Correndo em Círculos

28 Capítulo 28: Você é meu remédio


Notas iniciais
OOOOOiiiiiiiii CHEGUEi! Espero que vcs estejam vivos depois do final do capítulo passado! Esse aqui tem bastante coisa, mas sinto que vcs vão querer me matar com o final... Só pra constar, diante dos pedidos de algumas leitoras, os capítulos agora não vão ter menos que 3000 palavras. Música: Clarity – Zedd feat Foxes. BOA LEITURA!

–- Agora é você que ta me dando nos nervos caminhando pra lá e pra cá. – murmura Karina, vendo sua irmã fazer exatamente isso.

Bianca para, se aproxima da irmã e a encara, preocupada.

–- Mas Ka, você não percebe o que isso significa? É de um bebê que estamos falando! – murmura a atriz e Karina prende a respiração.

–- Você acha que eu não sei? Puta merda, Bianca! Isso vai estragar toda a minha vida... eu sou muito nova. – diz ela, apavorada. – Meu Deus... eu vou ter que desistir da luta, trancar meus estudos pra trocar fraldas. Eu não to preparada! – completa, a voz vacilante e chorosa.

Bianca se senta ao seu lado e a acolhe em seus braços, beijando sua cabeça em seguida.

–- Eu nunca pensei que fosse cometer uma burrada dessas... um descuido e minha vida é destruída!

–- Calma... eu to contigo pro que der e vier. E não é tão ruim assim... pensa um pouco, vai ser um bebê lindo, um bebê perina! – diz Bianca, sorridente, tentando tranquilizar sua irmã.

Karina assente, dando um sorriso desanimado. Aquilo era verdade, mas ela não deixava de pensar que era muito mais ruim do que bom.

–- É... mas ainda tem muita coisa envolvida, Bi! Ainda falta um ano pra nós dois terminarmos o ensino médio e... Ai meu Deus, Bianca! E o nosso pai?! Ele vai me matar.

A morena não fala nada. Não podia mentir, mestre Gael não ia gostar nada, nada de saber que sua filhinha não era mais inocente e o pior, cometera aquele tipo de descuido que mudaria todo o seu futuro. Bianca até podia imaginar ele dizendo que ainda não estava na idade de ser avô e talvez a deserdando... ela mexe a cabeça para afastar esses pensamentos. O mestre podia ser cruel, mas ele nunca deixaria sua filha desamparada diante de uma coisa dessas.

–- Não pensa nisso agora, Ka. – pede ela, abraçando mais forte sua irmã.

–- Ai! Desse jeito você vai me sufocar. – murmura Karina, irritada.

Bianca abre um pequeno sorriso. Esquentadinha na vida e na morte. Ela esperava que sua sobrinha ou sobrinho não fosse tão marrento assim. Já bastava uma Esquentadinha na sua vida.

Karina se levanta e começa a rodear o quarto novamente, roendo as unhas, nervosa. Ela nunca roera as unhas, mas diante da ansiedade em que estava cabia lugar para uma primeira vez.

–- Desse jeito você vai enjoar. – murmura Bianca, preocupada.

Karina revira os olhos.

–- Eu não to enjoando. – afirma e continua sua caminhada.

Bianca ergue uma sobrancelha.

–- Você por acaso fez algum teste de farmácia pelo menos, Ka?

Karina nega com a cabeça.

–- Não. Mas minha menstruação sempre foi regular e ela ta atrasa quase um mês.

–- Mas o que você ta sentindo além do atraso? Não tem andado enjoada, sensível, essas coisas? – indaga Bianca e a lutadora nega novamente com a cabeça.

–- Mesmo assim, você tem que fazer o teste, Karina. Algumas gravidezes demoram mais eu acho...

–- Eu sei. – responde a mais nova, parando e se sentando na borda de sua cama novamente.

–- E tem que contar pro Pedro.

–- O quê? Enlouqueceu?! – murmura ela, apavorada.

Bianca ergue uma sobrancelha, descrente.

–- Ele é o pai, Karina! – ralha ela e a lutadora suspira, acabando por concordar.

