Cosa Nostra

26 Capítulo 25: Vergonha


Notas iniciais
Nos vemos lá embaixo!!!!Boa leitura!!!!

Eu fiquei parado, apenas olhando para a chave. Porra!!!! Era a chave para a sala que eu precisava entrar para copiar o disco rígido dos ‘boinas verdes’.

E agora estava aqui... ao meu alcance... mais fácil do que eu imaginei.

- Pega logo, porra! – ela esbravejou balançando as chaves na minha direção e me tirando dos meus pensamentos.

- Você não acha melhor você mesma fazer isso? – eu perguntei tentando me esquivar dessa situação.

- E correr o risco do General Uley achar a minha conversa com o cachorro do Black? – ela perguntou.

Eu sabia que ela tinha razão. Era o mais sensato a se fazer e eu era o único que sabia de todo o plano. Nem mesmo Jasper tinha ciência do que tinha acontecido com o Black na realidade.

- E além do mais, eu confio em você. – ela completou olhando no fundo dos meus olhos.

Eu senti um frio na barriga e respirei fundo, passando a mão esquerda pelo meu cabelo, nervosamente.

Eu era um filho da puta mesmo... uma coisa era entrar nas Forças Especiais para pegar o disco rígido deles... outra, era envolver com Isabella, mesmo sabendo como iria acabar toda essa história.

Eu me sentei na cama e coloquei as mãos no meu rosto, me escondendo.

- Não devia. – eu murmurei, sentindo, pela primeira vez, vergonha de quem eu era e do que eu fazia.

Escutei ela suspirar.

Ela ficou em pé, entre as minhas pernas e tirou minhas mãos do meu rosto, me forçando a encará-la.

- Eu sei que eu não devia... mas eu sou teimosa. – ela sussurrou olhando nos meus olhos.

Eu a agarrei pela cintura com toda a minha força. A verdade era que eu não queria perdê-la... não agora.

Sem desviarmos os olhos um do outro, ela me empurrou pelos ombros, me fazendo deitar na cama e subiu em cima de mim, se sentando no meu corpo.

- O dia que você quiser me contar seu segredo, eu estarei aqui. – ela disse se inclinando e beijando meu pescoço.

- Você já quis ser outra pessoa? – eu a perguntei fechando os olhos para aproveitar sua língua percorrer meu corpo.

Porque naquele momento, eu queria ser apenas Edward Cullen...

- Já... mas no final, nós não podemos fugir de quem realmente somos. – ela falou ainda me beijando o pescoço.

- E esquecer? – eu perguntei.

Ela se afastou um pouco e me olhou nos olhos.

- Eu te faço esquecer... pelo menos por enquanto. – ela falou, dando um sorriso malicioso e doce ao mesmo tempo... e rapidamente começou a tirar lentamente a minha camisa.

Eu fechei os olhos, me entregando às sensações que ela me proporcionava... me esquecendo do resto do mundo.

Ela tirou minha calça, juntamente com minha cueca, tocando de leve meu pau, me fazendo gemer.

Minha respiração já estava descompassada e meu pau latejava, querendo sentir o corpo da Isabella.

Depois de tirar toda a minha roupa, ela saiu de cima de mim e, consequentemente da cama. Imediatamente, eu abri os olhos e me sentei na cama.

Ela tirou sua roupa, peça por peça... sem desviar os olhos do meu... me fazendo praticamente babar.

Ela era muito gostosa... a barriga lisa... os seios fartos e empinados... as pernas grossas...

Eu me levantei e a agarrei, já a beijando ferozmente. Ela gemeu e me beijou de volta. Eu a deitei na cama, me deitando por cima, sem nunca deixar seus lábios saborosos.

Nosso beijo era selvagem... louco... delicioso...

Nunca uma mulher tinha me deixado tão duro com apenas um beijo... mas quando se tratava de Isabella, ela me deixava duro com apenas um olhar.

Quando o ar me faltou, eu tracei o caminho de seu pescoço até os seus seios... e que seios...

Seus mamilos estavam rígidos de desejo e ela se arrepiou quando eu passei a língua neles. Eu lambi um seio e o chupei em seguida... com força... com tesão. Ela gemeu alto e segurou o meu cabelo perto da nuca, para que eu não parasse... como se eu pensasse em parar.

Eu mordiscava seu mamilo, a fazendo arfar. Minhas mãos, então, desceram até sua boceta e comecei a estimulá-la.

