Crazy in Love
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Capítulo 16
Pov Christian
– Tenha calma Sr.Grey . Nós não podemos sair daqui sem um plano — fala o policial que antes estava mexendo no computador.
– Ele tem razão, senhor — fala Taylor.
– Todo bem, mas bolem um plano o mais rápido possível. Se demorarem muito eu mesmo vou lá e mato aquele desgraçado — aviso a todo que estão na sala e logo em seguida eu saio indo para o quarto de Ana.
Assim que fechei a porta, deitei na cama e fechei meus olhos. Experimentei abri-los para ver se tudo isso fosse apenas um sonho ruim, mas não era, eu estava sem a minha mulher e agora sem o meu filho que eu nem sabia que existia.
Eu estava exausto , mas tenho que jogar toda essa exaustão para lá e me focar em salvar a Ana. Isso é tudo que eu consigo pensar, penso nela a cada minuto, tenho medo que que aquele psicopata possa estar fazendo com ela.
Sei que Jack não está nisso sozinho, descobrirei quem estar nisso plano idiota junto com ele, e assim que eu descobrir irei acabar com o desgraçado que está apoiando-o.
Eu estava perdido em meus pensamentos quando escuto uma batida na porta do quarto. Levando de imediato achando que fosse Taylor querendo me avisar sobre o regate, mas quando abro a por vejo meu pai.
– Já bolaram um plano? — perguntei atômico para meu pai.
– Não, filho. Vim avisar que os pais da Ana estão aqui — ele fala.
Como eu iria encarar meus sogros, que eu nem conhecia ainda. Eles supostamente sabem que a filha deles foi sequestrada por minha causa.
– Tu...tudo bem, eu já estou indo — digo ao meu pai, que sai logo depois da minha resposta.
Entrei de novo no quarto e sequei meu rosto que continha rastro das lagrimas que caíra minutos atrás.
Assim que cheguei na sala me deparei com duas figuras. A mulher era bem bonita, mesmo com os olhos inchados pela o choro, ela continuava bonita.
O Sr. Steele, saiu do lado da sua esposa e veio até a mim.
–Você e o Christian? — pergunta ele.
– Sim, sou eu — digo — podemos conversar em particular?
– claro — responde ele sério.
Eu e o Sr.Steele vamos para o quarto de Ana. Assim que entramos eu começo a falar.
– Olha Sr. Steele, eu sei que o senhor que esmurrar minha cara agora, eu peço desculpa pelo o que está acontecendo. O senhor não sabe o quanto a Ana é importante para mim — digo — E eu prometo ao senhor que eu a tirarei de lá sã e salva.
Ele continua me encarando sem dizer nada. Depois de longos segundos ele fala:
– Olha Christian, eu até poderia querer te bater agora por colocar minha filha em perigo, mas não farei isso — ele diz — Eu não sabia nem que a Ana tinha um namorado. Mas vejo nos seus olhos, que quando você fala dela há realmente sentimentos da sua parte. Eu só peço que você dê tudo de si para tirar ela seja onde ela estiver, pois eu não o perdoaria se algo acontecer com a minha filha.
– Eu entendo perfeitamente Sr.Steele.
Saímos do quarto e voltamos para a sala. Assim que entro na sala Taylor vem até mim.
–Senhor, já providenciamos um plano para tirar a Srta. Steele de lá — fala Taylor.
– E o que estamos esperando? Vamos, eu quero eu mesmo matar aquele desgraçado.
– Acho melhor o Senhor ficar aqui Sr. Grey, eu prometo lhe manter informado.
– O que? — pergunto como se ele tivesse falado grego comigo — Nem pensar Taylor, eu vou com vocês querendo ou não.
– Christian, o Taylor tem razão. Pode ser muito perigoso para você lá, meu filho — fala meu pai.
– E vocês acham que eu estou ligando para a minha vida?! — pergunto para eles — eu vou atrás a minha mulher, vocês querendo ou não! Que manda aqui sou eu! — falo para cada um dos policiais — eu pago o salario de vocês, eu vou sim!
O Sr. Steele foi para o lado de sua mulher. Todos na sala me encaravam.
– Tudo bem então senhor, então venha comigo. Precisamos equipa-lo e coloca-lo por dentro do plano — fala um dos policiais.
Sigo-o até aonde se encontra todos os outros policias. Após estar equipado eles me dizem qual é o plano.
Antes de partirmos, seguimos até onde os meus familiares e os pais de Ana estavam. Assim que entrei na sala minha mãe veio até mim.
–Tome cuidado meu filho — diz ela me abraçando
– Eu tomarei — falo tranquilizando-a.
Depois de despedir de todas na sala e Sr. Steele veio até mim e apertou minha mão.
–Obrigado pelo o que você está fazendo pela a minha filha — ele fala.
–O senhor não precisa me agradecer. Trarei Anastasia de volta, confie em mim — digo
Ele apenas assente.
