Cosa Nostra
43 2ª Temporada - Capítulo 14: Fim da Linha
Notas iniciais
Nos vemos no final... e boa leitura!!!!
Capitulo 14
- Isabella... – eu grunhi em advertência com a voz rouca de quem ainda não tinha despertado completamente.
Ela me olhou desdenhando do meu tom de voz e continuou beijando meu peito e pescoço. Senti meu pelos se arrepiarem a medida que seus lábios quentes passavam pela minha pele.
Eu segurei suas mãos e a afastei, fazendo-a ficar sentada em cima de mim.
- Você ainda não está completamente curada. – tentando ignorar por completo minha dolorosa ereção.
Há dez dias, Isabella tinha tido alta do hospital, mas o médico havia sido bastante claro em suas recomendações. Ela ainda não estava recuperada da cirurgia, mas todos sabiam que seria impossível mantê-la mais um dia naquele hospital.
- Eu estou bem. – ela retrucou rebolando no meu pau e deu um sorriso malicioso ao sentir o atrito dos nossos corpos – Perfeitamente bem, Edward.
- Isabella... – eu tentei soar firme, mas seu nome saiu como um gemido da minha boca.
Ela simplesmente me ignorou, desvencilhou suas mãos do meu aperto e voltou a beijar o meu pescoço. Sua mão desceu devagar passando pelo meu abdômen até chegar na minha calça de moletom.
Gemi quando ela passou a mão por todo meu pau e senti seu sorriso em meu pescoço. Minhas mãos, desobedientemente, passaram pelas suas pernas até chegar a sua bunda.
Mais uma vez ela sorriu em meu pescoço e se afastou, tirando a minha camisa que ela usava para dormir.
Olhei babando para seus seios. Eu me inclinei para frente e caí de boca neles. Isabella gemeu, arqueando seu corpo e jogando a cabeça para trás.
Ela rebolava deliciosamente em minha ereção, enquanto eu sugava e lambia seu mamilo. Minhas mãos passearam pela parte interna de sua coxa e cheguei até a sua calcinha... Então meu celular começou a tocar, trazendo-me de volta à realidade.
Eu congelei embaixo de Isabella e tirei minhas mãos de seu corpo. Eu respirei fundo e passei a mão pelo cabelo.
- Deixa tocar. – Isabella sussurrou em meu ouvido, mas eu a ignorei e estendi meu braço e peguei meu celular no criado mudo.
Ela apenas bufou e rolou para o lado da cama, saindo de cima de mim.
Eu me sentei e atendi ao meu celular sem olhar quem estava me ligando.
- Oi, mãe. – eu atendi olhando de relance para Isabella, que estava deitada na cama emburrada e olhando para a televisão que acabara de ligar.
- Oi, meu filho. Como você está? – minha mãe me perguntou.
- Estou bem, mãe, e você?
- Estou bem, querido. Me desculpe por ligar tão tarde, espero não estar incomodando.
- Está tudo bem, mãe. Você não incomodou. – eu falei e ouvi o bufar indignado de Isabella.
O que ela queria que eu dissesse? “Você realmente me incomodou, mãe, porque minha namorada estava rebolando no meu pau quando você ligou!”.
- Eu estou ligando para saber se você e Isabella querem almoçar sábado aqui em casa. – minha mãe fez o convite.
- Tudo bem. – eu concordei imediatamente. Eu não perderia sua comida por nada. E tenho certeza que a Isabella também não. – olhei para ela, que revirou os olhos do meu lado e tentou esconder um sorriso. Isabella simplesmente amava a comida da minha mãe. – Nos vemos no sábado então.
- Ótimo. Até sábado, querido.
Eu desliguei o celular, colocando-o no criado mudo. Eu me deitei ao lado de Isabella e olhei-a atentamente.
Ela me ignorava, enquanto passava os canais sem mesmo prestar atenção no que estava fazendo.
- Isabella. – a chamei e fui novamente ignorado.
Eu bufei e arranquei o controle remoto da sua mão. Só então ela me olhou.
- Você está agindo como uma criança mimada. – eu falei.
Vi um reflexo de raiva em seus olhos, mas ela se manteve impassível. Então, ela se levantou e foi em direção ao banheiro. No caminho, ela tirou a calcinha e deixou-a jogada no chão no meio do caminho.
