Cosa Nostra
33 2ª Temporada - Capitulo 4: Que os jogos comecem
Notas iniciais
bjos e boa leitura!!!!!
Capitulo 4: Que os jogos comecem
– Descanse, porque amanhã será um novo dia. – ela disse – E a sua vingança acabou de começar, Cullen. Se quiser ver seus pais novamente, se foque nela. Sem distração.
Dizendo isso, ela simplesmente saiu do meu quarto. Eu suspirei, deitando a cabeça no travesseiro.
Ela tinha razão. Eu tinha que me concentrar apenas na minha busca. Mas eu tinha, e precisava de uma distração... que era uma morena linda chamada Isabella Swan.
Logo depois que Isabella saiu do meu quarto, eu escutei o som de motor de um carro sendo ligado. Eu sabia que era ela, pois saiu dirigindo como uma louca, cantando pneu.
Mesmo assim, foi impossível não sorrir. Foda-se a raiva dela. Uma esperança estranha parecia ter se alojado em mim, pois eu só pensava que, por mais que ela fosse linha dura, já não tinha mais volta... ela era minha e eu a teria de volta, custe o que custar.
Eu fechei os olhos e, ainda com aquele sentimento borbulhando dentro de mim, esperei o sono chegar.
Meu sono foi agitado. Eu tive vários sonhos bizarros com meus pais, James, Isabella, Jasper e Don. Uma mistura quase alucinógena de tudo isso, onde meus pais morriam pelas mãos de Don.
Finalmente quando acordei alarmado e suado, percebi que já era manhã.
Eu me sentei na cama e respirei fundo, tentando esquecer aquele sono louco. Afinal, tudo ia dar certo... tinha que dar certo! Nós íamos resgatar meus pais e Don pagaria por tudo.
Algum tempo depois, eu saí da cama e fui para o banheiro. Tomei um banho e fiz minha higiene pessoal rapidamente. Coloquei uma camisa e uma calça jeans e saí do meu quarto quase correndo.
A verdade é que eu queria encontrar com Isabella o mais rápido possível. Eu estava ansioso em saber como nós ficaríamos daqui para frente.
Eu estava descendo as escadas quando ouvi a voz de Emmett, o que me fez desacelerar os meus passos.
– Don quer tirar Carlisle e Esme do país. – sua voz era séria, quase sombria.
É... era hora de encarar a realidade mais uma vez. Eu continuei descendo as escadas, indo para a sala de jantar.
– Isso não pode acontecer! – Rose falou com um tom de voz preocupado – Depois que eles saírem do país será praticamente impossível resgatá-los.
Nesse momento, eu já estava entrando na sala. Vi todos sentados em volta da mesa. Eles nem me notaram, pois estavam concentrados demais na conversa, exceto Isabella que tinha um olhar perdido e parecia alheia ao mundo.
Ela tinha o cabelo preso em um rabo de cavalo e usava as mesmas roupas de ontem à noite. E, para piorar, suas olheiras denunciavam sua falta de sono.
Merda! Onde será que ela foi depois do nosso beijo? Por que ela passou a noite fora? E a pior pergunta era: com quem ela passou a noite?
Será que ela tinha alguém? Não... claro que não! Eu balancei minha cabeça tentando acabar com esses pensamentos idiotas.
Caralho... eu estava começando a ficar paranóico.
– Nós temos dois dias. – Jasper falou me trazendo de volta à conversa deles – Até o tratamento de enxaqueca de Elizabeth Mansen acabar nós sabemos que eles não farão nada.
Eu decidi não me sentar ao lado deles e fiquei em pé, apoiado na parede, apenas escutando a conversa que se passava e tentando não pensar na noite de Isabella.
– Então, teremos que agir rapidamente. – Mike disse – Nós temos que agir antes que Don. É a nossa única saída.
– Mas como? – Alice perguntou visivelmente frustrada – Eu estou tentando captar qualquer movimentação estranha na mansão de Don via satélite e até agora nada. Ele é mais esperto do que parece.
– Não precisamos agir antes dele. – Isabella disse ainda olhando para o nada e todos a olharam – Nós podemos atrasá-lo e tirar vantagem disso.
– E como faríamos isso? – Jasper perguntou curioso.
Todos aguardavam sua resposta ansiosamente, principalmente eu.
– Don ainda não sabe que você descobriu que ele sequestrou seus pais, certo? – Isabella me perguntou, olhando-me pela primeira vez.
Eu me fixei em seu olhar. Queria, de alguma forma, descobrir como ela estava se sentindo depois de ontem à noite. Procurei qualquer indicio que me desse mais esperanças... mas não encontrei nada. Apenas os olhos castanhos inexpressíveis como sempre.
– Certo? – ela repetiu já se irritando com meu silêncio.
– Certo... certo. Ele acha que eu estou me escondendo de vocês. – eu respondi me concentrando na conversa novamente – Esse era o plano que ele fez para que eu seguisse.
– E você sabe onde fica a casa deles? E a sede do Cosa Nostra? – ela questionou.
– Claro que sei. – eu disse.
– Ótimo! Acho que está na hora de começarmos com os jogos. – ela disse dando um sorriso sacana.
...
Nós decidimos que eu, Isabella e Mike iríamos para a sede da Cosa Nostra, enquanto Alice, Rose e Emmett iriam para a casa de Don e Elizabeth.