–Vamos? — pergunto para Taylor que estava junto com os outros policiais.
–Vamos senhor.
Saímos do apartamento. Assim que chegamos ao estacionamento eu vou em um carro junto com Taylor e os outros policiais vão nos outros carros. Enquanto estávamos no carro, nós nos comunicávamos com os outros policias através dos rádios.
–É o seguinte Sr. Grey, nós não sabemos se ele tem outros acapanga lá- avisa o policial através do rádio. — então não podemos simplesmente entrar, isso arcaria a vida de qualquer um aqui ou até mesmo da Srta. Steele.
–Tudo bem — eu digo. Sei que a maior preocupação deles é que eu faça algo imprudente.
–Então Taylor, já estamos quase chegando — diz o policial — primeiro iremos dar uma olhada no terreno e depois iremos atacar. O Sr. Grey ficará perto do carro quando nós entrarmos dentro do cativeiro.
–Correto — fala Taylor.
–Estaremos lá em dois minutos — avisa o policial.
Pareciam que essas dois minutos nunca passavam, eu estava até cogitando do tempo ter parado. Mas foi ai que o carro parou. Eu esta a mais perto de tê-la de volta.
O terreno era grande, e tenha uma espécie de um galpão e ao lado do galpão uma casa pequena.
O lugar estava todo cercado, os carros estavam servindo como barreiras de proteção, caso comece um tiroteio. Um dos policiais que cujo o carro estava parado ao lado do nosso estava olhando a casa com um microscópio.
– Vi movimentos dentro da casa — ele sussurra para mim e Taylor que estava ao seu lado.
Então ele me passa o microscópio.
– Segunda janela da esquerda para a direito no andar de baixo, tem duas pessoas conversando, ainda não sabem da nossa presença — avisa o policial.
Eu sigo suas instrucões e agora eu consigo ver. Tem duas pessoas conversando um pouco afastados da janela, mas mesmo assim consigo vê-los.
O homem de cara já vi que era o Jack. Mas a outra silhueta não parecia ser de um homem e sim de uma mulher, não dava para ver quem era pois ela estava de costas, mas tenho a vaga impressão que a conheço de algum lugar.
A mulher saiu do meu ponto de vista sem deixar-me ver seu rosto. O Jack continuou no mesmo lugar, agora ele estava olhando para o lado de fora, as feições de seu rosto mudou quando ele percebeu que não estava sozinho naquele terreno abandonado
– Ele percebeu nossa presença — aviso ao policial, que logo em seguida passou um rádios para os outro oficiais que estavam cercando o lugar.
– Viu movimentos de mais alguém na casa? -perguntou o policial.
–Não, só aqueles dois que estavam perto da janela mesmo.
– Certo -fala ele pegando o rádio — Se preparem para invadir, apenas no meu sinal.
–Entendido — responde o outro oficial pelo o rádio.
– Sr. Grey, preciso que fique aqui.
– Não, eu tenho que ir, se for para ele impedir de fazer algo o a Ana, só eu posso fazer isso pois vocês não sabem o que ele quer.
O policial ficou irritado, mas não fez objeção, ele sabia que não tinha escolha.
– Oficial 144 o Sr. Grey irá entrar no cativeiro junto comigo, preciso de cobertura -avisa ele — quero um grupo na frente, nós estaremos em seguido e depois quero mais um grupo atrás da gente. Entendido?
–Entendido -sai a voz através do rádio.
– Quando eu sair vocês vem atrás de mim — avisa o policial para mim e Taylor.
Esperamos ele dá o sinal para entrarmos na casa. Assim o policial que estava ao nosso lado saiu em disparada para dentro da casa atrás o primeiro grupo que já estava lá dentro, nós os seguimos.
A casa era velha, deveria estar abandonada há muito tempo.
agora estávamos na sala, quando o Jack aparece de alto da escada.
– Olha só, Christian Grey! Bom vê-lo — fala ele com aquela voz sínica.
– Cadê a Anastasia, Jack?!
– A Ana? Bom eu disse que a devolveria com vida se você passasse a empresa para o meu nome, mas você preferiu o egoismo e chamou seu amiguinhos para importunar meus planos.
– Para de enrolar e me diga aonde ela está!
– Clama Grey, ela está muito bem acompanhada — diz ele — Quero q todos os seus amiguinhos fora da casa agora, ou eu a mato, e você continua aqui.
– Tudo bem.
Falo para todos saire, mas Taylor continua ao meu lado.
– Taylor, tudo bem. Pode ir — falo
–Mas senhor... — ele tenta falar algo mas eu o interrompo.
– Eu disse que pode ir, Taylor.
É a primeira vez que vejo Taylor ficar puto comigo. Ele já deve ter ficado, mas nunca demostrou na minha frente.
–Pronto Jack, agora cadê a Anastasia?!