Meu pau praticamente pulou dentro da minha calça de moletom. Dez dias dormindo com Isabella sem sexo era demais para a minha sanidade... principalmente quando ela não ajudava, como agora.
Segundos depois escutei a ducha sendo ligada. Eu tinha a impressão que ela estava tomando um banho gelado. Olhei para minha ereção e suspirei. Eu também precisava de um banho desses. Bem gelado.
Eu voltei a me deitar na cama e comecei a assistir ao noticiário da noite. A repórter estava falando sobre a última ação dos Boinas Verdes. Desde o ocorrido no hospital, nós estávamos à procura de Elizabeth, que agora era uma das criminosas mais procuradas nos Estados Unidos. Nós realmente estávamos empenhados em capturá-la.
Minutos mais tarde, vi Isabella sair do banheiro e ir em direção ao closet. Ela ficou lá por mais alguns minutos mais. Quando ela saiu, eu a encarei confuso.
Ela vestia uma calça jeans apertada, uma blusa preta decotada e uma jaqueta de couro também preta e estava com um par de botas pretas nas mãos.
Ela se sentou na cama, de costas para mim e começou a calçar as botas.
- Você vai sair? – eu perguntei com uma sobrancelha arqueada.
- Vou. – respondeu de má vontade.
Esperei ela falar alguma coisa a mais, mas não. Ela continuou calçando a bota e me ignorando.
- Você vai me dizer onde está indo, Isabella?
Ela se levantou da cama já calçada e deu os ombros.
- Por aí. – respondeu já indo em direção à porta.
- O que você vai fazer na rua essa hora? – perguntei.
Ela se virou e me deu um olhar raivoso.
- Vou procurar na rua o que não tenho em casa. – ela disse cinicamente e saindo do quarto.
Ela o que? Não pensei nem meia vez e pulei da cama. Em poucos passos já a segurava pelo braço no meio da sala.
- Você vai fazer o quê? – exigi saber.
Ela se desvencilhou do meu aperto.
- Você é surdo por acaso? – ela devolveu a pergunta – Eu já te disse.
Ela me deu as costas e continuou andando em direção à porta.
- Isabella. – eu rugi.
Escutei uma risada desdenhosa dela e foi o suficiente para eu perder o resto do meu controle.
Eu fui atrás dela e a agarrei pelos ombros, jogando-a de costas contra a parede. Escutei o barulho de suas costas batendo na parede, mas nem me importei. Antes que ela pudesse reagir, eu já tinha colado o meu corpo no dela.
- Você quer isso? – perguntei friccionando meu pau duro em sua barriga.
Ela apenas gemeu e fechou os olhos.
- Não feche a porra dos olhos. – disse brusco e ela abriu os olhos.
Seus olhos estavam escurecidos e brilhavam de excitação.
- Era isso que você queria? Então é isso que você vai ter, Isabella. – rosnei.
Levantei-a e imediatamente ela passou as pernas em volta da minha cintura. Eu ataquei seus lábios rudemente. Eu a beijei com toda raiva que eu estava dela... e de mim, por cair nessa chantagem barata dela.
Levei-nos até a mesa onde a coloquei sentada. Sem soltar seus lábios, tirei sua jaqueta. Suas mãos descerem em meu abdômen até a calça de moletom. Ela então soltou o nó interno e a calça caiu aos meus pés, me deixando totalmente nu.
Eu desci com a boca para o seu pescoço e ela passou a mão pelo meu pau, que vibrou instantaneamente.
Eu fui com as mãos que estavam em sua perna até sua blusa e a puxei para cima. Isabella levantou os braços e eu a tirei, jogando-a em qualquer lugar da sala. Voltei a beijá-la selvagemente e ela me retribuiu com a mesma intensidade.
Enquanto Isabella aumentava a velocidade em meu pau, eu trilhei minhas mãos pelas suas costas até chegar ao seu sutiã. Abri o fecho e o tirei rapidamente.
Depois, eu desci com a mão pelo seu abdômen até sua calça. No caminho, senti sua cicatriz.
