Cosa Nostra
18 Capítulo 17: Eu e a General Swan
Notas iniciais
Eu olhei nos olhos dela. E não tive dúvidas sobre o que eu queria fazer. Eu me inclinei e a beijei.
Era impressionante como um simples beijo conseguia me deixar descontrolado e excitado dessa maneira... mas eu já tinha aprendido que com ela era sempre assim... nunca era o bastante... eu sempre queria mais e mais...
- Por que você me encanta dessa maneira? – eu perguntei em seus lábios, ainda com os olhos fechados.
- Eu não sei do que você está falando. – ela sussurrou.
- Claro que sabe. – eu respondi sem tirar meus lábios dos dela – Eu estou falando disso.
Eu a segurei pela nuca e aprofundei o beijo de novo. Eu explorava a boca dela e ela retribuía deliciosamente, segurando meu cabelo com força.
Sem ousar me afastar da sua boca, eu a segurei pela cintura e a trouxe para mais perto. Ela saiu do banco do motorista e se sentou no meu colo, com as pernas de cada lado do meu corpo, se encaixando em mim, e consequentemente, pressionando a minha ereção.
Eu apertei sua cintura com mais força à medida que o beijo se tornava mais urgente. Ela começou a rebolar no meu colo, me enlouquecendo ainda mais. Eu gemi, mas meu gemido foi abafado pela sua boca.
Minhas mãos desceram até a sua bunda, pressionando seu corpo mais contra o meu. Então, segurando sua bunda, eu aumentei a velocidade com que ela roçava no meu corpo e nós dois gememos juntos.
Eu levei minha boca até seu pescoço, beijando e mordendo, alternadamente. Eu subi com meus beijos até a sua orelha.
Ela segurou meu ombro com força e jogou a cabeça para trás. Eu me afastei somente o suficiente para olhá-la. Ela mantinha os olhos fechado e a boca vermelha entreaberta. Linda. Simplesmente linda.
Então, escutamos alguém batendo na janela.
- Mas que porra... – eu reclamei frustrado.
Só podia ser castigo divino por tudo que eu fiz nessa vida. Carma é uma merda!
Ela saiu do meu colo rapidamente e voltou para o banco do motorista. A Swan abriu o vidro sem ver quem era o filho da puta que tinha nos atrapalhado.
- O que você quer? – ela perguntou impaciente e só então olhou para quem nos atrapalhava.
Quando eu olhei, eu vi que tinha um idiota do lado de fora do carro, segurando uma arma.
- Desce do carro devagar e sem alarde, madame. – ele falou tentando fazer pose de mau.
Madame? Ele realmente tinha chamado a General de madame? Caralho... eu tinha até dó desse ladrão de galinha.
Ela revirou os olhos e inspirou e expirou com força. Era nítido que ela estava com muita raiva.
Eu olhei pelos retrovisores para ver se não tinha mais nenhum bandido... e constatei que não. Eu quase gargalhei... o idiota estava sozinho... e querendo assaltar a Swan.
Eu percebi que ela também tinha verificado sutilmente se o bandido não estava acompanhado.
- Eu vou sair do carro, tudo bem? – ela falou colocando as mãos para cima, em sinal de rendição.
- Sai logo vadia! – ele falou nervoso – E você também parceiro.
Parceiro? Parceiro era a puta que tinha parido esse jumento. Eu também fazia parte do time dos bandidos, eu sabia disso... mas pelo menos eu era um assassino da máfia... e não um ladrão de galinha qualquer.
- Só se for agora. – ela o respondeu e abriu a porta com violência, batendo a porta no rosto do assaltante.
Ele gritou de dor, mas antes que ele, ou ate mesmo eu, tivéssemos qualquer reação, ela já tinha saído do carro, jogado a arma dele no chão e estava o imobilizando, segurando seus braços para trás.
Pelo visto, ela tinha quebrado o nariz dele e o sangue escorria livremente pelo seu rosto.
Ele deu outro grito de dor. Só então que percebi que ela estava quase deslocando o ombro do imbecil de tanto puxar seu braço para trás. Depois, ela o forçou a se ajoelhar.
Foi tudo tão rápido que eu nem tinha saído do carro ainda.
- Seu incompetente! – ela esbravejou – Da próxima vez que for tentar assaltar alguém, faça direito, porra!
Eu peguei meu celular e liguei para a polícia, saindo do carro.
- Cullen... – ela me chamou – Avisa para a polícia que fui eu quem pegou esse idiota. – ela falou dando um tapa forte na cabeça do bandido, que gemeu de dor.
Eu assenti e saí do carro esperando ser atendido pelo 911. Rapidamente, um policial atendeu a ligação.
Eu falei com o atendente o que tinha acontecido e falei que era a General Swan que tinha pegado o assaltante.