Eu e Isabella fomos no carro dela e Mike foi no carro da mãe dele, mas mantivemos a comunicação via rádio.
– A sede é mais bem protegida quando Don e Elizabeth estão aqui. – eu expliquei a Isabella – Mas não quer dizer que não haverá cappos de guarda. Eles trocam de turno de dez em dez horas e daqui à uma hora e meia haverá a troca de turnos. – eu disse olhando para o relógio do painel do carro.
– Excelente. Atacaremos o mais rápido possível, quando os cappos estiverem cansados e antes que os substitutos apareçam para a troca. – ela disse e eu assenti.
– Eu já estou em posição, pessoal. – Mike falou pelo rádio – Em dois minutos eu entro na rua da sede.
– Ótimo. – Isabella falou enquanto dirigia – Não se esqueça de sair correndo, Mike. Não quero ter que cuidar de você.
– Não se preocupem comigo. Só entrem lá e peguem o maior número de provas contra Don e Elizabeth. – Mike falou.
– Verifiquem se suas armas estão carregadas. – Isabella ordenou.
Eu verifiquei mais uma vez a minha arma e minhas munições.
– Tudo certo. – eu falei.
– Ótimo, porque nós chegamos. – Isabella disse parando o carro na rua lateral da sede.
A sede era enorme. Quase um quarteirão todo, em um bairro barra pesada de Nova Iorque. Eu e Isabella estávamos parados na parede lateral da sede, esperando pelo sinal de Mike.
– It’s show time. Sabe, eu sempre quis fazer isso. – Mike falou divertido pelo rádio e Isabella rolou os olhos – 5. 4. 3. 2. 1.
Então, nós escutamos uma explosão. Imediatamente subiu uma poeira preta por todo quarteirão. Os barulhos de tiros começaram quase no mesmo instante.
– Agora, Cullen. – Isabella ordenou.
Eu assenti e quebrei o vidro da janela um pedaço de pau. Eu entrei tomando cuidado para não me machucar e abri a janela para Isabella entrar.
– Estamos na sala de reuniões. – eu falei, olhando em volta – A sala de Don é no final do corredor.
Isabella engatilhou sua arma e eu a imitei. Fomos até a porta, eu a abri, olhei o que acontecia no corredor e logo a fechei.
– A sala de Don é para a direita. Não tem nenhum cappo lá, mas a esquerda está cheio deles, correndo desnorteados por causa da explosão. – eu expliquei.
– Ok. Me dê cobertura, Cullen. – ela disse e eu assenti.
Ela abriu a porta e saiu da sala de reunião. Eu saí imediatamente depois. Nós vimos vários cappos armados, correndo sem saber o que estava acontecendo.
Alguns nos viram e começaram a atirar contra nós dois. Eu e Isabella revidamos os tiros, enquanto andávamos o mais rápido possível de costas e em ziguezague para o final do corredor.
– Não pare de atirar, Cullen. – Isabella mandou.
Eu a obedeci e percebi que ela não atirava mais. Agora, ela estava com uma bomba nas mãos.
– Se abaixe. – ela ordenou e a arremessou a bomba contra os cappos.
Eu e ela nos abaixamos, tentando nos proteger da explosão e a fumaça tomou conta do corredor.
Segundos depois, nós dois nos levantamos e olhamos para o final do corredor. Os pobres coitados não tiveram chance nenhuma.
– Os outros cappos não vão demorar a chegar. – eu falei.
– Eu sei. – ela respondeu e tentou abrir a porta da sala, que estava trancada.
Eu a afastei e, com um chute, eu abri a porta.
Nós entramos na sala e Isabella se sentou na cadeira de Don. Ela começou a abrir todas as gavetas e pegar todos os tipos de documentos, espalhando pastas para todos os lados.
Eu já tinha ligado o computador e estava acessando os arquivos. Eu mantinha um olho no computador e outro na porta, mas nenhum infeliz apareceu.
Eu procurava loucamente por documentos que incriminassem Don e Elizabeth e os copiava no meu pen-drive.
A cada segundo, eu olhava para a porta, esperando alguém aparecer.
– Já temos provas suficientes para conseguirmos um mandado de prisão para os dois. – Isabella disse, segurando um monte de documentos. – Vamos dar o fora daqui.
– Estou acabando de salvar os arquivos. – eu falei.
– Edward! General! A coisa está feia aqui. – Mike pediu ajuda pelo rádio.
– Estamos indo, Newton. – Isabella disse pelo rádio. – Dá para ser mais rápido?
– Mais um segundo. – eu falei sem tirar os olhos da tela do computador – E... pronto.
Eu tirei o pen-drive e o guardei no bolso.
– Vamos? – eu a chamei e ela assentiu.
Eu e Isabella saímos da sala de Don e fomos correndo para a sala de reunião, para sairmos de dentro da sede pela janela e irmos ao encontro de Mike.
Assim que viramos o quarteirão, vimos o carro da mãe de Mike destruído contra a porta principal da sede. Ainda havia vestígios da explosão.
Havia pelo menos dez cappos em nosso caminho, armados até os dentes, mas Isabella começou a atirar e foi para cima deles, abrindo o caminho, enquanto eu lhe dava cobertura, atirando naqueles paus mandados de Don.
