Notas iniciais
Não era nem pra eu tar aqui e.e (Sério, daqui a pouco chega o PM ou qualquer coisa do tipo pra me tirar daqui)
Bem... Capítulo explicativo '-' que eu tó deveno kkk''
O começo do capítulo é meio estranho também (Gente eu adoro fazer laços e nós nas cabeças das pessoas *-*)

Os olhos verdes brincavam enquanto observava a casa de reptéis do Zoológico de New York, os olhos fascinados atrás dos óculos de grau.

Adorava reptéis, pricipalmente os camaleões e as tartarugas. Queria ser como eles.

Sumir de um instante pro outro. Principalmente ali.

Sentiu algo gelado batendo contra suas costas e descendo pela sua espinha dolorosamente. Se virou e deparou com um grupo de garotos rindo e brincando com bolas de neve. Não deu outra, os dois garotos carregando bolas de neve acertaram-lhe o rosto e o peito.

- Deixem ele em paz. — A voz rosnou ao lado do garoto.

- Ih, é a monitora, vam'bora. — Os garotos correram desesperados enquanto o menino atingido se virava para a adolescente ao seu lado.

- Você está bem Josh? — Perguntou docilmente.

O garoto fez uma expressão de fúria e desviou o olhar. Odiava aquela mania de proteção.

- Josh. — A voz suave atingiu-lhe os ouvidos e sua expressão de raiva simplesmente sumiu. — Eu também gosto de reptéis. — Disse do nada, se virando para os reptéis.

Depois de alguns movimentos das mãos o garoto sorriu.

- Tenho certeza que sim. Eu adoraria ter um deles de estimação. — E riu enquanto o garoto assentia sorrindo. Abraçando Josh pelo ombro a ruiva sorriu e guiou-o até o resto dos alunos.

Mais alguns gestos e a ruiva balançou a cabeça, fazendo outros gestos em resposta.

Josh sorriu e beijou a bochecha da mais velha, correndo para próximo do professor.

A garota sorriu e quando o rapaz se virou de novo ela sorriu.

Simultaneamente fizeram o mesmo movimento, os mesmo gestos.

"Eu te amo".

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O garoto sorriu, acariciando a pele quente do seu novo bicho de estimação.

- É lindo. — A adolescente sussurrou para ele e logo o bichinho simplesmente sumiu, se camuflando. — E assustado.

O garoto deu um sorriso nervoso e depois sentiu um par de braços lhe abraçando.

- Eu te amo irmãozinho. — Sussurrou e quando se afastaram o garoto gesticulou sua frase predileta, e mais comum, sendo imitado pela irmã em seguida.

Depois o garoto fez mais alguns gestos e a ruiva sorriu.

- Parece bom... — E então acariciando a pele quente do réptil sussurrou: — Cameron.

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A noite nunca pareceu tão quente, podia jurar que estava derretendo de tanto calor. A febre já devia estar assustadoramente alta, e constatou isso quando seu irmão tocou-lhe a testa com os lábios que pareciam incrivelmente frios.

Foram dias de cama, ela nem ao menos sabia o que tinha acontecido, mas Cameron quase se prendia no pulso de tão colado.

E foi só dias depois que descobriu a resposta, quando sozinha, a voz rouca e sibilante preencheu sua mente: "Acabou".

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Os gestos do garoto fizeram a adolescente suspirar. E explicando ainda em línguas de sinais viu pela primeira vez o seu irmão gesticular seu nome em mais de dois anos.

Espremendo a expressão em uma carranca deu de ombros e se virou para frente. Cameron havia dito que as respostas e seu destinos estavam ali. Em Columbus, Ohio. E ela nunca contestou seu mais novo 'pai'.

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Quando viu a garota de olhos verdes e cabelo loiro no estacionamento, brigando com um garoto playboy qualquer sentiu um cheiro novo. Era a primeira vez em cinco dias que sentia aquele cheiro.

No instante que se virou para o lado foi como se uma sombra lhe cobrisse os olhos e, pela segunda vez na semana, ela não viu nada, e se obrigou a tampar os olhos que ardiam. O que era aquilo?

Ela não precisava saber, ja tinha alvo, plano e ferramentas prontos.

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Por pouco as risadas não escaparam dos lábios da garota. Acabara de ver Rachel Berry ser deixada em casa e nada mais engraçado do que pensar que Quinn Fabray, pensava que a judia ficaria com ela.

Quando Cameron lhe contou tudo que podia fazer nunca pensou que poderia ser tão má.

Esfregando as mãos e sorrindo saiu calmamente pela rua, em direção ao hotel em que se hospedara com o irmão.

Os dons de Moth foram bem úteis, não? Perguntou o camaleão divertido enquanto deslizava pelos ombros da garota.

- Fico feliz que você tenha lhe roubado os dons. — E então, com um sorriso maldoso e dela seguiu até o quarto.

O que, exatamente, você fez?

- Eu fiz uma pequena brincadeira com a 'parceira' da leoa. — E com uma risada maldosa se jogou na cama, tirando as botas. — A garota não vai se lembrar que se quer viu Quinn Fabray hoje a noite.

Ouvindo uma gargalhada aspera dentro de sua mente a garota se entregou à inconsciência.

Agora só precisavam de mais alguns passos para acabar com aquela heresia.

Notas finais
Ficou meio tosco o final e eu acho que a Moth ficou parecendo mais má do que ela é '-'.
**: Ela ainda é má.
É... u.u
Bem, ja não sei mais o que ia falar --', o x-bacon alterou meu cérebro *fuck yeah*
Isso que eu ainda nem peguei a coca kkk''