Em menos de dois minutos, uma viatura já estava na porta do meu prédio. Nesse meio tempo, uma platéia de curiosos e desocupados já tinha se formado perto do carro da Swan.
- General. – um capitão da polícia a cumprimentou prestando continência.
Ela apenas assentiu, pois suas mãos estavam ocupadas segurando o bandido.
- Capitão Jackson. – ela o cumprimentou – Este é o Capitão Cullen.
O Capitão me olhou e prestou continência e eu retribuí.
- Capitão Jackson. – eu falei.
Ele olhou novamente para a General.
- Foi esse o azarado? – o Capitão perguntou.
Ele olhou para o idiota que estava ajoelhado, ensanguentado e com cara de dor.
- Foi esse incompetente sim. – ela respondeu.
- Pode deixar agora General. – ele falou pegando a algema do seu cinto e o algemando – Ele está sob minha responsabilidade. Tenham uma boa noite. – ele despediu e saiu levando o babaca com ele, enquanto ele lia seus direitos.
Tenham uma boa noite??? Boa noite o caralho! Mais uma vez eu ficava na mão... literalmente. Acho que o universo estava conspirando contra mim. Só podia ser...
- Eu tenho que ir. – a Swan falou.
Eu assenti contrariado... agora não adiantava mais porra nenhuma... nem tinha mais clima. E eu duvidava que ela aceitasse um convite para ir para a minha cama.
A cena era até fácil de visualizar: “General, quer subir para a gente terminar o que começou no carro?” Eu perguntaria com toda a minha pose de “quero te comer”. E a resposta dela certamente seria um soco bem no meu nariz.
Era certo como um mais um é igual a dois.
- Até amanhã General. – eu me despedi.
Ela assentiu e entrou no carro.
- Até amanhã, Capitão. – ela falou e arrancou o carro.
Eu suspirei derrotado e entrei no prédio. Eu sabia que eu teria mais um banho frio e mais uma noite mal dormida, o que tinha se tornado irritantemente freqüente desde que a Swan entrou na minha vida.
...
Na manhã dia seguinte, eu fui para a base com Mike. Nós estávamos no elevador.
- Por favor Edward. – Mike estava praticamente implorando.
- Eu já te disse que eu não tenho. – eu falei.
- Só uma cantada! – ele insistiu – Me conta só uma cantada sua. Eu realmente estou a fim da Jéssica, mas eu me enrolo todo quando vou falar com ela.
- Eu não tenho cantada nenhuma, Mike. – eu falei – Eu apenas converso com as mulheres.
Ele suspirou derrotado.
- Ela nunca vai olhar para mim. – ele choramingou.
- Ora, Mike, a elogie. – eu sugeri – Fale que ela é linda... sei lá.... inventa qualquer coisa.
O elevador parou no 12º andar e a porta se abriu.
Eu saí do elevador e entrei no nosso andar rapidamente. Na verdade, eu estava quase correndo... tudo para não dar tempo da Jéssica me parar e começar aquele papo fiado.
Já o Mike, ficou na recepção, tentando jogar charme para Jéssica.
Eu fui para a cozinha e percebi que todos estavam lá, menos o Don Juan do Mike, a Swan, que sempre estava ocupada, e o idiota do Royce, que sempre chegava atrasado.
Eu me aproximei do Coronel Hale. Ele tomava um café sem pressa nenhuma. Ele estava com o rosto inchado e com uma sutura no supercílio.
Caralho... ainda bem que tinham me segurado. Eu realmente perdi o controle... e o pior que ele nem tinha culpa de nada. A culpa era do Don e da Elizabeth.
Quando o Coronel percebeu que eu estava me aproximando, ele deixou a xícara na mesa e me encarou.
- Coronel, eu queria me desculpar com o senhor. – eu falei engasgando e totalmente sem jeito.
Eu detestava pedir desculpas. Além do mais, eu não tinha muito esse costume de fazer isso.
Ele me olhou por alguns segundos com a feição indecifrável.
- Tudo bem, Cullen – ele falou tranquilamente – Todos nós temos nossos próprios demônios para exorcizar.
- Eu me descontrolei. Não era nada com o senhor...
- Eu já disse que está tudo bem, Capitão. – ele falou me interrompendo – Apesar de que o senhor merecia uma punição pelo que aconteceu.
- E ele terá. – a voz da Swan invadiu a cozinha – Depois do expediente, ele ficará responsável pela limpeza da nossa base.
Eu a olhei. Ela usava uma calça jeans e uma camisa branca.
- Não haverá outra punição? – eu perguntei receoso.
Eu sabia que eu poderia até ficar preso se o caso chegasse aos ouvidos nos nossos superiores, em Washington. Eles não admitiam nenhum passo em falso nas Forças Especiais.
