Crazy Love

4 Capítulo 4


Notas iniciais
Olhem aqui eu ... again. ~o povo grita, pula, dança, esperneia, chora, o povo faz tudo...~ Obrigada mais uma vez, a você que comenta e lê Ou mesmo só a você, que lê (;
Obrigada mesmo.
Mais um capitulo, tensooo... muuiiito tenso.
Espero que vocês gostem, tá ? (;

Estou aqui deitado na minha cama, sem sono, a pensar sobre estes últimos dias…

Não vejo Postiços desde aquele dia aqui em minha casa, ou seja, à 5 dias. Pamela nunca mais me falou dele, portanto eu não sei se eles namoram, ou não.

Tenho falado com London todos os dias, ele parece-me feliz, portanto eu também estou feliz.

Cash, parece um pouco abalado pela falta do irmão cá em casa, mas ele terá de se habituar.

Voltando a Pamela, estou preocupado com ela são 22:00 e não a vejo desde as 8:00 da manhã, quando ela saiu de casa para ir à faculdade.

Liguei-lhe inúmeras vezes e ela nunca me atende, começo a ficar preocupado.

Vou dormir, quem sabe amanhã ela já está na sua cama…

Acordei por volta das 11:00h, Cash estava junto a Camila a tomar o pequeno-almoço, Camila é a minha empregada e a ama dos meus filhos, Cash comia uma tigela enorme de cereais de chocolate e caramelo, quando cheguei à cozinha, Cash olhou-me com os seus grandes olhos e perguntou:

-Papá, onde está a Pamela?

-Ela não dormiu em casa?

-Não, a cama dela estava feita, exatamente como ontem eu a deixei – Pamela

-Acho que vou à policia, à mais de 24h que ninguém sabe dela. – Quando disse isto, saí de casa e fui até à esquadra, não demoraria mais que 10 minutos, visto que era só atravessar umas 3 ruas. Quando cheguei um polícia veio logo atender-me, ter o peso do meu nome sobre as costas, às vezes tem as suas vantagens.

-Slash?! – O homem parecia surpreso em ver-me por ali, como se eu, um homem normal, não pudesse ir à esquadra.

-O próprio.

-O que faz por aqui?

-Venho aqui apresentar uma suspeita de rapto.

-Rapto? Foi um dos seus filhos?

-Não, não foi nenhum deles, mas sim uma pessoa que me é muito querida.

-Sua ex-mulher?

-Não. Uma amiga minha.

-Então venha comigo ao meu gabinete. – Segui-o, a esquadra era enorme, das vezes que lá fui, nunca me tinha apercebido disso. Eram salas e mais salas, parecia que nunca mais acabava, o seu gabinete, era o último do corredor. Quando chegámos, sentámo-nos e eu comecei a falar sobre a minha suspeita.

-Senhor inspetor, uma amiga minha, a Pamela, desapareceu faz mais de 24h, tentei entrar em contacto com ela mas o telemóvel estava desligado.

-Ela disse-lhe se estava descontente, ou que pensava ir embora?

-Não. Alem disso, deixou as roupas todas.

-Fale mais sobre o caso.

-Ela saiu ontem de manhã para ir para a escola, antes de ir para a sua, foi por Cash na escola e depois segundo ele, ela seguiu para a sua, desde aí que nenhum de nós a viu.

-Tem alguma suspeita de quem possa eventualmente tê-la raptado?

-Não senhor agente, não tenho nenhuma suspeita.

-Então, não podemos considerar um rapto.

-Como assim, não podem?

-Repare, você não tem nenhuma suspeita, ela não lhe disse se estava contente em estar aqui ou não, portanto você não sabe de nada do que lhe ia na cabeça.

-Senhor agente, ela desapareceu sem deixar rasto, duvido que o namorado dela saiba de alguma coisa, não levou roupa nenhuma, Cash, o meu filho, viu Pamela a ir para a sua escola e ficou acordado ela ir lá busca-lo mais tarde, portanto só pode ser um rapto.

