Could It Be Any Harder
10 Kiss me. ( part- 2) / Back At One
Notas iniciais
http://www.vagalume.com.br/brian-mcknight/back-at-one-traducao.html
Hoje sem muita coisa pra falar, ontem não postei porque tive que ir no aniversario do meu primo, então não deu.
Fiz capitulo com irmão, que eu amo. Ouvindo Charlie Brown Jr. *O* adoro ♥
Ele esta me ajudando muito principalmente com essas partes quentes. O:
Quevergonha >< ...Meu irmão fez essa parte muito forte, então vimos algumas fanfics e então refiz algo mais leve
Ainda to com vergonha. Mesmo assim Carlos maninho você não tem conta no fanfic. Mas pra ti esse capitulo seutarado...
Pov, Sam
Tinha sido um erro ter puxado papo como Benson, tinha sido um erro ter feito aquela aposta e era um enorme erro eu o desejar tanto o quanto o desejava agora.
Meu corpo estava relaxado demais naquele momento, minhas palavras...Bom minhas palavras saiam facilmente, todo aquele medo de expressar meus pensamentos sem pensar nas consequências tinha desaparecido. Aos poucos, esquecia do todo que estava ao meu redor, do que poderia estar ou o que provavelmente poderia acontecer.
Naquele minuto só o cara que tentava me convencer que era o melhor do melhor do mundo existia.
– ...Então pra mim foi uma loucura naquele dia... Ele sorri falando e consequentemente eu também. Não me pergunte o que ele estava falando por que não saberia, os olhos deles me prendiam ao um lugar aonde só havia sentimentos . Então não me lembro de nenhuma palavra antes disso.
Ali perto havia um espaço aonde alguns casais estavam dançando. Aquele bar era completo, não era só bar, tinha um pequeno restaurante conveniado, apenas divido por uma enorme parede de vidro, e a parte aonde estávamos se remetia a parte de bebidas e danças. Então por ironia começou a tocar uma musica, me fazendo instantaneamente lembrar do passado
'Apologize' foi a ultima musica que tocou no baile da escola, foi a ultima vez que senti os lábios do Benson, foi a ultima vez que eu disse que amava o olhando nos olhos, foi a ultima vez que falamos que iria ser pra sempre, foi a ultima vez que senti o corpo do Benson totalmente despido junto com o meu.
– Me dava a honra dessa dança? O olhei rapidamente, enquanto observava ele estender a mão pra mim.
– Não... não, sou péssima dançando. O Respondi.
– Qual é Sam, você me deve uma dança. Ainda não me esqueci do Baile. Ele me fitou com um sorriso escondido nos lábios. Porém eu corei no mesmo momento.
Aquelas palavras me fizeram lembrar daquele dia, o quanto eu tinha sido cruel com meu par do baile, fazendo ele ficar todo sentado ao meu lado. Era terrível dançando, crueldade com os pés dele.
– Qual é, só essa dança Puckett... Ele insistiu, sua voz estava um tanto modificada.
Repensei na possibilidade de dançar com ele e se eu não estivesse tão ''alterada'' com certeza eu já teria o deixado. Mas ai vai outra característica da bebida, você faz...O que realmente deseja fazer.
Observei a mão do Benson estendida esperando por minha resposta. Parecia um tanto errado eu querer aceitar, mas impulsivamente minha mão foi de encontro ao dele.
O sorriso já estava estampado no rosto do Benson. Fomos de encontro até a parte aonde poucos casais dançavam, na sua maioria eram pessoa que aparentavam 40 anos ou próximo a isso. Freddie eu parecíamos o casal mais jovem que estava ali.
– E agora ? Falei enquanto me posicionava a sua frente.
– E agora me deixe guiá-la. Ele sorriu e me puxou para próximo dele, tão próximo que me deixou apreensiva. Ele segurou minha mão direita, enquanto a outra estava ao meu ombro. parecia um tanto brega mais só estávamos acompanhando o restante. Continuávamos a dançar aquela musica tão lentamente perfeita. Confesso que jamais iria me imaginar com ele novamente assim, era engraçado como as circunstância faziam momentos como aquele acontecerem novamente.