- Não se esqueça que somos uma família aqui. – o Coronel Hale falou – Nossos problemas são resolvidos entre nós mesmos.
- Obrigado, Coronel e mais uma vez me desculpe. – eu falei constrangido.
- Não tem problema, Capitão. – ele disse – Mas da próxima vez, se controle ou eu juro que eu te mato.
Ele estava sério e eu duvidava que ele estivesse brincando, mas parecia estar tudo bem entre nós.
- Eu vou trocar de roupa. – eu falei e saí da cozinha.
Fui para o banheiro e troquei de roupa. Coloquei um short preto e uma camiseta branca.
Na parte da manhã, era costume fazermos os exercícios físicos que o personal trainer havia indicado, mas no meio da manhã, a Swan recebeu uma ligação.
Ela imediatamente mandou que nós tomássemos banho e fôssemos para a sala de reunião no 13º andar.
- A Cordopatri seqüestrou o cônsul da Itália. – a Swan falou séria.
Era conhecido que Cordopatri era a Organização rival da Cosa Nostra.
- Stefano di Tomasso? – o Coronel McCarty perguntou.
A General assentiu.
- A notícia já vazou? – perguntou a Major Weber.
- Ainda não, mas sabemos que é questão de tempo para a notícia estar estampada na primeira página de todos os jornais. – a General respondeu – O próprio presidente me ligou, exigindo máxima dedicação do nosso grupo.
- O que vamos fazer? – o Royce perguntou.
- Em primeiro lugar, vamos descobrir o motivo do seqüestro. – ela respondeu.
- É fácil. – o Coronel Hale falou – A Codorpatri e a Cosa Nostra estão praticamente em guerra. As duas organizações estão brigando pelo controle da máfia internacional.
- Exatamente. – a Swan falou – E há um boato que o cônsul da Itália tem um caso com Tanya Denalli, a sottocapo da Cosa Nostra. E, por isso, ele estaria beneficiando a Cosa Nostra.
Essa informação me pegou de surpresa. Tanya tinha um caso com o Stefano di Tomasso? Eu tive que me conter para não rir. Rir não. Gargalhar.
Do jeito que Tanya era fresca, eu a imaginava indo para cama com aquele velho nojento. Era impressionante o que eles não faziam para continuar no poder.
Ficamos o resto da tarde analisando as provas do seqüestro. Vimos várias vezes a gravação do momento do seqüestro, analisamos os locais que sabíamos que eram esconderijos da Cordopatri, etc...
Já estava de noite quando a Swan nos liberou. Quer dizer, liberou os outros e me indicou a dispensa onde estavam os produtos de limpeza.
Fiquei umas duas horas limpando tudo. Eu detestava fazer isso, mas era melhor do que qualquer outra punição.
Eu acabei e tomei uma ducha rápida, para tirar o cheiro de desinfetante de mim. Eu vesti uma roupa que usávamos para fazer exercícios, porque eu ainda não queria ir embora para casa.
Fui para a sala de treinamento, pensando em praticar um pouco antes de ir para casa. Eu escutei um barulho na sala de treinamento e fui ver o que era. Chegando lá, eu vi a Swan.
Ela usava um short curto preto e uma camiseta branca. O cabelo preso em um rabo de cavalo, como sempre. Ela estava socando o saco com violência, como se estivesse descontando toda sua raiva nele.
Eu dei alguns passos para dentro da sala de treinamento e ela parou e me olhou.
- Ainda não perdeu a mania irritante de bisbilhotar a vida alheia, Cullen? – ela perguntou com a respiração descompassada pelo exercício que estava fazendo.
- Ainda não. – eu respondi – Quer lutar comigo? Eu sou melhor que o saco de boxe.
Ela deu um sorriso prepotente.
- Eu sempre ganho, Cullen. Você já deveria saber disso. – ela falou arrogante como sempre.
- Nem sempre, Swan... nem sempre. – eu falei sorrindo maliciosamente.
- Então vem com tudo Capitão. – ela me chamou de uma maneira sexy para caralho.
Eu fui para cima dela e lhe dei um soco no rosto. Na mesma hora, ela revidou, me dando um soco nas costelas.
Eu tentei dar mais um soco nela, mas ela desviou, me segurando pelo braço e me jogando contra a parede. Antes que eu pudesse fazer alguma coisa, ela me imprensou com seu próprio corpo contra a parede.
Imediatamente eu senti a corrente elétrica passar por todo meu corpo.
- Distraído Capitão? – ela perguntou e mordeu o lábio inferior.
Eu prendi a respiração e fechei os olhos. Ela roçou seu corpo no meu e meu pau deu um pulo dentro da minha cueca.
Porra... essa mulher ia ser a minha perdição, eu pensei sentindo seu corpo no meu.