–- Que droga!

–- Das grandes... – concorda Bianca. – Você quer que eu compre o exame pra você? – pergunta, depois de um tempo em silêncio.

Karina encara a irmã e nega devagar com a cabeça.

–- Não. Eu não quero fazer exame de farmácia... eles não são confiáveis.

–- Ai Karina! São milésimos de chances de não dar certo!

–- É... mas ainda tem essas chances. Quero fazer algo cem por cento confiável.

Bianca cede, suspirando.

–- O.k... faz num hospital então. – Karina assente. – Mas se for assim, você vai precisar falar com o Pedro antes.

Karina encara a irmã, perplexa.

–- Por quê? Eu falo depois. Se eu estiver realmente grávida...
–- Ka, ele tem que ta junto na hora do teste! Não foi só você que esqueceu a camisinha. Não pode passar por uma barra grande como essa deixando ele sem saber de nada. Vocês dois tem que arcar com as consequências de seus erros.

Karina engole em seco, irritada. Odiava quando as outras pessoas tinham razão e ela não.

_____________________________________________________________________________

A viagem de Pedro havia sido muito boa. Além de alavancar o sucesso da Galera da Ribalta havia o feito pensar em outras coisas que não fosse Karina. Várias garotas tentaram se aproximar dele e ele até entrou em seus flertes. Mas sempre que elas se aproximavam demais ele se lembrava do olhar furioso de sua esquentadinha e acabava por se afastar. Não seria justo ele ficar com outras pessoas pensando nela, não seria justo com a garota, com ele, nem com Karina, que ainda tinha esperanças que os dois voltassem. E ele já havia tido experiências com isso antes...

Ele suspira, vendo sua aula de canto finalmente acabar e sua turma vir estrondosamente para cima dele e da banda, querendo saber de tudo o que acontecera durante seus shows.

Ele sorri, tentando parecer simpático, mas um vulto chama mais sua atenção e ele caminha até o corredor, usando isso como desculpa para fugir das perguntas intermináveis. Adorava atenção, mas ultimamente isso o estava incomodando. Talvez fosse seu mau-humor por ainda não ter esquecido Karina, mas ele não sentia mais nenhum prazer em se exibir para as outras pessoas.

–- Ué Pedrão, enlouqueceu? Fugindo do sucesso? – indaga João, se aproximando.

Pedro assente, sorridente.

–- Vou deixar a Sol ser o centro das atenções dessa vez. – e pisca um olho, brincalhão.

Os dois caminham até o corredor, em silêncio, mas antes que chegassem em qualquer que fosse seu destino, são interrompidos.

–- Pedro... – sussurra uma voz, vacilante. Ele se vira, o coração na boca e todas aquelas sensações que ele mascarara durante a viagem voltando novamente. Era incrível como ela podia estragar toda a estrutura que ele demorara semanas para construir com apenas uma palavra, ou simplesmente sua presença. E ele achando que estava se tornando imune...

Karina o encara, nervosa, seu coração a mil por hora e suas mãos suadas de nervosismo, Bianca em suas costas, séria.

Pedro suspira.

–- O que foi, Karina?! – indaga, seco.

–- Eu preciso falar com você.

Ele coça a cabeça. – Você já não está falando?

Ela abre a boca para dizer alguma coisa, mas é interrompida por ele:

–- Chega, a gente não tem nada pra conversar... eu já falei tudo o que eu tinha pra falar.

Ela revira os olhos.

–- Não é o que você está pensando... é... – ela trava e ele a encara, confuso.

–- Eu tenho mais coisas pra fazer, se você me dá licença...

–- Não! Ela não vai te dar licença, Pedro! Agora para de showzinho e ouve o que ela tem a te dizer! – murmura Bianca, furiosa, fazendo o garoto ceder, emburrado, e sua irmã engolir em seco. – Eu vou deixar vocês á sós... vem João. – e puxa o garoto, que encarava a cena com um ponto de interrogação na cara, para longe dali.

Karina encara seu ex, seu corpo tremendo de nervosismo e sua garganta seca.

