Cougar Chonicles I - Beginning
17 Capítulo 14 - Weekend party
Notas iniciais
Acho que vou postar esse por último, e voltar só na semana que vem, pra encerrar a primeira temporada (Que fez eu ficar com vontade de me chutar, por achar que esta ruim)
Espero que gostem do final (Que chega no final de semana, ou então na terça junto com o retorno do Glee, de acordo com o Wiki)
Quinn sorriu e se sentou ao lado de Rachel, vendo Brittany distribuir beijos no rosto da latina, que ria e se desculpava.
– Parabéns. – O sussurro baixo a fez se virar para o lado, ficando frente a frente com a judia ao seu lado, que corou com a proximidade, mas não se afastou.
Um sorriso nasceu no canto dos lábios da loira que não ousou responder, com medo de tirar a morena do semi-transe e ela se afastar.
Ela parece emanar calor. Pensou Rachel, ainda estática. Onde eu vi esses olhos dourados... Dourados?!
Quinn abriu o sorriso e se afastou lentamente da morena, o sorriso calmo, e só dela, ainda nos lábios.
Como eu odeio Finn Hudson e essa bipolaridade Berry! Rosnou Quinn em pensamento.
– Sabe, eu estava pensando. – Disse Kurt, o único Gleek a se sentar com os monitores, além de Rachel. – O que faremos para os formandos? – Perguntou sorrindo para Quinn.
– Fodam-se os formandos! Ano que vem somos nós. YEAH! – Disse Puckerman com um sorriso largo.
– Que gentil. – Disse Evans com sarcasmo, se sentando ao lado de Quinn e puxando Santana para que ela se sentasse também.
– O que falávamos? – Perguntou a latina enquanto Brittany abraçava-lhe de lado e contava como havia sido seus últimos dias sem a morena.
– Formandos desse ano... E como o ano que vem vai ser nosso! – Mike deu um pequeno sorriso em direção a uma mesa afastada, os olhos brilhando.
– Hm... Que tal uma festa de slushie nos chatos que eram do Squad St. James e uma festa na casa do Puck pro resto do pessoal? – Sugeriu Quinn calmamente, dando de ombros.
– Tanto faz. – Resmungou Puckerman. – Estamos em maio e mês logo as aulas acabam, vamos chutar a bunda desses vadios e depois dominar a escola. HO!
Quinn rolou os olhos e sorriu, apoiando o rosto na palma da mão, ouvindo a conversa distraída.
– Planos para o ano que vem Fabray? – Perguntou uma voz grave e distante.
– Ahn... – Quinn levantou a sobrancelha direita e depois se endireitou. – Talvez as Nacionais de Corais e as Interestaduais de Basquete?
– Vai jogar basquete ano que vem?
– Beiste me prometeu um time feminino. – Comentou a loira simplesmente. – Considerando que os monitores seniores tinham um grupo de jogos de cartas e tabuleiros. – Santana abriu a boca para comentar algo, mas Quinn foi mais rápida. – NERD pra caramba, mas é verdade. – Fabray deu de ombros. – Eu vou montar o time de Basquete feminino.
– Acho que posso jogar. – Comentou Santana. Todos se viraram para a latina, aterrorizados. – Sylvester me expulsou das líderes de torcidas até a milésima geração.
Gargalhadas ecoaram pela mesa e Quinn se levantou. – Que tal uma festa no final de semana, na minha casa? – Perguntou a loira. – Minha mãe vai viajar com algumas amigas da Igreja, volta na segunda. Seria legal.
– WEEKEND PARTY! – Gritou Puck se levantando, Quinn rolou os olhos, mas sorriu.
– Nos vemos por ai pessoas. – Disse assim que o sinal tocou.
– Espere Q. – Quinn parou ao lado da porta do refeitório e abriu um pequeno sorriso para a morena. – Podemos ir para aula juntas. – Disse e Quinn sorriu ainda mais abertamente.
Fazia meses que notara, mas era sempre bom se lembrar: Tinha, em média, três aulas com a morena, por dia.
– Vamos. – Disse simplesmente, colocando as mãos nos bolsos da jaqueta de couro.
–--
Faltava exatamente um dia para a festa na casa de Quinn e ela simplesmente estava andando na rua, com seu típico traje de ‘vigilante’. Ouviu o walk talk chiar no ombro e logo a voz irritante resmungando:
– Fabray. Hey, Fabray! – Rolou os olhos.
– Não diga meu nome alto, sua idiota! Algum dos ladrões pode ouvir e depois me procurar.
– Foda-se Gata Borralheira* — Resmungou a latina do outro lado da linha.
– O que precisa, Chacal?
– Sua festa ainda ta de pé? Eu tava pensando em chamar a sua gatinha – Soltou uma risada baixa para a própria piada. – e o Finnorca, sabe... Brincar um pouco com o saco de batatas...
– Precisamos achar a Mariposa, primeiro. – Resmungou a Fabray. – Não vai adiantar nada eu vê-la se aquela vadia usar suas ilusões de novo.
– Então, eu vou chamar o Sam e Puck pra caçar essa maldita. Que tal?
– Melhor não. Pelo que você me contou ela pode mudar de forma... Se ela tem habilidades do espécime que Lionel disse que ela tem, quanto menos pessoas procurando, melhor.
– Cameron, ahn?
– É.
– Lupi estava pensando se não devíamos deixar isso pra lá por um tempo, deixar a poeira baixar.
– Eu vou continuar fazendo as rondas, então, pra mim não faz diferença.
– Até amanhã então, Cheetara.
– Tchau Chacal.
A loira parou no alto prédio e se sentou na mureta de proteção. Os olhos percorreram as ruas metros abaixo. Tirou o capuz e respirou fundo, abrindo a jaqueta olhando as horas no relógio de pulso. 10h40min, cedo ainda.
Sentiu algo vibrar no bolso e logo pegou o celular, lendo a mensagem do número confidencial.
Será que...?
Se levantou e colocou o capuz de volta, fechando a jaqueta e correndo até o endereço indicado. Sonhava e torcia que não fosse quem ela pensava que era.
–--
– Amanhã vamos jogar Sueco. Eu quero encher a cara. – Disse Puckerman, se jogando na cama de solteiro.
Sam rolou os olhos e sentou na cama oposta.
– Mercedes vai? – Perguntou Sam, levemente hesitante.
– Acho que sim... Rachel vai convidá-la e o Kurt também. – Disse o judeu abrindo um bocejo.
Sam abriu um largo sorriso e se deitou na cama, os pensamentos indo até a Jones a cada segundo.
Então Raven... Vai ser assim?
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