Could It Be Any Harder
21 No Air
Notas iniciais
Hoje tive uma noticia não tão boa de uma amiga a Gabs, a garota que praticamente achou a Sophie, ela esta mal de saúde e tal.
GABS ESSE CAPITULO É PRA VOCÊ.
Uma pessoa maravilhosa e linda por dentro e por fora com um lindo coração.
saúde pra você...
Pov, Sam
Jamais saberia no que tudo aquilo poderia resultar, aquela reaproximação era algo sensível a ser resgatado aos poucos. Porem estava disposta a tentar, queria me sentir completa de novo...No momento eu queria meus amigos de volta novamente. Então sem pensar duas vezes liguei para o Gibby e falei que ele viesse junto com sua amada, como ele costumava falar. E claro...claro...Liguei para o Brad, que tão magnificamente falou que seria uma honra.
E Sophie, o que dizer ? Ela realmente estava mais próxima de Freddie, e era belo ver isso. Até mesmo resolveu mostrar sua coleção de 'mini-planetas' a ele, estava feliz...AS coisas estavam progredindo, pelo menos pra mim...Lúcia, Jonny e Senhora Benson tinha se dado muito bem na cozinha, conversavam e sorriam o bastante para se ouvir na sala. E falar em sala...Olhei para Carly que estava ali sozinha, como sentia falta das nossas conversas, e da sua irritante perfeição. Fomos amigas por tanto tempo que sentia falta dela.Mais uma vez não tive paciência pra pensar, então me aproximei dela e sentei-me ao seu lado naquele sofá branco.
– Então...Como você esta nessa manha? Falei a olhando.
– Bem. Ela respondeu friamente...
Depois disso fiquei sem reação. Ok sabia que isso era tudo novo pra ela então teria que ir com calma, mesmo aquilo me assustando muito.
– Quando estava gravida de Sophie, todas as minhas manhas me sentia mal...Disse mais uma vez tentando puxar papo com ela, não saberia como agir, mas desta vez ela me olhou, parecia altamente desconfortável por estar ali, nem queria estar ali.
– Porque esta tentando ser simpática? Ela falou, fazendo eu abaixar minha cabeça, jamais Carly havia falado comigo assim e isso fez doer meu coração. — Não fique assim, essa situação é mais difícil pra mim do que pra você. Logo ouvi ela soltar palavras que friamente atingiram meu coração.
– Sinceramente, você me surpreende. Disse me levantando daquele sofá.
– Eu te surpreendo? Ela falou ironicamente. Me voltei para olha-la.
– Porque você esta assim? Você tem absolutamente tudo pra ficar bem e feliz. E só vejo tristeza e insatisfação no seu olhar. Que triste. terminei de falar aquelas palavras tão frias quantos as dela, e a ignorância comigo foi enorme.
Ouvi o som da campainha ecoar e somente assim tire minha atenção dela e fui até a porta pensando o quão tola eu tinha sido, porque mesmo eu tinha puxado papo com ela? Não tive reação de olhar que estava ali e logo fui abrindo a porta. — Sam. Ouvi uma voz familiar, sorri instantaneamente. Um bouquet de flores cobria aquele rosto mais eu reconhecia a voz em qualquer lugar. — Brad.. Ele logo mostrou seu rosto que me recepcionava com um perfeito sorriso, eu jamais tinha reparado naquele sorriso. Ficamos por um breve segundo ali até ele se manifestar. — Vai me deixar aqui? Ele disse erguendo as duas sobrancelhas com um ar de sorriso no rosto. — Desculpa. Alertei, fugindo do olhar dele. Era impressão minha ou tivemos um estranho flert . OK SAM PARA DE PENSAR NISSO. Dei espaço pra que ele entrasse e assim Brad fez, fechei a porta logo que ele entrou. — Então Gibby já chegou? Ele se voltou para me olhar e novamente me perdi. Estava reparando em coisas que jamais reparei, como o traçado do rosto dele era delicado, a cor dos seus olhos. — Sam ? ele repetiu meu nome para que eu voltasse a realidade novamente.
