Crazy In Love

12 Capítulo 11- The truth


Notas iniciais
Desculpem a demora de novo! Mais esse ultimos meses to demorando demais para postar, então se acostumem...
Tive que refazer esse capitulo mais de uma vez, por que estava ficando bem estranho, e eu não tinha gostado muito (esse é um dos motivos para eu ter demorado) bom, vamos ao capitulo?

Estava em frente a casa que um dia jurei nunca mais voltar, era a casa dos meus pais. Minha mãe teve a brilhante ideia de fazer a reunião na casa dela, já que era bem mais perto do que a casa da minha avó. Eu nem sei como iria enfrentar aquele povo de novo, aquelas pessoas me julgaram por um tempo, e ainda julgam. Respirei fundo antes de apertar a companhia, sei que não seria fácil hoje, mais eu não me importava muito com isso. Se o Klaus tivesse lá, não teria medo de nada.

Toquei a companhia e esperei por algum segundos, nada de ninguém ir na porta me atender, novamente coloquei a minha mão na companhia, desta vez ouvir alguém gritar do lado de dentro de casa para esperar, acho que era meu irmão, fazia um bom tempo que eu não o via, a mais de um ano quase, estava muito ansiosa para vê-lo novamente, ele sempre me apoiava em tudo, e nunca iria contra mim, mesmo se eu estivesse errada e ele o certo. Meu irmão era mais novo que eu – e por um bom tempo sofreu com as drogas, mais depois que ele conheceu a Bonnie, nunca mais usou se quer esses negócios que fazem mal a saúde. Deu-me um enorme aperto no coração, eu precisava do Tyler aqui comigo, depois daquele dia do baile nunca mais conversei com ele – Não duvido nada que aquele idiota ainda esteja bravo comigo por te-lo deixado sozinho, mais as minhas necessidades estavam mais urgentes que as dele. Na verdade, agora eu fiquei realmente preocupada, por que ele ficou sozinho lá e não disse nenhuma resposta para ele, e já fazem alguns dias que o baile aconteceu, quando eu chegar em casa a primeira coisa que eu vou fazer é ligar para ele.

Não estava entendo esta demora do meu irmão, fazia quase 30 minutos que eu estava esperando no portão, acho que ele esqueceu que eu estava lá e vai demorar um bom tempo para abrir, pelo que eu conheço ele é isso mesmo. Quando fui apertar de novo a companhia ele apareceu – Estava com uma expressão horrível de quem havia acordado com o pé esquerdo, quando ele me viu sorriu largo e correu até onde eu estava.

–Mana! –Meu irmão chegou me abraçando, segurando minhas duas mãos. –Por que demorou em?

–Por causa do transito. –Disse rapidamente, abraçando-o fortemente. –Você viu o Klaus por ai?

–Ah sim, ele estava conversando com a vovó a um tempo atrás. –Ele falou, me tranquilizando. –Acho que ele foi tomar um ar.

Rapidamente me soltei do abraço do meu irmão, o que fez deixa-lo mais confuso. Rapidamente sai por trás da casa no final do corredor tinha um porão abandonado com uma cama, minha vó usava para o jardineiro mais acho que virou porão por que o jardineiro foi despedido, avistei o Klaus sentado num balanço perto do porão, ele me olhou com um olhar doce, e depois veio caminhou até minha direção, fui até a direção dele.

–Oi. –Falei, colocando minhas duas mãos no pescoço dele. –Demorei mais cheguei não é?

–Você me deixou preocupado, Caroline. –Ele falou, dando um demorado beijo na minha testa. –Mais fico feliz que você tenha chegado.

–Não precisava ficar preocupado Klaus, não ia acontecer nada comigo. –Dei um largo sorriso para ele. –E Também se acontecesse você seria o primeiro a saber disso Klaus.

–Não fala uma coisa dessas Caroline! –Ele se exaltou, estava mais uma vez preocupado. –Não sei o que faria se você...

Colei meus lábios no dele sentindo sua boca com gosto de mel na minha, nosso beijo começou rápido, ele segurou minha cintura passando a mão por ali – E depois me prensou na parede, segurando minha coxa no alto com uma mão. Segurei seu rosto com as duas mãos, explorando toda sua boca macia, ouvi vozes vindo em nossa direção e me soltei dele, recuperando a minha respiração.

