Corpus

11 Capítulo 9


Notas iniciais
Aviso: Esse cap é passa-mal expresso.... Favor agitarem a mãozinha no review avisando sobre os velórios.... _________________________________________

Terminamos o banho em silêncio e com suaves toques, afinal, eu sabia que minha noite estava apenas começando, e para falar a verdade, eu não queria nem saber quando ela acabaria. Edward me enxugou e enrolou-me numa toalha branca e felpuda, conduzindo-me para o quarto.

Ele se soltou sobre a cama e eu fiquei parada em pé, simplesmente olhando para aquele estranho e delicioso, nu. Seu corpo era esguio, magro, porém muito forte e delgado. Aquele peitoral que tantas vezes já me embrenhei era firme e delineado, aquelas coxas sedutoras e enormes, mas o principal, aquele pau grosso, largo e no presente instante ereto, me faziam arfar. Enfim o conjunto da obra era maravilhoso.

- Perdeu alguma coisa aqui Bells? — Levantei meu olhar até me deparar com duas esmeraldas me comendo viva.

- Não sei, diz você.

- Vem cá vem... Ainda tem muita coisa que quero fazer com você.

Caminhei lentamente até ele deixando a toalha cair. Percebi quando ele engoliu “torto” ao me encarar. Cheguei ao seu lado deixando meu ventre na altura de seu rosto e logo ele me tomou em suas mãos.

- Você é bela. Doce, Virginal, Linda e o que mais me agrada... É MINHA.

As palavras dele produziam os efeitos mais devastadores em mim, mas suas mãos causavam mais ainda, principalmente, percorrendo meu corpo e me afastando de qualquer pensamento que não fosse o tesão.

Senti a respiração de Ed contra meu ventre. Seus beijos tornaram-se mais vigorosos e não pude deixar de reparar que eu estava entregue àquele estranho maravilhoso. Apertei seu cabelo sedoso em minha mão e simplesmente me deixei levar. Ed passou a tatear meu corpo suavemente com a ponta dos dedos causando arrepios incontroláveis.

Meu tesão estava aumentando e a vontade de senti-lo em mim mais uma vez não passou despercebido por ele. Tateando-me com volúpia, Ed introduziu seus dedos em mim suavemente. Arqueei e gemi.

- Tá pronta para mim como sempre não? Vem... vem aqui minha delicia. - Ed me puxou em sua direção, e já levou seus dedos a boca.

- Hummm, safra especial como sempre. – Ah não... estalada de língua não!

- Come on baby... Faz uma lap dance pra mim faz...

Me sentei sobre Ed sem deixar que seu pau entrasse, apenas raspando e muito no meu grelinho. Comecei a rebolar ao redor daquele pau, enquanto ele gemia e arqueava conforme eu me aprofundava nas reboladas.

- Baby... não fode assim.. devagar, senão eu gozo...

Aquilo só me deixava com mais tesão e, Ed percebendo isso agarrou meu seio esquerdo com sua boca, chupando-o e mordendo. Aumentei a intensidade das reboladas e joguei minha cabeça para trás agarrando ao pescoço de Ed que desceu beijando todo o meu ventre.

Já não agüentando mais, impulsionei meu corpo e sentei em seu pau.

- Caralhooooooooooooo... Bella.

Edward urrava enquanto eu cavalgava sobre aquele mastro. Eu queria aquele homem para mim e para sempre, foda-se medo e comparação, foda-se qualquer pensamento ridículo que a minha estúpida mente formulava quando estava comandando. Agora quem mandava era minha buceta, e definitivamente, esse pau é meu dono.

Sentia as contrações mais próximas e eu estava praticamente toda contraída em torno dele. Ed me deixou cavalgar até o êxtase.

- Satisfeita? Porque eu ainda não...

- Wow... é agora que eu grito? – falei com um sorrisinho torto entre os lábios.

- Amor meu... prepare-se...espero que esteja preparada para ser chupada até secar... — E jogada a cama fui e com o coração na boca por ser chamada de Amor pela primeira vez.

Ed escorregou pela lateral da cama se ajoelhando aos pés dela e puxando-me pelos tornozelos até ele. Fiquei deitada ali enquanto Ed se levantou e abriu uma gaveta, tirando de lá uma faixa preta de cetim e a mostrou, vindo em minha direção.

- Hey love. Está na hora de eu mexer com seu imaginário...-Comecei a me mexer na cama, mas fui travada por suas fortes mãos.

- Se fugir, serei obrigado a lhe... Perai.

Ele se levantou novamente e abriu a gaveta de novo, tirando agora um par de algemas. Comecei a rolar pela cama tentando sair de lá.

- Pode parar... nada disso. Não Ed... Não...