Quando saímos daquela linha de fogo, vimos Mike que estava atrás de um carro qualquer, estacionado na rua e atirava incessantemente contra os cappos e a sede com uma metralhadora. Mas ele recebia mil tiros também.
– Vá ajudar o Newton. – Isabella mandou e saiu correndo na direção contrária ao tiroteio.
Eu corri e me juntei a ele no chão, atrás do carro, começando a atirar também.
– Porra, Edward! Vocês demoraram. – ele reclamou sem nunca deixar de atirar – Eu achei que teria que fazer tudo sozinho. – ele disse brincando.
Uma bala passou de raspão por mim. Caralho... a coisa estava pior que eu pensava.
– Fica na sua, Mike! – eu retruquei – Está achando que vai levar os créditos sozinhos? Nem fodendo, cara.
Então, na direção oposta da sede, um carro preto em alta velocidade veio na nossa direção. Era Isabella em sua direção assassina.
Perto de mim e de Mike, ela deu um meio cavalo de pau e abriu a porta do passageiro. Eu e Mike pegamos as nossas armas e corremos para o carro de Isabella. Nós mal entramos e ela já saiu cantando pneu, fugindo o mais rápido possível.
Isabella entregou a direção para Mike e mudou para o banco do carona, enquanto eu estava no banco de trás.
– E agora? Para onde vamos – Mike perguntou, dirigindo meio sem rumo.
– Você vai nos levar ao aeroporto. – Isabella mandou.
Eu a olhei confuso.
– Por quê? – Mike perguntou exatamente o que eu queria saber.
– Eu e Edward vamos para Washington informar sobre nossa descoberta para o General Uley. – ela disse – Com essas evidências e o sequestro dos pais de Edward, nós conseguiremos emitir um aviso internacional contra eles.
– Assim, Don e Elizabeth não poderão andar livremente pelo país e muito menos nos aeroportos. E eles precisaram agir com mais cautela. – eu disse, concluindo o raciocínio.
– Exatamente. – ela falou.
– E se eles matarem os pais de Edward? – Mike perguntou.
– Eles não vão matá-los. – ela afirmou convicta pegando a mochila que ela tinha levado.
– Como você pode ter certeza? – Mike perguntou novamente.
– Se eles quisessem matá-los, James teria feito na casa deles mesmo. – ela explicou – Não haveria necessidade de sequestrá-los.
Então, de repente, a maluca tirou a camisa, como se estivesse sozinha em seu quarto. Ela usava um sutiã preto de renda. Uma coisa era incontestável... ela era muito gostosa.
Eu já ia mandá-la colocar a merda da camisa de volta quando o carro quase saiu da pista.
Eu olhei para Mike que olhava para Isabella com os olhos arregalados e a boca aberta. O idiota estava babando... literalmente.
– Se quiser continuar enxergando, mantenha o os olhos na estrada. – ela o ameaçou.
Com medo, ele assentiu e voltou a olhar para a estrada.
Ela colocou outra blusa preta, só que limpa. E depois jogou uma camisa para mim.
– Troque de blusa antes de chegarmos ao aeroporto. – ela disse sem me olhar – Ou vamos ter que explicar porque estamos parecendo dois terroristas.
Eu apenas assenti e troquei de blusa. O caminho para o aeroporto foi silencioso depois disso.
Eu apenas olhava atentamente para Isabella, que limpava a sujeira de seu rosto, conferindo se ela não havia sido atingida por nenhum daqueles filhos da puta. Para minha sorte, não havia nada de errado com ela.
– Pare o carro ali. – ordenou ela.
– Por quê? – perguntou Mike, confuso.
– Porque eu mandei, caralho, não faça perguntas. – Isabella resmungou.
Mike freou o carro bruscamente em frente ao aeroporto e eu e ela saímos.
– Volte para a casa de campo e informe os outros, veja o que conseguiram na mansão dos Masen e nos mantenha informados. – disse Isabella para Mike pela janela dele.
Sem ao menos esperar que ele respondesse, Isabella já estava andando para longe do carro.
– Boa sorte, cara. – Mike desejou, ligando a ignição.
Eu apenas assenti e andei rápido até a General, que xeretava algo dentro da mochila, andando sem sequer me olhar.
– É, eu vou mesmo precisar. – murmurei.
...
Depois de tudo acertado no aeroporto, fomos ao local de embarque e entramos no avião. Isabella sentou na cadeira da janela e eu a seu lado.
O avião decolou. Novamente, aquela tensão estranha pairou no ar, enchendo minha cabeça com as mesmas incansáveis perguntas e, de repente, eu precisava falar:
– Isabella, será que nós poderíamos conversar?
– Não. – ela me respondeu sem sequer me olhar.
– Isabella...
Ela se virou e me encarou seriamente.
– Você foi até o meu apartamento implorar pela minha ajuda. – ela disse e eu apenas assenti calado – Eu aceitei, mas isso não quer dizer que eu quero qualquer tipo de contato com você. Então, me deixa em paz, Cullen, ou eu desisto dessa busca, te entrego às autoridades e deixo seus pais virarem brinquedinhos do filho da puta do Don.
– Você não pode ignorar o que aconteceu ontem à noite! – eu argumentei.
– Não aconteceu nada demais ontem à noite, Cullen. – ela disse implacável – Agora pare de me encher o saco.
O resto do vôo nós ficamos em total silêncio. Eu só relaxei quando percebi que ela havia dormido.
