Notas iniciais
Ayz: É minha primeira vez escrevendo (na verdade postando) algo desse estilo, então se não gostarem de algumas partes, me desculpem~pois provavelmente será as minhas partes.~.
Ana: Bem pessoas, é a primeira vez que eu posto também algo desse estilo, mas a Ayza que é mais perva, no eu. Ou seja, ela é a especialista no assunto, HEUEHUEHEUEHUE.
Ayz: KKK XD QUE ISSO? ME ENTREGANDO DESSE JEITO? XD
Ana: HEUHEUHEUEHU, Yep xDD Anyway, aproveitem essa bagaça.
Bom, esperamos que gostem do capítulo. Qualquer erro de ortografia que tiver, pedimos desculpas. '^-^

Já tinha anoitecido e os alunos já tinham se posto na cama, inclusive os empregados e a diretora tinham dormido. Apenas duas almas tinham permanecido acordadas, o Detetive Thomas e a Detetive Lu, os dois discutiam sobre o novo caso, como sempre.

Eles tinham uma amizade "estranha" poderia se dizer. Após o famoso caso das Bonecas, que retirou a vida de seus familiares e amigos próximos, deixando apenas os dois como sobreviventes. O rapaz tinha cabelos até o ombro da cor preta, suas mexas eram lisas, seus olhos eram de uma tonalidade clara, um lindo cinza. Era alto e tinha um corpo bem definido, já que podia se ver pelos seus braços e tronco descoberto. A jovem possuía um cabelo longo e ondulado, cujo a tonalidade era preta. Seus olhos possuíam uma tonalidade azul, um lindo azul céu. Sua pele era clara e sua estatura era baixa, seu corpo possuía muitas curvas, o que mostrava sua idade, que estava entre 17 a 19 anos. Após a discussão do caso, a jovem começou com uma voz chorosa e com o rosto corado. Dizendo algo como "Como pode esquecer da noite passada?!". Uma noite que não poderia ser recordada, pois nem sequer existira, mas a jovem aproveitou que o rapaz estava adoecido e adormecido, naquela tal noite, para assim poder irrita-lo e "trolla-lo", como sempre dizia.

Você está se referindo ao fato de eu ter dito "Você tem um cheiro bom, Lu."?– perguntou levemente confuso.

A jovem fingiu estar completamente magoada. O único problema, é que era consideravelmente uma mentira.

É claro que não, seu idiota!– falou, como uma atriz profissional, cruzando os braços, corando propositalmente e desviando o olhar. — Foi.. um pouco mais que isso.

Ela se perguntou se dessa vez o rapaz descobriria sua brincadeira. Ele, irritantemente, quase sempre descobria.

Thomas já sacara tudo. A jovem nunca faria nada com ele, não enquanto estive-se doente. Ela era uma pessoa boa de mais para fazer algo do tipo. Mas, resolveu entrar no jogo da menor.

Esboçou um sorriso malicioso e aproximou-se por trás da menor. Botou suas mãos na cintura da mesma, e uma perna no meio das suas friccionando sua perna na intimidade da jovem, logo mais começou a beijar o pescoço da mesma e disse com seu sorriso malicioso no rosto:

Por que não me ajuda a lembrar?

A face de Lu ficou em um vermelho intenso, tinha sido pega. Filho da puta. O xingou mentalmente. Ele, com certeza, levava muito a sério suas brincadeiras.

Cruzou os braços, emburrada, usando toda sua concentração pra pensar em qualquer coisa e aguentar.

H-Hmm..– murmurou, sentindo a perna do moreno, ainda corada. — S-Seu vadio. — não pôde deixar de gaguejar na situação em que estava, afinal. Merda. Estava completamente indefesa diante dele.

O rapaz esfregava mais e mais a perna, e levantava um pouco a mesma utilizando um pouco de força, apertando a intimidade da jovem.

Então, não ia me ajudar a lembrar? — perguntou o rapaz mantendo o sorriso, e mexendo o quadril da jovem para trás e para a frente, fazendo sua intimidade se movimentar com a perna dele.

Como a garota não era capaz de corar mais, já estava dando o máximo de si para controlar-se, tentando inutilmente se desvencilhar do mais velho. Tentou então usar seu bom humor, rindo um pouco forçadamente.

