Notas iniciais
Tem pessoas que estão diariamente no meu coração...E não percebem isso. S2 J
Capitulo de hoje, relax, para toda loucura que vai vim por ai...
Musica de hoje da diva. Lana Del Hey;
It's you, it's you, it's all for you
Everything I do, I tell you all the time
Heaven is a place on earth with you
Tell me all the things you want to do
I heard that you like the bad girls
Honey, is that true?
It's better than I ever even knew
They say that the world was built for two
Only worth living if somebody is loving you
Baby, now you do
(http://www.vagalume.com.br/lana-del-rey/video-games-traducao.html)

Pov, Sam



Como eu havia aceito aquele pedido?

Eu poderia ter continuado normalmente vivendo de uma mentira na qual eu mesmo havia criado...Talvez aparentemente ela me deixava em um processo de conforto monstruosamente mentiroso, e mesmo que estivesse apenas a alguns passos de uma ida dolorosa, ainda haviam uma diferença...Com tudo, não foi isso que eu fiz, eu desafiei meu sentindo, os meus sentimentos. PORRA...Eu sou uma Puckett, que não mede resultados com tudo que faz, que se acha o ser humano mais forte do mundo capaz de lidar com qualquer situação, mas os Puckett's só eram visualmente fortes...

E por isso consequências como aquelas que eu estava sentindo, virou rotina em minha caótica vida.

Claro que agora, eu me arrependia com todas as forças dadas ao meu corpo, de ter ido ao casa ao lado, de ter visto o que meus olhos me permitiram a ver.

Se soubesse que as coisas se tornariam piores, confesso que jamais teria dito ''Sim'' ou '' Não''...Porque quando realmente qualquer pessoa começa a ver as coisas que se passa ao seu redor, e percebe que não existe uma saída, ela conforma em fica presa a algo justamente remetido a tristeza... O que acontecia comigo, naquele momento.

Era assim que eu me sentia, foi exatamente assim que eu reagir quando meus pés tocaram aquela casa...E eu tentei me segura até ao final do extremo, com tudo eu não consegui...Ter aquela minima conversa com o Benson, foi o o topo que eu precisava para cair brutalmente no chão e não ter forças mais para levantar. O ápice para que meu coração derramasse o que tanto ele insistia em prender por tanto tempo, por isso não prolonguei aquela conversa, porque era inútil, mesmo que eu o amasse, era inútil. Então eu fugi, assim como sempre fiz, sem explicações, sem nada, ... Não precisaria me mostrar fraca aquele ponto como se o mundo fosse cair a qualquer momento, e particularmente não teria muita vontade de reerguê-lo.


Precisava do meu refugio, o local no qual eu poderia extravasar toda minha tristeza, gritar silenciosamente de dor, e refazer meu pensamentos para que eles não morressem junto com meu corpo. . .E assim fiz, caminhei com pressa para dentro daquela imensa casa, no momento solitária, sem querer olhar para trás, afinal eu sabia muito bem que se eu olhasse para trás, eu me rendia, e no meu ponto de vista eu acho que era tudo que eu precisaria agora, aquele lugar, vazio, comportando toda minha angustia...Sem interferência ou nada... E quando realmente conseguir chegar, quase que as pressas no meu destino certo, eu desabei , nas lágrimas mais permanentes do meu coração.

Não conseguia mantê-las aqui dentro...Sentia meu rosto esbanjando uma tristeza deflagrada em águas salgadas, no qual meus olhos explodiam com a dor que elas causavam...

Existia uma dor tão grande dentro de mim naquela hora, que me fazia querer morrer, eu sabia que desta vez estava fraquejando, que eu tinha sido derrotada e mesmo que agora eu chorasse desesperadamente e tentasse retirar aquela dor, ela só ia aumentar, aumentar e amentar.


Apoiei minhas costas naquela porta e fui deslizando aos poucos até conseguir sentar no chão, já que as forças tinha desaparecido dentro de mim, e se possível, chorei ainda mais, com a cabeça apoiada em meus joelhos, escondendo meu rosto, escondendo minha tristeza, minha angustia.

– O que eu fiz pra você? Diga-me...O que eu fiz? Falei entre soluções para provavelmente o único que conseguia me ver e ouvir agora. DEUS. '' Diga-me porque estou sofrendo tanto?'' Tentei argumentar toda minha revolta agora, mas era inútil, eu não recebia uma resposta, nenhum sinal. Deus havia esquecido de mim... Só tentava achar um motivo para que ele me tirasse do seus pensamentos, mas, assim como antes, eu não obtive nenhuma resposta.

Continuei resguardada no meu mundo de dor, chorando, sem forças para levantar...Até sentir batidas leves na porta.

– Mamãe? Minha respiração parou subitamente...Aquela linda vozinha ecou através da porta me entregando uma força suprema que me fez levantar na mesma hora.

Era triste manter minha forma como estava agora, principalmente agora, que eu sabia exatamente quem estava por de trás daquela porta, não queria que minha filha fosse atingida daquela forma. Então limpei o rosto como podia. Mamãe..Abra a porta. O som que ela fez, ecou maior na porta.

– Já estou indo amor. Tentei recuperar o tom da voz...O ar...E tudo que tinha ir embora. — Mamãe...Sophie bateu talvez fortemente e o som ecou sobre a casa.