–Foi por pouco não é? –Ele disse, ajeitando o terno. –Seria muito ruim se pegasse a gente aqui.

Balancei a cabeça positivamente e depois segurei a mão dele – Conduzindo –o até a sala – Depois subimos e fomos para meu antigo quarto, continuava como antes, minha mãe não havia mudado nada se quer nele, continuava do mesmo jeitinho que eu deixei.

–Ainda tem meu cheiro aqui. –Falei em voz alta, erguendo uma das minha sombrancelhas. –Não pode ser...

–O que foi?

–Minha mãe me disse que havia construído um porão aqui, onde era para estar as tralhas velhas.

–Pelo menos você pode vim dormir aqui quando quiser...

Isso pode ser verdade, na verdade é a verdade, ela havia mentido para mim. Mais por que ela havia mentido para mim? O que ela faria com esse quarto? Só tem uma resposta para essa solução, ela acharia que talvez eu voltasse para cá. Eu não quebrar minha cabeça por causa disto, eu prometi que iria mudar, e vou mudar.

–Eu iria para casa da Ana, nunca que eu viria para cá. –Enguli em seco, tentando mudar de assunto. –O que eu preciso agora é relaxar.

Empurrei-o contra cama, ele caiu sentado e aproveitei esse tempo e fui até ele, beijando ferozmente sua boca, depois passei pelo seu pescoço.

–CAROLINE! –Minha Avó deu um grito tão alto que eu cai para trás, aterrando a bunda no chão.

–Ah oi vovó... –Falei, engasgando-se.

O Klaus me ajudou rapidamente a levantar ali do chão, fiquei de braços cruzados olhando para ela. Ufa, suspirei aliviadamente em saber que era a mãe do meu pai, que era um pouco mais louca do que a minha outra avó por parte de mãe. Eu amava minha avó por parte de pai, tirando as coisas do que ela fazia, ela tinha 78 anos e ainda saia com jovezinhos, falava abertamente com você de qualquer assunto, ia para baladas todos os fim de semana, era uma solteirona com muito prazer de viver ainda, mais ainda sim era trabalhadora, ela sempre trabalhou duro toda a vida dela, mais era aquelas avós que sempre vão te proteger, sempre vai dar conselho a você, eu amava minha avó muito.

–Vem aqui sua danadinha! –Ela me empurrou contra ela, me abraçando forte. –Cresceu em? Está com um bundão.

Ela me fez virar para observar atentamente minha bunda, e depois ainda fez uma piadinha sobre antigamente e blablá, logo ela reparou o que estávamos fazendo e deu uma risadinha safada para o Klaus, olhando de volta para mim.

–Se vocês querem um conselho. –Ela começou, dando uma risadinha no final. –Vão fazer isso no banheiro! É muito mais selvagem do que aqui no quarto.

–Vovó! –Dei um leve grito, eu senti minhas bochechas arderem. –Não estávamos tentando fazer absolutamente nada aqui, você que entende...

Na mesma hora eu percebi que estava gaguejando, e isso é o que muitas pessoas dizem, eu não sei mentir. Sou uma péssima mentirosa, quando eu começava a gaguejar era obvio que eu estava mentido, todo mundo sabia disso.

–Usem camisinha, se você quiser tenho aqui!

–Vovó! –A repreendi de novo, começando a ficar com vergonha de novo.

Ela saiu do quarto, piscando para nois dois. O que acabara de acontecer? É isso mesmo, eu recebi um conselho da minha própria avó? Ela acha que eu não sou boa no sexo só por que não era uma oferecida?

–Caroline. –O Klaus me olhou diferente, estava preocupado com algo, e eu conhecia quando ele estava assim, lá vem bomba. –Eu preciso te contar algo que você não vai gostar.

Comecei a preocupar de verdade, essa seria a primeira vez que o Klaus me contava algo do trabalho ou algo do tipo.

–Eu te trai. –Seu olhar parecia mais triste que o normal. –Não me sinto orgulhoso por isso Caroline, mais sim, eu te trai.