Estávamos ali tão próximos e incrivelmente ainda conseguia sentir o cheiro do perfume dele e meio aquele cheiro de álcool.
– Ainda usa o mesmo perfume ? O perguntei agora o olhando nos olhos, eu tentaria depois desviar meu olhar dele novamente.
– Ainda lembra do meu perfume ? Ele falou escondendo um sorriso.
– Talvez . O respondi, agora encostando minha cabeça no seu peito.
–I loved you with a fire red, Now it's turning blue, and you say...I'm sorry like an angel. Ele começou a cantarolar baixinho. No mesmo instante fechei meus olhos. Parecia estúpido, errado esta fazendo aquilo, Freddie era casado e com a Carly o que ainda tornava as coisas piores. Mas eu estava rendida aos braços dele e isso era mais forte do que minha vontade.
A musica prosseguia enquanto continuávamos naquele momento nostálgico.
– Estou com fome. Falei a ouvir o barulho que vinha do meu estômago. Me afastei logo dele terminando a nossa ''dança''.
– Qual é a hora que você não está com fome ? Ele falou sorrindo. Revirei meus olhos.
– Então como eu ia falando, Acho que é hora de... Nem consegui terminar de falar.
– Gostaria de jantar comigo? Ele falou me olhando.
Ok, a dança já tinha sido o suficiente. Agora a historia de jantar. Qual é o Benson estava de brincadeira com a minha cara?
– Vamos pra casa Benson, a bebida te fez mal e aposto que você é do tipo que apanha da mulher. Falei.
– Olha, eu estou alterado um pouco mais super consciente. E não sou do tipo que apanha da mulher. — Ele fez sinal de aspa quando falou apanha-. Isso aconteceria se fosse casado com você, e sinceramente não acredito que esta recusando comida. Freddie falou. Passei meu olhar por aquele lugar até avistar Jonny que ainda estava de papo com seu ''amigo'' 'mais quanto assunto- pensei-.'
– Ok, você chamou, você paga. Falei cruzando os braços a sua frente.
– Meio a meio. Ele me respondeu, imitando minha posição.
– Você que me cham... Espera...Não acredito que você ainda é pão duro, sinceramente. Se fosse sua esposa eu sugaria até seu sangue. Falei enquanto observava o sorriso dele.
– Ok, eu pago. Ele tocou na minha mão me fazendo estremecer novamente. Mas no entanto sempre era um desconforto esta com ele daquele jeito, me dava medo, angustia e derivados desses sentimentos. No entanto fomos até a outra parte daquele bar. Um garçom veio logo nos atender, nos guiando até uma mesa. Era uma ambiente agradável, bem mais iluminado, e mais sofisticado, havia um pequeno arranjo de rosas vermelha a mesa dando um contraste maravilhoso a toalha branca. Taças para vinho, água, champanhe. O garçom nos mostrou o cardápio e nos deixou a vontade para escolher. Ao contrario do que pensei ali não havia só comida japonesa.
– O que vai querer ? Freddie falou me olhando. Coloquei o cardápio escondendo meu rosto, havia se passado um minuto, mas eu queria ver o que cada comida tinha antes que eu fosse pedir, gostaria de ver o que parecia ser mais saboroso, e pow.. não tinha pressa nenhuma.
Estou vendo, não me atrapalhe. Falei enquanto observava o menu . .
Não se passou um segundo e ele fez a mesma pergunta, estava de saco cheio, nunca tive paciência pra sua pressa, não era agora que eu teria.
– Ok...Não vai me deixar escolher calmamente...Eu falei irritada o olhando. Chamei o garçom que logo veio até nos.
– Sim, os senhores já escolheram. Ele falou educadamente.
– Quanto custa o prato mais caro que vocês tem ? Falei ainda fitando o Nerd que arregalava os olhos.
– 420 dólares, Senhora. Aquele rapaz me respondeu.
– Ótimo me traga ele. Falei enquanto ajeitava meu cabelo.
– Não...Nãoo...não traga.. Sam qual é ? Freddie falou desesperado.