Eu a empurrei e consegui inverter nossa posição. Eu a girei e a prensei de modo que ela ficasse de cara para a parede. Eu encaixei minha ereção na bunda dela.
- Muito distraído. – eu respondi mordendo sua orelha. Ela arrepiou e eu continuei – E pelo visto você também, General.
Eu passei uma mão pelo contorno do seu corpo... passando pela sua cintura, quadril até chegar à sua bunda. Eu apertei com força e ela empinou a bunda contra o meu pau. Eu arfei e mordi sua nuca.
Puta merda... que mulher deliciosa...
Eu levei minha mão até seu rabo de cavalo e o desfiz. Seus cabelos caíram sob seus ombros.
Ela colocou as mãos na parede e deu um impulso jogando seu corpo para trás. Eu dei alguns passos para trás, quase caindo.
Ela se virou, ficando de frente para mim e me deu uma rasteira. Assim que eu caí, ela subiu em cima de mim, segurando meu corpo com as pernas. Ela se aproximou até seu nariz encostar no meu.
- Você que pensa, Capitão. – ela sussurrou e eu estremeci.
Ela passou a língua pelos meus lábios, enquanto sua mão foi parar na barra da minha camisa. Ela começou a levantar minha camisa deixando um rastro quente por onde seus dedos passavam pelo meu corpo. Meu pau latejou, pedindo mais.
Ela se afastou e se ajeitou em cima de mim, ficando sentada e acabou de tirar minha camisa.
Seu olhar baixou lentamente dos meus olhos, para o meu peito e para o meu abdômen. Ela deu um sorriso malicioso.
Eu aproveitei sua distração, segurei sua cintura e nos virei. Prendi seus braços acima de sua cabeça. Instantaneamente, ela me abraçou com as pernas.
Eu passei meu nariz pelo seu pescoço, sentindo o cheiro estonteante de morango. Sem resisti, eu dei um chupão ali e senti ela se arrepiar.
- Você nunca vai admitir, não é General? – eu perguntei já com a voz rouca, ainda em pescoço.
Ela puxou meu cabelo com força para trás, me fazendo afastar dela um pouco, mas foi o suficiente para ela conseguir nos virar.
Mais uma vez ela estava em cima de mim. Eu tirei sua camisa, olhando para cada detalhe do seu corpo gostoso. Ela usava um sutiã branco, quase transparente.
Ela me olhou intensamente e tirou o sutiã, sem desviar seus olhos do meu. Eu olhei para seus seios, que estavam intumescidos... e deliciosos.
Peguei-a pela cintura e puxei com força para baixo, fazendo com que seu corpo grudasse ao meu. O contato da sua pele com a minha me fez gemer.
Minha mão subiu pelas suas costas até seus cabelos. Eu os segurei em uma espécie de rabo de cavalo e mordi seu pescoço. Ela gemeu e rebolou seus quadris. As minhas mãos desceram e pararam em suas coxas.
- Eu não tenho nada para admitir, Capitão. – ela falou com a voz rouca e desceu com uma mão até meu pau, ainda por cima do meu short.
Ela o segurou firmemente e eu gemi, fechando os olhos.
- Eu não sou tão... – ela deu um leve aperto, fazendo meu pau latejar – ...evidente como o senhor.
Eu gemi mais alto. Essa mulher ainda ia me matar.
Eu sorri maliciosamente e subi com as minhas mãos pela suas coxas e adentrei com uma mão dentro do seu short. Sua respiração acelerou e eu afastei um pouco sua calcinha.
- Com certeza a senhora não é tão evidente quanto eu, General – eu falei e passei um dedo pela sua buceta que já estava encharcada – Mas está tão excitada quanto eu.
Era enlouquecedor... delicioso. Eu brinquei com meu dedo um pouco e apertei seu clitóris. Ela gemeu alto.
Escutamos um barulho e nós dois paralisamos.
- Se alguém aparecer agora, eu juro que eu mato o desgraçado. – ela murmurou.
- Mesmo que tiver alguém, dessa vez você não me escapa. – eu falei ainda atento se escutava outro barulho, mas não escutamos mais nada.
Estava tudo completamente silencioso. Eu a senti relaxar me cima de mim.
Ela se inclinou e me beijou. Eu enfiei um dedo e ela gemeu. Eu comecei a movimentar o dedo dentro dela e ela passou a rebolar em cima de mim. Ela estava muito molhada... minha vontade era me enfiar dentro dela até perder os sentidos.
Eu tirei meus dedos e ela deu um gemido de frustração. Eu nos virei mais uma vez.
Ela levou a mão até meu short e o desceu juntamente com a minha cueca. Eu fiquei de joelho ao lado dela e acabei de tirá-los. Eu também tirei seu short e sua calcinha ao mesmo tempo.