– Ok..Sam..Controle-se. Murmurei para mim, até tomar coragem a abri a porta.

– Oi..Ela soltou um singelo sorriso me olhando e por um milagre consegui retribuir tal gesto.

Sophie fitou-me...E por algum momento eu repensava até onde ela me sentia, até onde ela sentia qualquer coisa que estava sentindo. . . Respirei fundo e me ajoelhei a sua frente.

– Sabe o que eu queria hoje?As mãos delas se colocaram ao meu rosto e instintivamente meu coração se derreteu.

– Me diga...Eu eu farei. Aqueles lindos olhos vieram com toda ternura ao meu encontrando, afirmando que sabia de tudo que eu estava sentindo, de tudo que precisaria livrar-me dessa imensidão. Sophie respirou pesadamente...E depois abriu um largo sorriso.

– Se você dirigir até o Park neighborhood, vai saber. Fitei um chão e depois voltei a ela.

– Tudo que você quiser. A respondi, e assim eu iria fazer.



Pov, Freddie.



Eu jamais havia entendido a mente humana, como ela trabalha, qualquer mecanismo, ou qualquer vontade aposta dentro das vontades, por que qualquer pessoa faz uma outra sofrer, apenas para satisfação dos próprios desejos, e que mente poderia ser mais doentio, revendo a infelicidade e se acostumando com isso.

Talvez se fossemos acostumado desde sempre a comer carne humana, acharíamos canibalismo algo natural, tudo é envolvente na questão da repetição diária, o fazendo comum. Mas, como aquilo ainda não era minha realidade, certamente eu perdi o contato com o que me deixava preso aqui.

Raiva, ódio, transtorno e mais ódio, eram as únicas coisas que conseguia sentir...

Não sei por onde fomos, não sei qual problema tinha-se feito, porque quando dei por mim, estava deitado no meu velho e pequeno sofá paralisado, com minha mãe ao meu lado, falando coisas na qual não conseguiam entrar no meu ouvido. Eu perdi meu elo, algo que me deixava ser preso a uma pessoa do bem, perdi toda minha benevolência, por uma razão digna, mas, eu sabia que se não conseguisse me encontrar, o meu menor problema seria quebrar o braço de Carly.

E mesmo que agora, eu estivesse desejando seu pior sofrimento, ninguém merecia, passar por isso...Nem mesmo ela. Estaria eu me igualando a seus atos, e de nada adiantaria.

– Freddie? Minha mãe tentou argumentar alguma palavra para que eu saísse daquele silencio, mas de nada adiantaria...Porque eu não sabia como prosseguir, o que poderia fazer, como poderia fazer...Tudo me deixava ainda com mais raiva. Então resolvi restringir meu mundo e calar-me. Querido, acalme-se, você sabe que está tudo feito. Respirei fundo. — Antes que você pense em qualquer coisa, lembre-se, ela carrega um filho seu. Desta vez eu a olhei e encolhi meus ombros.

– Eu sei.. Murmurei abaixando meu olhar.

– De uma forma ou outra, é isso que está acontecendo. Ela tocou em minha mão, simplesmente aquilo me fez se sentir melhor.

– O que mais doí, não foi saber de tudo isso. Fixei me olhar novamente a minha tão doce mãe. — O que mais doí, é o fato de não ter escolhido ela, mesmo eu querendo escolhê-la, e não fui culpa da Carly, eu a escolhi apenas por comodo. Redigi essas palavras baixinho.

– Então lute, traga o tempo de volta. Minha mãe disse, ainda segurando minha mão, sentada apenas na parte que sobrava do sofá.

– È tarde agora. Argumentei e minha mãe soltou um sorriso fraco.

– Nunca é tarde...Enquanto estiver vivo, pode tentar. Sam é cabeça dura, mas no fundo, ela vai entender isso. Por que é o que ela precisa ouvir.

Em um impulso, sentei-me naquele sofá e fitei minha mãe.

– Aonde ela está?Perguntei-me referindo-me a Carly.

– Pedi a Jonny que a levasse ao hospital para cuidar do braço. Ela encolheu os ombros.

– Preciso falar com Sam.. Tentei mover-me, mas, minha mãe evitou.

– Freddie...Sam não esta em casa. Meu coração se encolheu rapidamente. — Sam passará noite fora com Sophie.

– Porque isto agora? . Franzi o cenho a olhando.

Eu não sabia qual os argumentos cabíveis a minha minha mãe, mas naquela situação, a única coisa que havia na minha mente era que Sam iria embora e levar o que de mais importante existente na minha vida. MINHA FILHA.



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Notas finais
É você, é você, é tudo para você
Tudo que faço
Digo a você todo o tempo
Com você, o céu é um lugar na terra
Diga-me todas as coisas que você quer fazer
Ouvi que você gosta de garotas más
Querido, isso é verdade?
É melhor do que eu pensava
Eles dizem que o mundo foi construído por dois
Só vale a pena viver se alguém estiver amando você
Querido, agora você ama
Pense nisso.
OBS: Primeira foto, é um segredo. SHAUHSUAHHSAUHSUAHUSAHUHSA detalhe para os sapatos dele. AWNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNn
Respondo os reviews do capitulo anterior amanhã *O*