Ela arqueou o corpo quando eu a penetrei com dois dedos.

- Edward... – ela gemeu rebolando nos meus dedos.

Eu aumentei a velocidade, enquanto ela encharcava meus dedos com seu tesão.

- Quer mais? – eu perguntei com a voz rouca.

- Quero. – ela respondeu mais como um gemido.

Ela me abraçou com as pernas e eu me posicionei para encaixar nela... e, aos poucos, fui a preenchendo por completo.

Céus... eu nunca me acostumaria com o quão apertada ela era... era enlouquecedor!

- Você é linda! — eu falei olhando nos seus olhos castanhos e comecei a me movimentar.

Eu retirei e logo depois enfiei todo meu pau dentro dela. Ela fechou os olhos, mordendo o lábio inferior.

Então, passe a penetrá-la lenta, forte e profundamente. Ela cravou as unhas em meus ombros e eu gemi alto.

- Edward... — ela gemeu e começou a beijar e morder meu pescoço, me deixando mais louco ainda.

Eu acelerei meus movimentos, estocando nela, enquanto ela rebolava freneticamente sob meu corpo.

Então, nossos olhares se encontraram... e eu me perdi. Eu queria dizer alguma coisa e parecia que ela também... mas nenhum de nós sabíamos ao certo o que dizer.

- Isabella... – eu gemi querendo falar sei lá o que.

Eu estocava nela bem fundo... com força... mas não era o bastante... só então que eu entendi que nada em relação a ela seria o bastante...

- Mais... — ela pediu.

Eu aumentei ainda mais a velocidade das estocadas. Isabella gritou e arranhou minhas costas com força. Seus músculos se contraíram intensamente, pressionando meu pau... caralho... eu estava quase gozando.

Eu senti o meu corpo estremecer e continuei estocando cada vez mais rápido. Ela já me apertava alucinadamente. Seu rosto era de puro prazer... fodidamente sexy.

Estoquei com fúria dentro dela até senti seu gozo descer pelo meu pau no mesmo momento em que eu urrei e senti meu gozo sair de dentro de mim.

Eu me deitei em cima dela, sem sair de dentro e fechei os olhos, esperando minha respiração se normalizar.

Depois de um tempo, eu saí de dentro dela e me deitei ao seu lado, de barriga para cima. Ela se deitou em cima do meu corpo.... Eu a abracei e ela fechou os olhos.

- Eu sempre soube que você seria minha ruína. — eu sussurrei em seu ouvido.

- Não... Você será a minha. — ela falou.

Eu estava completamente entregue a ela e por mais que tivesse segredos entre nós dois, parecia que aquele momento não havia mais nada... apenas nós dois.

...

No outro dia, eu e Isabella fomos para as Forças Especiais às sete da manhã. Estávamos no carro, em silêncio.

- Edward.

Isabella me chamou e eu a olhei, sem deixar de prestar atenção no trânsito.

- Aqui está a chave da sala central. – ela falou colocando a chave no painel do carro – Entre na sala hoje na hora do almoço e pegue as fitas, que estão no armário do lado esquerdo.

- Isabella...

- Faça e não reclame, porra! – ela esbravejou – Você imagina o que pode acontecer se o General Uley pegar essas fitas? Seremos exonerados os dois e eu realmente não pretendo ser exonerada por causa de uma foda, Cullen.

Eu suspirei derrotado.

- Na hora do almoço? – eu perguntei confirmando.

- Sim. Será a única hora que ele não estará na base, porque nós vamos almoçar com o prefeito. – ela falou.

Eu assenti, contrariado.

Puta que pariu!! Eu estava com a chave da sala central das Forças Especiais. Que merda de dúvida... agora, o que eu fazia com a porra da chave???

O fato era que eu estava mais perdido que cego em tiroteio... e eu detestava ter que admitir isso.

O resto do caminho, nós ficamos em silêncio. E eu me torturei mentalmente o tempo todo. Já Isabella apenas olhava pela janela, parecendo estar perdida em seus próprios pensamentos.

...

Eu entrei na sala central, fechando a porta por trás de mim. Afinal, eu não queria ser pego ali por ninguém. Isabella e o General Uley tinham saído para o tal almoço fazia dez minutos e seria a única hora que eu teria para fazer aquilo sem ter perigo de ser pego.