Ora, vamos lá Thomas, você realmente quer me estuprar aqui mesmo?– falou, sorrindo e mostrando a ponta da língua. — Você não iria TÃO longe por uma brincadeirinha indefesa, iria?– perguntou, tentando olhar para ele.

Era lógico que, assim que ele a libertasse, ia pegar sua espada e dar com a mesma embainhada na cabeça do rapaz, o mais forte que pudesse.

O rapaz aumentou a velocidade. Sabia que não poderia chegar longe, mas adorava a expressão corada da menor. Era divertido ver a jovem que sempre se faz de forte e que sempre, e digo sempre mesmo, o irrita.

Ora, se a outra pessoa gostar, não é estrupo. — sussurrou no ouvido da jovem, e logo após mordiscou sua orelha.

A jovem se conteve novamente para não pronunciar um "U-Uuuhh...".

E quem disse que eu vou gostar, tarado?– perguntou, irritada, arrepiada e, principalmente, corada.

Ele deu uma risadinha e aumentou mais ainda. Ao sentir algo se molhado entre sua perna e a intimidade da jovem, sorriu maldoso e com uma voz rouca e sedutora disse:

Então por que está tão molhada?

A jovem usava uma saia e uma blusa justa, fazendo ser mais propensa a ficar indefesa aos toques do maior.

Porque você está me tocando pervertidamente na merda da minha intimidade, talvez?– ironizou, logo tentando bloquear mais uma vez os movimentos de Thomas fechando levemente as pernas, o que mais atrapalhou que ajudou sua situação.

O rapaz riu novamente. Como adorava irritar-la! Sentia um prazer imenso ao vê-la nesse estado.

Então, irei parar.– sussurrou no ouvido da jovem.

Ele mordiscou a orelha da menor e assim a soltou. Logo após ele enfiou as mãos dentro de sua calça e sua box vermelha, começando a se masturbar, claro, ele tinha retirado seu membro para fora.

Pode cuidar da sua "amiguinha" no banheiro.– falou rindo.

A garota se arrepiou ao notar o que seu "chefe" fazia.

E-Eu não sou uma pervertida como você! E também, geez, você não tem um pingo de vergonha não? – murmurou, bufando e indo para seu quarto, deixando a porta encostada. Porém, só mais tarde percebera que tinha sido um erro, principalmente quando estava trocando de roupa, exibindo seus sensuais contornos em um espelho próximo e trocando de roupa íntima também.

O rapaz acabou rindo da reação da jovem.

Após acabar com o "servicinho" que fazia, deitou-se em sua cama. Mas antes que pude-se dormir, lembrou que teria uma reunião com diretora da academia, e que a morena iria participar. E como tinha esquecido de avisar, levantou-se da cama e dirigiu-se ao quarto da jovem, que ficava logo a frente do seu. Nem sequer bateu, pôs a menor tinha mania de chutar a sua porta. Ao abrir, deparou-se com uma imagem paradisíaca para qualquer homem, uma mulher completamente nua. Podia ver tudo da jovem, os seios de um tamanho médio, os bicos rosados, a sua pele extremamente branca, e tinha certeza que se passasse a mão pelas nádegas da jovem, ficaria surpreso com a macies. Sorriu um pouco pervertidamente, fechou a porta devagar e falou:

Heh, você sabe qual é o perigo de se trocar e deixar a porta aberta? Sabendo que tem vários homens nessa casa.

O rosto da jovem voltava ao vermelho.

PORRA THOMAS! – berrou, tentando se cobrir inutilmente com as mãos e por fim, apenas desistindo, colocando ao menos sua roupa intima. Voltou a raciocinar algum tempo depois, enquanto abotoava seu pijama. — Mas quem seria louco de ir até aqui, a uma distância de puta que pariu do quarto CERTO e ficar espionando quartos alheios?

O rapaz suspirou.

Eu vim aqui te informar de uma reunião que ocorrerá amanhã cedo. – falou — A culpa não é minha se você não tranca a porta!-completou ao sentar na cama da jovem e continuar encarando o corpo da mesma.

