Notas iniciais
Oie gente, desculpa demorar um pouco mas e que a minha semanas consistem em ir pra escola, muay thai tres vezes por semana e festinha sabado, então hj eu to bem quebrada mas ta ai cap novo♥ Boa leitura♥

“ –Percy não faça isso. – pedia Hazel. – Ela não fez nada contra você.

—Eu só quero me divertir Hazel, gatinha. – disse Percy andando até a mesa da loura que como sempre, estava com a cabeça abaixada e um livro aberto sobre a mesa. Percy chegou perto da mesa e colocou as mãos sobre.- Ei, balofa. – sem nenhuma resposta puxou a pulso da garota assustada e viu um desenho por baixo dos braços da garota. – Ah, então era isso que você estava escondendo fofa?

—Por f-favor me deixe em paz. – pediu a loira com a voz baixa e as mãos trêmulas.

—Por que está tão assustada? Eu só queria conversar. – o moreno disse sarcasticamente e pegou o desenho da garota e analisou. Era um perfeito dragão. Mas é claro que ele nunca admitiria que gostara do desenho. – É, até que está bom mas acho que falta muita pratica, então que tal você fazer de novo? Até ficar perfeito?

Então, com um simples gesto rasgou o desenho de Annabeth em várias pedaços e jogando todos no chão enquanto olhava sem piedade para o rosto da garota que com certeza, em segundos estaria coberto por lágrimas. Ela sempre chorava. Dramática.

—Seu grande merda, o que você está fazendo?! – Percy escutou essa voz que tanto adorava implicar. Sua prima, Thalia.

—Eu só estava conversando com a minha amiga, Annabeth. – falou, gargalhando por dentro enquanto via a cara nada boa de Thalia.

—Ela não é a sua amiga, não precisa que você a perturbe dez vezes por dia, e assim como eu, não precisa da sua companhia, desgraçado.

Nesse momento, Percy viu o quanto a garota estava com raiva e resolveu não falar mais nada, até porque, ele já havia ganhado. Mesmo de costas, sabia que a loirinha estava chorando. Diferente das outras vezes, não se sentia tão orgulhoso de tê-la feito chorar, mas isso não importava muito.

Levantou os braços em sinal de rendição e saiu, andando em direção a mesa de seus “amigos”, onde estavam vermelhos de rir, menos Hazel claro, que era totalmente contra o bullying.

—Cara, você é demais! – disse Jason, seu “melhor amigo” e irmão de Thalia. – Eu sempre soube que a minha irmã teve problemas, mas eu ainda não acredito que até hoje ela ainda senta com aquela garota.

—Não é como se ela fosse um monstro, Jason. – defendeu Hazel. – Ela também é uma pessoa, e eu acho muito inteligente da parte de sua irmã não fazer o mesmo que vocês.

—Sabe Hazel, se gosta tanto delas porque não senta junto? – perguntou Percy.

—Por que por mais que eu não aprove esse tipo de atitude de vocês, ainda são meus amigos.

Hazel deu a última palavra, pois ninguém tocou no assunto novamente e eles voltaram a conversar sobre coisas banais, mas Percy ainda sentia alguma coisa estranha dentro de sim, uma sensação ruim... resolveu não se importar muito com isso.

A última coisa que se lembrava de ter visto naquele dia, foi quando olhou para trás e olhou nos olhos da loura que olhava, não com raiva ,mas com tristeza.”

Puta que pariu.

Foi a primeira coisa que pensou.

A psicóloga que iria levar sua filha, era na verdade a garota gordinha da escola que ele costumava a xingar de nomes nada legais e estragar as coisas da garota. Com que cara ele a olharia nos olhos?

“Se concentre” pensou Percy, afinal o foco era sua filha, e não a pessoa que iria contar tudo a ela. Não é?

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—Então que horário seria melhor para o senhor?— a voz irritante da secretária de Annabeth Chase, perguntou. Não queria pensar nisso, mas tinha quase certeza que ela estava mascando um chiclete.