Eu me deitei em cima dela já avançando sob seus lábios. Eu me posicionei entre suas pernas. Ela estava quente embaixo de mim. Voltei com meus dedos em sua buceta molhada e ela me agarrou com desespero.
- Não dá para esperar mais... – eu sussurrei com dificuldade.
Se eu não entrasse dentro dela, eu ia enlouquecer.
- Eu quero agora... – ela respondeu também com dificuldade – É uma ordem...
Segurei sua cintura com força e entrei nela de uma só vez. Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. Puta que pariu... ela era apertada demais... quente demais...
Bastou que eu sentisse todo aquele calor molhado da sua buceta para eu perder completamente a razão. Sai de dentro dela e voltei com toda força. Nós dois gememos alto. Caralho... ela era deliciosa. Eu continuei estocando com força.
Ela beijava meu pescoço enquanto eu beijava seu ombro. Suas mãos me arranhavam as costas, aumentando meu tesão.
Ela passou as pernas pela minha cintura, me fazendo ir mais fundo. Eu urrei. Puta que pariu!
Ela gemia deliciosamente, o que me estimulava a ir cada vez mais forte... cada vez mais fundo.
Ela estava tão molhada que escorria entre as nossas pernas. Sua buceta começou a contrair e eu percebi que ela ia gozar. Eu estoquei com mais força, à medida que sentia todo meu prazer se concentrar no meu pau. Os gritos dela se misturavam com os meus.
Eu metia nela dela com furor, que me retribuía esmagando meu pau insanamente. Senti meu pau latejar e dei uma estocada violenta, gozando loucamente com ela.
Eu caí exausto em cima dela. Nossas respirações completamente descompassadas. Nós dois estávamos suados... cansados... e saciados.
Eu rolei e fiquei deitado ao seu lado. Ela mantinha os olhos fechados... seu cabelo esparramado pelo chão... o prazer era visível em seu rosto.
Ficamos em silêncio até nossas respirações se regularizarem.
- Preciso de um banho. – ela falou se levantando.
Eu me sentei e fiquei olhando seu corpo, enquanto ela baixava para pegar suas roupas espalhadas pela sala de treinamento.
Ela saiu e foi em direção ao banheiro. Ah... essa mulher ainda ia me matar e eu ia morrer feliz.
Eu me levantei rapidamente, peguei minhas roupas e fui para o banheiro também.
Ela já estava em uma cabine, tomando banho. Só de imaginar a água caindo pelo seu corpo, eu comecei a ficar excitado. Merda! Nem parecia que eu tinha acabado de ter aquela metida fenomenal.
Atrevido e sem resistir à tentação, eu abri a porta do boxe onde ela estava e entrei antes que ela percebesse.
- Vamos para o meu apartamento? – eu sussurrei em seu ouvido, grudando meu corpo no dela, em uma tentativa de persuadí-la – Eu ainda não estou satisfeito, General.
Eu apertei minha ereção contra sua bunda. Ela estremeceu e virou para me encarar.
- Eu também não, Capitão. – ela respondeu.
Nós saímos da base praticamente correndo e fomos para meu prédio, no meu carro. Nunca o caminho foi tão longo. Nós dois estávamos em silêncio. Eu acho que ninguém ousava falar nada.
Para amenizar a tensão, eu liguei o rádio. Começou a tocar Sex on Fire do Kings of Leon.
- Eu gosto dessa banda. – a Swan comentou.
- Eu também. – eu falei – Não suporto essas ‘boybands’ que o Mike escuta.
Ela riu.
- Também não. – ela disse – Apesar de Rose escutar todo santo dia.
- Vocês moram juntas? – eu perguntei curioso.
- Não. – ela respondeu – Ela e Jasper moram no apartamento ao lado do meu.
- Ah...
- Você parece melhor. – ela falou se referindo ao meu dia de fúria com o Coronel Hale – Mais tranquilo.
- Eu queria fugir dos problemas por alguns minutos. – eu admiti.
- Acredite em mim quando eu digo que não adianta fugir. – ela falou.
Ficamos um tempo em silêncio.
- Eu senti raiva dos meus pais biológicos. – eu confessei – Senti raiva por eles terem me deixado... senti raiva por ter sido adotado por Harry e Sue... por um momento, eu achei que a raiva fosse me dominar... mas eu estou bem agora. Você me distraiu bastante aquela noite.
- Eu sou ótima em distrações Cullen. – ela falou maliciosamente.
- Eu sei disso Swan. – eu falei e ela fez uma careta.
- Me chame de Isabella. – ela falou seca – Swan me lembra o meu pai.
- É estranho te chamar de Isabella. – eu disse – Mas eu gosto... Isabella... combina com você.
Ela fez outra careta.