– Estou afim de comer... — Peguei o cardápio rapidamente repassando meu olhar, até consegui atingir esse preço. — Estou afim de comer Vichyssoise. Completei. Nem sabia o que era aquilo.
– Ahh Puckett, você nem sabe o que é isso. Ele falou choramingando.
– Claro que sei, pode anotar querido. Ordenei pro garçom que esperava ao meu lado.
– Não você não vai anotar nada. O que vem nesse prato, ouro ? Diamantes ? não...não anote. Ele falou olhando pro garçom que agora estava de braços cruzados esperando que nossa discussão acabasse.
– Ok...Vou embora...Eu me preparei para sair daquela mesa quanto escutei um lindo som.
– Tudo bem...Me traga esse prato que espero ansiosamente que venha ouro e o outro de camarão ao molho branco. Ele falou enquanto eu sorria.
– Vão querer algo para beber ? O garçom perguntou. Freddie soltou um olhar ameaçador pra ele.
– Na verdade eu quero vinho. Falei.
–Tudo bem. Vou chamar Somelier. Eu assenti, enquanto observava Freddie com um misto de dor e raiva. Eu curtia ver esse rosto.
O Somelier, veio até nós e claro que pedi o vinho, absurdamente caro. O que deixou Freddie com dor de barriga . Para ao vexame dele ser maior, acabei falando isso em voz alta. Obviamente todos olharam o que o fez encolher naquela cadeira e não mais sair daquela posição.
Eu ainda era boa nisso.
Com tudo nossos pratos vieram, o parecia algo terrível era uma sopa horrorosa de se olhar. Fiz o nerd trocar de prato comigo, e somente assim começamos a jantar. Era impressionante o controle que eu ainda exercia sobre ele.
Pov, freddie.
850 dólares, era exatamente essa quantia que Sam Puckett me fez gastar em uma hora, só 420 dólares em um prato que nem mesmo ela comeu e por essa quantia eu era obrigado a comer aquilo. Eu acho que fui o único ser humano a dar aquela quantia naquele prato, e o vinho foi 330 dólares. Sam estava abusando de mim financeiramente, facilmente.
– Então como é a vida de casado ? Ouvi boatos de que o sexo fica melhor depois do casamento. Ela me perguntou, terminando de tomar o seu vinho. Enquanto eu mal conseguia tomar aquela sopa.
– Se case e vai saber...Eu a respondi.
– Como você é um grosso Benson, além de pão duro claro. Eu a olhei com cara totalmente fechada.
– 850 dólares e você me acha um pão duro? Você nem ao menos ficou com seu prato, estou sendo obrigado a comê-lo. Eu falei irritado.
– Pense pelo lado bom, há 7 bilhões de pessoas no mundo e provavelmente sou e serei a única à arrancar essa quantia de você. Me sinto orgulhosa, você vai se tornando uma pessoa melhor. Ela falou sorrindo. A olhei nos olhos e minha cara fechada deu lugar a um singelo sorriso.
Mas aquele sorriso não veio por causa daquela frase, daquele pensamento ou qualquer coisa do tipo. Eu sorria porque ela estava ali como antigamente, estava ali com a princesa Puckett, e era inexplicável a sensação de felicidade.
– Como é a vida de ser mãe ? Falei logo lembrando daquele sorriso perfeito de Sophie, que mesmo sendo tão familiar não era nada parecido com o de Sam.
– Ao contrario de você que é mal educado, vou respondê-lo...È maravilhoso, cansativo, mais é compensador. Ela falou sem me olhar.
– Gosto dela sabia ? Não sei explicar, acho que é por causa que ela é sua filha, e sinceramente ela se parece muito com você. Não sei explicar. Falei sorrindo, logo após bebi um pouco de água. Ela soltou um sorriso fraco e abaixou a cabeça. Com certeza ela ficava assim por causa que isso remetia o passado.
-Sam, me desculpa. Eu falei.
Talvez não era o momento certo pra toda aquela conversa, mas talvez não tivesse outra oportunidade.
– Desculpas ? Ela perguntou rapidamente levantando a cabeça me olhando.