...
Assim que nós saímos do aeroporto, entramos em um táxi. Para minha surpresa, não fomos para a base do exército e sim para um hotel.
Isabella não me olhou mais nenhuma vez, deixando claro que não queria nenhum tipo de contato comigo.
Nós chegamos ao hotel e fomos até a recepção fazer o check-in. No balcão, tinha uma recepcionista loira, que abriu um sorriso enorme.
– Seja bem vindo ao Season Hotel. – ela disse simpática – Em que posso ajudá-los?
– Dois quartos, por favor. – eu pedi.
– Infelizmente não temos dois quartos. Há uma convenção de revista em quadrinhos na cidade e todos os hotéis estão em sua capacidade máxima. – ela explicou – Eu tenho disponível apenas um quarto de casal.
Claro que não teria dois quartos! Deus parecia estar brincando comigo... e que senso de humor, hein?
Eu olhei para Isabella sem saber o que fazer. Ela apenas balançou a cabeça, assentindo em pegarmos apenas um quarto.
– Pode ser então. – eu falei para a recepcionista.
– Aqui está a ficha de cadastro. – ela me disse me entregando um papel e uma caneta.
Eu preenchi tudo e devolvi.
– O quarto de vocês é o 726, no 7º andar. Tenham uma ótima estadia.
...
Assim que entramos no quarto, Isabella se sentou na cama e pegou o telefone. Sem saber o que fazer, eu decidi tomar um banho, para deixá-la à vontade na ligação.
Não saber das coisas era uma merda. Tomei um banho demorado e quando saí, ela não estava no quarto.
Vasculhei o quarto a procura de algum bilhete dela, mas não encontrei nada. Mas que porra, custava avisar que ia sair?
Eu não tinha idéia porque estávamos naquele hotel. Então, sem ter o que fazer e com fome, liguei para a recepção e pedi um sanduíche com suco de maçã.
Quando eu estava acabando de tomar meu lanche, alguém bateu na porta. Eu peguei minha arma por precaução e fui atender a porta.
Parecia ser um funcionário do hotel.
– Senhor Edward Cullen? – o homem perguntou.
– Sim. – eu respondi desconfiado.
– A senhorita Swan mandou lhe entregar isto. – ele disse me passando um pacote grande.
– Obrigado. – eu falei e fechei a porta.
Deixei minha arma na mesa e abri o pacote que Isabella havia me mandado. Era um smoking.
O que será que Isabella estava aprontanda?
No bolso do smoking tinha um recado.
Esteja pronto às 6. I.S.
Olhei para o relógio na cabeceira da cama. Eu tinha duas horas para não fazer nada, então, deitei na cama e tentei assistir televisão para ver se o tempo passava.
Estava passando uma reportagem sobre o tiroteio em Nova Iorque. O repórter entrevistava pessoas e criticava a segurança da cidade.
“Tiroteio em dois bairros de Nova Iorque assusta moradores e turista. Até quando as autoridades se manterão omissas?” Perguntava o indignado jornalista.
De repente, um celular começou a tocar. Eu passei os olhos pelo quarto tentando encontrá-lo até que o vi na mesinha de cabeceira. Era o celular de Isabella.
Eu tentei ignorar. Juro que tentei, mas o celular continuou tocando insistentemente.
Eu me levantei e fui até ele. Quando o peguei, parou de tocar. Eu já ia colocá-lo de volta na mesa quando ele recebeu uma mensagem.
Sem resistir a tentação, eu abri a mensagem.
“Há tempos eu não me divertia tanto como ontem à noite. Senti sua falta. Me liga.
Bill.”
Eu li e reli a mensagem umas vinte vezes.
Então ontem à noite ela estava com outro? Enquanto eu pensava em conquistá-la, ela estava com outro?
Eu senti o quarto rodar de tanta raiva. Filha da puta! Se ela estava com outro, porque me ajudar? Ela.. ela... não podia! Não podia ser!
Uma raiva pulsou em meu corpo todo. Mas que porra! Depois de me beijar aquela filha da puta tinha ido passar a noite com outro?
E agora me deixava essa merda de celular aqui de propósito só para que eu tivesse minhas suspeitas confirmadas. Caralho, se ela queria se vingar de mim, por que diabos estava me ajudando?
Irritado, eu joguei seu celular contra a cama. Maldita Swan. Ela iria me pagar por jogar tão sujo.
De repente, ouvi o som da chave rodando na fechadura e ela entrou no quarto tranquilamente.
Antes que ela sequer deixasse as sacolas que ela carregava no chão, eu a segurei pelo braço com força. As sacolas caíram e ela me olhou surpresa pela minha reação maníaca.
– Onde você foi ontem à noite? – eu perguntei furiosamente.
Ela me olhou sem entender o que estava acontecendo.
– Quem é esse tal de Bill? – eu a questionei.
– Como é que você...?
– Você passou a noite com ele ontem, não foi? – eu a interrompi.
Ela passou os olhos pelo quarto e viu seu celular jogado na cama.
– Isso não é da sua conta. E quem disse que você tinha permissão de mexer nas minhas coisas? – puxou o braço, mas eu apertei mais ainda – Me solta.
– Não, agora eu entendo o que você queria dizer aquele dia quando falou dos “outros”. – eu disse amargurado.