Tarde demais, ele já me domava montando sobre meu peitoral, e puxando minhas mãos em direção a cabeceira tubular. O contato dos metais produzira um barulho infernal. Minhas mãos estavam algemadas à cabeceira e Ed sorria apertado.

- Sempre tive vontade de ser bad-boy...

Ele pronunciara aquilo com tesão na língua, pois meu corpo todo vibrou e serpenteou sob o dele. Seu sorriso era de puro deleite enquanto eu me debatia contra aquilo.

- Me solta seu louco. Ed... não faz isso, eu prometo ser boa menina, agora me solta. Por favor, eu juro que não sumo mais, que não discuto relação nenhuma e que nunca vou lhe comparar a outra pessoa...

Ele apenas sorria e eu percebia seu pau ereto praticamente entre meus seios. Não pude deixar de imaginar aquilo...

- Está corando Isabella... Pensas em que?

- Em você me soltando e eu fazendo sacanagem com você. Me solta e eu mostro o que estou pensando... – Fiz minha cara de safada.

Ele apenas riu e no instante seguinte, suas mãos agarram meus peitos praticamente “abraçando” aquele pau enorme.

- Tolinha. Achou mesmo que não havia pensado nisso? – E ele gemeu... golpe baixo isso...

Sentia meu corpo ficando cada vez mais mole e já havia desistido de tentar me soltar daquela algema.

- Ganharei novos roxos com essa algema... – Sussurrei.

- Eu prometo que vou cuidar disso mais tarde, mas agora...

Ed serpenteou pelo meu corpo se jogando sobre mim e deixando aquela língua perversa e maravilhosa percorrer cada centímetro do meu corpo que pulsava por ele. Seus dedos me invadiram suavemente causando espasmos maravilhosos.

- Reclama, mas está sempre pronta para mim não Isabella?

Impressão minha ou o sotaque saiu tão... FUCKING BRITISH... Untei mais ainda, afinal, Alice já havia me dito o quão louca ficava com Jasper e seu sotaque carregado.

- Repete meu nome...

- Isabella...

- Não... com sotaque cacete... – Impressão minha ou ele arqueou aquela sobrancelha e sorriu?

- Isabella... My little bitch. — E no instante seguinte, senti aquele pau deslizando em meu interior me preenchendo.

- Não.. para... jamais..- Mas ele saiu de mim e eu fiquei ali, a mercê dos seus próximos toques.

Ed tomou minha boca com beijos mais nervosos e suas mordidas se tornaram absurdas por todo o meu rosto, pescoço e orelha. Eu iria ficar mega marcada por aquele cachorro.

- Acha que sou de plástico é?! Vou ficar toda desfigurada assim... – Ele apenas sorria enquanto me mostrava a faixa preta.

Ed me vendou mesmo sob meus protestos, afinal não podia fazer muita coisa a não ser acertá-lo com meus pés, e sinceramente? Não estava nem um pouco a fim de resistir aos seus truques.

A sensação de ser explorada sexualmente e estar totalmente sem dois preciosos sentidos, me deixou totalmente sedenta por ele. Suas mãos percorreram meu corpo, tocando-me de todas as formas possíveis, causando espasmos violentos a cada toque mais profundo.

Aquela maldita e ferina língua percorreu os caminhos mais sinuosos entre meus seios, pescoço e orelha, enquanto meus pelos se arrepiavam.

- Arrepiada sexy? Hummm... estou vendo que meu parquinho de diversões está vazando óleo.

Suas mãos enlaçaram minha cintura e me tiraram do contato do colchão, mas me deram sua pele em chamas como contato. Encaixada perfeitamente em Ed, tomou-me com uma fúria avassaladora, mordendo a parte interna da minha coxa e...

- Que coisa geladaaaaaaaaaaaaaaaa...

- São minhas amigas Love... relaxa....

Amigas ou não, elas eram geladas. Senti Ed passando por mim com algum objeto gelado e redondo. As amigas dançavam em mim, ora dando lugar a sua língua, ora encostando no meu rabo. Aquilo estava me deixando louca e Ed percebendo não esperou por mais e me penetrou com seus dedos, colocando as “amigas” no meu rabo.

Entre dedadas, chupadas e “amigas” que não estavam mais geladas, eu gemia e Ed sorria com a boca lá. Os espasmos estavam chegando com mais vigor e eu ia gozar em sua boca que se aprofundou ainda mais conforme eu me contraía.

- AH... Edward... eu...

- Shiiii, não fala nada delicia...

Meu corpo encostou-se novamente na cama e eu ainda estava aproveitando meu último orgasmo quando senti a volúpia de Edward tocando minha entrada e suas mão tirando as “amigas” de mim. Numa estocada única ele me preencheu.

- Caralhooooooooooooooooooo...... – Eu nunca me acostumaria com o tamanho dele e novamente ele saiu de mim, me deixando com gostinho de quero mais.