– Fui um estúpido com você no passado. Pisei na bola com você feio. Mesmo assim nunca deixei de imaginar como seria nosso futuro. Me desculpas por destruir tudo. Desabafei pra Sam que agora tinha uma olhar triste e distante.
– Estamos bem agora não é ? Sam falou com a voz um pouco falha olhando para os lados. Eu apenas assenti.
Com um longo tempo consegui terminar aquela maldita sopa terrível de 420 dólares e não achei nenhum ouro, eu faria uma melhor e com certeza mais barata. Com dor no coração e todos os membros fui pagar aquela conta, Sam parecia vitoriosa com aquilo.
Logo após voltamos para parte do bar. Que ainda estava movimenta .
– Awn eu adoro essa musica... Ela rapidamente puxou minha de volta pra aquela pista de dança, - It's unbelievable how I used to say that I'd fall never– Ela cantou com a mão no coração. Franzi a parte frontal do rosto a olhando. — Por favor Benson, amo essa musica. Não me deixei na mão. Ela completou.
– Esta afim de dançar novamente? Eu a perguntei obtendo um sim instantaneamente dela.
– Ok Freddward , agora faça como fez anteriormente. Ela falou posicionado-se a minha frente novamente, logo sorri.
A fiz colocar os braços em volta do meu pescoço, enquanto eu segurava na cintura dela. Se era uma musica tão romântica, iríamos dançar de acordo. Mas uma das maiores diferenças daquela dança e que ao invés dos olhos dela fugirem dos meus, agora eles se mantinha fixos.
Poderia ser errado, claro era errado. Eu era um canalha, mais o amor vai além de qualquer raciocínio lógico, além de qualquer culpa.
Sábios são aqueles que apoiaram a ideia de que as guerras só vão acabar quando as pessoas realmente aprenderem amar. Quem já amou sabe do que estou falando.
Mantinha meus olhos nos delas, e só parava mesmo para poder piscar por que era preciso.
O que ela poderia esta pensando agora? Parecia tão menos apreensiva e mantinha um sorriso altamente discreto nos lábios. Era engraçado que todas as vezes que estive com ela, desde aquela sexta serie até aquele exato momento, aquele frio na barriga me acompanhava.
Com certeza eu não teria escolhido o certo, apenas o escolhi o que foi mais cômodo pra mim.
– And undesirable for us to be apart . Ela cantou olhando nos meus olhos.
Paramos imediatamente de dançar, mais ainda continuamos naquela mesma posição.
Naquele momento foi como se uma onda de sentimentos, bons e ruins se abatesse sobre mim.
A abracei subitamente e a prendi nos meus braços. Eu não a deixaria partir novamente, eu a queria de volta comigo. E ao contrario do que pensei ela não evitou o quis sair dali, seus braços ainda continuavam no mesmo lugar. 'Kiss me' foi, era exatamente a musica que tocava naquele momento.
Ela afastou-se muito pouco de mim, enquanto eu continuava a olhando. Lentamente meu rosto foi se aproximando do dela, eu não me preocupava com mais nada...com o errado...com Carly...casamento..horário... Quanto mais os segundos se passava mais eu a tinha próximo ao meu rosto, eu já consegui sentir a respiração quente dela se fundir com minha, e não queria que isso parasse nunca, era uma troca de favores como no mutualismo, como se um dependesse da respiração do outro para sobreviver. E isso sem falar no meu corpo, que simplesmente a desejavam de todas as formas possíveis nesse mundo, minhas mãos estavam fixas na sua cintura enquanto ela mão na minha nuca e puxando delicadamente meu cabelo.
Delicadamente meus lábios tocaram nos deles, em seguida fechei meus olhos. O que acabou sendo em vão. Sam rapidamente retirou os lábios dos meus me deixando totalmente confuso.
Ela estava doida, abri rapidamente meus olhos e observei me encarando, de primeiro eu pensei que iria levar um soco ou algo do tipo. Mais ao invés disso, ela mordeu meu lábio inferior o puxando de leve e depois soltando.
Fiquei sem entender nada que se passava.
– Vamos pra casa Benson. Ela falou, virando-se.