—Bom, seria melhor na parte da manhã, porque Agnes tem escola, e eu tenho de trabalhar.

—Sim, claro.— ouve um silêncio. – Pode ser as sete e meia da manhã?

“Nesse horário eu estou babando no meu travesseiro mulher” pensou Percy.

—Tudo bem, pode ser sim. Então quarta-feira, sete e meia da manhã. Entendido. Obrigada.

Mal pode ouvir o que a mulher falara depois pois desligara antes. Agora que tinha marcado um horário, não poderia desmarcar. Era sua filha, ela precisava disso. Respirou fundo e seguiu para o carro, que estava estacionado na garagem da empresa onde trabalhava. Era hora de buscar Agnes, era hora de se preparar.

A escola onde Agnes estudava não era longe da empresa onde ele trabalhava. E esse foi justamente o motivo pelo qual Lily e Percy colocaram ela lá. Lily era pediatra, por isso, trabalhava bem mais que Percy. Ele se lembrou de quando Agnes nascera e eles conversaram sobre o melhor a fazer, e depois de muita insistência ela convencera Percy que não precisaria parar de trabalhar, que amava o que fazia, e que não trabalhar faria mal para ela.

Percy nunca entendera muito bem de onde saía essa vontade de trabalhar, mas agora tentava entender, mesmo não tendo um exemplo. Quando era adolescente, sonhava em ser biólogo marinho, mas sabia que não poderia, pois seu pai já tinha planos para sua vida inteira.

Mal reparou quando chegou na escola de Agnes, imaginou se não havia atropelado alguém no caminho, pois mal prestara atenção.

Saiu do carro, e foi em direção ao portão da escola, onde haviam varias mães esperando seus filhos, e mais para frente uma das belas funcionárias com um microfone, chamando os pequenos. E assim que ela avistou Percy, chamou o nome de Agnes e em alguns segundos ela apareceu, sorridente, com duas maria chiquinhas balançando por causa do vento, a mochila de rodinhas fazendo um barulho incrivelmente irritante, e um papel na mão.

—Papai! Papai! – ela gritou vindo em sua direção. – Olha o que eu fiz hoje!

—Oi bebê. O que você fez? – perguntou se ajoelhando em frente a filha.

—Papai! Não me chame de bebê, eu não sou um bebê. Já sou bem crescidinha, mamãe fala que eu sou uma mocinha! – repreendeu o pai. – E hoje a Tia Hailee deixou a gente desenhar no final da aula e ela falou que eu fiz o melhor desenho da sala, mas pediu pra não contar a ninguém, porque eles podem ficar tristes.

Percy soltou um riso, apreciando a inocência de Agnes. Como um serzinho poderia, de algum jeito, ser tão perfeita?

—Eu não duvido da Tia Hailee, então, posso ver o desenho?

—Pode. – entregou a folha para o pai.

Percy analisou o desenho e o sorriso em seu rosto despareceu. Agnes tinha desenhado um gramado e um arco-íris , mas aparência do lugar era mais que irrelevante para Percy. Ela o havia desenhado de mãos dadas com ela, sorridente, de um lado da folha, um grande coração colorido de vermelho do meio e no outro lado da folha, uma mulher, cujo, Percy pensava ser Lily. Afinal, não havia qualquer sentido ser outra mulher.

—O que foi papai? – Agnes especulou e Percy saiu do transe em que estava. – O senhor não gostou do meu desenho? Tá feio? – perguntou ela, já com os olhos lacrimejando.

—Não, meu amor. – ele fez questão de responder rápido. – Eu adorei, é o desenho mais bonito que eu já vi na minha vida inteira. – limpou as lágrimas antes que elas caíssem. – Acho que nem vou precisar pagar a faculdade para você.

A loira riu e abraçou o pai, andando junto a ele, até o carro, onde os dois seguiram o caminho para casa, ouvindo uma das músicas que Lily vivia ouvindo, Ain’t No Mountain High Enough, e acabou que com o tempo os dois escutaram tanto que acabaram gostando. Assim que chegaram em casa, Agnes foi para o quarto, fazer o dever de casa, que era no máximo, separar sílabas de palavras.