Minha mente vagava por lugares belos, para frases que eu queria soltar, até mesmo para formular vinganças. Afinal, não seria nada mal levar Edward até em frente a Jacob e gozar na sua frente com Ed me possuindo. Sorri ao imaginar a cena.

- Está corada como eu gosto... Espero que esteja pensando besteiras comigo... – Aquela voz rouca me arrepiava mais ainda...

Ed empurrou a faixa e me deixou olhá-lo. Tomou minha boca com beijos “apaixonados” e aquilo me surpreendeu ainda mais, me deixando atônita.

- Eu cansei de fazer sexo, podemos fazer amor agora?

Com certeza que havia morrido e sido recepcionada no céu por esse anjo. Concordei em silêncio e Ed tomou meus lábios com ternura e paixão, segurando meu rosto em suas mãos. Lágrimas saíram involuntariamente e eu daria tudo pela chave daquela algema para me soltar e eu tocar seu rosto com todo o amor que ele havia despertado em mim.

- Ed... me solta, eu quero te tocar...

- Bella, eu quero fazer amor agora, mas depois vou querer sexo novamente e.......

OMG! Definitivamente eu virei uma escrava sexual para esse estranho que amo. Bosta! Eu havia me feito jurar não amar novamente, e aqui estou pensando em amor, com um delicioso deus do sexo. Como sou idiota! Mas quer saber mesmo... FODA-SE.

- Então está esperando o que para me tomar em seus braços?

Edward apenas sorriu e aprofundou novamente os beijos, tomando meus cabelos em sua mão e a outra passando pelo meu corpo. Eu apenas arqueei minha cabeça a modo de deixar meu pescoço livre a sua língua maravilhosa.

Com todo o cuidado possível, Ed começou a percorrer meu corpo com suaves beijos, desde minhas mãos atadas, passando pelo meu pescoço, ombros, colo, seios, ventre, coxas, esquivando dela, joelhos, batata da perna, chegando aos meus pés e voltando.

- Olhe para mim Isabella, eu preciso sentir seus olhos em mim.

A sensação de entrega a ele estava maior por esse contato. Seu hálito quente em meu rosto me inebriava. Minhas pernas cederam ao contato de seu corpo, o enlaçando suavemente.

Aquele sexo pulsante contra minha entrada, eu apenas suspirei e Ed acarinhou meu rosto. “Você é linda, olhe para mim” e assim que fixei nosso olhar, senti Ed unindo nossos corpos.

- Eu quero lhe ensinar todas as formas de amar, então não feche os olhos para nós...

Os movimentos foram lentos e calmos encostando-se a meu mais profundo íntimo e voltando a rasos e fundos toques. Edward me penetrava com seu corpo, mente e acima de tudo, com sua alma. Não demorou muito com suas investidas e logo eu estava toda contraída em espasmos.

- Goza comigo love.. Tão apertadinha assim...

- Edward...

- Isso chama quem te alucina...

- Edward...

- Eu... Eu Isabella...

E assim chegamos ao ápice novamente e pela primeira vez juntos. Aquela estava sendo a maior gozada que já senti. Eu havia feito amor pela primeira vez e pela primeira vez eu sentia que estava amando de verdade.

Ed estava acomodado sobre meu corpo e suspirava deliciosamente contra meu colo me causando arrepios, um sorriso escapou e Ed logo me encarou.

- Rindo do que? Posso saber?

- De nós...

- Por que love?

- Porque somos dois loucos...

- Isso eu já sei... agora descanse, ainda preciso de você inteira.

- Ed está na hora de me soltar... sinto muito, mas precisamos voltar a realidade e eu preciso ir para casa.

- Que casa Isabella? Você está em um hotel e depois de tantos desencontros acha mesmo que vou deixar você sair daqui?

- ME SOLTA EDWARD, LOUCO. — Ele se pôs a rir e se levantou com ares de safado que é.

- Você vai ficar aqui até meu pau afinar, tá entendido?

Senti suas mãos se tornarem pesadas e grossas contra meu corpo que retesou por completo. Eu sabia que era bom demais para ser verdade, pensar que um deus desse não fosse um psicótico, apenas um ninfomaníaco básico.

- E pode parar de caraminholas nessa cabeçinha. Eu só estou viciado nesse seu corpo, não sou nenhum louco não e nem vou te matar... Afinal, ainda nem conversamos sobre nós... — Aham... me engana que eu gosto.

-Edward não existe nós... não sonha...

- Isabella, você é muito irreal e mimada sabia?!

Edward no instante seguinte se levantou passando a mão no celular e indo ao banheiro. A porta foi fechada e logo pude ouvir sussurros abafados. Ele estaria chamando os amigos? Deus permita um ménage... Deus permita um ménage. Droga estava ficando mais ninfomaníaca que ele.