- Eu nunca gostei do meu nome. – ela disse – Mas acho que Bella é inapropriado para uma general do exército.
- Bella não combina com você. – eu falei – É muito... sei lá... frágil. Parece uma daquelas mulheres que vão quebrar se você encostar.
Ela riu.
- Então, Isabella combina mais. – eu concluí.
- Então me chame de Isabella... quando não estivermos em serviço. – ela falou.
- Só se você me chamar de Edward. – eu disse.
- Não força a barra Cullen. – ela respondeu.
Eu ri. Claro que as coisas seriam do jeito dela.
Eu cheguei ao meu prédio e entrei na garagem. Saímos do carro e eu a guiei até o elevador. Minha mão estava nas costas dela e era o suficiente para sentir a corrente elétrica entre nós.
Entramos no elevador e eu praticamente a agarrei. A verdade é que eu queria mais... agora que eu já tinha sentido como era estar dentro dela, eu queria mais.
Nós nos beijávamos com fúria. Eu a levantei de uma vez só e ela passou as pernas em volta da minha cintura.
Eu a pressionei contra a parede do elevador, roçando meu pau duro entre suas pernas. Minhas mãos percorriam todo o corpo dela, enquanto ela segurava o meu cabelo com força.
A porta do elevador se abriu meu andar. Ela passou a distribuir beijos em meu pescoço enquanto eu a carregava para fora do elevador.
Entramos no meu apartamento e eu chutei a porta, a fechando. Sentei Bella na mesa onde havia o meu laptop. Ela tirou a minha camisa enquanto eu passava a minha mão nas coxas dela. Ela jogou minha camisa no chão da sala e me beijou novamente.
Eu fiz o mesmo que ela, tirando sua blusa e a jogando em qualquer lugar da sala. Rapidamente suas mãos acabavam de me despir... e eu fazia o mesmo. Em segundos estávamos nus, com a respiração descompassada e um desejo quase irreal.
Os seios dela eram firmes e redondos. Sem me conter eu avancei em cima dela, a deitando na mesa. Minha boca foi diretamente em direção a um seio dela. Enquanto massageava um, eu sugava o outro com força. Quando o mordi, ela gemeu deliciosamente.
Senti meu pau latejar de tanto tesão. Eu estava louco de desejo por essa mulher.
Eu a carreguei novamente até meu quarto. Eu a joguei na cama e avancei em cima dela, a beijando. Eu me posicionei entre suas pernas e beijei seu pescoço, descendo até os seios. Passei a sugá-los com vontade.
Minhas mãos desceram até seu sexo. Passei os dedos entre suas dobras. Isabella gemeu, arqueando o corpo. Eu mordisquei seu seio e ela gemeu mais.
Eu não resisti e enfiei um dedo. Ela praticamente gritou de prazer. Comecei a mexer com meu dedo dentro dela. Ela estava muito molhada... e pronta para mim...
Eu já não estava com aquele desespero da última vez. Dessa vez, eu queria senti-la por completo.
Eu beijei seu seio e fui descendo pela sua barriga, dando beijos até chegar ao seu sexo. Passei a língua pelo seu clitóris e ela gemeu mais, agarrando meu cabelo com força.
Então, eu lentamente comecei a passar a língua por toda seu sexo. Seu gosto era delicioso... Porra... ela me enlouquecia.
Então, eu enterrei minha língua na buceta deliciosa. Ela se contorcia e gemia cada vez mais alto. Isabella rebolou em minha boca e eu enfiei outro dedo.
Eu a chupava com vontade enquanto invadia com meus dedos. Cada gemido ela me incentivava mais.
- Edw... Edward... – ela gemeu meu nome.
Ouví-la gemer meu nome foi tão prazeroso que eu também gemi.
Minha boca a sugava e chupava, enquanto eu a invadia com os meus dedos. Então, eu apertei seu clitóris e ela gemeu e puxou meu cabelo com força. Comecei a senti seu corpo se contrair e estremecer. Ela gemeu e tombou sua cabeça para trás. Ela gritou mais uma vez e gozou em minha boca e dedos.
Assim que chupei todo o gozo dela, eu subi, ficando entre suas pernas. Meu pau já roçava sua entrada. Eu olhei nos olhos castanhos escuros pela excitação.
Ela me deu um beijo. Era delicioso sentir o gosto dela em nosso beijo.
Eu levantei suas pernas quase até meu ombro e a penetrei. E ela gemeu baixinho. Era um gemido de rendição... de tesão...
Quando eu enfiei todo meu pau, eu gemi. Comecei a estocar lenta e profundamente. Eu quase tirava meu pau, para depois entrar com tudo de uma só vez. Ela estava tão molhada que meu pau simplesmente deslizava para dentro dela... apesar de ela ser muito apertada.