Seu sorriso aumentou mais ainda ao notar que poderia retirar proveito, de alguma forma, da situação.

Você tem um lindo corpo. — falou. Perguntava-se o quão macios eram os seios da jovem.

A garota o fuzilou com o olhar.

Você poderia ao menos parar de me encarar com esse sorriso pervertido, e tipo, sair da droga do quarto, não? – falou, já sem se importar. Teria MESMO que dividir o apartamento com aquele que parecia ser um lobo observando um carneirinho indefeso? — Bem, eu treino todo dia com a espada pra mantê-lo embora quisesse me empanturrar de chocolate... – comentou, dando de ombros e se sentando ao lado dele.

O olhar da jovem apenas o fez rir mais ainda. Afagou a cabeça da mesma, olhando dessa vez para os olhos azuis da morena.

Desculpe, mas seu corpo é realmente lindo. — falou, sorrindo de um modo gentil.

A garota corou levemente. Droga, ele estava fazendo aquilo de novo com ela. Tentou desviar o olhar, olhando acidentalmente para a calça do mesmo, onde deveria estar seu membro. Corou mais ainda, e, disfarçadamente, se pôs a olhar em outra direção rapidamente.

O rapaz no começo não entendera nada, mas após notar os olhares da garota. Deu um leve riso.

Ei, eu estou aqui me perguntando, o quão macios seriam os seus seios.– falou apenas para provoca-la, ainda afagando a cabeça da jovem.

Huh?– a jovem riu, já que não tinha problemas quanto a isso, logo olhando os seus seios e apalpando-os. — São apenas... normais. – comentou, rindo, embora que ainda meio embaraçada.

Então, como não se importava tanto assim, apenas pegou a mão do rapaz e o fez cutucar um de seus seios, o fazendo sentir uma leve maciez por cima da camisa fina masculina que a garota trajava como pijama. O gesto não demorou muito, porém.

Está vendo? Normais.– riu, o encarando inocentemente.

Não é desse jeito que se vê.– falou ele ao bota-la delicadamente em seu colo.

Thomas aproximou sua boca do pescoço da jovem e depositou um leve beijo, logo após subiu sua boca até a orelha da jovem e sussurrou:

Apenas vou descobrir se são ou não.

O rapaz deslizou as mãos pelo tronco da jovem, desde o umbigo. Chegou aos seios dela, e assim, começou a apalpa-los.

A garota novamente corou.

E-Ehhh?– pega de surpresa, tentou inutilmente formular uma frase completa. — T-T-Thomas, o-o que..? U-Uuh! Aí não, aí não! – resmungou, já vermelha. Olhou para o mais velho, em uma expressão frágil, embora um pouco ofegante, por mais que tentasse disfarçar.

Mesmo com o pedido, ele tinha continuado, até mesmo os apertava as vezes. Após 5 minutos a provocando daquela forma, os soltou e falou, sorrindo amigavelmente:

Macios, bem macios.

Voltou a afagar os cabelos da morena. E sorria, pois sabia que desde que não a força-se, poderia deixar a mesma sentir-se bem com suas mãos.

Viu, eu parei.– riu um pouco.

Ela não sabia se agia normalmente, o estapeava ou o mandasse continuar timidamente. Apenas olhou para o mais velho, emburrada e vermelhinha, para logo virar a cara pra parede à sua frente.

Bem, eu não mandei você parar. — comentou, ainda com a voz emburrada como a de uma criança.

O rapaz arqueou a sobrancelha. Ficou surpreso. Imaginou que depois daquilo, receberia uma voadora, ou uma espada em sua cabeça. Mas nunca esperou que a jovem concorda-se, tão rapidamente, com os seus toques.

Posso continuar? - perguntou.

A morena decidiu, então, finalmente jogar no mesmo jogo que ele. Se virou para o mais velho, o abraçando e beijando seu pescoço, chegando até seu ouvido.

Sim, continue, Tonton-onii-chan... – sussurrou sensualmente, logo depois mordendo sua orelha.

O rapaz perdeu o resto de sanidade que lhe restava. Jogou a morena na cama e ficou em por cima da mesma. Começou a beijar seu pescoço, e aos poucos a morde-lo, deixando vários chupões. Retirou a blusa da jovem, devagar, apenas a provocando. E começou a passar sua língua por volta dos seios da mesma.