– Vá para a puta que te pariu, Cullen. Eu não te devo absolutamente nada! – gritou – Afinal, era você que tinha uma noiva enquanto estava me fodendo!
Eu respirei fundo ainda a segurando com força, mas ela continuou:
– Quer saber? Me faz um favor e some da minha vida.
– Você quer mesmo que eu suma da sua vida? É isso? Então por que você está me ajudando? – eu rosnei.
– Eu já te falei que...
– Puta que pariu, Isabella! – eu falei com ódio – Por que vocês não me prenderam quando tiveram a porra da chance? Por que você não sumiu comigo quando teve a chance? Por que estão me ajudando? Apenas me dê um motivo, caralho!
Ela não me respondeu, apenas se desvencilhou do meu aperto.
– Vocês não querem me ajudar, então por quê? – eu perguntei mais para mim mesmo do que para ela.
– Se não quiséssemos, não estaríamos te ajudando, Cullen. – ela falou irritada.
– Claro. Jasper está dando pulos de alegria. É visível como ele está satisfeito com toda situação. – eu falei com ironia. – Especialmente quando ele aponta uma arma para mim ou me olha como se quem quisesse me matar.
– Você não sabe nada sobre Jasper para tirar conclusões precipitadas, Cullen. – ela o defendeu.
E ela ainda defendia o ex noivo queridinho. O meu sangue ferveu mais uma vez.
– Então por que vocês estão me ajudando porra????? – eu gritei.
– Porque você também nos ajudou! – ela gritou de volta.
Nós ficamos em silêncio por um tempo. Juro que não esperava por isso.
– Caçar o maldito que abusou de Rose era tudo que todos nós queríamos. Por muito tempo, nós vivemos por isso, principalmente eu e Jasper. – ela disse com a voz mais controlada – Todos se sentem em dívida com você! Eles nem hesitaram em te ajudar... assim como você nos ajudou e manteve nosso segredo em silêncio.
Eu me sentei na cama, soltando-a.
– Ninguém está sendo forçado a nada. – ela disse – Eles estão nessa porque acreditam que precisam te ajudar, como você os ajudou.
Eu abri a boca para falar, mas Isabella me interrompeu.
– E quanto a minha vida pessoal, foda-se o que você pensa. Eu não te devo satisfações. – virou-se e pegou as sacolas do chão. – Eu vou tomar banho. Quando eu acabar, espero que você já esteja pronto, Cullen. – disse por fim, enquanto ia para o banheiro.
Tentei engolir meu ódio, mas tudo que eu queria era saber quem era esse tal de Bill e surrá-lo até que ele ficasse incapaz de piscar.
Escutei a porta do banheiro ser fechada com violência.
Isso. Definitivamente. Não. Iria. Terminar. Aqui.
...
Eu estava sentado na cama esperando por Isabella. Eu já tinha me arrumado e estava de smoking.
Assim que a porta do banheiro se abriu, eu me levantei e olhei em sua direção. Ela estava simplesmente linda em um vestido preto frente única longo. Ela usava um sapato de salto alto e estava maquiada.
Ela me olhava atentamente. Nossos olhares se cruzaram e foi o suficiente para ficarmos nos encarando.
Eu nunca a tinha visto tão feminina. Nesse momento, a minha raiva por ela quase passou... quase...
– Agora você pode me contar aonde vamos? – eu perguntei quebrando a troca de olhares.
– Nós só vamos conseguir falar com o General Uley na festa das bodas de casamento dele. – ela disse explicando.
– E como nós vamos entrar na festa? – eu perguntei.
– Com os nossos convites. – ela respondeu como se fosse a pergunta mais idiota do mundo.
– E como nós conseguimos os convites? – eu perguntei mais uma vez.
– Eu fui convidada. – ela disse – E você também, porque o General ainda acredita que nós somos namorados. – falou a última parte com desdém.
– Ah... – eu respondi.
– Vamos acabar com isso logo. – ela disse e foi em direção à porta do quarto.
...
A festa estava acontecendo em um dos salões mais chiques de Washington e era um lugar enorme, jardinado e cheio de luzes.
– Não se esqueça que o General acha que somos namorados. – ela me avisou quando saíamos do táxi.
Entregamos nossos convites aos seguranças e entramos no salão.
Eu tentei me aproximar dela e passar o braço pela sua cintura, mas ela não me deu brecha, deixando claro que só atuaríamos.
– General Swan! – o General Uley a cumprimentou alegremente – Que prazer vê-la aqui. Eu realmente achei que não viria.
Isabella deu um sorriso falso, que enganou o General completamente.
– Parabéns, senhor! É um prazer vir prestigiá-lo. O senhor se lembra de Edward Cullen? – ela disse passando a mão pelo meu braço.
– Claro que lembro! Como vai meu rapaz? — o General me cumprimentou gentilmente.
– Bem. – eu respondi com um sorriso fraco.
Ele arqueou a sobrancelha e nos olhou desconfiado.
– General, as coisas não estão bem. Infelizmente eu preciso falar com o senhor urgente. – Isabella falou.
– Nós falamos amanhã! – ele disse dando um gole do seu whisky – Hoje é dia de celebração.
– É sobre a Cosa Nostra, senhor. – ela disse seriamente.
Ele a encarou por alguns segundos.