Soltei suas pernas e prendi suas mãos, em cima da sua cabeça, as entrelaçando com as minhas. Imediatamente, suas pernas me envolveram.
Eu acelerei meus movimentos, enfiando com toda força dentro dela... ela mantinha o mesmo ritmo, rebolando sob meu corpo... gemendo loucamente.
- Isabella... – eu gemi.
Eu me afastei, ficando de joelhos na cama. Assim eu conseguia ver todo seu corpo. Ela tinha os olhos abertos e me olhava com expectativa. Eu a puxei para mim, já penetrando ela novamente. Segurei com firmeza suas pernas.
Ela fechou os olhos e gemeu. Eu socava meu pau dentro dela com força. Eu via seu corpo se mover, conforme eu estocava nela. Os seios deliciosos e convidativos... a barriga lisinha... a buceta depilada... a forma com que ela segurava o lençol com força.
Caralho... eu já estava quase gozando. Eu gritei quando seus músculos se contraíram, pressionando deliciosamente meu pau. Então, eu meti com mais força.
Continuei estocando cada vez mais rápido senti todo o seu corpo estremecer, seu gozo deslizar quente em meu pau e ela praticamente me esmagar.
Ela era tão apertada, que eu não me segurei... senti meu pau latejar e meu gozo sair de dentro de mim, escorrendo entre nossas pernas, enquanto eu gritava sem qualquer controle.
Eu me deitei ao seu lado, como tinha feito mais cedo. Meu coração batia tão forte que eu pensei que ele fosse explodir e o ar me faltava.
Eu a olhei e ela não parecia estar em melhores condições não. Eu fechei os olhos e simplesmente apaguei.
...
Eu acordei com o barulho do meu despertador. Sem abrir os olhos, tateei Isabella pela cama e não a encontrei. Escutei um barulho e percebi que ela estava no banheiro. Eu me sentei na cama e abri os olhos.
Depois de alguns minutos, ela saiu enrolada em uma toalha. Ela me olhou, mas não disse nada. Nós ficamos parados e em silêncio por um tempo.
- Eu já vou embora. – ela falou.
- Pelo menos tome um café da manha primeiro. – eu ofereci – Não sei você, mas eu estou morrendo de fome.
Ela hesitou.
- Você já ficou esse tempo todo mesmo. – eu falei tentando convencê-la.
O que era estranho... primeiro que eu não estava incomodado com ela ter dormido comigo... segundo, por não tentar me livrar dela como eu fazia assim que eu acordava com as outras que, por acaso, conseguiam dormir comigo.
- Tudo bem. – ela disse por fim.
Ela olhou para o quarto e eu percebi que nossas roupas tinham ficado na sala.
- Eu vou pegar nossas roupas. – eu falei e saí do quarto.
Eu peguei nossas roupas rapidamente na sala e voltei para o quarto, as colocando em cima da cama.
- Pode colocar uma camisa minha para ir para a base, se você quiser. – eu ofereci, tendo em vista o estado amassado que a roupa dela se encontrava – Eu vou tomar um banho e já volto.
Eu tomei um banho rápido e lavei os dentes. Saí e ela estava sentada na minha cama, ainda de toalha.
- Você me ofereceu a camisa, mas não me deu uma. – ela disse.
Eu peguei duas camisas. Uma para mim e outra para ela.
- Aqui está. – eu entreguei.
Eu vesti uma cueca e uma calça jeans rapidamente e saí do quarto, para dar liberdade para ela se vestir.
Eu fui para a cozinha fazer o café da manhã. Eu coloquei os poptarts na torradeira quando Mike entrou na cozinha. Ele parecia um zumbi.
- Que cara é essa Mike? – eu perguntei colocando o pó de café da cafeteira.
Era um milagre Mike estar de mau humor... assim como era um milagre eu estar nesse bom humor todo.
- A cara de quem não dormiu escutando os gemidos seus e da mulher que você estava pegando. – ele falou mal humorado.
- Mike...
- Cara, quando quiser comer uma mulher assim, pelo menos me avisa antes que eu não durmo em casa. – ele falou me interrompendo – E quem era a mulher? Pelos seus gritos e pelo tempo que vocês ficaram metendo, devia ser uma mulher muito gostosa.
- Bom dia. – a Swan cumprimentou parando na porta da cozinha.
Mike olhou para ela e depois para mim com os olhos arregalados. Ela usava uma camisa minha e a calça jeans que ela estava usando ontem.
- Ge... General... – ele gaguejou.
- Primeiro Tenente. – ela o cumprimentou.
Eu coloquei uma xícara de café e dei para ela.
Mike olhava para ela e depois para mim. Eu acho que ele estava em choque.
- Eu fiz poptarts. Espero que goste. – eu falei para ela.
