Crazy Love
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Volteiiiii ~o povo grita e chora de felicidade~, com mais um capitulo fresquinho.
Obrigada pelos comentários, cada um mais lindo que o outro...
Estou apaixonada pela Carol (autora da My Dark Angel), porque ela falou sobre a minha fic* Obrigada, belezura.
Sobre o cap. de hoje? Bom, tenso, muito tenso.
Mas espero que vocês gostem mesmo assim...
Vejam as notas finais.
Obrigada pelos comentários, cada um mais lindo que o outro...
Estou apaixonada pela Carol (autora da My Dark Angel), porque ela falou sobre a minha fic* Obrigada, belezura.
Sobre o cap. de hoje? Bom, tenso, muito tenso.
Mas espero que vocês gostem mesmo assim...
Vejam as notas finais.
Já passou uma semana desde que Pamela me disse que tinha um namorado, no início não soube bem reagir a isso, mas agora confesso que já me habituei à ideia, vejo-a como uma filha e não como um objeto de desejo, não posso dizer que não a acho bonita, porque estaria a mentir. Mas, para a manter aqui e a proteger seja de quem for, eu preciso de separar as coisas, não posso simplesmente deitar tudo a perder.
No meio dos meus pensamentos, London chega ao meu quarto, nem o vi, eu estava num mundo paralelo. — Pai? — Huum?! — Pai? – Acabei de “acordar” e me apercebi que ele queria a minha atenção. — Diz filho. — Eu queria falar consigo, papá. Mas visto que você estava a pensar, eu não vou incomodá-lo… — London?! O que é isso? Eu estava só a pensar numas coisas, fala. — Não vou chateá-lo? -Alguma vez isso aconteceu? — Bom, eu acho que não. — Então… Diz lá o que se passa. — Você promete que não vai se chatear comigo? — Eu prometo. — Então é o seguinte… Eu quero ir viver com a mãe, cada vez que me telefona, eu vejo que ela está triste, ela está lá em casa sozinha, sem ti, sem mim e sem o mano, mas tu sem contar comigo, tens o Cash e a Pamela, eu sinto-me triste também por não estar junto dela. Eu já tenho 6 anos, se eu não quiser mais ficar lá, eu volto para aqui. – Quando ele acabou de falar, o meu mundo partiu ao meio, de um lado, ele e do outro Cash e Pamela, como eu já calculava London não se estava a sentir bem aqui em casa, acho que não é bem pelo facto de Pamela estar aqui, acho que o problema é que Cash deixou de lhe ligar, a mãe deve estar sempre a pôr-lhe coisas na cabeça e a chorar no telefone e ele como outra qualquer criança ligada à mãe, não a quer ver triste, não o posso separar dela, por muito que isso me custe. — London. — Sim, papá?! -Tu é que sabes o que queres fazer, entendes? — Sim! — Então o que tu me disseres agora, é que vai contar. — Papá, eu quero mesmo ir para a casa da mãe, eu não a posso abandonar. — Queres mesmo fazer isso? — Sim. – Ele estava decidido, percebi isso no seu tom de voz firme. — Então é melhor eu ir telefonar à tua mãe para eu te ir lá pôr. — Tudo bem. — Vai pedir à Pamela para te fazer as malas, pequenino. — Tá. – Ele foi embora e eu olhei-me no espelho, os meus olhos estavam húmidos e eu quase podia ver meu coração a sair do meu peito, mas eu só tinha de aceitar, era a decisão do meu filho, não era justo prendê-lo a mim, não era justo deixá-lo sem ver a mãe, não era justo. Depois de alguns minutos, decidi então tomar coragem e ligar a Perla. — Estou sim?! – A voz que me suava extremamente irritante apareceu do outro lado da linha. — Alô? É a Perla? — Sou. Quem fala? — Slash . — Ah sim… O que você quer? — London quer ir morar para aí… — Eu já sabia, ele me disse isso ontem. — Pois. O que lhe disseste? — Nada. Mas e então? Qual é a sensação de ficar sem um filho nosso? — Sem? Você julga que eu vou ficar sem ele? -Eu não acho, eu tenho a certeza. Ele vir morar comigo é só mais um passo para isso acontecer. – Não pude deixar de dar uma risada, essa mulher estava cada vez mais louca. -Eu não vou deixar que isso aconteça. -Slash…Slash…Slash…Tu já estás a deixar… — Ele quer ir para aí, não o vou proibir, afinal, podes