–- O que foi? Fala! – murmura ele, ansioso.

Ela encara seus olhos e sente o nervosismo dobrar de tamanho. Mal sabia ele que o que ela estava prestes a lhe dizer podia mudar tudo.

_____________________________________________________________________________

–- O que foi aquilo? A Karina parecia prestes a ter um infarto. – murmura João, depois que os dois se encontravam a uma certa distância.

Bianca vacila, mas acaba se virando para ele.

–- E é porque ela ta.

O garoto franze a testa, confuso.

–- A Karina vai morrer? – indaga, fazendo a atriz rir.

–- Não, seu bobo. Quer dizer... talvez. – completa, pensando em seu pai.

Morde o lábio, encarando a cara confusa do... peguete? Namorado? Amigo colorido?

–- Você pode, por favor, me explicar isso? – pede ele e ela cede.

–- A Karina acha que ta grávida. – sussurra, vendo a expressão de João mudar de confusa para apavorada, assim, do nada.

–- Meu Deus! Mas... ah.. Pedrão, em... wou.

–- Pois é. Wou.

–- Mas eles não usaram...

–- A Ka diz que não. – responde a garota, coçando a cabeça nervosamente e analisando o corredor, com a esperança de não estar sendo observada.

–- É... esse vai ser o fim do Mick Jagger.

Ela assente.

–- É... mas eles ainda tem que fazer o teste antes de tudo. Não adianta matar meu pai do coração pra depois ser alarme falso.

–- Pelo bem do meu amigo, espero que seja alarme falso.

–- Tomara mesmo. A Ka ta muito nervosa com isso. Não queria nem contar pro Pedro agora, mas eu convenci ela. Ele também errou, néh?

João assente. Errou feio. Pensa ele, mas entende o amigo, não era fácil estar apaixonado e ser responsável ao mesmo tempo. Ele que o dissesse, ainda sentia calafrios ao se lembrar da reação do mestre ao vê-lo por cima do corpo de sua filha.

–- Bem... pelo menos isso serviu pra alguma coisa, não? Vocês duas tão bem mais próximas. Antes vocês nem se olhavam.

Bianca assente, sorridente.

–- É verdade... ela acabou deixando o orgulho de lado quando viu que a coisa era séria e veio pedir ajuda pra mim. – diz, feliz, mas logo seu sorriso se desmancha. – É uma pena que tenha sido nessas circunstâncias.

_____________________________________________________________________________

Karina continuava encarando Pedro, tentando encontrar as palavras certas para lhe dar aquela notícia, mas sem sucesso. Havia ensaiado com Bianca algumas ideias antes de ir até ali, mas elas pareciam ter sido apagadas de sua memória. Nada poderia deixar aquela notícia menos ruim.

Soltou um suspiro. Seja corajosa! Falar isso não é nada comparado a uma luta no ringue. Mas ela duvida disso, quando se tratava de sentimentos, as coisas eram sempre piores. Principalmente quando se tratava de uma notícia que viria como um vendaval e destruiria tudo. Ela não entendia como os médicos faziam aquilo todo dia, contavam para os parentes aquelas notícias que mudariam tudo. Falar aquilo aquela vez já seria demais para sua vida inteira.

O.k. Mas ela precisava fazer isso...

–- Er... você se lembra daquela noite lá em casa...? – pergunta, se xingando mentalmente por ter começado daquele jeito.

Pedro a encara, de sobrancelha erguida.

–- Aquela... – ela cora. – em que a gente...

Ele sente vontade de rir ao ver o jeito envergonhado dela. Amava aquele seu jeito. Desmancha o sorriso, tentando manter o foco.

–- O.k... sei. A noite da nossa primeira vez. – ela assente devagar, os olhos vacilantes sobre os dele.

–- A gente... a gente esqueceu... – começa a dizer ela, nervosa, e encara profundamente seus olhos. Ela vê a curiosidade nos dele que, inocente, não fazia ideia da magnitude do que ela ia dizer. Abre a boca, pronta para dizer, mas antes que completasse sua frase cai em um choro desesperado, o coração retumbando no peito. Ela parecia de fato prestes a ter um enfarto.