Enquanto a pequena fazia seu dever, Percy fazia o seu. Que eram todas as tarefas que, geralmente, ele e Lily dividiam para não pesar para ninguém. Colocou as roupas sujas para lavar, lavou a louça, esvaziou os cestos de lixos de todos os banheiros da casa, começou a fazer o jantar, no qual não poderia deixar queimar novamente.

Assim que acabou as tarefas e deixou a lasanha no forno, se sentou no sofá, ou melhor, desabou no sofá e pegou o telefone celular e leu todas as mensagens que não eram muitas em seu Whatsapp, a maioria de sua mãe, perguntando se precisava de ajuda, se Agnes estava bem, ou seja, todas as perguntas diárias da dona Sally. Mas uma das mensagens que lhe chamou mais atenção, foi da secretária de Annabeth Chase, confirmando o horário.

Não era uma mensagem tão importante, e muito menos assustador, mas apenas o fato de pensar que levaria sua filha na mulher que ele maltratou a vida inteira lhe dava calafrios.

Respondeu a mensagem, e foi ai que caiu a ficha. Não havia falado para Agnes que ela iria no psicólogo. E que seria daqui dois dias.

Novamente. Puta que pariu.

Como poderia ser tão lerdo, se esquecendo de contar para a própria filha que a levaria a uma mulher que lhe contaria como sua mãe morreu?

Mas antes de pensar qualquer coisa, ouviu Agnes descendo as escadas da casa e correndo até o pai.

—Papai, eu acabei o dever de casa, e dessa vez eu não tive que olhar no caderno de anotações como se faz! – disse a pequena, animada.

—Parabéns meu amor, eu falei que você aprenderia rápido.

—É, mas eu queria falar isso pra mamãe, eu gostaria de falar com ela sobre isso. — disse ela triste, e o coração de Percy, do nada, começou a bater numa velocidade inimaginável. – Mas eu sei que ela não pode falar comigo agora porque tá ocupada.

—Ei, eu sei que se a mamãe estivesse aqui, ela diria o mesmo que eu e ficaria tão orgulhosa como.

Agnes deu um sorriso de lado e deitou junto ao pai, no sofá, que tomou coragem e começou a falar. – Agnes, você sabe que todo ano você tem que ir no médico, não sabe?

—Sei.

—Então. – começou a mentir. – Agora que está mais velha, você tem que ir em um médico diferente.

—Diferente como, papai? Ele vai tirar sangue de mim? – perguntou assustada.

—Não minha linda. E por acaso, é ela. Quarta feira você vai em uma médica hm... da cabeça. – “que bosta em” pensou.

—Da cabeça? Ela vai abrir minha cabeça pra olhar lá dentro?

—Não, ela vai de falar umas coisas importantes e ver como você vai reagir a elas. Tipo isso. Entendeu? – Nem você entendeu, seu palerma!

— Não, mas tudo bem, se ela for boazinha, não tem problema.

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Quarta-feira, 7:15

—Mas ela é boazinha? – perguntou Agnes.

—Ah, com certeza, todas as crianças que vem aqui gostam dela. – respondeu a morena sentada do outro lado do balcão.

Era quarta-feira, sete e quinze da manhã em ponto. Agnes não gostara muito de acordar tão cedo, mas quando o pai disse que isso fazia parte de virar uma mocinha, de crescer, se animou um pouco. O consultório era bem simples, era bonito, mas sem muito charme. A secretária, Reyna, havia agido de forma diferente do que Percy pensava, no telefone parecia ser mais uma daquelas secretárias arrogantes mas no final ela fora simpática com ele e com Agnes e por incrível que pareça, não deu em cima dele.

—Agnes Jackson Jane. – chamou a secretária depois de algum tempo. – Podem entrar.