– Emily me fez prometer não trabalhar hoje. Ela vai me matar. – ele disse desanimado.
– Eu sei, senhor, sinto muito, mas eu não o incomodaria em sua festa se não fosse de extrema importância. – Isabella falou.
O General deu um suspiro cansado.
– Venham. Vamos conversar no escritório do salão. – ele disse e nos encaminhou até uma ala privada.
Eu e Isabella entramos, seguidos pelo General, que fechou a porta.
– Espero que realmente seja urgente, Swan. – ele a advertiu.
– E é senhor. Finalmente nós conseguimos provas contra Don e Elizabeth. – ela disse confiante.
– Como é que é? – ele perguntou sem realmente acreditar no que Isabella dizia.
Isabella lhe entregou o pen-drive. Ele o colocou no computador e começou a ler os arquivos que encontramos.
– Como vocês conseguiram tudo isso? – ele perguntou olhando fixamente para a tela, que continha transações ilegais da Cosa Nostra.
– O Capitão Cullen seguiu uma pista e descobriu provas contra Don e Elizabeth. – ela mentiu – E como represaria, eles sequestaram os pais dele.
– Quando isso aconteceu? – ele perguntou nos olhando.
– Há mais de 48 horas, senhor. – ela respondeu.
O General pegou o telefone e discou um número.
– Emita um alerta internacional e um mandado de prisão sobre Edward e Elizabeth Mansen. – o General ordenou.
Segundos depois ele voltou a falar.
– Claro que sou eu, seu imbecil. Quem mais seria? – exasperou ao telefone – Emita a porra do alerta imediatamente. Eles são perigosos e estão com dois reféns.
Ele desligou o telefone.
– General. – ele chamou Isabella e se levantou da cadeira – Eu não confio em ninguém além de você e da sua equipe. Quero que acabem com a Cosa Nostra de uma vez por todas.
– Sim, senhor. Mandarei Alice realizar uma conferência de imprensa. Alertaremos a todos os cidadãos. Colocaremos Don e Elizabeth em evidência. Eles não vão escapar. – ela respondeu e pegou e celular para ligar para Alice.
Eu fiquei apenas sentado, observando Isabella passar a ordem para Alice.
– Não se preocupe, Capitão. – o General disse colocando a mão no meu ombro – Isabella achará seus pais. Confie nela.
– Eu sei. – eu falei – Eu confio.
Ficamos mais ou menos uma hora nessa resolução de problemas. Eu continuava preocupado com meus pais, imaginando o que se passava na cabeça deles, se estavam bem, se os haviam separado ou se estavam juntos, mas agora era preciso esperar que apanhassem o Don.
– General Uley? – a organizadora da cerimônia abriu a porta. – Desculpe interromper, mas está na hora dos brindes e a Senhora Uley espera pelo senhor.
– Céus, estou indo. – ele disse às pressas. – Bem, Swan, eu fiz tudo o que estava ao meu alcance esta noite, preciso voltar à festa. A partir de agora, está em suas mãos.
Ambos prestaram uma breve continência e o General Uley saiu do escritório. Isabella também saiu para o salão e eu a segui, confuso.
– E agora o que faremos? – eu perguntei enquanto andávamos em volta dos convidados.
– Nosso vôo só parte amanhã de manhã. Então aproveite a festa, Cullen. – ela disse pegando uma taça de champanhe que um garçom carregava e a bebendo de uma só vez.
A festa não estava das melhores, tirando a bebida, pelo visto, pois era a quinta taça de champanhe que estava nas mãos de Isabella.
– Isabella querida! – uma voz simpática chamou por Isabella, que engasgou com sua bebida e eu me perguntei quando é que ela tinha sido tão desajeitada.
– Senhora Uley. – Isabella cumprimentou sorrindo, virando-se para a senhora.
– Oh, o que é isso, chame-me de Emily. Não entendo essa necessidade de tanta formalidade. – a senhora respondeu sorrindo de uma orelha a outra.
– Parabéns pela comemoração. A festa está linda. – Isabella respondeu educada demais para me enganar.
– Obrigada querida. E quem é esse rapaz mais lindo? Por acaso é o seu namorado, Isabella? – a senhora me olhou de cima a baixo, sem se preocupar em parecer mal educada – Sam me disse que você estava namorando, mas eu não acreditei nele.
Eu quis rir da expressão de saia justa em que a General “toda poderosa” se encontrava. Parecia que ela ia corar no minuto seguinte.
– Sou Edward Cullen. – cumprimentei-a dando o meu melhor sorriso – Namorado de Isabella.
– Oh... então é verdade! Isabella você não me disse que tinha desencalhado. – Emily falou e eu me segurei para não gargalhar alto – E que bom gosto menina! Prazer em conhecê-lo, Edward.
Emily sorriu, olhando de mim para Isabella. Já Isabella permanecia calada, segurando com força desnecessária a taça de champagne em sua mão. Ela parecia estar sendo torturada por mil agulhas invisíveis.
– Sabe, querido. – Emily falou como se fossemos amigos há décadas – Não é qualquer homem que consegue manter um relacionamento com uma mulher do alto escalão do exército. Sempre tive medo que Isabella ficasse sozinha o resto da vida. Minha esperança era Jasper, mas nem ele a aguentou...
Isabella então bebeu todo o conteúdo da taça de uma vez só e rapidamente pegou outra taça cheia da bandeja de um garçom que passava por ali.
