Obrigado, baby. É lindo — diz ele — " A paixão aumenta em função dos obstáculos que se lhe opõe." — Ele lê a frase de Shakespeare que estava gravada atras do relogio.

– A cada obstáculo que passamos me faz te amar mais e mais — digo.

–Eu te amo, sabia? — fala ele agora me beijando — Muito.

–Eu também — digo — Mas não acabou, agora vem o presente do Teddy — falo sorrindo.

–Mas já? — fala Christian, ele se abaixa e fala com minha barriga — Voc~e nem nasceu e já esta me dando presentes, filhão?

– Acho que ele gosta da sua voz. Ele chutou — falo e Christian ri todo bobo.

passo a outra caixinha para ele e ele abra rapidamente. Dento continha abutuaduras e tinha gravado um A em uma e um T em outras.

–É simplesmente lindo, Ana — fala ele olhando as abotuaduras.

–Você sempre vai ter uma lembrança minha e de Teddy com você — digo sorrindo.

– Obrigado, Ana — fala ele -Obrigada por tudo...

– Não há de que, sr. Grey — falo — Agora vem, eu preciso de você — digo me deitando e o puxando pelo o cós de sua calça.

E então nós terminamos nossa noite em grande estilo.

Notas finais
desculpem se tiverem erros, é que eu não revisei. então me avisem... Não se esqueçam de COMENTAR E FAVORITAR e se puder RECOMENDAR, ok? ;) Beijokas