Notas iniciais
Isso é só uma introdução a historia sinta-se a vontade pra pular paro primeiro capitulo, mas aqui contem informações importantes para o futuro

Para entender a historia temos que primeiro entender a historia do mundo de Bratkash... Bratkash é dividido em três continentes as “Terras a Leste” as “Terras a Oeste” e “O Grande Continente”... Muito tempo atrás o Grande continente abrangia todas as raças e todos os povos em harmonia, cada raça tinha seu governo sua cidade e quase nenhum contato com as outras raças.

O grande continente tinha em seu coração Adrevan a capital dos humanos; a sudeste haviam grandes, enormes florestas de matas fechada, com uma folhagem verde reluzente, muitos córregos e rios este território pertencia aos elfos; a noroeste havia a montanha de Draki-Toerin a maior montanha já vista, olhando de fora parecia ser feita de prata, suas pedras eram lisas e brilhavam mesmo à luz do luar, exista apenas uma entrada para as minas dos anões que ficam dentro dela; a sul das montanhas estavam os grandes pântanos de Grushur aonde residiam os orcs, os pântanos eram habitados por muitas criaturas horrendas. Durante o dia os lamaçais exalavam um cheiro desgradavel que dava ansia de vômito aos que se aventuravam por ali, e a noite era um campo de armadilhas naturais; a nordeste viviam os Halflings junto com os Gnomos em cavernas dentro de pequenas colinas, os Halfligs cuidavam das plantações enquanto os Gnomos trabalhavam com construção de máquinas e ferramentas, alguns deles eram músicos.

Muitos anos depois que os povos se estabeleceram, por motivos desconhecidos os orcs começaram a sair de suas aldeias, para saquear outras aldeias, em pouco tempo começaram a nascer o que chamamos hoje de mestiços: meio-elfos e meio-orcs.

Os orcs com suas armas rústicas notaram que precisariam mais do que aquilo para combater a magia dos elfos ou a tecnologia dos gnomos então decidiram invadir Draki-Toerin a grande montanha aonde os anões viviam dentro de suas grutas escavando Mithril. Ao atacar a mina dos anões reduzindo sua população pela metade em um único ataquem. Os anões brancos muito sábios construíram o grande portão de Mithril aonde mesmo depois de muitos anos nem magia, nem tempo, nem golpe de espadas e marchados foram capazes de aranhar ele. Depois da construção do Grande portão nunca mais os ocrs atacaram as minas dos anões

Os primeiros anões criados foram os brancos que tinham esse nome por sua pele ser tão branca quanto a neve, eles eram os único capazes te trabalhar com eximia perfeição no Mithril depois eles começaram a sair das cavernas e aparecerão os anões marrons e negros e da miscigenação os dourados, então os anões brancos cada vezes mais diminuirão seus numero.

Muito longe dali em Adrevan na época capital dos humanos, cada vez mais pessoas perdiam parentes em guerra então um grupo de magos especializado em magias do fogo pegaram uma criança órfã chamada Adka e com um ritual proibido e esquecido chamaram o espírito de Garyx o dragão da destruição e do fogo; com o ritual eles juntaram o espírito do garoto com o espírito do fogo. Bahamut vendo tudo aquilo fica aterrorizado desse de seus domínios e mata cada um dos magos. Sem poder reverter a magia ele amaldiçoa a criança e todos o seu futuro clã os Adka.

Com varias raças, morrendo e sendo subjugados pelas forças dos orcs, o rei Vladius, um humano, organiza uma corte com intenção de unir todos os outros povos para acabar com a guerra... Mas nessa corte os elfos com sua ignorância impõe suas necessidades acima dos outros povos e falaram: “Meus povo com conhecimento superior ao seu não vai aceitar ser controlado por você! Nós já planejamos tudo vocês façam o que quiserem!”

Em menos de uma semana os elfos partiram para “Terras a Leste” hoje, chamada de Lotherien apenas uma família de sangue puro élfico ficou chamada Lithilios.

Na corte organizada os outros povos reunirão se para lutar contra os orcs e criarem uma cidade aonde todas as raças pudessem viver juntas a cidade escolhida foi Adrevan a cidade capital dos humanos.