Então, eu vi a oportunidade perfeita para me vingar por ela ter passado a noite fora com aquele tal de Bill.
Eu me aproximei dela e a segurei pela cintura. Ela se remexeu incomodada, mas não me afastou, porque Emily nos olhava sorrindo como se fôssemos o casal mais fofo da história.
– A senhora conhece Isabella há muito tempo? – eu perguntei apertando ainda mais Isabella contra meu corpo.
– Senhora não, querido! Apenas Emily. – ela me respondeu – Mas sim. Conheço Isabella desde bebê. Eu e a mãe de Isabella éramos amigas e por isso me preocupo tanto com ela. Mas agora fico mais tranqüila, sabendo que ela tem você.
Sorrindo, ela olhou para Isabella, que deu um sorriso mais que forçado.
– Vocês dois formam um belo casal. Aproveitem a festa. – Emily disse se despedindo de nós dois.
Assim que Emily partiu, o desconforto entre mim e Isabella se tornou quase palpável. Ela tentou se desvencilhar de mim, mas eu a segurei firmemente.
– Ora, namorada, se comporte, pois estamos sob a mira das fofoqueiras de plantão. – eu falei em seu ouvido.
Emily conversava com algumas mulheres há alguns metros de nós dois, como se contasse a novidade para elas e nos olhava sorrindo com certa malícia.
– Acho melhor você se comportar, pois eu posso não te agüentar do mesmo jeito que Jasper não agüentou. – eu a provoquei.
Visivelmente irritada, Isabella tirou minha mão de sua cintura me olhando com um sorriso falso e pegou o primeiro copo que viu quando a bandeja do garçom voltou a nos servir.
– Trocou o champanhe por whisky, namorada? – eu perguntei.
Ela deu um gole no whisky.
– Não me enche, Cullen. Eu já sou bem grandinha para saber o que é bom para mim. – ela disse e se afastou.
A festa continuou por mais algum tempo. Procurei por Isabella pelo salão e a vi conversando com dois homens perto do bar.
Eles riam e conversavam alegremente. Sem pensar, eu cheguei até eles e a abracei por trás.
Imediatamente, ela ficou tensa, mas disfarçou com um sorriso. Eu percebi que os dois homens se entreolharam visivelmente curiosos sobre mim.
– Você sumiu amor. – eu falei em alto e bom som para os dois me escutarem.
– Eu fui ao bar pegar uma bebida e acabei encontrando com Seth e Quil. – ela disse já com a voz alterada por causa do álcool.
– Você não contou que estava namorando Isabella. – um deles falou.
– Tem coisas que eu prefiro esquecer. – ela resmungou baixo e somente eu a escutei.
– Edward Cullen. – eu me apresentei – Namorado de Isabella.
– Seth Clearwater. – um dos homens se apresentou.
– Quil Ateara. – o outro se apresentou.
Nós três começamos a conversar e Isabella ficou calada e emburrada o tempo todo. Os dois eram extremamente simpáticos e eu descobri que eles eram da equipe beta das Forças Especiais.
Isabella não parou de beber por um segundo sequer. Depois de um tempo, percebi que Isabella estava alegrinha demais para o normal e já era hora de voltarmos para o hotel.
Eu me despedi de Quil e Seth e saí praticamente carregando Isabella.
...
Nós chegamos ao quarto do hotel e Isabella jogou os sapatos de salto em algum lugar do quarto. Ela estava muito bêbada. Eu sabia que ela tinha bebido whisky demais.
Eu me sentei na cama e tirei os sapatos e as meias. Isabella ainda estava tentando fechar a porta do quarto, como se fosse a coisa mais difícil do mundo.
Nosso assunto não tinha acabado e eu precisava da resposta para a pergunta que estava martelando desde a mensagem em seu celular.
Eu parecia mais um papagaio, repetindo sempre as mesmas coisas, mas eu precisava acabar com as dúvidas que eu tinha, ou ficaria louco.
– Por que você está me ajudando? – eu perguntei me levantando e fechando a porta.
– O que? – ela perguntou.
– Por que você está me ajudando? – eu repeti a pergunta.
– Eu já te disse, Cullen. – ela falou com a voz embolada por causa da bebida.
Ela se encostou a parede e fechou os olhos.
– Não. – eu disse e fui à direção dela – Você me disse porque os outros estão me ajudando. Mas e você? Por que você está nessa?
– Não é da sua conta. Você quer minha ajuda ou não? – ela gritou quase descontrolada por causa da bebida.
Eu a segurei pelo braço com força.
– Claro que eu quero porra! – eu também gritei – Mas porque você não me responde?
– Não te interessa. Eu já disse que da minha vida cuido eu. Me solta, seu idiota.
Ela podia simplesmente se soltar, mas eu acho que a bebida estava mexendo com os reflexos dela.
– Não. – eu falei autoritário chegando mais perto dela, prendendo seu corpo com o meu – Eu não vou te soltar enquanto você não me dizer o porquê de você estar nessa.
Ela me olhou com um brilho nos olhos. Eu sentia sua respiração desregulada. Ela mordia o lábio inferior. Seus olhos estavam fixos nos meus.
Eu colei os nossos corpos completamente e senti a usual corrente elétrica passar por nós, enquanto eu encarava seus lábios.