Na hora eu fiquei tão chocada que nem se caísse um avião na minha frente faria eu sair daquela mesma posição, eu senti como tivesse apenas eu ali, e um vazio enorme havia se formado dentro de mim, sentia a angustia de ouvir aquilo tentando sair, querendo a qualquer minuto explodir. Como ele tinha a coragem de me trai? Não era ele que dizia que nem a traição poderia ser perdoada? Naquele momento eu senti ódio, meus olhos estavam querendo transbordar de lagrimas, mais eu não ia dar esse gostinho para ele, não iria chorar na frente dele. Nunca mais vou perdoa-lo, ele merece sofrer por tudo o que fez para mim, tudo.

–Pelo menos diz algo para mim. –Ele me olhou novamente. Eu abaixei a cabeça, colocando minhas mãos em minha coxa e apertando com toda força.

–Não tenho nada para te dizer Klaus. –Falei seca, levantando dali sem nem olhar nos olhos deles, quando sinto que ele me puxou pelo meu braço.

–Ela está aqui. –Arregalei os olhos para ele, mais deixei ele continuar falando. –Não sabia que ela viria aqui, deve ser uma amiga da sua família...

–Qual é o nome dela? –Perguntei seca, esperando que ele respondesse logo para eu poder sair logo dali.

–Bonnie.

O que!?

–Como é que é? –Estava irritada, magoada e totalmente sem chão. Agora realmente eu precisava socar alguma coisa para me acalmar novamente. –Bonnie Bennett é a nova namoradinha do meu irmão, você tem certeza?

–Tenho, pelo menos foi esse nome que ela disse quando...

–Não quero saber.

–Tudo bem, eu entendo você Caroline, mais eu preciso te dizer que...

–Me ama? –Cuspi as palavras, cruzando os braços. –Se você me amasse realmente não teria ido embora quando eu mais precisei, não teria sido assim por 3 longos anos, não teria me traído com uma vadia qualquer! E você ainda diz essas coisas todas para me tranquilizar? Me poupe dessa lamuria toda Klaus, sabe aquele amor que eu dei para você? Se afogue nele e nunca mais, ouviu nunca mais me procure de novo.

–Caroline, você não entende, que eu fiz isso pela sua felicidade? –Eu podia sentir o clima pesado no ar, e não queria brigar logo agora, mais essas coisas eu não iria engolir assim tão fácil.

–Pela minha felicidade Klaus? –Suspirei tão fundo que achei que fosse paralisar ali. –Se você quisesse mesmo minha felicidade, ficaria ao meu lado para tudo, mais o que você acha que é felicidade? Você acha que eu sou feliz com o seu dinheiro, você acha que eu sou feliz assim? Nem todo dinheiro compra a felicidade, Klaus! Eu nunca vou aceitar ser traída, agora para de fingir que se importa comigo, por que você não se importa com ninguém além de você mesmo!

Sai pisando duro para fora do quarto, batendo tão alto a porta que até os vizinhos puderam ouvir o estrondo do barulho. Fui até a sala, minha avó estava tagarelando mais do que nunca sobre sua noite anterior com um jovem alemão, ela diz que ele é um rapaz interessante — E que esta procurando por uma jovem para casar-se. Estou fora dessas coisas de casamento, acho que o Stefan estava certo, eu deveria ter me casado só depois de ter vivenciado todas aventuras pervertidas possíveis – Fazer coisas que a vida de solteiro te proporciona, se casar é coisa para pessoas bestas que não tem amor próprio, se fosse hoje eu não estaria casada, estaria vivendo minha vida de solteira loucamente como ninguém.

–Você poderia ir comigo hoje numa balada não é dona Caroline? –Minha avó falou, colocando as mãos na cintura.

Minha avó disse essas palavras bem na hora em que o Klaus apareceu atrás dela, e depois ele fez de desentendido e foi até a cozinha pegar alguma coisa. Logo depois voltou e ficou no meio da rodinha que se formara de mim, da minha avó e mais alguns parentes distantes meus, ele estava esperado ansiosamente pela minha resposta. Comecei a suar frio ali, da ultima vez que fui a uma balada foi no mês que estava menstruada e infelizmente aquela foi minha pior noite, não fiquei traumatizada mais era o suficiente para não pisar mais em nenhuma balada, mais como estava com raiva do Klaus iria aceitar sem pensar duas vezes.

–Claro vovó! Aliás, acho que essa é a primeira ótima ideia que você já teve.

