Crazy Love

8 Capítulo 8


Notas iniciais
É, eu devia ter aparecido aqui mais cedo, eu sei...
Mas eu tive de fazer uma caminhada por 4 dias e não podia vir aqui, desculpem (;
Eu voltei com mais um capitulo, gente...
Como alguns sabem, eu sou portuguesa e aqui em Portugal à um canal chamado TVI que vai passar uma novela chamada "Louco amor" ok... eu quando pus "Crazy Love" aqui na fic, nunca pensei que a TVI fosse passar uma novela com o mesmo nome mas em português. Fiquei tipo: "OK, isto é perseguição. Mantêm-te calma, Catarina!"
Bom é isso...

São 2:00h da manhã, tenho de ir descansar, amanhã de manhã, eu, Pamela, Cash e London, vamos para a Austrália e espero que corra tudo bem por lá.

Já se passaram duas semanas desde que recebi aquela carta, e até agora, ainda não apareceu mais nenhuma, espero que continue assim. Talvez tenham desistido de me atormentar, tanto a mim, como à Pamela. As ameaças desgastam-nos. Pamela todos os dias dorme na minha cama, tem pesadelos, quase toda a noite, acho que por causa das ameaças. Estive algum tempo a pensar nisso, até que adormeci, quando acordei Pamela não estava na cama.

Tomei banho, vesti-me e comi o pequeno-almoço e nem uma alma viva estava em casa, onde será que se tinham metido?

Alguém chega da rua…

-Slash?

-Pamela?

-Já está pronto?

-Sim e você?

-Também.

-Não sei de Cash, nem de London.

-Eu pedi a Camila para os levar à mãe.

-Para quê?

-Para se despedirem.

-Ah, tudo bem…

-Vá por as coisas no carro enquanto eu arrumo a cozinha.

-A Camila faz isso…

-Você deu-lhe férias lembra?

-Pois foi…

-Meta as malas no carro, Slash.

-Tá. – Fiz o que ela disse, de manhã não é bom para a contrariar, fica pior que uma leoa a proteger as crias.

Depois de carregar as duzentas malas da Pamela, as cinco de cada um dos meus filhos e a minha única mala, vejo Pamela a sair de casa toda sorridente.

-Tem alguma coisa sua para ir buscar?

-Tenho.

-Vá buscar! Tem um minuto.

-Tudo bem. –Acho que demorei mais tempo, quando cheguei até ela vi que estava a perder a paciência.

-Demorou 2 minutos. – Refilou

-Não refiles tanto, Pamela.

-Ainda temos que ir buscar os meninos à casa da Perla – Não lhe disse mais nada todo o caminho, nem ela a mim, chegámos à casa da Perla num instante e vi os meus filhos na entrada, assim que viram o carro, despediram-se da mãe e correram até nós. Quando voltei a arrancar, London disse um adeus a Perla, porém, Cash nem olhou mais para trás, curioso, a maneira como os meus dois filhos agem de maneiras diferentes perante iguais situações.

O caminho até ao aeroporto, foi tranquilo, Pamela, Cash e London, passaram todo o caminho a conversar, quando chegámos o nosso avião era o próximo a partir.

Duff e Susan iriam buscar o meu carro ao estacionamento do aeroporto, mais tarde.

A viagem de avião durou cerca de 5h, Cash passou todo o caminho a dormir, London ria com Pamela, acho que sobre mim, pois eles falavam, olhavam para mim e riam, a meio do caminho adormeci.

Quando acordei, o avião já tinha aterrado e Pamela estava a dar-me socos em todo o lado.

-Quer ficar aqui a dormir?

-Não, já estou indo…

-Despacha-te, Slash!

-Tá! Você hoje está impossível.

-Você é que faz tudo errado.

-Eu?

-Sim!

-Você ainda agora me deu um murro nos genitais e eu é que faço tudo mal?

-Vamos embora. Estamos sem tempo…

-Sem tempo?

-Sim. Já devíamos estar a conhecer o hotel.

-Então vamos. Está à espera do quê? – Quando saímos do avião, alugamos um carro e conhecemos o hotel, Cash olhava as mulheres de alto a baixo, quando fomos conhecer os quartos, London chamou-me para um canto…

-Papá? – Sussurrou – Papá? — Gritou

-Sim?!

-Eu quero falar com você.

-Porquê?

-Será que eu posso… sabe… ir …

-Ir?