ser doida mas continuas a ser a mãe dele. -Achas que ele quer vir para aqui porquê? Eu sou uma grande atriz. -É, sempre foste manipuladora. – Quando disse isso, ela riu maleficamente, ela estava realmente louca. -Bem, obrigada pelo elogio. -De nada. A que horas posso ir pôr London aí? -Quando lhe fizeres as malas… -Pamela está a fazê-las. – Apesar de ser verdade, eu disse isso para a provocar, ela ainda não sabia que ela estava cá, eu pedi tanto a Cash como a London, para não lhe dizerem nada. -A Pamela?! – Ela pareceu-me incrédula. -Sim, a Pamela. Alguma coisa contra? -Nada, só acho que terão problemas. -Não, nós não teremos. -Veremos. -Daqui a uma hora, estamos aí. -Tá. – Dito isso, ela desligou o telefone. Pamela, disse-me que a mala estava pronta, assim como London. Fui até ao quarto dele e vi Cash a dar um abraço ao irmão, as lagrimas chegaram de novo aos meus olhos, eu tinha a perfeita noção, que dificilmente, Perla iria-me deixar voltar a vê-lo e isso fez com que se arranca-se metade do meu coração. Voltei para a sala peguei as malas e as pus no carro, quando ia chamar London, vejo-o a descer as escadas da nossa casa, passou o jardim e sem falar nada, abriu a porta de traz do carro e sentou-se, sentei-me no meu banco, fechei a porta e comecei a guiar até à casa da mãe dele. Não falámos nada todo o tempo, olhei-o pelo retrovisor e pude perceber que ele estava triste. Passado meia hora, chegámos ao prédio de Perla, descarreguei as malas e toquei na campainha, Perla veio atender. -Slash, já aqui? -Eu disse que chegaria dentro de uma hora. -Pois. Sempre pontual… -Sempre. – London chegou até nós, deu um beijo na mãe e olhou para mim, esperava que eu disse-se alguma coisa.
-Filho, porta-te bem. — Vou portar, papá. -Eu venho te ver sempre que a tua mãe deixar e telefono-te todos os dias. -Eu também te telefono todos os dias papá. -Não me esqueças, London. -Nunca. Nem tu a mim… -Nunca. – Dito isso ele entrou para a casa, olhei Perla e ela olhou para mim, voltei as costas e vim embora, durante todo o caminho, estava triste, eu estava a sentir-me mal por deixar o meu filho nas mãos daquela louca, mas eu não podia negar-lhe alguma coisa assim, muito menos que ele visse a mãe ou fosse viver com ela. Cheguei a casa e vi um carro velho parado na porta, estranhei, quem seria que estava na minha casa?! Assim que entrei desfiz todas as minhas duvidas, era um rapaz, no máximo com os seus 25 anos e tinha um aspeto estranho… -Oi, Slash… — Pamela. -Oi Pam. É seu amigo? – Perguntei apontando para o tal rapaz. -É o meu namorado… — Fiquei boquiaberto, namorado?! Como assim? -Namorado? -Sim. Meu nome é Postiços. – Espera aí… que nome é esse? -Postiços?! –Perguntei. -Sim. De postas… -De postas? -Sim. Postas de peixe, de carne…Do que for. -Ah sim… estou a perceber. –Na verdade, eu não estava a perceber nada, mas pronto… Decidi subir para o meu quarto, mas antes acabei por passar pelo quarto de Cash, ele brincava com uns carrinhos e eu fiquei a observá-lo durante algum tempo, depois disso é que fui realmente para o meu quarto, eu precisava de descansar. Julgava que o dia não podia estar pior, até que vi aquele projeto de pessoa na minha sala, ainda por cima, era namorado da Pamela. Como uma riqueza como a Pam, encontra um namorado como aquele tal de… Postiços?! Eu tenho de pensar, ele não me parece uma boa companhia…
Notas finais
E aí? Alguém quer me propor um desafio para mudar a rotina das notas? *-* VemK.
Sobre o próximo capitulo? KKKKK, se este foi tenso, o próximo também será. Preparem-se para MUITA confusão. Prepararem-se para perguntas sem parar. Preparam-se para tudo, tá ?
OOK, OOOK. Parei (;
Beijinhos pra vocês*
Sobre o próximo capitulo? KKKKK, se este foi tenso, o próximo também será. Preparem-se para MUITA confusão. Prepararem-se para perguntas sem parar. Preparam-se para tudo, tá ?
OOK, OOOK. Parei (;
Beijinhos pra vocês*
Fale com o autor