Klaus me olhou com aquele olhar dele de matar, estava furioso comigo. Mais quem se importa com isso? Eu iria me divertir bastante hoje, meus parentes não precisavam saber que eu estava indo como uma solteirona, já que eu não ia dizer para todos que eu briguei com Klaus.

–O que é isso Nida? –Minha avó por parte de mãe veio até nós, com aquela cara de bulldog azedo dela. –Não se influencia o jovens dessa forma assim não.

–Nossa serio Amelia? Nossa Caroline precisa experimentar todo o tipo de sexo, afinal ela é jovem ainda.

–Caroline fez bem de se casar nova desse jeito. –Ela esta brava com minha avó por causa disso? –Ela não é uma indecente igual você.

–Pelo menos ela não é uma desalmada e uma ninguém igual você, ficou velha carrancuda e mal amada.

Fiquei ali torcendo baixinho pela minha avó por parte de pai, ela era bem melhor e mente aberta do que minha outra avó. Fora que ela era amiga de todas e nunca, mais nunca mesmo que ela iria fazer algo por ela mesma, ela sempre pensava em nós outros apesar de tudo. Só queria saber da onde essas duas se conheciam, pareciam que elas se conheciam.

–Parem as duas agora! –Minha mãe chegou amenizando o clima, ela deu pulos de alegria quando percebeu minha presença ali. –Caroline minha querida!

Ela me deu um grande abraço apertado, segurando-me por um bom tempo ali no abraço, me esmagando cada vez mais.

–Se você não fingir que esta tudo bem acabo com sua cara. –Ela sussurrou no meu ouvido, e depois se soltou do abraço. –A Janta já está pronta, anda, vamos todos comer em paz agora!

Minha mãe podia ser sombria sempre, eu sei que ela fazia isso de brincadeira, mais sempre me dava um arrepio quando ela fazia isso. Por incrível que pareça deu para todos se sentarem a mesa, ficou meio que apertado mais pelo menos coube, eu tive que ajudar a colocar a comida no prato de todo mundo, e por incrível que pareça minha mãe fez macarronada para todo mundo, e eu já entendia o porquê disto.

–Você sabe que não posso comer macarrão filha, principalmente por que estimula meu intestino.

Só de ouvir isso já me deu vontade de vomitar, não iria comer macarrão por um bom tempo, ou até ano.

–Larga de ser mal-humorada Amélia! Estamos em uma reunião familiar, deveria agradecer por estar presente aqui.

–Agradecer por quê? Eles seriam loucos de não me convidar para algo do tipo.

–Já chega vocês duas... –Minha mãe suspirou, dando uma garfada na almôndega. –Vamos falar de algo que seja realmente legal de se falar.

Dei uma rápida olhada ao Klaus e ele me olhou também, desviei logo meu olhar para meu prato vazio, depois de logo uma olhada nele, ele estava comendo lindamente ali, segurando o garfo e alguns outros talheres elegantemente na mão, fiquei o encarando petrificada ali, ele estava do lado da minha mãe, logo avistei aquela Bonnie do lado do meu irmão, conversando alegremente alguma coisa com ele, sem se importar que ali – Tinha um clima realmente pesado, ela era horrível seu cabelo parecia aqueles de palha, como o Klaus conseguiu me trocar por aquilo? Na verdade segundo ele foi por uma noite, mais eu duvido muito que seja verdade, ele já mentiu varias vezes para mim essa não seria a primeira, mais isso foi o bastante para acabar de vez comigo.

Notas finais
Fiz esse big capitulo não tão grande,mais da para compensar o antigo né?
O que acharam pelo menos o Klaus teve a coragem de contar para Caroline não é? E outra, qual foram a reação de vocês ao saberem que foi a Bonnie a sortuda? Ou tem algo a mais naquilo que o Klaus não quer contar? DESDE JÁ vou avisar a todos que, não vai ter nenhuma NENHUMA relação entre a Bonnie e o Klaus, e sobre as ofensas que a Caroline disse, é sobre o que a personagem diz, na minha opinião eu não acho isso, então não me julguem por isso KKKKK desculpa pelos erros de português, sei que teve alguns por que fiz agora, e não deu tempo de revisar, amanha eu vejo isso com calma. Até o dia 19, beijos.