– Ah, não...não. È só Carly esta aqui. Apontei para mesma sentada no sofá, logo ela abriu o singelo sorriso quase que único para o Brad e ele fez o mesmo, foi até de se estranhar mais logo eles cessaram o olhar e ele voltou se a mim. — Então. Brad falou me olhando. — Ent...Nem pode concluir minha breve palavra e fui interrompida pela som de voz conhecido. — Brad? Olhei para o Freddie, que parecia um pouco desconfortável, olhei em volta e não vi Sophie ao lado dele. — Hey cara. Brad falou se voltando seu corpo para Freddie, que não sorriu. Depois só houve silencio, apenas nos olhávamos sem nenhuma reação após o olhar. E assim ficamos por um tempo, era estranho o momento, mas estranho era pensar na sensação que sentia quando observava o Freddie me olhando, parecia que queria me roubar e me tirar dali para que o Brad não pudesse me olhar mais, não parecia irritado, parecia triste, confuso. Gibby logo chegou assim como sua mulher, Tasha continuava tão perfeitamente linda, delicada, sensível. Até hoje me pergunto o que ela observou nele. Johnny bom esse saiu, queria saber com quem ele se encontrava tanto, qual era o cara que estava tomando conta do seu coração tão bondoso. Almoço calmo com poucas conversas, e revelações.Bom revelações para o Brad que não sabia da gravidez de Carly, era um ato a se comemorar porem o único animado era o próprio Brad com essa noticia. Sophie não desceu em nenhum momento, então quando acabamos de comer, eu fui direto ao quarto. E ela estava ela, sentada na cama olhando pro nada, parecia pensativa...Era estranho pensar em uma criança pensativa aos 4 anos, mas dai havia a mentalidade muito alem. Caminhei até o lado dela e sentei ao seu lado e só assim atenção dela se foi pra mim. Sophie não esboçou nenhuma palavra apenas suspirou. — O que esta acontecendo? Disse olhando pra ela que deu com os ombros. — Podemos voltar para Miami? Sophie falou baixinho, rapidamente frazi o cenho. Toda aquela reação dela estava me deixando preocupada, começava a me arrepender de ter dito a verdade a ela.
– Porque quer voltar pra Miami? Perguntei e o olhar dela se desviou.
– La é melhor. Ela soltou uma resposta nada convincente.
– Lembra da sua amiga a Poppy? A puxei para perto de mim.
– A esquisita ? Ela soltou um sorriso me olhando.
– Exatamente, lembra que eu reclamava do fato dela extremamente estranha por usar só preto e dizer que feitiços era uma coisa legal? Sem contar o fato dos enormes óculos, do corpo desajeitado. Falei e observei ela me olhar confusa. — Você me disse que eu deveria da uma chance pra ela, porque por trás daquela pessoa esquisita existia uma pessoa de bom coração . Completei. — Não é a mesma coisa mamãe. Ela disse se soltando dos meus braços. — A única diferença é que eu acho que o Freddie não se acha um bruxo e não adquiri a moda gótica. Falei soltando um sorriso dela. Ficamos algum tempo conversando até descermos novamente... Todos pareciam mais animados, Wendy estava lá, eu tinha ligado pra ela, porem ela sempre chega atrasada. — E la vem Sam Puckett. Ela falou com um copo que com certeza tinha alguma bebida alcoólica.
– Wendy, que bom que veio. Me aproximei dela e abracei.
Ficamos ali conversando, rindo a maioria da parte, a vida louca de wendy era um desejo para todos ali, sem se importar com nada, era rica, e maravilhosamente deslumbrada com suas roupas de marcas e seus sapatos. Sem contar que filosofava como ninguém.
– Podemos conversar ? Senti uma mão tocar meu braço, voltei meu olhar e observei Carly.
– Agora? A olhei confusa.
– Sim. Podemos em um lugar reservado ? Ela respirou fundo, olhei para os lados, Sophie estava entretida com as historias ridículas do Gibby, Freddie e Brad conversavam sabe la Deus sobre o que.
– Claro. Franzi o cenho e mais uma vez eu iria voltar a tal sala de leitura/escritório ou o que você quiser chamar. Fui a guiando até chegar ao lugar desejado. Pedi pra ela se sentasse ao sofá e me sentei na cadeira vizinha.
– Então? Iniciei a enorme conversa que teríamos.
– Me desculpe pelo ocorrido mais cedo. Ela respirou fundo.
– Tudo bem, entendo, sinceramente entendo você. retruquei a olhando.