Lu, que agora já estava excitada, por sua vez, colocou suas mãos nas costas do rapaz, o agarrando, já ofegante.

T-Tomtomts... – sussurrou novamente no ouvido do rapaz, ainda que sorrindo. — H-Huuh...– falou, segurando o gemido. Aquele filho da puta era realmente bom nisso.

O moreno sorria com as reações da jovem, começou a apertar o bico do seio esquerdo da jovem, enquanto sua mão livre desceu até a sua intimidade. Começando, assim, a esfregar o dedo ali.

Com o gesto do mais velho, Lu apenas arranhou sensualmente suas costas, sorrindo maliciosamente. Enquanto segurava gemidos, para não ser a única sentindo prazer, foi descendo sua mão pela barriga de Thomas, logo encontrando a calça de seu chefe e logo o zíper, o abrindo.

Mordeu o lábio. Ele era o único que a fazia ficar desse jeito, pervertida. Corou um pouco mais ao pensar isso, e abaixou a cueca do mesmo, tocando gentilmente, porém sensualmente também, o membro ereto do rapaz.

Thomas sentiu um arrepiou com o toque da garota. Realmente queria mais, só que devia se controlar.

Heh, não pensei que você faria algo assim. – falou retirando a calcinha da jovem, vendo melhor a intimidade da mesma.

O rapaz começou a contornar com o indicador a intimidade da jovem, enquanto sentia seu membro ficando mas ereto com os toques da morena.

Nem eu... U-Uhhh... – deixou escapar um gemido no meio da frase que pretendia formar. — Mas olha só o que você me faz fazer, idiota...!

Ela riu, se encolhendo um pouco quando sentiu a calcinha sendo retirada, ficando levemente tímida.

A-Aí é feio! – comentou, vermelhinha, tapando o rosto com sua mão livre na tentativa falha de ele não ver seu rosto erubescido.

Passou a masturbar o membro do moreno, com incrível habilidade para sua primeira vez.

Ele riu mais ainda. Pegou os braços da jovem e os botou no peito da mesma. Abriu as pernas da menor vendo toda a extensão de sua intimidade, inclusive conseguia ver o clítoris da jovem.

Heh, é tão rosinha, e está tão molhada.– falou com uma voz sedutora.

Encaixou sua cabeça no meio das pernas da jovem e começou a passar a língua por volta de sua intimidade.

A jovem desviou o olhar ao ouvir as palavras do moreno, corando mais ainda quando percebeu o que ele ia fazer.

V-V-Você não está pensando em..A-Ahhh!- ela foi interrompida por um gemido baixo, que não tinha conseguido segurar. Logo foi tratando de cobrir sua boca com uma das mãos, com a outra agarrando o lençol.

Ele retirou a boca de sua intimidade e olhou para a jovem.

Não abafe seus gemidos. – falou ao voltar com a boca na intimidade da jovem.

E-Ehh? – perguntou Lu, olhando para a cabeça que tocava sua intimidade intensamente. Mas, se não abafasse seus gemidos... se não se segurasse... Não se entregaria por inteiro à Thomas? Seus sentimentos se embaralharam por um momento, a fazendo ficar levemente confusa.

Após muito passar a língua em volta da intimidade da jovem, o rapaz a penetrou com a língua, que começara a passear dentro na morena.

Ela olhou para o rapaz, enfurecida, embora soubesse que nem tanto dentro de si.

C-Como você não quer que eu abafe meus gemidos com você me tocando desse jeito, idiota?! – murmurou, se contorcendo de prazer por dentro, desobedecendo o moreno e abafando mais um gemido com a mão.

Enfurecido, o rapaz retirou sua boca de dentro da menor. Girou o corpo da mesma e sentou-a em seu colo. Começou a esfregar seu membro na intimidade da jovem, enquanto segurava os braços da mesma atrás de seu corpo.

