Notas iniciais
Oi people, eu ia postar ontem, mas uma certa mãe não deixou eu entrar pra postar. Eu estava cheia de ideias então escrevi o capitulo no caderno. Quando fui passar a limpo quase não entendo minha própria letra;// tenso. Espero que gostem ♥

Não tô acreditando que aquele idiota tá cantando a filhote de cruz credo, que ódio, babaca. Eu estava muito entretida xingando o Matt mentalmente até que a moça do caixa me interrompe.

-Vai querer o que? – ela me perguntou sorrindo.

-Hã?

-Você vai querer o que? – ela perguntou novamente.

-Ah sim, vou querer dois sundaes de chocolates. – disse e olhei pro Matt e pra menina, e adivinha o que ela tava fazendo? Tava pegando no cabelo dele, bitch. Isso me encheu de ira. – Com muita cauda. – sorri maleficamente. A moça se virou e foi pegar os sundaes e eu olhei novamente pra eles, eu estava com ciúmes, isso é muito idiota de admitir, mas eu estava mesmo, o olhar do Matt cruzou o meu e eu desviei o olhar, a moça chegou com os sundaes e paguei e fui até o Matt.

-Seu sundae. – eu disse e ele fez sinal com a mão pra pegar quando virei o sundae todinho na sua cabeça. –Com muita cauda, espero que goste. – disse e sai. Espero que a bitch filhote de cruz credo goste de Matt com sundae, eu joguei o meu sundae fora e fui embora do shopping. No meio do caminho eu me arrependi de ter feito aquilo, ele deve tá pensando que eu sou uma louca, paranoica e ciumenta. Parabéns Mei você vacilou de novo. Droga, decidi ir andando pra casa, é bom que eu ia pensando sobre a besteira que eu fiz. Eu estava andando tranquilamente até que um vulto passou por mim correndo e eu cai de bunda no chão.

-Que bosta! – eu praticamente gritei e recebi uma lambida no rosto. Olhei e era um cachorro, um cachorro muito grande, diga-se de passagem, ele era preto. Foi ele que me derrubou.

-Aslaaaaaaaaaaaaaaaaaam. – uma voz gritou o cachorro correu em sua direção, o segui com os olhos e vejo que o dono do cachorro é o Arthur. – Mei? Por que tá sentada no chão?

-Porque seu cachorro me derrubou. – cruzei os braços. – Você bem que poderia me ajudar a levantar do chão. – eu disse e ele me deu a mão.

-Foi mau pelo Aslam, ele é meio hiperativo. – Arthur falou prendendo o cachorro na guia que tinha nas mãos.

-Pera ai, seu cachorro se chama Aslam? – perguntei franzindo a testa.

-É em homenagem ao Aslam de Nárnia. – ele riu e fez carinho na cabeça do Aslam.

-Foda. – eu ri. – posso fazer carinho nele também?

-Claro que pode, ele não morde não.

-Todo mundo diz isso. – falei e fui até o Aslam e pus minha mão em sua cabeça, fiz carinho e ele fechou os olhos, fofo. – O que tá fazendo aqui? –perguntei.

-Eu ia levar o Aslam pro parque pra gente brincar de Nárnia. –ele respondeu.

-Como assim brincar de Nárnia?- perguntei.

-Não dá pra te explicar você tem que ver. –ele disse. –quer ir comigo ver?

-Quero. – falei e sai com ele e com o Aslam, chegamos ao parque o mesmo parque que o Arthur já tinha me levado uma vez.

-Pronta pra ver a fúria de Aslam? – Arthur me perguntou.

-Acho que sim. – eu ri.

-Pronto amigão? – ele afagou a cabeça do Aslam e o soltou da guia. –POR NÁNIA E POR ASLAM. – ele gritou e começou a correr o Aslam correu atrás dele, o cachorro o alcançou e derrubou o no chão, ele levantou e correu de novo. Arthur parecia tão feliz, ele correu em minha direção e me abraçou o Aslam veio até nós e pulou em nós. Caímos no chão.

-Ai. – gemi e comecei a rir loucamente. –Você e seu cachorro são doidos. – ri mais ainda.

-Ser normal cansa. – ele respondeu e começou a rir comigo.

-Eu quero brincar agora. –eu anunciei.

-Então vamos. – ele se levantou e me ajudou, o Aslam estava do lado do Arthur pronto pra correr. –Prontos? Let’s go. – começamos a correr o Aslam foi atrás da gente, eu corria loucamente, até que ele conseguiu me derrubar no chão. Eu estava morta então lá fiquei deitada na grama. Logo o Arthur e o Aslam chegam e deitam do meu lado respirando forte.

-Gostou baixinha? – ele me perguntou.

-Foi muito massa. – disse rindo. – eu estava precisando me distrair mesmo.

-O que houve? – ele me perguntou.

-Agi por impulso e me arrependi. – disse lembrando da merda que eu tinha feito.

-Sempre acontece. – ele disse.

-É né. –olhei pra ele seus olhos estavam meio que brilhando. –você tá tão bonito hoje. – eu disse.

-Obrigado, então quer dizer que nos outros dias eu sou feio? – ele perguntou rindo.

-Não. – ri. – É que hoje você está leve.

-É, e também porque eu estou com a menina que eu gosto. – ele disse olhando dentro dos meus olhos, parecia que ia ler minha alma.

-Arthur. – falei sem graça, ele colocou a mão na minha cintura e me puxou pra perto dele, colocou minha franja atrás da orelha e me olhou novamente.

-Você é tão linda! – ele falou fechando os olhos e passando o nariz no meu rosto. Ele estava chegando cada vez mais perto, eu sentia meu coração bater a mil, fechei meus olhos e quando seus olhos estavam tocando os meus, algo pula em nós.

-Au, au. – Aslam late em cima de nós.

-Que foi? – Arthur perguntou fazendo carinho na cabeça dele. – Tá com sede garoto? – ele perguntou e ele latiu. – vamos comprar agua pra você. – ele se levantou e me deu a mão pra me ajudar a levantar. Compramos a água pro Aslam, foi tenso dar água pra ele, mas conseguimos. Resolvemos ir pra casa, Arthur me deixou no portão e foi embora. Entrei e fiz carinho no Ciel e fui tomar banho. Minha mãe chegou e trouxe pizza, comemos e ficamos vendo filmes. Acordei no outro dia e me arrumei pra ir pra escola. Cheguei lá e logo a Dany e a Gabi vieram em cima de mim.

-Que música você vai cantar no show de talentos? – elas me perguntaram afobadas.

-Que história é essa caras pálidas? – perguntei franzindo a testa.

-Ué você não se escreveu no show de talentos? Seu nome tá lá na lista de quem se inscreveu. – a Gabi disse.

-Hã? – perguntei de novo.

-Seu nome tá lá Mei. – elas disseram.

-Vamos lá que eu vou resolver essa treta. – disse indo em direção ao painel de avisos. Meu nome estava lá mesmo. Quem foi o imbecil que fez essa merda?

Notas finais
Vejo vocês nos reviews, bom final de semana e um ótimo dia dos pais pra vocês ♥