– Não..Não vamos pra lugar nenhum. E a puxei pelo braço, a trazendo de volta.
– Qual é Freddie estou cansada. Sam falou enquanto retirava seu braço do meu poder.
– Você..Você é doida...Está brincando comigo ? Você me provoca e depois fala que quer ir embora ? Falei estressado.
– Awn, o Benson ficou animadinho. Ela falou sorrindo, aproximando-se de mim . — Vamos lá, está na hora de ir pra casa, quem sabe lá sua mulher não resolvi sua situação catastrófica. Mais uma vez ela deu as costas para mim. Se Sam Puckett estava afim de brincar, pode ter certeza eu não era pessoa certa. A puxei mais uma vez pelo braço e a beijei, de primeiro a relutância dela era visível, seus lábios estavam totalmente fechados e suas mãos lutavam contra meu peito. Mais isso durou pouco tempo, os empurrões dela deram lugar as mãos que acariciavam meu cabelo, e seus lábios que antes estavam tão fechados lentamente davam espaço para os meus.
E aos poucos aquele beijo tão suave foi se intensificando e minhas mãos que antes tão ingenuidade ficavam é um só lugar, instintivamente começou a explorar outras partes, o tempo só fez bem pra ela, deu curvas altamente generosas, Sam estava mais sexy e mais provocativa. Totalmente irresistível. Enquanto sua mão esquerda ainda estava na meu cabelo, a mão direita dela começava a descer repassando suas unhas pelo peito, e mesmo por cima daquela blusa, pareciam arranhar, pela força que ela fazia.
Ela me beijava apaixonadamente e estava sendo capaz de retribuí-la, eu queria retribuir qualquer coisa que ela fizesse comigo.
– Freddie...Para, por favor. Sam falou entre os beijos e gemidos abafados de ambos. Eu não me importei e continuei a beijando com toda a fúria do mundo.
–Freddie...Eu já disse pra parar. Ouvi ela falar novamente até sentir um forte empurrão contra meu peito. Me afastei devido a isso e a olhei. Sam estava com os lábios totalmente avermelhados e com a respiração pesada, ela me olhava totalmente envergonhada.
– Vamos pra casa já é tarde. Ela falou me olhando como seu eu fosse um verme. Somente naquele momento eu entendi o porque daquela provocação.
– Sam, me desculpe, não pensa assim por favor...Me desculpe por favor... Eu falei enquanto eu era destruído por dentro. Eu fui um estúpido por ter a beijado, eu era o cara comprometido aqui...Eu teria que obter o controle, mas não...Eu me rendi aos desejos.
Sam tinha me provocado, mais ela era livre e desimpedida, e quem teria que resistir era eu. Ela fez isso de propósito porque queria saber como eu tinha agido à cinco anos atrás e eu a decepcionei mais uma vez. Se eu falasse que era diferente, ela não acreditaria por que no final era igual, traição sempre vai ser traição.
Ela se retirou e foi até aquele amigo dela e o chamou, depois veio ao meu encontro.
– Vamos... Ela falou seriamente. O que eu poderia fazer ? Apenas assenti, E todo nós fomos para casa. Como Jonny não havia bebido nada naquela noite ele nos levou no meu carro. Manhã Sam pegava do dela já que o trabalho era bem perto dali. No carro o silencio foi total, Sam vinha no banco de trás sozinha parecia triste pensativa. E tudo isso era culpa minha.
Finalmente chegamos, estava me preparando psicologicamente para o interrogatório de Carly... Jonny estacionou a frente da casa de Sam e nós três simultaneamente saímos do carro.
– Freddie, pega ai. Jonny jogou a chave em minha direção.
– Sam...Eu falei enquanto observava ela virando-se e caminhando juntamente com Jonny de costa pra mim...Ela mais uma vez estava indo embora, mesmo que fosse pra casa ao lado eu me sentia sozinho novamente.
– Freddie, vai dormir. Ela falou ainda de costa pra mim, enquanto entrava na sua casa.