-Ir morar com você.

-Mais ainda à umas semanas, foste para a casa da tua mãe.

-Eu sei papá.

-O que se passou?

-A mãe está estranha, não é mais a mesma. Só fala em vinganças e agora leva uns homens esquisitos lá para casa.

-Já sabes que por mim, fazes o que quiseres.

-Eu sei…

-Tens é de ter a certeza, do que quiseres fazer.

-Sim, eu sei…

-Então?

-Eu quero mesmo. Já tenho andado a pensar nisso, à algum tempo.

-Tens a certeza, portanto...

-Eu vou morar com você. -Sorri

-É bom ter-te de volta.

-Vamos voltar papá.

-É. Antes que eles desconfiem.

-Sim. – Todos estavam deslumbrados com o quarto. Pedi para deixarem as minhas malas e as de Pamela, ela tinha-me pedido para dormir no mesmo quarto que eu. Depois de finalmente “acordarem” fomos pôr as malas nos quartos dos rapazes, London ligou à mãe a avisar que já tinham aterrado e que o hotel era lindo. Passado algum tempo, fomos almoçar e decidimos dar um passeio pelas praias, na verdade, quem decidiu foram os miúdos e Pamela, eu não tive voto na matéria.

Depois de ver inúmeras praias, passar por milhões de lojas e lojinhas, comprar biquínis para a Pamela, não porque ela quisesse mas sim, porque o Cash queria vê-la gostosa, parámos num bar à beira mar.

Empregado: O que vão querer?

Cash: Sumo de laranja natural

London: Leite com café

Pamela: Cappuccino

Eu: Macchiato

Empregado: Já trago tudo.

-Então, eu tenho uma coisa a dizer… -London

-O que é? – Cash

-Eu vou morar com vocês de novo.

-Sério? — Cash

-Sim.

-Que bom, London. –Pamela. Ficámos umas 2h a falar sobre estas ultimas semanas, até que se começou a fazer tarde e tivemos de voltar ao hotel, tomamos banho, vestimos uma roupa um pouco mais formal e decidimos ir jantar fora. Jantámos num restaurante muito chique à beira mar, quase nem falámos durante todo o tempo, estávamos todos muito cansados, para isso. Quando acabámos o jantar, fomos dar uma volta por uma das praias. Os miúdos correram muito e eu e Pamela, ficámos a conversar.

-Como está a escola, Pam?

-Bem e o teu trabalho?

-Também bem.

-É estranho sabe?

-O que é estranho?

-É estranho agora partilhar uma vida com o meu ídolo.

-Foi o destino.

-Então, eu agradeço eternamente por ter sido o destino…

-Eu também. – Continuámos a conversar e a andar pela praia, até que um homem de barbas e roupas rotas se atravessa no nosso caminho.

-Slash? E Pamela? – Ele falou.

-Sim?! – Respondemos os dois

-Tenho uma coisa para vocês.

-O quê?

-Um bilhete. – Dito isso, ele pegou minha mão e poisou o papel, antes que eu pudesse falar alguma coisa, o homem começou a correr, completamente desesperado.

-Lê… — Pamela.

-“A um dos teus filhos pode acontecer alguma coisa hoje!

-Mais outra ameaça?

-Parece que sim…

-É melhor irmos embora daqui.

-Também acho. – Pegámos nos meninos e fomos para o hotel, quando chegámos Pamela foi deitá-los enquanto eu fazia a minha higiene e me deitava. Passado nada mais, nada menos que 1h, ela volta ao quarto.

-Oi Pam…

-Oi Slash…

-Os meninos?

-Estão a dormir.

-Não vem dormir também?

-Vou só tomar banho e assim…

-Tá. – Quando estava quase a adormecer ela voltou.

-Sabes Slash…

-Sim?!

-Nem aqui estamos seguros. – Ela deitou-se na cama e me deu um beijo na bochecha.

-É verdade…

-Vamos dormir?

-Sim.

-Boa noite Slash.

-Boa noite Pamela.

Notas finais
A resolução do Desafio do Cap. 7 é o Duff McKagan
Podem ver aí a foto dele.
https://plus.google.com/108470780022683055683/posts?hl=pt-PT
E o desafio de hoje é:
https://plus.google.com/108470780022683055683/posts?hl=pt-PT
É exactamente no mesmo sitio, mas caga ...
Beijinho*
Espero que acertem (;