Cory estava na escola, como sempre, rodeado de pessoas inúteis e fúteis que não fariam falta nenhuma no mundo. Ele estava tão triste. Seus pais iam se mudar da casa branca para um bairro longe do centro de Washington. Ele estava tão triste.

- Ei, Cory! Você tem que ir embora agora! Acabou essa droga. — Era o Senhor Genitor falando, o Sr. Genitor era o professor de orientação bissexual da turma. Cory gostava muito dele, mas infelizmente era sua última aula com ele. Cory se levantou, pegou seu caderno do My Little Pony e foi embora da escola, mas antes, ele tinha que se despedir de sua única amiga:
- Oi Vajuna, lembra de mim? Então, eu nunca mais vou te ver. Meu pais vão se mudar hoje, e eu estou indo embora pra sempre. Por mais que a gente não tivesse conversado, você sempre foi minha melhor amiga.
- Cai fora seu gordo cabeça de alcachofra. Eu tenho que transar com meu namorado hoje, não posso ficar falando com perdedores que nem você. — Cory sai cabisbaixo, mas como ele é malandro ele nunca perde sua autoestima. Ele vai até a sua casa:
- Oi mãe, você já arrumou as coisas?
- Já filho, agora a gente precisa chamar o seu pai, será que ele está dormindo?
- Eu vou ver, espera um pouco.
Cory sobe as escadas e vai até o quarto de seu pai, mas ele não está acordado, ele está desmaiado:
- Mãe! O pai parece que está dormindo, mas ele não acorda!
- Ótimo! Deixa eu ir pegar minha escopeta!
- Não mãe, você não pode matar o pai! Quem vai fazer bacon com ovo pra mim?
- Tarde demais Coryzinho. — A mãe de Cory atira na bunda do Sr. Baxter.
- Não, mãe!
- Vamos filho, não posso demorar hoje porque tenho um encontro com meu professional trainer. Vamos se mudar daqui a pouco.
- Tudo bem.
Cory, Raven (sua irmã) e sua mãe vão para sua nova casa:
- Olha só, essa casa é tão pequena! Eu queria morar na nossa antiga casa! — Cory estava mais triste ainda, sem seu pai para fazer bacon com ovos e agora em uma casa pequena.
- Mas você não está! — disse sua mãe, jogando um tijolo contra Cory — Você está de castigo, vá para o seu quarto!

Cory se sentiu muito traído, nem sabia onde era seu novo quarto, pensou em sua antiga casa e sentiu muita saudade. Então escutou um barulho muito vindo do porão e ficou muito curioso com isso. Nunca tinha ouvido um barulho no porão da sua antiga casa, como saberia o que fazer? Não tinha seu pai para ajudar, sua mãe e irmã eram prostitutas agora e ele não queria se prostituir. Pegou o tijolo do chão e seguiu até a escada que ia ao porão, onde encontrou uma coisa muito estranha e incrivelmente sensual. Verde e esbelto, com olhar marcante, porém triste. E então, Cory olha dentro dos olhos do ogro. O ogro diz:
- Olá amiguinho, você quer conhecer o meu pântano? Meu nome é Shrek Ogro, mas pode me chamar de Shrek.
- Oi, eu sou o Cory. Eu estou tão triste. Acabei de me mudar pra essa casa com a minha família, mas eles me odeiam e eu não tenho mais meus amigos, o que eu faço?
- Mas isso é fácil, eu posso ser seu amigo. Basta você fechar seus olhos e descobrir... o prazer que existe... nos lábios de um ogro. — Cory e Shrek se beijam e Cory se apaixona pelo ogrão. — Isso foi demais, diz Cory.
- Você quer ir até o meu pântano?
- Sim, eu quero muito!

Cory e Shrek vão até o pântano. Mal sabiam que seria o início de uma grande amizade...

Notas finais
Essa foi a primeira, depois tem mais :)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!