Após 50 anos de embates em guerras os exércitos orcs não podiam com a magia dos semi elfos, as armas dos anões, os espiões Halflings, a tecnologia dos gnomos...

Depois da grande guerra o Rei Vladius propôs que todas as raças viessem unidas... Três gerações depois a esposa do rei deu a luz a três filos o primogênito como costume se chamou Vladius V, o segundo Clarius e o terceiro Raikrir.

Vladius V sérvio ao exercito se tornando um grande general;

Clarius estudou para poder ajudar seu povo e adquirir um grande conhecimento sobre o arcano;

Raikrir começou a se envolver com magia proibida e sumiu de vista por um tempo.

Vladius V após a morte de seu pai cede seu lugar no trono para o irmão do meio Clarius que aceita o presente de coração aberto. Por volta de 10 anos depois, passam pelos portões da cidade um ser encapuzado. Alguns dizem que era um, outros dizem que eram dois, mas ninguém realmente sabe a verdade.

Na mesma noite que esses seres entraram na cidade um bateu à porta do general do exercito onde um homem alto, robusto, com muitas cicatrizes, usando apenas uma calça rasgada suja,cabelos marrons e olhos negros abriu a porta. Vladius, então general, ao abrir a porta se deparou com uma moça de belas silhuetas, cabelos loiros lisos, olhos azuis claros como o mar de voz suave, que lhe disse:

- Caro senhor que se prostra à minha frente, sou uma viajante faminta procuro apenas um pouco de comida e um lugar para passar a noite, prometo que te pago como você quiser - com essas ultimas palavras ela cai nos braços dele.

- Por Kord! Que moça bela, até parece uma elfa!

- Cara senhorita te arranjarei comida e lugar para dormir, mas esta noite você irá dormir comigo. — A moça fez um sinal com a cabeça de positivo e ele a levou para comer, depois para sua cama. Depois daquela noite, ele pensara que tinha achado a mulher da sua vida, contou pra ela quem era e o que sentia que gostava de aventuras, de lutar. Porem a moça maliciosamente envenenou-lhe a mente dizendo que: o irmão dele Clarius estava usando dos direitos dele para acabar com as guerras e que se Vladius tomasse o trono ele poderia ter tudo isso sempre que quisesse.

Na mesma noite numa parte mais pobre da cidade outro ser encapuzado se esgueirava entre becos até chegar num esconderijo.Este que era uma simples casa mas quando entrava nela notava que era uma grande torre abaixo do solo, com muitos andares subterrâneos, ele entrou e foi descendo até parar de frente para um aposento, bateu na porta, onde um homem magrelo, com olhos profundos, usando um capote negro, com cabelos longos cinzentos abriu a porta, olhava com um ar frio para tentar descobri o que aquele ser queria com ele. Ela uma moça com curvas sinuosas, cabelos lisos cinzentos e um olhar perdido, como se não soubesse para aonde olhar, mas sabia o que queria. Ela invadiu o quarto fechou a porta e disse com uma voz fria e lenta:

- Erythnul me mandou aqui com instruções para um de seus mais temíveis servos – Só de ouvir essas palavras os ossos de Raikrir tremiam, era tudo que sobrará sob a carne daquele humano perdido - Mas para que eu te passe a mensagem, você terá que fazer algo por mim - Disse ela com um sorriso maléfico no rosto. Ele sem conseguir se mover pelo feitiço daquelas palavras. A mulher simplesmente o jogou na cama e fez ele se sentir como nunca se sentira antes, todo o mal que vivia naquele corpo avia se esvaziado só avia olhos pra aquele corpo sedutor e aquela paixão que ele sentira der repente.

- Prepare os seus magos, pois a guerra esta por vir e dominaremos essas terras para nossos deuses. Quando a hora chegar: chamas irão nascer do “oeste” e então você agirá. - do mesmo jeito silencioso e rápido que ela veio ela se foi...

Depois daquela noite Raikrir ensinava magias destrutivas e de invocação dos mortos para todos seus discípulos e cada dia se arrependia mais de ter perdido aquela mulher e se sentia mais solitário e perdido.