- Gosto sim. – ela disse se sentando à mesa.
Eu coloquei os poptarts em um prato na mesa e me sentei ao lado dela.
Mike continuava olhando para nós dois sem falar nada.
- Mike! – eu o chamei.
Ele me olhou lentamente.
- Oi?
- Vai tomar café ou vai ficar parado aí feito uma estatua? – eu perguntei.
Ele se sentou e colocou café em uma xícara. Ele parecia que estava fazendo tudo no automático. O café da manhã foi do jeito que eu gostava: silencioso.
Nós tomamos café e nos levantamos para sair.
- Você podia tomar mais cafés da manhã aqui... para o Mike ficar calado desse jeito mais vezes. – eu falei brincando para Isabella.
- Acho que ele entrou em choque. – ela falou e pegou o celular.
- Um táxi, por favor. – ela pediu.
- O que você está fazendo? – eu perguntei.
- Chamando um táxi. – ela falou como se fosse óbvio.
- Por quê? Você vai comigo e com Mike. – eu disse.
- Não. – ela me contradisse – Eu não vou chegar com vocês. Eu vou de táxi.
Eu dei os ombros, mas eu estava puto. Eu não entendia porque ela estava agindo assim... ainda mais depois de ontem à noite.
- Faz o que você quiser, porra! – eu falei e fui para o quarto pegar minha carteira e a chave do carro.
Já estávamos saindo do meu apartamento, quando ela me segurou, nos afastando de Mike.
- Edward. – ela me chamou.
- Oi. – eu respondi.
- Eu não quero que ninguém saiba sobre o que aconteceu. – ela falou obviamente se referindo ao Mike.
- Por quê? – eu perguntei na mesma hora.
- Porque eu sou a General daquela porra toda e não posso me envolver com meus subordinados. – ela explicou.
Ela estava muito estranha. Será que tinha acontecido alguma coisa?
- Tudo bem. Eu vou falar com Mike. – eu falei – Ele não vai falar nada. Ele é de confiança.
- Ótimo. – ela disse – Nos vemos na base, Capitão.
Antes que ela saísse, eu a segurei pelo pulso e a beijei. Foi um beijo leve, mas selvagem como sempre.
- Até General. – eu falei.
...
O dia passou rapidamente. Estávamos a mil por horas, por causa do seqüestro do amante de Tanya. Era só lembrar isso que eu tinha uma crise de riso.
Nós fizemos o reconhecimento de uma área que era controlada pela família Cordopatri. Era o lugar onde provavelmente estava o velho cônsul. Passamos algumas vezes de helicóptero em cima do lugar. Claro que de longe, para não levantarmos suspeitas.
A Swan nos informou que a base deles era uma casa supostamente abandonada no final de uma rua sem saída.
No final da tarde, Isabella teve que ir à uma reunião de última hora com o alto escalão do governo. O Coronel Hale assumiu o comando e disse que a reunião provavelmente acabaria de madrugada.
Eu fui para casa com Mike. No caminho, eu pedi que ele não contasse a ninguém sobre eu e Isabella.
- Isabella? – ele perguntou – Você já está a chamando de Isabella?
- Para de palhaçada Mike. – eu esbravejei – Você me entendeu?
- Claro Edward. – ele disse – Eu jamais contaria para ninguém.
Eu sorri. Eu sabia disso... sabia que podia confiar em Mike.
Nós chegamos em casa e eu fui direto para meu quarto.
...
No outro dia, eu cheguei mais cedo à base, porque eu tinha perdido o sono. Ahhhh... eu até estava tentando me enganar, mas a verdade é que eu queria falar com Isabella.
Eu cheguei tão cedo que nem a Jéssica havia chegado. Eu fui direto para o 13º andar, onde ficava o escritório dela.
Eu me aproximei e escutei vozes vindo da sala. Eu comecei a andar mais silenciosamente, tentando escutar o que diziam.
Eu parei na porta, que estava entreaberta sem deixar com que eles me vissem. Eram a Swan e o Hale.
- Nós temos que agir com todo cuidado... senão o nosso plano vai por água abaixo. – o Coronel Hale falou.
- Está tudo correndo conforme planejado. Ele nem desconfia Jazz. – a Swan garantiu convicta – Ele é arrogante demais para perceber o que acontece ao redor dele.
- Ainda bem. – Jasper falou – Emmett me informou ontem à noite que já está tudo pronto.
- Ótimo! – a Swan falou.
- Eu fico preocupado com você. – o Coronel Hale falou com preocupação evidente em sua voz – É muito arriscado o que você está fazendo.
- Está tudo sob controle, Jazz. Ele acha... acha não... ele tem certeza que eu estou interessada nele. – ela disse rindo sarcasticamente – Como se isso fosse possível.
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