Crazy in Love
13 Capítulo 13
Notas iniciais
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Capítulo 13
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POV Ana
Não sei por quanto tempo eu dormir, mas quando acordei me deparei com um par de olhos cinza me encarando.
– Oi – digo.
– Oi .
– Como foi lá?- pergunto a ele.
– Bom, Leila deu o seu show mas não adiantou muito, pois consegui o divorcio – fala ele.
– E o... exame? — agora eu, que antes estava deitada, estou sentada na cama de frente para Christian.
– E... Eu ainda não abri — ele fala.
– Por que não? – pergunto.
– Não sei... Estou com medo.
– Christian, eu já disse que independente do resultado que der neste exame eu não irie te deixar – digo, segurando seu rosto entre minhas mãos.
– Eu amo tanto você...
– Eu também te amo – digo o beijando.
Aquilo era tudo o que precisávamos, eu queria mostra-lo o quando eu o amo e queria que ele percebesse que independentemente do resultado eu estaria ao lado dele. O beijo foi se intensificando cada vez mais, e quando o ar foi preciso, nos separamos.
– Eu quero que você abra – ele fala, entre o beijo.
– O que? – pergunto.
– O exame, eu quero que você abra – repete ele.
– Tudo bem – eu digo.
Ele se afasta um pouco de mim e enfia a mão dentro do paletó e de lá ele tira um envelope, que ele logo me entrega.
Sem delongas eu rasgo a lateral do envelope tirando de lá a folha que continha o resultado. Pulando todas as palavras que estavam escritas no inicio da folha vou direto para o final da folha. Assim que avisto o resultado olho para Christian me estava me encarando.
– Então? – ele pergunta.
– Deu...Deu negativo – eu digo, olhando dele para o papel que estava em minhas mãos. Uma felicidade tremenda começou a inundar pelo o meu corpo.
– Graças à Deus – fala Christian, respirando aliviado.
– Então isso quer dizer que... acabou? – pergunto a ele, agora lagrimas caiam dos meus olhos, mas eram lagrimas de felicidade, efeitos da gravidez.
– Sim, baby, acabou – falou Christian, beijando cada uma das lagrimas que caia sobre meu rosto, e logo depois ele tomou meu lábios. O beijo ficou cada vez mais intenso. – Eu preciso de você, Ana – ele fala entre o beijo. Agora eu estava deitada e Christian estava em cima de mim.
– Eu também preciso de você, Christian – eu digo à ele.
Seus dedos habilidosos vão passando pelo o meu corpo. Eu já estava completamente entregue e ele mal me tocou ainda. Ele leva a mão até o meu rosto, e seus dedos se movem para o meu queixo, me pescoço, me colo, queimando-me com seu toque. Ele tira a minha blusa e se levanta e me levanta junto com ele e me ajuda a tirar a calça e depois minhas roupas intimas . Agora eu estava nua.
Christian tia a sua roupa, agora ele estava ali parado na minha frente completamente nu, e ele é meu, somente meu, este homem lindo, meu. As vezes é difícil até mesmo para mim acreditar no quanto eu o amo, é algo completamente inexplicável.
– O que foi, Ana? – murmura ele, acariciando meu rosto.
– Nada. Apenas faça amor comigo – peço.
Ele me puxa em seus braços, beijando-me, enfiando as mãos no meu cabelo. Nossas línguas entrelaçadas, ele me conduz de costas até a cama e suavemente me deita sobre ela, juntando-se a mim.
Ele corre o nariz ao longo do meu queixo, e minhas mãos acariciam sua cabelo.
– Você tem alguma ideia de como o seu cheiro é delicioso, Ana? É um perfume irresistível.
Suas palavras fazem o que sempre fazem: inflamam meu sangue, acelerando minha pulsação, e ele esfrega o nariz em meu pescoço, meus seios, beijando-me com reverência.
– Tão linda – murmura ao envolver um dos meus mamilos em sua boca e chupá-lo suavemente.
Solto um gemino e joga a cabeça para trás.
As mãos se Christian vão descendo pela a minha cintura, e eu me regozijo com a sensação do seu toque.
Segurando meu joelho, ele de repente ergue minha perna, passando-a sobre seu quadril, fazendo-me suspirar, e isso faz com que ele dê um sorrisinho. Ele gora o corpo, de forma que eu fico montada nele.
Chego para trás e o seguro entre as mãos. Simplesmente não consigo resistir a ele, em toda a sua glória. E me curvo para beija-lo, enfiando-o na minha boca, brincando com a língua a seu redor e, então, chupando com força. Ele geme e flexiona o quadril, entrando ainda mais na minha boca.
Quero-o dentro de mim. Eu me sento e o encaro, está ofegante, observando-me atento e boquiaberto.
Ele me estende as mãos. Seguro uma delas e, e com a mão livre, posiciono-me sobre ele, lentamente, reivindicando-o como meu.
Ele geme baixinho, fechando os olhos.
A sensação dele dentro de mim... me abrindo... me preenchendo, solto um gemido baixo, é divina. Ele coloca as mãos na minha cintura e me move para cima e para baixo. Ah... é tão bom.
– Ah, baby – sussurra ele e, de repente, ergue-se de forma que ficamos cara a cara, e a sensação é extraordinária, de plenitude.
Suspiro, agarrando sus braços enquanto ele segura a minha cabeça entre as mãos e me olha nos olhos... os dele intensos e cinzentos, ardendo de desejo.
– Eu te amo – murmura ele e me beija apaixonadamente, com ardor fervoroso.
Eu o beijo de volta, tonta com a deliciosa sensação dele dentro de mim.
– Eu amo você – murmuro.