A-Ahh...– gemeu ela, se encolhendo um pouco. Encostou sua cabeça no peito do jovem detetive, ofegante. — T-Thomas... I-Isso já é maldade.. N-Não é justo...!– choramingou. Desse jeito, parecia até uma frágil boneca, com seus olhos azuis o encarando, a face vermelha e os lábios de mesma cor.

O rapaz apenas riu da expressão da jovem. Essa cara de "Boneca", nunca iria o convencer, pois o mesmo odiava bonecas, graças a um demônio.

Injusto é você abafar seus gemidos! - exclamou ao esfregar mais forte.

O rapaz botava a cabeça de seu membro encostando, como se beijasse a intimidade da jovem. Quase a penetrando.

Posso entrar? — sussurrou no ouvido da jovem.

Oras, o que tem de injusto nisso?– perguntou ela de volta, que tentava a todo custo não acordar as pessoas da mansão. Então o abraçou, como a boa criança carente que tinha dentro de si. — S-Sim.. – murmurou, embora queria adicionar um "Desde que seja você, está tudo bem por mim...", mas é claro que não falaria isso pra ele. Não agora. Francamente, eles tinham ficados juntos por todo esse tempo e só agora que ela tinha notado... "Ridícula", pensou em sua mente.

Thomas sorriu. Aos poucos introduziu seu membro dentro da jovem. Era apertado e difícil de se movimentar, mas isso não o impediu de movimentar-se dentro da menor. A posicionou para que fica-se de quatro, e assim continuou com as investidas. Vez ou outra apalpava os seios da jovem.

Ela se encolheu. Se sentia, de certa forma, estranha. É claro que, agora, não podia fazer muita coisa além de ficar completamente confusa em sua mente, gemer (porém baixo. Continuava não querendo acordar ninguém) e se movimentar lentamente. Agarrava agora o lençol ainda mais, afinal, era a primeira vez fazendo aquilo.

O moreno vinha cada vez mais rápido. Conseguia-se ouvir o som dos corpos se chocando misturado com os gemidos de ambos.

Lu... Posso gozar dentro? — perguntou.

O rapaz mais uma vez sentou, trazendo a jovem consigo. Agora seu membro ia mas fundo, tocando o útero da menor. Ficou tocando uma e outra vez naquele ponto, esperando a resposta da jovem.

Ela assentiu, notando que também estava chegando quase ao orgasmo. Abraçou novamente o jovem, arranhando suas costas levemente, de modo sensual, enquanto ouvia o coração acelerado dele.

O rapaz aumentou a velocidade e a força.

Sentiu que algo estava chegando dentro de si. Acabou por soltar um longo grito de prazer, pois tinha gozado dentro da jovem. Sorriu sem forças esperando a jovem o acompanha-lo.

Ela apertou o rapaz ainda mais forte, gemendo igualmente junto com ele, porém escondendo seu rosto no peito do mesmo, tendo atingido o orgasmo junto com ele. Olhou para ele por um momento e então, deu um selinho terno, sorrindo e logo voltando a se aninhar em seus braços.

Os dois caíram exausto na cama. O rapaz abraçou a jovem e sorriu para a mesma. Ele levantou o queixo da morena e encarou seus lindos olhos azuis, encostou seus lábios nos dela e a beijou ternamente. ,Ela correspondeu o beijo, sorrindo, até se separarem por falta de ar e ela, então, dormir serenamente, sussurrando um "Oyasumi, seu puto".


[...]

POV's Lu.

Eu acordei, piscando meus olhos e dando de cara com um Thomas pelado. Ahh, olha, que bonitinho, assim ele finalmente tem algo de angelical e- Calma, pelado? QUE. MERDA. ACONTECEU. ONTEM.

Sentei na cama, mexendo nos meus cabelos e relembrando de tudo que acontecera ontem. Tudinho.

Bom dia.. – ele sussurrou amavelmente, sorrindo pra mim, com os cabelos ligeiramente bagunçados. Eu até derreteria de amores por aquele idiota e toda aquela coisa de shoujo e blablablá, SE ELE NÃO TIVESSE GOZADO NA MERDA DO MEU INTERIOR!

Retribui o sorriso, e calmamente peguei o travesseiro ao meu lado e tentei inutilmente sufocá-lo.