Olhei por alguns segundos para o computador. Todas as informações estavam ali... tudo que eu queria quando me inscrivi nesta loucura estava ali... ao meu alcance.

Suspirei, cansado da vida.

Eu desviei os olhos da merda do computador e fui em direção ao armário onde Isabella tinha me dito que estariam as fitas que nós gravamos suas conversas com o maldito do Black.

Eu abri o armário e peguei as fitas, as guardando no meu bolso. Eu teria que dar um fim nelas rapidamente.

Dei mais uma olhada para o computador e saí da sala, a trancando.

Caralho... se Don ou Tanya soubessem que eu estive tão perto, mas não fiz nada, com certeza eles me matariam... literalmente.

Fui para o vestiário e quebrei as fitas em duas partes. Eu guardei os restos no meu armário e os jogaria fora no caminho para casa.

Tranquei meu armário e fui para a cozinha almoçar com os ‘boinas verdes’.

...

No final da tarde, Isabella ainda estava em reunião com o General Uley. Então, Jasper nos liberou para irmos para a casa.

Decidi deixar meu carro com Isabella e ir andando para a casa... eu estava precisando de ar puro.

Eu caminhava sem pressa pelas ruas caóticas de Nova Iorque. As pessoas passavam por mim, mas eu continuava no meu próprio ritmo... sem me preocupar com o resto do mundo.

No caminho de casa, passei por um chaveiro. Imediatamente, eu parei e coloquei a mão no bolso, pegando a chave da sala central.

Sem pensar muito no que eu estava fazendo, eu entrei e fiz uma cópia da chave.

Minha consciência praticamente gritava para eu não fazer a merda que eu estava fazendo... mas eu decidi que iria apenas tirar uma cópia.

Isso não significava que eu iria efetivamente copiar os dados... e muito menos significava que eu não estava traindo Isabella... não é mesmo?

Eu enfiei a cópia no meu bolso e fui para casa, tentando desesperadamente não pensar no que eu tinha acabado de fazer.

Abri a porta do meu apartamento e percebi que Mike ainda não estava em casa. Fui para o meu quarto e me joguei na minha cama.

Eu fechei os olhos, mas minha consciência pesada me incomodava profundamente.

Eu sabia que seguir em frente com o plano da Cosa Nostra era um caminho sem volta. Isabella jamais me perdoaria se eu a traísse dessa forma... apesar de que eu nem sabia se ela me perdoaria se eu a contasse quem eu realmente era.

Levantei da cama já nervoso e liguei o som no volume máximo tentando não escutar meus próprios pensamentos. Consciência pesada era uma merda!

Com a música alta, fui para o banheiro tomar banho.

Já no box, eu fechei meus olhos, colocando a testa contra a parede gelada e deixei a água quente correr pelo meu corpo, em uma tentativa frustrada de relaxar.

Assim que eu fechei a torneira do chuveiro, a música acabou e eu escutei a campanhia tocar. Desliguei o som, coloquei uma toalha na cintura e fui atender a porta.

Quando eu a abri, vi Isabella me olhando de cima a baixo com um olhar guloso.

- Isso que eu chamo de ser bem recebida. – ela falou maliciosamente, entrando no meu apartamento.

Ela foi direta para a cozinha, onde deixou algumas sacolas e a chave do meu carro em cima da mesa.

- Eu trouxe algo para nós comermos. – ela falou andando em minha direção – Mas, você me deixou com fome de outra coisa.

Ela não me deixou nem responder e já me agarrou, me beijando alucinadamente. Eu a retribui imediatamente. Sua língua explorava minha boca com fúria, me deixando completamente duro por ela.

Sem nunca deixar de beijá-la, eu a levei até a pia e a leventei, a colocando sentada em cima da bancada.

Isabella passou as pernas pela minha cintura, me trazendo mais para perto. Eu ainda estava molhado e estava a molhando toda, mas ela não parecia nem um pouco preocupada com isso.

Minhas mãos foram para suas coxas. Eu apertei com força por cima da calça jeans que ela usava e ela gemeu na minha boca, me fazendo estremecer de tanto tesão.

Eu subi lentamente as minhas mãos até a barra de sua camisa. Quando eu comecei a levantar sua camisa, escutei um pigarro.

Nós nos separamos e eu virei a cabeça, totalemente ofegante, para ver quem era o empata foda da vez. Na porta da cozinha estavam Mike e Jéssica.