Vladius após acordar no outro dia estava muito cansado, mas logo percebeu que a mulher que acabara de se apaixonar havia sumido, não deixara nem vestígios de sua presença ali, logo ele se desesperara e começara a procurá-la por todo o quartel. Foram com certeza os três mais longos e horríveis dias da vida dele, mas na manha do terceiro dia enquanto ele olhava para a rua, ela virá que ela vinhaagora com roupas rasgadas correndo em direção a ele gritando:

- Oh, por favor, me ajude! - Vladius inconscientemente correu em socorro abraçando-a fortemente.

- O que ouve? Porque você esta com estas roupas rasgadas? — Vladius era só alegria e desespero, alegria por encontrar o que tanto procurou e desespero por ter encontrado ela num estado tão infeliz.

- Seu irmão, eu sai para tomar um ar e um soldado dele me prendeu me levaram pro castelo e me violentaram - nesse momento os olhos da bela moça já estavam rasgados por lagrimas e ela escondera seu rosto no peito do seu protetor.

- Meu irmão, após eu ter cedido o trono para ele o degenerado ainda faz isso contra minha pessoa... Não se preocupe minha flor irei resolver este problema esta noite - enquanto falava seus olhos foi tomado de um vermelho violento, um vermelho de uma raiva incontrolável, ele não aceitava que seu irmão tivesse feito isso com sua paixão.

Durante o dia eles se amaram pela ultima vez e conversaram uma forma de destruir e depor irmão do meio do trono. Quando a noite chegou já tinham tudo em mente e era hora de por em prática seus planos.

Era a quarta hora do dia a cidade já havia sido tomado pela escuridão da noite, as únicas almas acordadas eram de Vladius, sua amante, Raikrir, seus seguidores e algumas poucas pessoas que ainda bebiam em algumas tabernas e alguns que estavam em alguns bordem pela cidade. Então a trombeta soou dentro do quartel e em menos de 10 minutos todos os batalhões estavam em ponto de batalha, então o general subiu no palanque abraçado com sua amante e começou a incitar suas tropas:

- Nós que por tanto tempo tivemos que repreender nossos instintos selvagens e nossa vontade de lutar, iremos reconquistar nossa liberdade hoje! Pois não será um irmão aristocrata ou um irmão que se acha que sabe de tudo que irá nos deter! Vamos queimar tudo, até o castelo! Faças dessa cidade nosso campo de batalha! — Quando terminou de falar ele levantou sua espada e deu um grande berro e saltou do palanque levando suas tropas para a carnificina. Poucos instantes depois suas tropas estavam nas ruas da cidade saqueando e matando.

Em poucos instantes a cidade para o lado oeste era puro fogo e terror as tropas avançavam a passos largos destruindo tudo que viam em sua frente, eles iam em direção ao castelo real e Vladius liderava a carnificina sem menor remorso do que estava fazendo, talvez nem soubesse o que estava fazendo. (bem você deve saber se ele sabia ou não o que estava fazendo... afinal você tem controle sobre a história )

Do outro lado da cidade, assim que os vigias da torre submersa onde Raikrir estava avistaram o fogo, eles tocaram os sinos para acordar todos os magos para a batalha. Em poucos instantes o lado leste da cidade era outro caos, esqueletos, zumbis e magos lançando magias destruindo tudo o que podiam e as vezes até destruíam sem querer e deste lado Raikrir comandava todas as suas tropas em direção ao castelo para tomar o poder, só que havia uma coisa que ele não sabia, o fogo do outro lado da cidade era seu irmão com a mesma intenção.

Quando as duas tropas se encontraram na praça em frente ao castelo foi uma surpresa para os dois. Em instantes o local havia se tornado um campo de batalha sanguinário, em que cada golpe de um guerreiro era um mago morto, mas cada magia do mago eram um grande numero de guerreiros gravemente feridos, isso sem contar os zumbis e esqueletos que se engajaram na batalha matando o maior numero possível de inimigos.

Os dois guardas da entrada do palácio, os melhores soldados do reino, conseguiam segurar sem dificuldade os que tentavam invadir o castelo, até que a porta foi forçada de dentro para fora, eles sem saber o que fazer se afastaram da porta para quem quer que estivesse lá dentro pudesse sair. De lá saio Clarius que ficou um tempo analisando aquela confusão até dizer com uma voz amplificada magicamente:

- Parem seres miseráveis! O que vocês querem aqui na entrada do palácio do reino?