Pedro encara sua reação com dor no coração e se aproxima, lhe abraçando.

–- Shh... calma. Qualquer que seja o problema, não chora. – pede ele, preocupado, mas ela se afasta de seu abraço, limpa as lágrimas com as costas da mão e solta um soluço antes de dizer:

–- Você não entende, Pedro... a gente esqueceu de usar proteção.

Pedro franze a testa e sente sua garganta secar.

–- E e-eu... eu acho que estou grávida. – diz ela e essa é a deixa para que ele paralise.

Sente seu corpo inteiro entrar em combustão, sua vida passando por sua cabeça, a reação de Gael, o corpo de Karina crescendo, os olhos puxadinhos de um possível filho...

Ela o puxa para as escadas e os dois se sentam ali, em silêncio.

–- Fala alguma coisa... – pede a garota, nervosa, a voz fanhosa de tanto chorar.

Ele encara seus olhos e vê a dor e preocupação neles, as olheiras em sua volta simbolizando o quanto aquilo lhe estava atormentando. Se aproxima mais, a boca ainda aberta em sinal de perplexidade. Aquilo ia mudar tudo. Ele teria que cancelar inúmeros shows, ficar do lado dela e apoiá-la, contar para Gael e os seus pais... teria que passar por cima de tudo e todo o seu medo. Mesmo assim... mesmo com tudo de ruim que um filho poderia trazer, ele não podia deixar de sentir algo brotar dentro de seu peito. Um filho ou filha com Karina, sua Esquentadinha. Mais alguém com aquele seu sorriso de lado ou seus olhos azuis puxados.

–- Eu vou fazer o teste no hospital amanhã de tarde, depois da minha aula. – diz ela, diante de seu silêncio e o encara em seguida. – Se você não quiser ir...

Pedro balança a cabeça e volta a descongelar, encarando-a firmemente enquanto colocava toda sua coragem para fora. Precisava ser forte, por ela. Pelos dois.

–- Eu quero. Eu não vou te deixar na mão, Esquentadinha. A gente vai passar por isso juntos, como deve ser. – interrompe ele, agarrando sua mão em sinal de apoio.

Ela sorri em meio às lágrimas.

–- Olha... se você não quiser se envolver eu vou entender. Eu sei que um filho agora mudaria tudo e eu to apavorada sim, mas não quero que você se prejudique...

–- Ka... – interrompe ele, apertando ainda mais sua mão para que ela o encarasse de volta. – A gente fez isso juntos. Foi nós dois que esquecemos a proteção. É nós dois que temos que sofrer as consequências. – a respiração dela se acalma diante de sua afirmação, mas seu choro continua, ali, baixinho. – É uma pena que só a mulher possa sofrer as consequências fisicamente, se pudesse... eu tinha esse filho por você, eu ouvia os comentários preconceituosos das pessoas e sentia a dor do parto. Mas o que eu posso e devo fazer é ficar do seu lado pro que der e vier. E o que for pra ser, será.

Ela não diz nada, apenas o abraça, e ambos se consolam dentro dos braços um do outro, emocionados. Felizes por se terem e por passarem por aquilo juntos. Se fosse com outras pessoas talvez não houvesse tanto apoio, carinho e responsabilidade, pois o amor deles era assim: de uma força tão grande, que trazia paz para momentos conturbados como aquele.

Ele se sentia a pessoa mais estúpida do mundo ao pensar que seus problemas anteriores não eram nada se comparados com os atuais. Mas ele ia passar por isso junto dela, nem que precisasse sacrificar tudo o que mais importava em sua vida.

Ela se sentia segura novamente, pensando que talvez não houvesse perdido tudo, ainda tinha ele, e aquilo bastava para que fosse feliz. Ela sorri ainda mais, pensando que um filho dele não deveria ser um tormento. Ele seria um pai perfeito: companheiro, amável, engraçado e lindo. Ela pensa na combinação que eles poderiam fazer em formato de gente: uma menininha com cabelos cacheados e loiros, ou um menininho com os olhos felinos como os dela e o humor dele. É... talvez aquilo tivesse mesmo um lado bom.