-Então à um namorado?

-Sim.

-Já falou com ele?

-Não sei como o contactar.

-A única coisa que nós podemos fazer Sr. Slash é começar as buscas para a procurar.

-Mas só pode ter sido um rapto.

-Não temos provas disso.

-Mas… -O Agente, interrompeu-me.

-Mas nada. Você não tem suspeitas. Fazer as buscas é a única coisa que podemos realmente fazer, para o ajudar. – Dito isso, levantei-me da cadeira e fui embora do seu gabinete, enquanto passava pelos corredores vi que muitas pessoas me olhavam, não liguei e fui para casa, Cash esperava-me sentado no sofá da sala, Camila estava ao telefone e eu fui ter com o meu filho.

-Cash, a Pamela telefonou?

-Não papá, mas os jornalistas estão doidos para falar contigo.

-Porquê?

-Eles acham que tu e a Pamela têm um caso.

-Como assim? Um caso?

-Não sei, papá o melhor é seres tu a falar com eles, Camila está a falar com um deles.

-Vou lá… — Levantei-me do sofá e fui ter com a minha empregada, tirei o telefone das suas mãos…

-Estou? – Falei

-Sr. Hudson?!

-O próprio!

-Queria fazer-lhe umas perguntas.

-Faça …

-Você conhece Pamela de onde?

-Conheço-a de Barcelona.

-À quanto tempo?

-1 ano e meio, algo assim…

-São amigos, ou algo mais?

-Amigos.

-Então porque ela mora em sua casa?

-Ela precisava de um sítio para ficar.

-Ela é de onde?

-Barcelona

-É espanhola?

-Sim.

-O que ela está a fazer em L.A?

-A faculdade.

-De quê?

-Direito.

-É verdade que você se separou de Perla por causa dela?

-Não.

-Então porque se separou de Perla?

-As coisas entre nós não estavam bem.

-Perla disse que você não gostava mais dela quando se separaram é verdade?

-Não. Eu gostava dela, mas as coisas não eram como deviam ser.

-E ainda gosta?

-Não.

-Gosta de alguém?

-Não.

-É verdade que o seu filho mais velho foi morar com a mãe?

-Sim.

-Porque não gostava de Pamela?

-Isso é mentira, tanto ele como Cash, gostam muito de Pamela.

-Ela é sua fã?

-É.

-É verdade que ela fugiu de sua casa?

-Não sei.

-Não sabe?

-Não, eu acho que foi um rapto.

-Um dos nossos jornalistas viu-o na esquadra, o que foi lá fazer?

-Apresentar a queixa.

-O que vai fazer agora?

-Esperar.

-Obrigada Sr. Saul.

-De nada.

-Foi um prazer falar consigo.

-Igualmente. – Desliguei o telefone, o dia não podia ficar pior do que já estava, quer dizer, isso era o que eu julgava, fui à esquadra e logo um jornalista viu-me lá dentro, logo inventaram uma maldita historia e já sabem até o seu nome, o que será que aconteceu com Pamela? Não quero nem pensar que alguma coisa de mal lhe tenha acontecido. Vou descansar, tenho de pensar sobre tudo o que tem acontecido nos últimos dias…

Notas finais
Deixem-me algum desafio nos reviews, para eu pôr aqui, para mudar a rotina das notas finais e todos nós nos divertir-mos mais um pouquinho(;
No capitulo 5 as coisas começam a melhorar.
A mãe da Pamela vai ligar pra casa do Slash e fazer um barraco. E a Pamela? Vos espero cá amanhã.
Querem um cheirinho do próximo?
"(...)uma parte dele era dela e a sua ausência, o matava, o espedaçava, o fazia sangrar, dia-após-dia, hora-após-hora, minuto-após-minuto, eu já não tinha fome, não tinha sede, não tinha nada, sem ela o meu coração deixara de bater."
Bom, eu sou uma bitch por deixar isso aí...
Mas é isso (;
Curiosos?
-- Não se esqueçam do desafio!
Bjos*