Eu sabia que tinha que ir com calma, mas a maldita me tirava do sério. Então, suas palavras me atingiram novamente. Vou procurar na rua o que não tenho em casa. Rugi internamente.
Ignorando meu lado consciente e responsável, eu abri o zíper da sua calça. Infiltrei meus dedos em sua calcinha e senti o quanto ela estava molhada.
Ela arqueou o corpo pedindo por mais e eu tirei minha mão de lá e me afastei minimamente dela.
Ela me olhou indignada e, quando abriu a boca para reclamar, eu a impedi.
- Não fala nada. Você já disse merda demais por hoje. – eu falei, colocando suas pernas novamente ao redor da minha cintura e a levantei da mesa.
Fui em direção ao quarto, carregando-a.
- Você não queria ser fodida? – eu perguntei, mas não deixei que ela respondesse – Então você vai ser fodida, mas eu não quero escutar nenhuma palavra da sua boa além do meu nome.
Ela abriu a boca e eu a impedi novamente. A essa altura já estávamos entrando no nosso quarto.
- Uma palavra que não seja meu nome e você vai se arrepender. – ameacei.
- Edward... – ela falou como se estivesse implorando.
- Eu estava apenas cuidando de você... Mas se você não quer ser cuidada, foda-se – falei e joguei-a na cama sem cuidado.
Ela caiu de costas na cama e quicou na cama macia. Eu a segurei pelos pés, a puxei para mim e coloquei seus pés em meu ombro.
Tirei uma bota e depois tirei a outra. Então me coloquei entre as suas pernas, que estavam segurando firme em meu quadril. Eu me inclinei e puxei sua calça e calcinha de uma só vez. Eu me afastei para tirá-las e rapidamente voltei a ficar no meio de suas pernas.
Eu me ajoelhei na cama e coloquei suas pernas ao meu redor. Nesse momento a cabeça do meu pau roçou em sua entrada molhada e eu tremi de antecipação.
- Toma o que você queria. – falei e enfiei de uma vez só.
Isabella gritou e agarrou o lençol com força. Puta que pariu... ela estava muito molhada e quente. Como era bom estar dentro dela! Senti todo o seu calor molhado apertando meu pau.
Eu tirei meu pau completamente e enfiei de novo. Ela me puxou e me beijou forte. Passei a estocar com força e rapidez.
Eu sabia que não duraria muito... e pelo jeito, ela também não. Ela me apertou e passou a mexer o quadril de encontro ao meu, aumentando a velocidade.
- Você acha que teria isso fora de casa? – perguntei em meio aos seus gemidos – Acha que alguém ia te foder do jeito que eu te fodo?
Ela apenas negou com a cabeça.
- Quem te fode do jeito que você gosta?
Ela não disse nada, apenas continuou gemendo alto.
- Quem te fode do jeito que você gosta? – repeti a pergunta enfiando ainda mais forte nela.
- Você! – ela gritou e eu senti sua boceta me sugar completamente em um orgasmo alucinante – Edward!
Eu aumentei a velocidade e senti meu pau inchar quando meu gozo saiu de mim. Todo meu corpo estremeceu e se arrepiou.
Estoquei mais algumas poucas vezes e caí em cima dela. Imediatamente, rolei para o lado, tomando cuidado para não tocar sua cicatriz.
Nós dois estávamos ofegantes e suados.
- Você está bem? – perguntei preocupado olhando fixamente para a cicatriz para ter certeza que eu não a machuquei mesmo.
Ela gemeu um sim e sorriu.
Eu me levantei ainda meio zonzo e a peguei no colo. Ela me olhou confusa.
- Vamos tomar banho. – falei e a beijei levemente nos lábios.
Eu a coloquei sentada na pia e entrei no box para abrir o registro. A água morna caiu sobre minha mão. Eu saí do box e a peguei no colo novamente.
- Eu gosto quando você é mandão. – ela disse sorrindo um sorriso de mulher bem comida quando a coloquei debaixo da água morna.
- Eu sei que gosta. – falei passando o sabonete pelo seu corpo.
Depois do banho, colocamos nossas roupas de dormir. No meu caso, apenas uma calça de moletom e no dela, uma camisa minha.