Eu me encostei no carro e fiquei observando aquela rua escura e vazia. Repensava na besteira que eu tinha feito. Me inclinei um pouco e observei minha casa totalmente escura. Se Carly tivesse chegado estaria com certeza dormindo. E eu não ia conseguir dormir antes de falar com a Sam.
Observei uma árvore próximo a janela da Sam, era o quarto dela eu sabia devido aquele episódio. Parecia loucura o que iria fazer, caminhei rapidamente para aquela árvore e comecei a subi-la com dificuldade, A Janela da Sam estava aberta pro meu melhor, Se alguém me visse com certeza chamaria a policia mais eu teria que me arriscar. Andei pelo telhado até conseguir atingir a janela dela, me joguei la dentro e ouvi o grito da Sam.
– Que porra é essa Benson?. Sam Gritou me olhando totalmente desesperada, quando finalmente consegui vê-la, fiquei extremamente envergonhado. Sam estava ali apenas de tolha. – Sai daqui Benson, antes que eu chamei a policia. Ela falou aproximando-se da porta.
– Por favor eu só quero conversar. Eu não sou o monstro como você pensa, confesso que a cinco anos atrás fui um cara medíocre, mas hoje eu fiz o que realmente eu quis fazer. Eu não trair Carly , quer dizer eu trair, mas eu te amo. E se você quer que eu me separe dela eu faço isso, se você quer que eu diga pro resto do mundo o quanto eu te amo eu digo, eu faria qualquer coisa que você pedisse, se você me desse uma só chance de mostrar que mesmo tendo magoado você, eu posso te fazer feliz...Eu falei, enquanto ela se mantinha imóvel me olhando. Fui lentamente me aproximando dela até chegar a sua frente.
– Você é louco de esta aqui Freddward. Ela se aproximou de mim, colocando as mãos a volta do meu pescoço.
– Eu não sou louco. Falei e puxei seu rosto para perto do meu, e lhe dando um beijo. Ela respondeu colocando a mão na minha nuca e puxando meu cabelo. Eu gemia de aprovação.
Quebrei o beijo e coloquei os dedos na borda da toalha e a tirei delicadamente a deixando cair no chão. Meu olhar percorreu todo seu corpo, ela parecia ainda mais linda desde a ultima vez que a vi dessa forma. Eu me lembrava de cada forma do corpo dela, que agora estavam ainda mais perfeitas.
– Gosta do que você Freddward ? Ela murmurou.
– Você esta ainda mais linda. Eu sussurrei, puxando-a para mim e beijando-a. Ela foi retirando minha blusa, ou melhor ela rasgou minha blusa e me jogou de costas naquela cama. A chamei com o dedo, e ela sorriu maliciosamente pra mim e veio lentamente para cima, não demorou tanto até eu inverter o jogo. Sam repassava suas unhas por minhas costas a arranhando levemente, me levantei e ela apoiou-se nos cotovelos. Sem esperar pela minha palavra, logo começou a desabotoar minha calça . E em um movimento rápido ela retirou a calça junto com minha cueca box preta a jogando no chão.
– Sabe o tempo também foi muito bom você, Benson. Você não só cresceu na altura. Ela falou. Sorri imediatamente . Pulei em cima dela novamente, buscando seus lábios ferozmente.
Beijei seus lábios, o queixo. Minha boca foi para baixo de seu pescoço, sobre a clavícula. Chupei ali, provocando um gemido nela. Fiz uma trilha de beijos até mais em baixo e ouvi o gemido abafo de Sam, enquanto cravava as unhas em meus braços. Sam ainda tinha seios lindos, maiores do que no passado, mesmo assim lindos. Sam mesmo depois de ter uma filha continuava com o corpo perfeitamente alinhado.
Minha mão foi para seu seio esquerdo, massageando. Ela gemeu instantaneamente. Essa foi a chance para que eu colocasse a boca no outro e eu o fiz rapidamente. Ela estava ofegando agora e isso me deixava louco.
Subi até que meu rosto estivesse perto do seu, e a olhei, sua pupila já parecia tão dilatada. Minha mão percorreu seu corpo até chegar em sua intimidade, onde comecei a esfregar. Assim que percebi que ela queria mais, apliquei pressão. Os gemidos dela se intensificaram, e ela arqueou as costas, eu a queria daquela forma, sentindo prazer.