- Quero o que é meu por direito, meu lugar ao trono! ­ Disse Vladius gritando entre a multidão.

- Mas porque isso tão de repente? E porque não simplesmente vir até mim e conversar de forma humana? — Disse o irmão do meio enquanto analisava melhor a situação.

- Oh! Claro meu irmão, como se não soubesse que você tem uma queda por poder e que quer todo ele só pra você! Seu egoísta! — Disse o irmão mais novo aparecendo de repente do meio dos necromânces.

- Meu irmão desde o tempo de nossos ancestrais tais conhecimentos que você usou nessa noite são proibidos e você pode notar por que... - então de repente ele se vira pro irmão mais velho e fala com uma voz tão imponente que parecia que ele já não conversava e sim mandava naqueles que estavam ali — E você Vladius nunca teve jeito para governar e até por isso me deu esse lugar ao trono, o que posso fazer para você é ceder uma parte de nosso território.

Vladius nunca fora bom em raciocínio, mas agora pela primeira vez pensara bastante antes de falar algo até que respondeu seu irmão:

- E que território seria esse?

Raikrir que ouvia a conversar raciocinara rápido e se seu irmão podia ganhar um território ele também podia, foi então que disse — Se ele pode ganhar um lugar para fundar o reino dele também quero um para fundar o meu!

Clarius que os dos três irmãos era o mais inteligente raciocinou por uns instantes até que falou para os dois - Para Vladius eu cederei uma grande parte de solo ao norte, após a grande travessias de terra a um solo rico e fértil e lá ele e seus guerreiros e quem quiser seguir ele podem ir morar. E para você Raikrir abaixo dos pântanos a uma terra inexplorada, mas também fértil, aonde todos aqueles que quiserem ir com você poderão ir. Doarei suprimentos e guias para ajudar vocês para as viagens vocês partem daqui três dias - esta última parte foi ouvida por toda a cidade que no memento de caos já estava acordada e dentro de três dias algumas pessoas já haviam mudado de partido e preparado suas coisas para sair para terras distantes e desconhecidas.

Nesse momento o continente de Rengar fora dividido em três grandes países. Ao norte Brankar, a única forma de chegar por esse país era passar por um estreito de terra, que depois de poucos anos fora construído torres em cima do mar com arqueiros sempre apostos para atacar aqueles que tentassem invadir o país. Este que era constituído de grandes campos verdes e abertos, aonde cresceram muitas criaturas estranhas que no começo eram caçadas pelos guerreiros. O rei “Vladius V” se transformara em “Vladius primeiro” lá. O país mudara rapidamente de governante, havia freqüentemente golpes, sempre filhos matando os pais até, que o rei Vladius V organizou uma política no país unindo os monstros aos seres que haviam ido ao país criando uma grande força militar e uma forte economia.

No centro ficava o país de Adrevan, o país tivera o mesmo nome da capital e crescerá prodigiosamente, todos os filhos de Clarius foram exímios governantes em pouco tempo o país era mais unido, rico e belo do que nunca, não havia um só canto aonde não existisse felicidade. Mas com o tempo o medo cresceu, tiveram medo que os outros países tentassem dominar o país do meio.

Ao sul ficava Magdar, era um país com poucas belezas, campos inférteis e infelizes, muitas vezes passaram fome, mas logo fizeram uma aliança com os orcs e com eles conseguiram comida e aprenderam algumas magias com os xamãns orcs, e em troca deram casas melhores para eles e ensinaram algumas magias. Em pouco tempo a país cresceu não como os outros, mas começaram a fazem algo lá que até agora ninguém foi capaz de descobrir...

Notas finais
"Espaço do autor:
Gostaria de agradecer a todos que leram e todos que são importante pra min.
No final de cada texto vó escrever algo aqui sobre min, historia ou alguem que me ajudou direta ou indiretamente... qualquer sugestão para o texto eu aceito
obrigado por ter lido o/
e deixem um Review