- Antes que eu me esqueça, minha mãe nos convidou para almoçar na casa dela este sábado. – falei quando nos deitamos novamente na cama.
Ela ficou rígida e me olhou de uma maneira estranha.
- Eu não posso. – ela disse tentando parecer natural, mas percebi que ela estava um tanto tensa – Já tenho um compromisso com Jasper.
- Se soubesse que você tinha marcado um compromisso, eu não teria dito a ela que iríamos almoçar lá. – eu falei.
- Acho que você devia passar um tempo com seus pais. – ela falou – Vai ser bom para vocês.
Tinha alguma coisa muito errada com Isabella, mas eu sabia que ela não me falaria nada, então, para não quebrar o clima tranquilo, eu apenas concordei.
Isabella se aconchegou ao meu lado e passou a perna em cima da minha.
- Durma bem. – eu sussurrei fechando os olhos.
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Eu estava sentado à mesa com os meus pais na sala de jantar. Estávamos na casa deles, exatamente como costumávamos fazer quando eu era adolescente.
Minha mãe servia um pouco de risoto no meu prato, enquanto meu pai enchia os nossos copos de vinho tinto. Nós três ríamos e conversávamos tranquilamente.
Então, a campainha tocou interrompendo nossa conversa.
- Você está esperando alguém, querido? – minha mãe perguntou ao meu pai.
Ele negou e os dois imediatamente ficaram tensos. Ambos ainda estavam completamente traumatizados com tudo que aconteceu.
Meu pai se levantou. Eu me levantei logo após e fomos até a porta da casa. Minha mãe nos seguia em silêncio.
Meu pai abriu a porta e Isabella e Jasper apareceram. Os dois usavam o uniforme dos Boina Verdes.
- Isabella? Aconteceu alguma coisa? – perguntei confuso, afinal, ela tinha me dito que teria um compromisso.
- Edward Cullen, você está preso por assassinato, sequestro, atos de tortura, associação para o crime. – ela disse sem emoção.
Nesse instante, Jasper entrou na sala empurrando a minha mãe contra a porta e me jogou bruscamente de cara para a parede.
Ele segurou meus braços com força nas minhas costas e me algemou. Eu não reagi. Na verdade, eu nem pensei em reagir. Eu somente fiquei olhando para Isabella.
Jasper me levou até a van preta. Eu escutava os gritos da minha mãe e os sussurros do meu pai, mas eu estava focado apenas em Isabella, que permanecia fria.
- Isabella? – eu a chamei.
Ela me deu um olhar vazio.
- Nunca poderia dar certo, Edward. Nunca. – ela disse e a fechou a porta do carro.
Imediatamente a escuridão se apossou de mim e eu me senti sufocado. Eu tentei gritar, mas minha voz não saia. Eu senti algo me segurar e me debati, tentando me libertar.
- Edward? – escutei a voz de Isabella me chamando de longe – Edward?
Sua voz estava ficando mais forte e perto cada vez que ela chamava pelo meu nome.
Só então eu abri os olhos e vi Isabella sentada em cima de mim, me segurando com força.
Um pesadelo. Eu tinha tido uma merda de um pesadelo.
- Você está bem? – ela perguntou me soltando e saindo de cima de mim.
Eu me sentei na cama e ela se sentou ao meu lado. Eu apenas assenti, confuso pra caralho com aquilo tudo e suando frio, sem fôlego.
Ela me olhou olhando preocupada.
- Quer conversar? – me perguntou enquanto passava a mão carinhosamente em minhas costas.
Eu neguei ainda atordoado com o pesadelo. Que merda era essa agora?
Ela se levantou da cama e saiu do quarto. Escutei alguns barulhos na cozinha e segundos depois, Isabella voltou ao quarto com um copo com água. Ela me entregou o copo e eu bebi toda a água em segundos.
Coloquei o copo no criado mudo e descansei minha cabeça em minhas mãos. Senti Isabella me segurar pelos ombros e me deitar na cama.
- Durma. – ela sussurrou.
- Acho que não consigo. – disse para mim mesmo, mas ela escutou.
Isabella subiu em cima de mim e me beijou por um delicioso momento.
- Acho que posso te distrair então. – ela falou com a voz malditamente sexy, tirando a minha blusa que ela usava para dormir.