– Oh, meu Deus! Freddie... Não pare. Parecia que eu tinha atingindo o ponto sensível dela. Esfreguei o mesmo local mais rapidamente, observando-a a cara de prazer dela enquanto se debatia na cama. Meus lábios voltaram rapidamente para os dela, em um beijo feroz, nossas línguas lutavam entre si para saber que iria ter o domínio. me afastei bruscamente dela e a olhei novamente.
– Você esta gostando Puckett ?Perguntei tentando me concentrar enquanto suas mãos passeavam livremente pelo meu corpo. Ela assentiu ainda ofegante. Enfiei um dedo dentro dela sem avisar.
– Oh Meu Deus..Benson. Sam gemia enquanto eu movia meu dedo dentro dela. Sam não era mais virgem, isso era óbvio, mas o prazer que isso ainda causava nela era tremendo então eu continuei.
– Quer que eu pare Puckett? Eu a perguntei, agora esfregando seu clitóris. Ela fez um sinal de negativo com a cabeça, enquanto gemia. Passei minha minha língua por seu pescoço até chegar ao lóbulo da orelha e o mordendo de leve.
– Eu quero mais...Sam falou entre o gemidos. Adicionei outro dedo, ela gemeu um pouco mais alto. Parei imediatamente.
– Desculpa..Eu te machuquei ? Falei a olhando.
– Claro que não seu tonto, só que agora. Eu quero você dentro de mim. Antes disso você trouxe preservativo? Ela falou enquanto eu rapidamente me levantei e peguei um dentro da minha carteira que estava dentro do bolso na minha calça. Ela me olhou estranho. Era um tanto estranho um cara casado andar com preservativo, mas esse já estava ai e nunca o tirei.
– Ok...Agora coloque isso, ela ficou de joelhos na cama. Voltei para cama, ficando de joelhos a sua frente rasguei o pacote e desenrolei a camisinha no meu membro.
– Agora vem cá. A joguei de costas na cama e fui pra cima dela. Alinhamos nossos corpos perfeitamente e aos poucos fui deslizando para dentro dela, sentir as unhas delas cravando nos meus braços. Sam colocou as pernas em volta da minha cintura e puxou-a para o seu quadril, enquanto eu ia fazendo movimentos leves.
– Você esta sendo mal Benson. Mais rápido. Ela exigiu, enquanto aos poucos eu ia intensificando meus movimentos, um gemido alto escapou da sua boca. Eu sabia que estava sendo mal com ela. Mas tudo tinha seu tempo. Sam cravou suas unhas no meu ombro.
– Freddie...Ela gemeu falando meu nome. Não existia coisa mais excitante do que isso.
– Comigo Sam, não contra mim. Murmurei. Enquanto começávamos a nos mover mais rápido.
– Oh...eu vou... Ela falou. Meu ápice do prazer também altíssimo. Nossos corpos já estavam suado, devido a tanto movimento, o nossos gemidos eram mais alto devido ao prazer que só aumentava. Eu queria que chegássemos ao nosso limite juntos.
– Oh..Deus...Ela gemeu...Sam arqueou as costas e foi colocando a cabeça para trás e foi cravando com mais força as unhas nas minhas costas, logo depois soltamos um longo gemido. Nós dois havíamos chegado ao nosso limite juntos. Meu minha cabeça enterrou-se nas curvas do pescoço dela, eu estava cansado. Continuávamos assim por alguns segundo tentando recuperar todo ar. Me levantei e fui ao banheiro, retirei a camisinha e coloquei em um lixo, voltando depois pra cama e deitando ao lado dela, que estava de costa na cama, com o corpo totalmente despido ela mantinha os olhos fixos em mim. Puxei para meus braços e respirei fundo.
Eu não acreditava que estava na cama novamente da Sam. Não acredito que fizemos Sexo novamente. E não acreditava que não estava me sentindo mal por isso.
–Não fizemos o certo... Ela falou, virando seu corpo pra mim.
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