Crazy Life!

12 Que se inicie o reinado das trevas!


Notas iniciais
Ok... Eu VIAJEI legal nesse capítulo, mas se não fosse essa viagem eu nunca conseguiria escrever, a minha mente retardadamente retardada não consegue escrever algo normal! i.i
Bem... Creio eu que ficou um pouco confuso, mas vou esclarecendo as coisas com o correr da carruagem. (WTF?!)
Enfim, boa leitura u.u

- Mari, você não vai acreditar no que eu vi! – A roxinha fala, pegando a máquina fotográfica. Mesmo não parecendo, aquelas duas até que se davam bem.

- Hm? – A azulada pegou a câmera e passou as fotos que a roxinha tinha tirado do Lupus e da Lire. – E eu com isso? – Arqueia uma sobrancelha, aparentando calma, mas por dentro estava duvidando daquilo que a maga a tinha mostrado, já que Lupus não era do tipo que traía.

- Mari, o gato mais gato estava com a Lire! Aquela mocréia traíra... – Arme fala, rosnando de raiva. Mari sabia muito bem da paixão da garota pelo namorado. Era uma das razões que o casal não se anunciara como casal para o internato.

- Nee Arme-chan, não está levando isso para o pior lado não? – Sieghart fala meio preocupado. Ele era um dos poucos que sabia da relação da Mari com o Lupus.

- Claro que não! A Lire quebrou a nossa promessa de não tocar o Lupus! – Agora sim a maga estava com uma aura maligna, que assustou até o moreno.

- Vou fazer uma ligação... – Mari fala, saindo da cabana. Estava ligando há um bom tempo para o namorado, mas ele não atendia. Estava quase acreditando na possibilidade de uma traição.

***

Lá estava o loiro se esgueirando por entre alguns arbustos e árvores, observando cada centímetro daquele lugar estranho. Tinha recebido a notícia que alguns participantes do torneio estavam desaparecendo, sem contar com as estranhas mensagens que apareciam na cabana de tais. O torneio não podia parar, já que seria utilizado para determinar novas equipes e aposentar antigos membros. Lupus sabia muito bem disso, era filho de um antigo patrulheiro, por sinal o melhor, que sumira do nada. Por ser filho de um patrulheiro e manipular tão bem as pistolas, foi automaticamente selecionado como um novo membro daquela organização. Sentia uma energia ameaçadora naquele lugar, mas não era isso que o assustava, era o fato de essa energia ser muito familiar. Estava se esgueirando por um castelo que há muito tempo não era vigiado, um castelo que um dia fora o lar da lendária rainha das trevas: Cazeaje. Seu nome é pronunciado como se fosse um tabu pelas ruas de Serdin e Canaban, além do mais, Cazeaje espalhou trevas por todos os continentes, até que um rapaz nomeado Sieghart ousou enfrentar Cazeaje sozinho. Bem, ele conseguiu, só que a rainha das trevas o levou junto para o reino dos mortos. Hoje em dia Elesis é a mais nova que carrega o mais puro DNA dos Sieghart, a que está destinada á liderar os Cavaleiros Vermelhos assim que Elsclud morrer. O loiro finalmente entrou no castelo, se esgueirando pelas sombras com agilidade. Teve de admitir que aquele lugar era apavorante e... Belo. Sentia a energia com muito mais força, o nauseando e deliciando como alguma droga alucinógena. Estava andando por um corredor negro decorado com algumas cortinas roxas, bem simplório, mas de certa forma majestoso e grandioso. Logo chegou á uma porta, grande por sinal, de aço negro com rosas e espinhos esculpidos em prata. Tocou a maçaneta, que era uma caveira esculpida em rubi, e entrou, se deparando com um salão grande decorado com um candelabro de prata, pilares pretos, um tapete roxo que dava até um trono de aço negro e... Sangue. Muito sangue. Tanto sangue novo como sangue antigo. Lupus quase vomitou por causa do cheiro forte de podridão e sangue. Tinha de admitir que não estava acostumado com aquele tipo de situação. No chão o sangue estava formando um... Anagrama? Começou á prestar mais atenção e notou que o sangue que estava no chão formava um círculo de magia. Começou á ouvir passos, mais especificadamente barulho de um salto.

- Você é tão belo quanto o seu pai... – Uma voz feminina ecoou naquele salão. Uma voz de certa forma encantadora e entorpecente. Toc, toc, toc, toc, toc, toc, toc, toc, toc. A mulher se aproxima dele, só que por trás e sussurra no ouvido dele: — Só que ainda não é o que seu pai foi... – Entreabriu a boca, completamente entorpecido. Não conseguia pensar direito, não conseguia coordenar o corpo, ficar em pé estava ficando muito custoso e... Aquelas pistolas nas mãos... Eram tão pesadas...

- Quem... É você... – Fala em um murmúrio, gemendo ao sentir o toque daquela mulher por baixo da camisa dele. Sentiu as unhas dela se cravarem na região do coração. Doeu, e muito, só que a mente dele estava tão entorpecida pelo prazer que simplesmente gemeu um pouco mais.

- Hm... – A mulher falou mais algo, provavelmente o que desencadeou uma sensação esquisita, uma sensação de que seu corpo estava se destruindo por dentro. Ofegou, criando forças suficientes para correr e disparar ás cegas para todos os lados. Atravessou o longo corredor que parecia querer esmaga-lo e se jogou contra a porta principal, logo correndo por dentro da floresta até tropeçar em alguma raiz e ficar semiconsciente, sentindo o corpo queimar como se estivesse em combustão.

***

Ok... Agora sim Elesis estava surpresa. Zero estava realmente no torneio, e com uma garota de cabelo verde que carregava um martelo como se fosse uma pena. Vencer aquela não seria muito fácil. Felizmente o azulado estava recuperado dos efeitos sinistros da água sinistramente sinistra, mas mesmo assim... Sentia que não iria vencer. Se vencesse, seria com muita dificuldade. Assim que o juiz anunciou o início do torneio Elesis resolveu enfrentar a garota com o martelo, usando e abusando da agilidade. Visualizou com a visão periférica o Zero e o Ronan em uma luta corpo á corpo. Bem... Tinha de admitir que o Zero era bom com essas lutas. Ia dar um golpe final quando ouviu o juiz anunciando o final da luta.

- FIM DO TORNEIO! – Grita o homem, e os quatro param imediatamente. Ouviu o público vaiar e falar coisas como “Por quê parar?!”, “Vá para o inferno!”, “Morra seu filho da [censurado]”, entre outras. – A tropa de patrulha declarou estado de emergência. – O juiz fala, criando um ambiente de pura tensão. Fazia MUITO tempo que não ouviam uma notícia dessas.

Notas finais
Bem... Eu gostaria de agradecer á três coisas que me ajudaram á recuperar a minha inspiração:
1ª: á criatura que me mostrou as músicas que mais me inspiraram á escrever esse capítulo: "The diary of Jane" e "What lies beneath"(creio eu que não tem nada á ver com a história, mas mesmo assim...)
2ª: Pica-pau. (não assisto televisão, estava assistindo com o meu irmão mais novo e tive inspiração do nada)
3ª: Energético. (se não fosse ele eu estaria dormindo! x.x)