Mike tinha uma risada maliciosa na boca, mas Jéssica estava com a boca aberta e os olhos arregalados... provavelmente de susto.

Isabella desceu da bancada e parou na minha frente, mas de costas para mim... o que eu agradeci porque eu estava completamente duro e usando apenas uma toalha que não escondia nada.

- Boa noite Mike... Jéssica. – ela falou com a voz um pouco rouca.

- Boa noite. – eu resmunguei.

- Boa noite General. – Mike a cumprimentou sorrindo.

Jéssica não tirava os olhos de mim e não fechava a boca... o que estava começando a me incomodar. Então, eu dei um passo para frente e abracei Isabella por trás.

- Pode me chamar de Isabella, Mike. – ela falou educadamente.

E a maldita empinou a bunda, roçando deliciosamente na minha ereção. Ela queria me provocar? Vamos ver quem ganha essa...

Eu apertei sua cintura com mais força e passei a beijar seu pescoço.

- Vocês já jantaram? – Mike perguntou.

- Não. – eu respondi – Porque vocês acabaram de atrapalhar o meu jantar. – eu falei e dei um chupão no ombro da Isabella.

Jéssica ficou vermelha, provavelmente com vergonha e Mike começou a rir. Isabella olhou para trás com a cara feia, me repreendendo.

O que? Era verdade... se não fosse por Mike, eu estaria esfolando Isabella agora e ela não estaria reclamando e sim gritando meu nome para todo o prédio ouvir.

- Cala a boca, Cullen. – ela falou para mim.

Isabella olhou para Mike novamente, mas colocou uma mão para trás e passou a acariciar o meu pau, por cima da toalha. Eu fechei a boca com força reprimindo um gemido.

Essa, com certeza, era uma ótima forma de me manter calado.

- Eu comprei comida para um batalhão. – Isabella falou ainda me provocando... e eu me controlando para não gozar – Se vocês quiserem, podemos jantar juntos.

O que??? Jantar juntos??? Ah não!!! Eu ia acabar de comer essa mulher primeiro e depois pensaria em comida, porque naquele momento, eu estava faminto por ela.

- Seria ótimo. – Mike falou.

- Então prepara a mesa Mike... mas eu e Isabella só vamos jantar quando eu acabar o que eu comecei. – eu falei a pegando no colo.

Sem dar chamce para ninguém falar mais nada, eu fui para o meu quarto com ela e a joguei na cama.

Eu tranquei a porta e tirei minha toalha. Isabella, ao invés de me repreender, o que era o esperado, me olhou para o meu pau duro e passou a língua entre os lábios. Porra... eu quase morria quando ela fazia isso...

Ela se ajoelhou na cama, já tirando sua camisa.

Eu fui com a minha mão até meu pau e comecei a me mastubar enquanto ela tirava o resto da roupa... me dando a visão privilegiada de todo o seu corpo... nu.

Eu caminhei em direção a ela, olhando lentamente para cada parte daquele corpo delicioso e subi na cama, ajoelhado, e a puxei para mim.

- A minha vontade é de te devorar, sabia? – eu rosnei e ataquei sua boca.

Ela me empurrou, me fazendo cair de costas na cama e rapidamente, subiu em cima de mim, se sentando de uma vez no meu pau, me fazendo urrar e ela, gemer.

- Porra, Isabella... tão apertada. — eu rosnei, sentindo todo meu pau sendo apertado por ela.

Eu a agarrei pela cintura, enquanto ela subia e descia deliciosamente pelo meu pau. Ela estava tão molhada que meu pau deslizava para dentro dela.

Eu me inclinei e ataquei seus seios com minha boca. Ela agarrou às minhas mãos, que estavam segurando seus quadris fortemente.

- Rebola pra mim... vai... — eu praticamente implorei.

Ela sorriu maliciosamente e me começou a rebolar no meu pau. Porra! Ela ainda ia me matar.

Eu a sentia contrair a cada estocada. Isabella aumentou a velocidade e gemeu meu nome.

Foi o suficiente para eu perder todo o controle. Eu apertei sua cintura com toda a força que eu tinha, fazendo com que ela descesse e subisse ainda mais rápido... como se não fosse o bastante, eu também passei a estocar, rebolando loucamente.

Ela fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, enquanto gozava deliciosamente no meu pau. Eu também fechei os olhos e meu orgasmo veio... imediato e intenso.