MAS QUE DROGA VOCÊ TÁ FAZENDO? – ele berrou, pegando o meu pulso e me encarando.

O QUE EU TO FAZENDO? PORRA THOMAS! E SE EU FICAR GRÁVIDA?– berrei, provavelmente fazendo Annabelle ouvir lá do seu quarto e se matar de rir.

Mas você que disse que eu podia gozar dentro, sua idiota! – ele falou, um pouco mais calmo (ou desesperado porque poderia ter me engravidado e sabia que eu não deixaria barato).

MAS EU TAVA NO CLIMA!– berrei de volta. — Porra, não é VOCÊ que pode ter que se preparar pra parir uma melancia! – resmunguei, cruzando os braços.

Ele realmente riu com o que eu dissera. Melancia? Por que logo uma Melancia? "Talvez ela já estaja com desejos." Pensou, e com isso riu um pouco mais.

Se acalma! – falou parando de rir.

Ele fez um breve "Caham" e olhou para mim.

Daqui a três semanas faça o teste de gravidez e veremos se você está grávida ou não. – falou calmamente ao sentar-se na cama.

Eu fiquei puta.

Você vai comigo na farmácia, idiota.– resmunguei, o encarando, emburrada e me levantando pra catar minhas roupas. Mas logo a preguiça me venceu e eu apenas fui pegar outra roupa, me vestindo ali mesmo. – Mas sério que depois de tudo isso você ainda vai me ver como uma irmã? – perguntei, o encarando, imperceptivelmente corada.

Ele pareceu pensar um pouco. Sério que eu sou apenas irmã!?

Bom, seria estranho eu fazer sexo com minha irmã. – OBVIAMENTE! — Então, acho que se você ficar grávida, tomarei você como minha esposa, se quiser. Por eu ser maior de idade, não haverá problemas por tomar uma menor como minha esposa.

Ahh, bom, achava que tudo bem você me tomar como esposa mesmo eu sendo menor de idade por você ser um bendito ANJO que pode fazer de tudo!

Estreitei os olhos, o encarando.

Claaaaro. Só se eu ficar grávida você vai me tomar por sua esposa, lógico. — suspirei, dando de ombros como se não me importasse. Mentira. Me concentrei de novo em colocar uma bendita roupa pra não ficar desfilando por aí pelada como uma daquelas strippers, pensando em como eu ia me declarar, afinal. Tinha que ser algo que combinasse comigo, afinal. Suspirei de novo.

Senti ele me encarando por trás por um momento e depois suspirando.

Eu fiz tudo isso pensando em tornar você minha esposa, desde o começo. — Falou ele, fazendo com que eu me virasse e o encarasse, corada, enquanto ele colocava sua cueca seduzente de volta.

Marchei até ele, com uma bela cara puta, emburrada e seja o que mais você queira, para então beijar ele(ainda com a primeira camisa que tinha visto e uma calcinha do Pooh que tinha colocado de ultima hora).

–Te amo, idiota. – falei, vermelha, mantendo a cara emburrada, mas logo sorrindo e pegando a mão dele, o arrastando pro seu respectivo quarto. — Vem, agora vai se vestir pra irmos na merda da farmácia logo, que eu é que não vou com o risco de algum conhecido me ver e pensar que EU, uma moça boa e de família acabou fazendo a besteira de ficar grávida. – O que, na verdade, era exatamente o que poderia acontecer.

Saí do quarto enquanto ele se trocava, indo também colocar um casaco azul e uma calça jeans qualquer, dando de cara com ele quando voltei ao pequeno corredor.

Vamos, vamos.– falou ele, rindo daquele jeito que me irrita profundamente, vestindo uma camisa polo branca e uma calça jeans azul, com um tênis preto. Peguei a mão dele (olá, vermelhidão, de novo!) e andei cautelosamente pra ver se alguma pessoa random e putinha aparecia pra gritar pro mundo que eu ia realizar meu sonho de ser casada. Mas é, eu estava feliz, afinal. E meu sorriso concluía isso.


Notas finais
"Notas finais pela nossa querida *cof*entregadora*cof* Ana"
Bem povo, se quiser deixa review, e quem ser curioso pode dar uma passada no blog. ~Peteleco na testa.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.