Percy respirou fundo, se levantou e dando a mão para Agnes seguiu até a sala de Annabeth. Quando entrou, mal pode acreditar quem estava sentada na cadeira. Mas com certeza, não era Annabeth Chase.

—Oi. – pronunciou Agnes, tímida.

—Olá mocinha. Você se chama... – olhou no papel. – Agnes, que nome bonito. Eu sou Annabeth, mas pode me chamar do que quiser.

—Seu nome é lindo também, mas posso te chamar de Tia Annie? – perguntou e a loira mais velha assentiu. Annabeth deu uma breve olhada para o papel e olhou para Percy.

—Bom te ver novamente, Perseu.

—Ahn? – foi a única coisa que saiu de sua boca.

Deuses, aquela era mesmo Annabeth. A nerd gordinha da escola havia se tornado maravilhosamente gostosa. Com certeza com o tempo, Annabeth devia ter mudado a alimentação ou feito alguém esporte por que...Uau! Ela não estava super magra, mas havia emagrecido muito e ganhado corpo. Seus cabelos louros dourados caiam como cascatas pelos ombros, seus olhos acinzentados, coisa que no colegial Percy achava insano, eram como nuvens de chuva, e sua boca carnuda coberta por um batom vermelho.

Deuses, não podia pensar uma coisa dessas. Não podia substituir Lily de seus pensamentos assim.

—Eu disse que é bom te ver de novo Perseu. – repetiu ela e Percy reparou que estava como um retardado. – Se lembra de mim?

—Sim, eu lembro, e é bom te ver de novo também.

—Bom, podem se sentar.

A consulta foi normal, Percy não gaguejou por incrível que pareça, e Annabeth fez muitas perguntas distintas do assunto realmente importante, é claro, não querendo assustar a menina. Em algum momento, Percy se distraiu do que ela estava falava e começou a pensar como aquela mulher poderia ser a mesma de antes, tão confiante, segura do que estava fazendo. Tudo havia mudado nela, e foi que Percy percebeu que ela estava certa em mudar, quem não havia mudado, era ele.

—Bem, se você não se incomodar Percy, eu gostaria de falar a sós com Agnes. – pediu com a voz doce Percy assentiu, dando um beijo na testa de Agnes.

Saiu pela porta da sala, e olhou u a última vez para Annabeth que segurava um sorriso no rosto. Agora com certeza ela falaria do que acontecera com a mãe de Agnes, Percy havia explicado tudo para Reyna, que anotara todas as informações. E ao contrário do que muitos iriam pensar se estivessem no lugar dele, ele não se incomodou de não falar pessoalmente com Annabeth sobre a situação, afinal, explicou tudo nos mínimos detalhes para Reyna.

Não contou os minutos que a consulta demorou, pois ficou o tempo todo se lembrando do mal que fazia com Annabeth na época de escola, que agora, depois de anos, o recebera com tanta educação e carisma.

—Senhor Jackson, está me escutando? – Percy saiu de seu transe assim que viu que Reyna o olhava como se tivesse um terceiro olho.

—Desculpe, o que?

—A Doutora Annabeth está pedindo que você entre para os dois conversarem um pouco.

—Ah, sim, mas e Agnes?

—Sem problemas, eu fico de olho nela e tem alguns brinquedos naquele tapete, ela vai ficar bem.

Percy assentiu e se levantou, entrando na sala novamente e vendo Agnes se levantar e sair com uma cara estranha, não triste, não feliz, simplesmente nada, como se nada tivesse acontecido. Olhou para a Annabeth que lhe lançou um olhar de “vou te explicar tudo” e se sentou.

—Então, Percy, eu conversei com Agnes e parece que ela sabia de muita coisa.

—Mas eu não falei nada pra ela, do que ela sabia?

—Percy é claro que ela iria lembrar de alguma coisa, ela é uma criança, não se lembra de como foi parar no hospital mas se lembra do porque. Ela sabia que havia acontecido um acidente. Então ela não sabia de tudo.