Ah, ela esta aqui em cima -fala ele- venha pode subir.
Eu não penso nem duas vezes antes de começar a subir os degraus. Mas antes de eu chegar ao topo da escada Jack me faz parar apontando uma arma para mim.
– Vou deixar vocês matarem a saudade, mas nada de ser estúpido Grey, ou eu mato os dois sem pena.
–Tu...tudo bem — digo a ele.
–Vamos — diz ele mandando eu passar na sua frente. Eu caminho pelo o corredor enquanto ele me segue com a arma apontada para mim — é nesta primeira porta. Espero que você já tenha providenciado a papelada para a transferência. -fala ele.
Minha vontade era de virar e dar um soco no meio da cara dele.
–Já posso entrar? -pergunto.
–Fique a vontade — fala Jack.
Eu giro a marçaneta da porta e me assusto com que encontro lá.
Ana estava desmaiada no chão, enquanto Leila estava rindo de algo.
Eu corro até aonde Ana esta caída e a pleno nos braços.
–Ana acorde! — peço tentando reanima-la — Amor, acorde!
–Você nunca me tratou assim, Christian — diz Leila, o que me fez lembrar da sua presença — Seu idiota, eu sou a mulher perfeita para você, e você me troca por essa vagabunda!
–Olha como você fala dela! — vocifero- Você nunca chegará aos pés do que a Anastasia é, a única vagabunda aqui é você -digo — você é uma mulher tão baixa que se juntou com o seu amantezinho de merda para ferrar com a minha vida.
Ela se assusta com as minha palavras.
– Você acho que eu não sabia que você me traía, sua vadia de merda.
– Seu desgraçado!
Eu a ignorou e volto minha atenção para a Ana.
– Ana acorde! — digo. Vejo seus olhos se mecherem e logo depois uma par de olhos azuis me encaram. E isso me faz ri.
–Chris...Christian? -Ela parece no acreditar no que vê.
– Sim amor, eu vou tira-la daqui — eu digo deixando um beijo em seus lábios.
Olho para os lado e vejo Leila assustada, logo em seguida escuto barulho de tiros. Ela entra de novo dentro da quartinho e fecha a porta.
Eu estava em um cando em pé com Anastasia ao meu lado.
Sem pensar, vou até Leila e a imprensso na parede.
– O que está acontecendo?
– Não te interessa! — ela grita e logo em seguida tira um canivete e estava em sui bolso e me atinge com ele na barriga.
Eu a solto de imediato, olhos para a minha barriga o corte não parece profundo. Volto a encarar Leila e dou um soco eu suas mãos fazendo com que o canivete caia. Eu tento pega-lo mas ela me puxa de volta. Mas algo a atinge fazendo com q ela me solte.
– Sua vagabunda!-grita Leila empurrando Ana com força fazendo com que ela bata de costas na parede e de pois caia no chão.
Antes que eu possa fazer qualquer coisa contra Leila, a prota que antes estava trancada é arrombada. Vejo Taylor e um outro policial do outros lado, eles entram e o policial pega Leila a legando para o andar debaixo.
Eu vou ate Ana que ainda esta caída no chão.
– Amor está tudo bem, eu vou te tirar daqui — digo para ela.
–Christian! Eu preciso de ajuda — ela fala chorando — Nosso bebê.
Assim q entendo o q ela fala, eu olho para suas pernas e vejo sangue.
–A ajuda já esta chegando -digo tentando teanquiliza-la. Mas nem eu mesmo estava tranquilo, um medo inundou o meu corpo, o medo de perde-la e de ela perder o bebê.
–Taylor, preciso de paramédicos rápido! -grito para ele.
– Eles já estão subindo, senhor.
– Ana? Fica comigo! — eu peço.
– Eu te amo — ela fala, e logo em seguida sento todos o peso do seu corpo em meia braços.
Lagrimas e mais lagrimas caiem sobre meu rosto.
Os paramédico entram no quarto e começam todos os procedimentos.
– Ela está grávida! -aviso um dos paramédicos.
– Ouviram? Precisamos leva-la para o hospital urgente — fala o paramedico para os outros.
Outro paramédico chega até mim.
– Precisamos cuidar do seu ferimento, senhor — fala ele.
–Mas eu tenho que ir com eles para o hospital.
– mas você tem que vir comigo.
Olho pata Taylor.
–Taylor vá com ela, eu confio plenamente em você, estarei logo atrás de vocês.
–Sim, senhor — ele fala e vai junto com os outros paramédicos que estavam cuidando de Ana.
– Vai logo com isso! — falo para o paramédico que estava fazendo o curativo em mim.
Não sei por quanto tem eu fiquei naquele lugar, mas agora eu estava no carroseguindo para o hospital. Eu estava rezando para que ela e nosso bebê estivessem bem. Ainda era estranho para mim me imaginar como pai.
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