Quando acabei de gozar, Isabella simplesmente caiu em cima de mim e ficamos deitados por um bom tempo até que o meu estômago roncou.

- Agora nós podemos jantar, porque eu estou morrendo de fome. — eu falei.

Isabella riu se levantando da cama.

- Onde você vai? — eu perguntei.

- Vou tomar banho. — ela falou como se fosse óbvio.

- Eu vou com você. — eu falei me levantando da cama.

Ela me olhou e apontou o dedo para mim.

- É só banho Capitão. — ela disse séria.

- Você é insuportável. — eu resmunguei e a segui até o banheiro — Insuportavelmente fascinante. — eu falei a segurando pela cintura e a beijando.

Tomamos banho e foi bem sem graça, porque ela não me deixava tocá-la direito, dizendo que eu a distraía.

Depois eu vesti uma roupa confortável: uma calça de moleton e uma camiseta.

Ela também estava vestida como eu, mas ela usava roupas dela mesma, porque, dessa vez, ela havia trazido roupa para dormir aqui em casa.

Nós saímos do quarto e vimos Mike e Jéssica assistindo a um filme na sala.

- Já jantaram? — eu perguntei e Jéssica corou.

Qual é o problema dessa mulher? Ela vivia corada agora?

- Já. — Mike falou — Nós até tentamos esperar, mas vocês demoraram.

- Nós vamos jantar então. — eu falei indo para a cozinha com Isabella.

Colocamos a comida no prato e começamos a comer. Isabella tinha comprado comida chinesa... e ela realmente tinha comprado comida para um batalho, porque tinha muita comida ali.

Alguns minutos depois, Mike e Jéssica se juntaram a nós dois. Nós ficamos conversando bobeira por um bom tempo, até que Isabella bocejou.

Pelo seu rosto, ela estava morrendo de cansaço. O dia dela ao lado do General Uley tinha sido corrido. Ele tinha vistoriado toda a base de cabo a rabo e ela sempre ao lado dele.

- Boa noite a vocês dois, mas eu e Isabella vamos dormir. — eu falei me levantando.

Ela se levantou e sussurrou um “boa noite” para Mike e Jéssica. Nós fomos para o meu quarto e caímos da cama.

Eu passei meu braço pela sua cintura e a trouxe para perto de mim. Ela se aconchegou e minutos depois, já estávamos dormindo.

No meio da noite, eu acordei me sentindo incomodado com alguma coisa. Olhei para lado e vi a silhueta de uma pessoa.

Merda. Tinha alguém no meu quarto.

Instintivamente, eu olhei para Bella, que dormia tranquilamente e olhei para a silhueta perto da porta... e vi que era de uma mulher.

Então, ela deu um passo na minha direção, me deixando ver quem era. Puta que pariu!!! Era Tanya e ela me olhava com ódio.

Instintivamente, eu apertei o corpo da Swan contra o meu.

- Que cena mais linda! – Tanya falou com deboche.

- O que você está fazendo aqui, sua louca? – eu perguntei baixo para não acordar Isabella.

- Eu estava com saudade de você, mas pelo visto você teve companhia durante todo esse tempo. – ela falou com ódio.

Eu me levantei com cuidado para não acordar a Isabella e levei Tanya para o banheiro, a segurando pelo braço. Chegando ao banheiro, eu a soltei e fechei a porta.

- Como você entrou na minha casa? – eu perguntei.

- Eu pensei que eu podia entrar na casa do meu noivo quando eu quisesse. – ela falou irritada.

- Pois não pode não. – eu falei e ela se assustou com meu tom – Não quando você prefere manter nosso noivado em segredo.

Eu sabia que ela não podia argumentar mais nada. Durante todo esse tempo, eu sempre deixei claro que achava uma palhaçada esse negócio de noivado escondido. Mas agora, eu até gostava.

- Isso não altera o fato de eu encontrar uma mulher na sua cama. – ela falou.

- Da mesma forma que você ia para a cama do cônsul italiano? – eu devolvi a pergunta.

Ela empalideceu e deu alguns passos para trás.

- Como você descobriu issso? – ela perguntou receosa.

- As pessoas comentam Tanya. – eu falei ironicamente – E eu participei da missão de salvamento dele.

- Mas era trabalho... para o bem da Organização. – ela falou se defendendo.

- Eu também. – eu menti descaradamente – Você quer que eu copie a porra do disco rígido das Forças Especiais e a única com acesso a ele é a Swan.