– Oh merda! – ela sussurrou.
– O que? – eu perguntei hipnotizado quase em um sussurro também.
– Isso. – ela falou e me beijou violentamente.
Eu sentia o gosto de whisky em sua boca. Ela passou os braços pelo meu pescoço e roçou nossos corpos. Rapidamente, eu passei os braços em volta da sua cintura. Meu Deus! Essa mulher ainda ia me matar.
Nós nos beijávamos com fúria, como sempre. Eu a pressionei ainda mais contra a parede do quarto. Meu pau, já dolorido de tanto tesão, roçava em seu corpo. Ela gemeu na minha boca, me levando à loucura.
Minhas mãos percorriam todo o corpo dela, enquanto ela segurava o meu cabelo com força. Eu apertava sua cintura a fazendo gemer baixinho.
Sem nunca parar de me beijar, ela foi me empurrando em direção à cama até cairmos no colchão.
Ela desabotoava a minha camisa social enquanto eu levantava seu vestido, passando a mão por suas pernas. Quando ela acabou de desabotoar minha camisa, ela arranhou meu peito, me fazendo grunhir em sua boca.
Eu me levantei minimamente, ainda a beijando, e acabei de tirar minha camisa, jogando-a em qualquer lugar do quarto.
Suas mãos então foram para minha calça e, rapidamente, desabotoou meu cinto e a calça. Do jeito que deu, eu tirei a minha calça e cueca.
Antes que eu tivesse qualquer reação, ela se abaixou e abocanhou meu pau. Eu urrei de prazer ao sentir sua boca quente em volta do meu pau.
Ela começou a chupá-lo, sugando com vontade. Eu apenas gemia descontroladamente. Inferno de mulher. Com ela, eu simplesmente perdia o controle. E ela me sugava deliciosamente, me fazendo gemer cada vez mais alto.
Então ela parou e me olhou, dando um sorriso malicioso. Eu a puxei para cima e nos virei na cama.
Eu a beijei enquanto abaixava o zíper do seu vestido, puxando-o de seu corpo e atirando-o pelo quarto.
Eu me posicionei entre suas pernas e beijei seu pescoço, descendo até os seios. Passei a sugá-los com vontade. Isabella gemeu, arqueando o corpo... pedindo por mais.
Minhas mãos desceram até seu sexo e a penetrei com dois dedos. Caralho... ela estava muito molhada.
– Ah... – ela praticamente gritou.
Eu mordisquei seu seio, movendo meus dedos dentro dela, e ela gemeu mais.
Suas mãos vieram para cima, apertando a pele das minhas costas e, por fim, puxando meu cabelo, enquanto eu lambia o bico do seu seio esquerdo e apertava o direito com a mão livre.
Desci minhas mãos pela sua cintura até as suas pernas e as levantei, passando-as pelo meu corpo e, sem conseguir esperar nem mais um segundo, eu a penetrei. Ela me recebeu quente, molhada e com um gemido enlouquecedor.
Comecei a estocar lenta e profundamente. Ela era tão apertada que esmagava deliciosamente meu pau.
Soltei suas pernas e prendi suas mãos, em cima da sua cabeça, as entrelaçando com as minhas.
Ela me apertou mais com as pernas, como se quisesse fundir nossos corpos. Eu acelerei meus movimentos, enfiando com toda força dentro dela. Grunhindo com o desejo de estar dentro dela como eu queria.
Meu corpo se moldava tão perfeitamente ao seu e a falta que eu sentia dela fez com que qualquer pensamento em minha mente se esvaísse, enquanto eu tomava aquela boca quente dela.
– Caralho Edward... – ela gemeu em meu rosto – Mais...
Então, eu meti com mais força. Continuei estocando cada vez mais rápido até sentir todo o seu corpo estremecer, seu gozo deslizar quente em meu pau e ela praticamente me esmagar.
No mesmo momento, senti meu pau latejar e meu gozo sair de dentro de mim, enquanto eu urrava de prazer em seu pescoço.
Então, eu simplesmente caí em cima dela. Eu mal conseguia respirar direito. Ela continuava com as pernas enlaçadas em mim e parecia tão extasiada quanto eu.
Depois de um tempo, quando consegui me controlar, me desvencilhei dela e deitei ao seu lado.
Eu estava inseguro sobre o que acabara de ocorrer e, ao mesmo tempo, tonto com o meu orgasmo.
Devagar, eu passei o braço pela sua cintura com medo que ela me rejeitasse. Eu sequer conseguia abrir os olhos. Eu só queria estar ali, nem que ela não dissesse nada.
O sono começou a chegar e eu fui ficando mais mole do que já estava. Isabella deitou em meu peito. Ela parecia tranquila, mas eu ainda tinha incógnitas na minha cabeça.
Eu estava quase dormindo quando escutei.
– Por você. – ela sussurrou – Eu entrei nessa por você.
Notas finais
Espero que tenham gostado... eu AMEI todos os reviews... mais uma vez eu peço desculpas por nao responde-los, mas eu leio todos... sempre!!!!!
Bjos a todos e até o prox cap...
Su
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Oi meninas, capítulo com um pouquinho de tudo hoje.
Mas esse final foi lindo, fala sério?
Quem diria que a Swan ia se abrir assim?
Bem, espero que tenham gostado
A gente se vê no próximo capítulo
Beijoss Ju
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