Ele geme ao ouvir minhas palavras, e rola, levando-me com ele, sem interromper nosso precioso contato, de modo que fico debaixo de seu corpo. Envolvo as pernas em sua cintura.
Ele me olha com uma adoração maravilhada, e tenho certeza de que sua expressão se espelha em minha face à medida que acaricio seu belo rosto. Muito lentamente ele começa a se mover, fechando os olhos e gemendo baixinho.
Estou aninhada nele, e ele faz amor comigo, entrando e saindo devagar, saboreando-me. Eu o toco em todos os lugares possíveis. A minha respiração se acelera à medida que o ritmo constante dele me dá mais e mais prazer . Ele beija minha boca, meu queixo, e depois mordisca minha orelha. Posso ouvir sua respiração ofegante a cada investida suave de seu corpo.
Meu corpo começa a tremer. Ah... Essa sensação é tão boa... Ah...
– Isso, baby... goze para mim... – murmura ele, e suas palavras são a minha perdição.
Murmuro algo incompreensível ao me explodir em mil pedaços nele.
Christian dá mais algumas investidas e se derrama em mim.
Agora estávamos os dois, suados e cansados. Christian estava caído em cima de mim, e nesta posição conseguíamos sentir a respiração acelerada um do outro.
Christian saiu de dentro de mim e rolou para o lado saindo de cima de mim. Agora nossa respiração já tinha se normalizado.
– Eu amo ficar deitada com você, mas estou com fome... – digo para ele.
– Fico feliz em saber que todo esse exercício lhe deixou com fome – ele fala rindo.
– Idiota.
– Do que você me chamou Srta. Steele? – pergunta Christian, com um tom brincalhão.
– Idiota, Sr. Grey – repito – se quiser posso soletrar para você... I-D-I-O-T... – Mas antes que eu pudesse terminar de soletrar e me cada com um beijo.
– A Senhorita anda muito abusada, acho que terei que te dar umas palmadas – fala ele.
– Oh, não! – digo levantando-me – Vou preparar algo mas nós comermos.
Coloco meu roupão que estava jogado perto da cama e sigo para a cozinha.
~*~
Assim que terminamos de comer, fomos para o quarto.
Já estava tarde e eu ainda não tinha pegado no sono, não tive coragem de contar para Christian que eu estava grávida, não sei se fiz certo.... Amanhã irei para a primeira consulta com a obstetra e não sei se está certo eu fazer isso sem ele. Mas o meu medo me impedia de contar para ele, então eu terei que fazer isso sozinha.
Não sei quando foi que peguei no sono, só sabia que tinha dormido quando fui acordada por Christian, deixando leves beijos pelo o meu corpo. Me virei e olhei para ele.
– Bom dia – digo.
– Bom dia, dorminhoca – ele fala, e me dá um selinho.
Percebi que ele já estava vestido com um dos seus ternos, então olhei para o relógio achando que eu estava atrasada, mas ainda estava cedo.
– Já vai sair?
– Sim, tenho duas reuniões e um jantar de negócios em Portland – diz ele.
– Ah... E você irá voltar ainda hoje? — eu já sabia a sua resposta.
– Talvez não, não sei que horas terminará o jantar, às vezes eles terminam muito tarde. Mas talvez eu volte de madrugada...
– Não! Por mais que seja difícil ficar sem você, eu prefiro que você volte de manhã. Não gosto de você voando de madrugada... – falo.
– Tudo bem, mas eu prometo que sairei de lá bem cedo – diz ele – vou morrer de saudades – ele faz biquinho.
– Eu também.
– Não se esqueça, se for sair leve o Sawyer com você – ordena.
– Sim senhor!
– Agora eu tenho que ir, baby –fala ele, mas continua em cima de mim. Então ele se abaixa um pouco mais e me beija – Eu amo você – ele fala assim que paramos de nos beijar.
– Eu também amo você — digo.
Então ele se levanta e segue em direção a porta. É estranho todas as vezes que ele tem essas viajem de negócios e precisa viajar, eu sinto um vazio dentro de mim sempre que ele sai pela a porta para essas viagens.
Olhei mais uma vez para o relógio e eram 6:20h ainda, minha consulta era apenas às 9hrs. Eu já tinha ligada para o Jack avisando que não poderia ir hoje, pois tinha que ir ao médico. Então eu voltei a dormir, ainda tinha mais uma horinha de descanso.
Acordei com o barulho do despertador. Fui para o banheiro e fiz minha higiene matinal e depois tomei um banho. Coloquei um vestido soltinho e peguei minha bolsa. Peguei meu celular que estava em cima da cama e disquei o numero de Sawyer, e ele atende o segundo toque.
– Sawyer, sairei daqui à dez minutos – aviso-o.
– Tudo bem, Srta. Steele – ele responde.
Desligo o telefone e vou para a cozinha. Como um pouco de iogurte com granola e bebo um copo de suco de laranja. Assim que termino escovo meus dentes e saio do apartamento.
Entro no elevador, não sei o porquê, mas estou com uma sensação estranha. Assim que a porta do elevador se abre eu saído de dentro dele. Dou mais uns dois passo, mas paro quando vejo Sawyer caído no hall de entrada do prédio, perto dele tinha uma pequena poça de sangue, não sei se ele estava morto ou apenas desmaiado, lagrimas começam a escorrer pelo o meu rosto. Eu não conseguia sair do lugar, a única coisa que consigo é pegar o celular e discar o numero de Christian, mas antes que ele possa atender sinto uma pancada forte em minha cabeça. E depois disso não consigo pensar em mais nada que não seja a vida do meu bebê, mas logo sou tomada pela a escuridão.
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