– Sabe Sam. — Ela abaixou a cabeça. — Me desculpe. — Pelo o que? Mordi o lábio inferior e abaixei minha cabeça. — Por roubar sua vida, sua felicidade, seu amor. Aquelas palavras metralharam meu coração, morrer ali parecia uma boa opção para não ouvir o restante. — Sei o quanto amava o Freddie, sei o quanto ama, eu destrui tudo que você tinha, só para o momento. Me perdoa por começar a amar o Freddie, por tentar inúmeras vezes apagar você da memoria dele. Eu falhei todas as vezes e agora eu me vejo em uma situação tão catastrófica . Olhei para Carly e observei seu rosto cheio de lágrimas, me senti mal por aquilo. — Sam, Freddie só voltou a sorri a partir do momento em que você voltou. Eu não sabia o que falar, não sabia o que dizer acha egoísmo meu depois de tanto Carly falar eu permanecer calada, sem nenhuma palavra e apenas sentindo uma ponta de conforto nas palavras triste que acabei de ouvir. Eu respirei fundo tentando formular alguma resposta para aquilo mais não consegui. — Você pode me perdoar. Ela enxugou as lágrimas e quase que involuntariamente me levantei e sentei ao seu lado.
– Sinto falta da minha melhor amiga. Essas foram as únicas palavras que saíram da minha boca. Ela sorriu triste, e eu coloquei meu braço em volta do seu ombro e a trouxe pra mim, antigamente Carly Shay faria isso, estranho ver o quão foi a mudança brutal em nossa vida. Só sei era isso que sentia, falta...falta...falta...
Meus pensamentos, estranhos pensamentos que jamais tinha tido tornaram minha cabeça como se fosse real.
Imaginava em bosque altamente lindo, com flores brancas, com árvores velhas porem reluzentes, Carly havia sumido, e somente eu estava ali de pé...Aos poucos a forma de uma pessoa ia se formando longe, via calmamente e logo comecei a reconhecer, olhei pra minhas veste que tinha mudado completamente. Estava com um vestido tomara que caia, branco de renda, justo ao corpo, estranhamente estava descalço, com os cabelos presos. Voltei meu olhar novamente e já pude reconhecer o cara a minha frente. Prendi minha respiração. — Freddie. Sussurrei pra mim mesma. Ele aproximou-se de mim, e soltou aquele sorriso único, não pude evitar de sorrir também.
– Estou sonhando? Falei fixando meu olhar no dele.
– Não, essa é sua realidade. Ele levou sua mão até meu rosto, estremeci no mesmo tempo. Eu o sentia, sentia o calor a sensação de bem estar. Ele me tomou para si e me abraçou...
''As curvas no caminho, meus olhos tão distantes,Eu quero te mostrar os lugares que encontreiComo o céu pode mudar de cor quando encontra o mar...... quando encontra o mar!!!''
–Ele cantarolava, tal musica nunca conhecida por mim...Mas fechei os olhos pelo momento, podia ficar ali com ele pra sempre. Eu estava feliz, novamente feliz.
''Um sonho no horizonte, uma estrela na manhãDe repente a vida pode ser uma viagem...E o mundo todo vai caber nesta canção ... nesta canção!!!'' -Sorri, em tão magnificas palavras. Minhas pernas ficaram bambas...
''Vou te pegar na sua casa, deixa tudo arrumadoVou te levar comigo pra longeTanta coisa nos espera, me espera na janelaVou te levar comigo!! ''
–O abraço dele se torna tão invasivo ao meu corpo, as mãos comportada deles já repassavam por minhas costa. Que sonho teria o cheio e o calor dele.
''Eu quero te contar as histórias que ouviE nas diferenças vou te encontrarO amor vai sempre ser amor em qualquer lugar...... em qualquer lugar!!''
–Fre..e.e.dd.ie. Gaguejei sem ao menos abri os olhos.
– Oi Princesa Puckett. Ele me soltou e voltei meu olhar para os deles, tão diferente de ultimamente. Me calei pra poder observar meu sonho, não queria voltar pra realidade, não naquele momento. Eu apenas sorri, e as lágrimas já eram visíveis no meu olhos.
– Quero apenas que saiba quem algum lugar no tempo, nós ainda estamos juntos, felizes. E pra sempre, sempre ficaremos juntos....juntos...juntos...
– Sam ? Senti uma cutucada no braço aonde toda a realidade voltou. Olhei para o lado e já observei Carly de pé a minha frente. Um breve, breve sonho.
– Oi. Ainda parecia perdida, eu queria voltar no tempo, exigia em pensamento.
– Esta tudo bem? Pareceu distante, estava pensando no que eu falei? Me levantei rapidamente e caminhei a sua frente.
– Claro que sim. Merecemos o que temos e nada pode mudar isso. Estamos bem como estamos, pelo menos eu estou. Soltei o sorriso fraco e Carly também. Conversa, sonho, estranho sonho.
E a certeza que tudo poderia voltar a ser como era antes.
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