_____________________________________________________________________________

No dia seguinte, Karina não podia estar se sentindo mais nervosa. Treinou distraída, sua cabeça retumbando em outro lugar, na folha de papel que diria se ela estava ou não esperando um filho de Pedro.

Assim que chegou as cinco horas, ela correu para fora da academia e abriu um pequeno sorriso ao ver seu guitarrista lhe esperando na porta da frente. Ele agarra sua mão e lhe dá um beijo na bochecha, fazendo-a quase ir às nuvens e sentir como se tivesse um anjo da guarda. Desde que ela contara sobre suas suspeitas para ele, sempre que ela pensava em chorar ou desabar ele fazia aquilo, lhe abraçava, beijava ou simplesmente ficava próximo e toda sua preocupação se esvaia.

Ela sorri e depois de subirem no ônibus deita sua cabeça no ombro dele.

–- Você avisou seu pai que chegava mais tarde? – indaga o garoto.

–- Disse que ia sair com umas amigas...

Pedro sorri.

–- Amigas? – ergue uma sobrancelha. – Desde quando você tem amigas? Mais fácil seria sair com amigos.

Ela ergue a cabeça, estreita os olhos e lhe manda a língua.

–- Se eu falo amigos meu pai já malicia. Não quero preocupar muito ele, por enquanto...

Pedro engole em seco, se lembrando do motivo dos dois estarem naquele ônibus.

–- Relaxa. Vai dar tudo certo. – diz ele, tentando tranquilizá-la.

Ela o encara, pensando se aquele “dar tudo certo” significava o pai dela entender, ou ela não estar grávida, mas não fala nada, apenas deita sua cabeça em seu ombro novamente e o sente a abraçar enquanto o ônibus chega em seu destino.

Depois de Karina tirar sangue e entregar o frasco com sua urina, ela e Pedro foram para sala de espera. Os dois não cabiam em si de nervosismo, vendo, diante de seus olhos, a obrigação de se tornarem adultos do dia para noite. Eles se encaram e novamente unem suas mãos em busca de apoio.

–- Obrigada por estar do meu lado, Pê. – diz ela, baixinho. – Isso significa muito pra mim. – completa, agradecida por não ser uma daquelas adolescentes grávidas que são abandonadas na primeira chance.

Pedro sorri e une suas testas.

–- Eu já disse que vou estar com você, não importa as consequências. – sussurra ele em resposta e depois de um tempo encarando seus lábios, a beija delicadamente, transmitindo tudo o que dissera com aquele simples encostar de lábios.

Eles se separam, hesitantes, mas suas mãos continuam agarradas.

–- Karina Duarte. – chama uma voz e a garota sente seu coração quase pular no peito, se levanta, pega o envelope das mãos da enfermeira e se senta novamente, ao lado de Pedro que encara o papel em suas mãos.

Os dois encaram um ao outro, pensando no quão engraçado era ter a resposta em suas mãos, literalmente. Um simples papel contendo todo o seu destino. Karina abre a carta e os dois a leem juntos, sentindo um vazio no estômago ao terminarem.

_________________________________________________________________________________________________________________________________

Notas finais
NOTAS FINAIS: NÃO ME MATEM!!! Será mesmo que a Karina ta grávida? Será que eu vou fazer uma coisa dessas com a fic? E qual vai ser a reação deles diante da resposta? Hsuahsau logo saberemos... :3 Só sei que vocês vão amar o próximo capítulo! MUAHAHHAHAAb Agora sobre o capítulo... Pedro sendo lindo, não? Eu AMO escrever ele assim! ♥ ♥ E mesmo eu já tendo escrito a resposta da carta me digam... vcs querem ou não um baby perina agora? Não esqueçam que ainda tem mais uma temporada... :B Não vou pôr nenhuma prévia hj que é pra não dar nenhum spoiler, mas o próximo capítulo ta bombástico. Vou tentar apurar pra postar o próximo, mas essa semana vai ta difícil... Reviews ajudam como sempre. Beijooo ♥