Ela ficou calada, mas eu sabia que ela tinha acreditado em mim.

- Foi a única forma que eu encontrei de ter acesso ao disco rígido. – eu completei.

- Então você não tem nada com ela? É só por causa da missão? – Tanya me perguntou quase sorrindo.

Que mulher mais burra! Fala sério...

- Claro que é por causa da missão! Por que eu teria alguma coisa com ela, se eu tenho uma noiva gostosa e linda como você? – eu disse dando meu melhor sorriso.

Eu sabia muito bem como ludibriar Tanya e sempre dava certo.

- Nunca mais faça isso Edward. – ela falou me abraçando – Por um momento, eu achei que você estava envolvido com ela.

- Jamais. – eu menti mais uma vez e a beijei, para ver se ela calava a boca logo.

Eu fechei os olhos, aprofundando o beijo... mas alguma coisa estava errada... não era o beijo que eu queria. Rapidamente, eu terminei o beijo e me afastei quase bruscamente de Tanya.

- Agora suma daqui antes que alguém te veja e atrapalhe a nossa missão. – eu falei louco para ela ir embora de uma vez.

Ela sorriu e me beijou de novo, mas, dessa vez, eu não aprofundei o beijo... era demais para mim.

Eu abri a porta do banheiro e vi que Isabella ainda dormia. Fiz o sinal com a cabeça para Tanya ir embora. Ela saiu correndo para fora do meu quarto.

Eu voltei para o banheiro e joguei uma água no rosto... mas que merda!!!! O que Tanya tinha que fazer na minha casa????

Eu saí do banheiro e eu me deitei novamente na cama. Assim que eu me deitei, Isabella se aconchegou no meu peito e sorriu, ainda dormindo.

Com o coração apertado, eu também sorri, porque ela estava ali comigo. Eu a abracei e depois de alguns segundos, dormi novamente.

...

No outro dia, recebi uma mensagem no celular descartável marcando um horário e um local onde eu deveria me encontrar com Don.

Não teria problema para mim, porque seria na hora do almoço e Isabella estaria ocupada com alguma coisa relacionada com a prisão do maldito do Black.

Na hora marcada, eu fui para o local no Centra Park. Como sempre, Don já me esperava em um local deserto.

- Há quanto tempo, moleque! — ele disse me abraçando.

Eu restribuí ao abraço um pouco hesitante.

- A vida está corrida para mim. — eu falei essa meia verdade.

Don apenas riu.

- Imagino como seja a vida de um espião. — ele falou amigavelmente — Mas não se preocupe, porque sua missão já está no fim.

- Como assim? — eu perguntei sem entender.

Só não acabaria quando eu copiasse o disco rígido?

- Estou te dando o prazo de 15 dias para copiar os discos rígidos. Você já teve tempo suficiente Edward. — ele disse.

- E se eu não conseguir nesses 15 dias? — eu perguntei.

- Ainda assim iremos te tirar desta missão. — ele falou tranquilamente — Tanya não gostou nada de encontrar a General Swan nua na sua cama.

Eu bufei. Tanya que fosse para o quinto dos infernos. Eu estava mais preocupado em saber que eu teria 15 dias para decidir a minha vida... mas decidir o que?

- Mas não se preocupe, moleque, porque você não vai ficar sem fazer nada. — ele me disse.

- Não estou entendendo. — eu falei.

- Assim que você sair da missão, com o disco rígido ou não, eu tenho uma nova missão para você, moleque. – Don falou.

E não sei porque, mais eu sabia que não era coisa boa.

- Qual? – eu perguntei desconfiado.

- Eu quero que você acabe com a Swan de uma vez por todas. – Don falou com um sorriso maldoso no rosto.

Notas finais
Bem,Acho que vcs ja perceberam que a fic ta na reta final, ne??? Mas só da primeira temporada... logo, teremos a segunda temporada... =) Espero que tenham gostado... proximo capitulo teremos mais ação... Lilly_Brandon, And_Cullen, patriciabalbino e Nanabellinha... muitooooooooooooooo obrigada pelas recomendações... eu AMEI!!!!!!!!!!!!! Muitoooooooooo obrigada mesmo... Eu já respondi a alguns reviews... e vou continuar, até conseguir responder a todos, ok??? Me desculpem pela demora em responder, mas ta dificil.... rrss Bjos a todos e até prox cap!!!!