—E o que você falou para ela?

—A verdade. – falou e os olhos de Percy se arregalaram. – Não se desespere, não é certo mentir, muito menos omitir para uma criança sobre uma situação dessas. Eu te garanto que será bem melhor ela entender aos poucos de agora em diante do que daqui a alguns anos a verdade vir a tona.

—Como você explicou tudo para ela?

—Com muito cuidado, claro. Falei tudo que eu podia falar, a cada dia ela cresce um pouco mais e a sua cabeça também evolui então a cada dia todas as informações que eu passei a ela vão ser processadas e por enquanto ela sabe de um jeito diferente que a mãe não vai voltar, mas enquanto ela for crescendo, tudo vai mudando e quando ela tiver maturidade de uma adolescente, ela vai entender que a mãe dela morreu.

—Entendi, mas como ela reagiu? Ela saiu daqui com uma cara estranha, ela se desesperou? – perguntou, quando era ele quem estava desesperado.

—Não, no começo, como qualquer criança ela se assustou, e ficou um pouco triste mas depois ela entendeu tudo que eu estava dizendo, e infelizmente eu não posso falar tudo para você, porque além de ser bem complicado ela tem que entender sozinha por enquanto.

—Mas vão ter mais consultas? Ela vai precisar?

—Sim, seria bom, não sei se estão em condições agora mas... – antes de terminar a frase, Percy a cortou.

—Não, não, o que ela precisar eu vou pagar. Eu só não quero esconder nada dela, mas também não sabia como não esconder. Você me entende? – perguntou assim que viu a sua frase não fazia muito sentido.

—Sim, eu entendi. – falou e Percy viu em seus olhos que ela falava a verdade. – Você se tornou uma boa pessoa Percy. Com certeza, um bom pai.

O coração de Percy começou a palpitar, era disso que tinha medo, dela falar sobre aquele assunto.

—Bem, falando nisso, eu queria pedir perdão. — disse olhando-a nos olhos. – Eu era estúpido e inconveniente em fazer aquelas “coisas” com você no colegial e agora você aparece e me ajuda, ajuda a minha filha., eu...

—Ei, ei. – ela o interrompeu. – Passado é passado. Eu te perdoo, não que o que você fazia era legal, mas tenho uma boa impressão de você agora, tenho a impressão que mudou e sei que está passando por um momento difícil. Falando nisso, meus pêsames, sei que não é só Agnes quem está sofrendo.

—Obrigado. – depois que respondeu, Percy sentiu pela primeira vez agradecido pelos pêsames de alguém. –Bom, eu acho que já está na minha hora.

—Sim. Você pode marcar outro horário com Reyna e se precisar... – ela pegou um papel, anotou alguma coisa e entregou e Percy. – Se acontecer qualquer coisa com Agnes, qualquer surto, qualquer pesadelo, qualquer coisinha de nada que você se preocupar, pode me ligar. Sei que as vezes ficamos um pouco neuróticos com pequenas coisas. Mas não tem problema.

—Novamente, muito obrigada, não faço ideia de como lhe agradecer por isso.

—Eu faço isso por eles. – ela apontou para o painel atrás dela, onde haviam fotos de várias crianças, provavelmente, pacientes dela. – E se você também precisar de ajuda, posso de recomendar outros psicólogos e psiquiatras muito bons, não faço eu mesma porque atendo a área infantil mas....

—Não precisa Annabeth, para mim, contanto que Agnes esteja bem, eu também estarei. – respondeu e a loira sorriu. – Mas enfim, foi bom te ver. Até breve.

—Também foi muito bom te ver, até breve.

Percy saiu pela porta agradecido por ter achado alguém em que poderia confiar, mesmo não conhecendo muito bem. Mas mal sabia que depois dessa consulta, muita coisa mudaria em sua vida.

Notas finais
Tomara que tenham gostado, e eu nn sei se fiz isso que AG, mas quanto mais comentarios, mais rapido eu posto. Bjsss♥♥♥