Eu nos virei, ficando em cima dela.
- Distração é bom. – murmurei já atacando seus seios.
Ela gemeu e arqueou o corpo, pedindo mais.
- É muito bom. – ela disse em um gemido.
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No sábado, eu fui à casa dos meus pais e nós realmente almoçamos juntos. Foi ótimo e é claro que não aconteceu nada como no meu pesadelo. Nós apenas almoçamos e jogamos conversa fora.
Minha mãe tinha percebido que eu estava tenso. Acho que eu esperava a campainha tocar e Isabella e Jasper aparecerem para me prender.
No começo da noite, eu cheguei a casa e Isabella estava sentada no sofá com uma expressão muito séria. Ela usava o uniforme dos Boinas Verdes, que era uma saia preta um pouco acima do joelho, uma blusa social preta com a insígnia das Forças Especiais e a boina verde.
- Aconteceu alguma coisa? – perguntei e ela assentiu.
Ela se levantou e se aproximou de mim com uma sacola nas mãos.
- Você está preparado para assumir seus erros Edward? – Isabella me perguntou olhando dentro dos meus olhos.
Eu fiquei alguns segundos para digerir sua pergunta inesperada. Pensando imediatamente nas imagens do pesadelo.
- Eu queria dizer que estou, mas não. Eu não estou preparado. – admiti com franqueza.
- É o suficiente. – ela disse me entregando a sacola.
- O que é isso? – eu perguntei.
- É o seu uniforme. Nós precisamos ir até a base. – ela disse – Use-o.
Eu olhei dentro da sacola e vi que era meu uniforme social. Eu a olhei desconfiado.
- Você confia em mim, Edward? – ela perguntou.
- Claro que sim. – eu disse sem hesitar.
- Então, se vista logo. – ela mandou.
Eu fui até o quarto e me vesti rapidamente. O caminho foi tenso e estranho. Isabella estava quieta e olhava para fora do vidro enquanto eu dirigia até a sede.
Chegamos e fomos imediatamente para o 13º andar, mais especificamente para a sala de reuniões.
Chegando lá, vi que estavam todos os Boinas Verdes: Emmett, Rose, Alice, Jasper, Angela e Mike. Todo usando seus uniformes e suas boinas.
Também estavam o General Uley junto com Quil Ateara e Seth Clearwater, que conheci na festa de aniversário de casamento do General.
- Sentem-se. – o General Uley ordenou e todos fizeram – A General Swan me chamou para dar uma informação. Eu quero saber o que é de tão importante para me fazer viajar até Nova Iorque.
Isabella se levantou com toda aquela pose de general e correu os olhos por todos os presentes, parando alguns segundos em mim.
Ela deixou Jasper para o final. Ela o encarou e ele assentiu disfarçadamente.
- General, eu gostaria de informar-lhes que descobrimos quem é o Assassino da Cruz. – Isabella afirmou.
Eu fiquei tenso. Apenas aguardando a hora de me entregar e acabar com isso de uma vez por todas.
- Vocês o que? – o General perguntou surpreso.
- Nós descobrimos a identidade do Assassino da Cruz. – ela repetiu.
- E quem é o desgraçado? – o General perguntou.
Isabella fechou os olhos e soltando um suspiro cansado e olhou para mim.
Meu mundo parou naquele instante e tudo parecia em câmera lenta. Dúvidas e mais dúvidas me invadiam. E era agora que tudo desmoronaria.
Notas finais
E então, pessoas? Já faz um tempo que não nos falamos. E agora? Será que a nossa General vai expor que o Edward é o assassino da Cruz? Muitas perguntas... Teve muito love nesse capítulo, o que já estávamos querendo há um tempinho, mas sem que a Swan deixasse o seu jeito mandão de lado KKKK
Espero que tenham gostado.
Beijos e até o próximo capítulo
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Recado da Su:
Oi galera! Foi mal pela demora!!!!! Acho que vcs perceberam que CN está chegando ao fim...
Bem... muito obrigada pelos comentários... eu li e amei todos...
Queria agradecer muito a Kah Malfoy, Fnanda, Jully e Su miranda pelas recomendações!!!!
Bjos a todos!!!!
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