Era isso! Edward queria me viciar mais ainda no pau enorme, grosso e que merda, como eu gostava dele. Consegui focalizar um relógio na pilastra em frente à cama, MERDA VEZES MERDA, JÁ ERAM SEIS HORAS DA MANHÃ! Não era a toa que estava praticamente entregue ao sono, havia passado a madrugada e a manhã toda fazendo sexo, amor, sexo, amor, enfim. Comecei a pensar nas hipóteses de seqüestro, resgate e outras idiotices a mais até que percebi Ed parado e nu em frente a mim me encarando.

- Podemos conversar?

- Claro, me solte e já é um passo para a conversa.

- Bella, deixa de ser anormal, posso muito bem conversar com você algemada. Afinal não está amordaçada... ainda. – Definitivamente eu untei, porque não basta ser seqüestrada por um maníaco, tem que participar gemendo.

- Hummm... Não faz isso safada, acordou o garoto de novo...

E logo estava Edward por sobre meu corpo, passando a beijar com loucura meus lábios já calejados por sua língua e mordidas. As mãos passeavam pelo meu corpo e eu tentava em vão beijá-lo como queria.

- Está tão linda se contorcendo toda sob mim... Mas precisamos dormir um pouco.

Ed se deitou ao meu lado simplesmente se encaixando ao meu corpo. Aquele pau ainda ereto posicionado no meio das minhas pernas e dois fortes braços me cercaram. Ele ainda se ergueu na cama, passando por sobre nós um lençol mais grosso. Sua mão puxou ainda mais meu corpo contra o dele, deixando seu pau cada vez mais perto da minha entrada.

- Ele vai ficar aí, quando ele acordar, nós acordamos... – Eu simplesmente concordei.

Edward passou a me acarinhar no cabelo e pousou sua boca no vão do meu pescoço e ombro, suspirando contra minha orelha. Aquele peito se elevando em minhas costas e logo eu estava perto do sono.

- Você é perfeita para mim...- Eu estava sonhando? Edward estava se declarando para mim enquanto achava que eu dormia?

- E você para mim. — Senti que ele se retesou, mas acabou me abraçando mais forte ainda e abraçados, dormimos.

Acordei com barulhos fortes vindos da porta e percebi que Edward já estava levantando também e me encarava atônito.

- Você está aqui... Comigo...

- Claro né?! Achou que eu iria sumir mesmo algemada e com você me abraçando é? Não sou mágica! – Eu disse já sorrindo e ele retribuiu o sorriso.

- Vou ver o que é... Não sai daí tá!

- Nem que eu quisesse Chris Angel.

Ele levantou e eu pude admirar aquela bunda linda e rebolante que caminhava para a porta. Agradeci por estar coberta e me silenciei ao escutar ele abrindo a porta e falando com alguém que estava nervoso.

- Solte... As quatro... Acha mesmo... – Escutava um homem a falar com Ed, mas não conseguia ouvir nada concreto.

- Sim, já entendi. Agora vá embora. Sei de tudo isso.

Edward fechou a porta com força e eu me endureci toda. Sua expressão de descontentamento era nítida e pesada, causando-me náuseas até.

Música do post: Bad Things – Jace Everett

Seu olhar me corroia internamente, revelando os mais profundos desejos sórdidos que eu alimentava por aquele desconhecido que agora possuía meu coração e meu corpo.

Quando você entrou o ar foi embora E toda sombra se encheu de dúvida Eu não sei quem você pensa que é Mas antes que a noite acabe, Eu quero fazer coisas ruins com você.

Eu sou do tipo que fica acordado a noite inteira em seu quarto Coração doente e olhos cheios de tristeza Eu não sei o que você fez comigo, Mas eu sei que esse tanto é verdade:

Eu quero fazer coisas ruins com você. Eu quero fazer coisas realmente ruins com você.

A saliva descia raspando pela minha garganta enquanto Ed caminhava sedutoramente em minha direção. Mirando a totalidade de seu corpo, me entreguei para aqueles olhos não deixando de arrepiar e ele sorrindo ao perceber minha insegurança.

Sem perceber minhas pernas se enlaçavam em uma dança silenciosa e desejosa por ele. Ao mesmo tempo minha respiração se tornava descompassada. Ed parou de fronte ao meu corpo e começou a bater uma, deixando aquele pau em riste para me possuir.

- Se você me quiser...Geme... Diga que você me quer...- Ele poderia ler uma receita e eu estaria molhadinha para ele, afinal eu era dominada por sua rouca voz.

Eu estaria surtada nesse momento se disse que não queria, “Edward...”, eu sussurrei e percebi o quanto eu mexia realmente com ele ao ver sua expressão de puro prazer e aquele membro totalmente pulsante por mim.

- Diz minha Bella... Diz que o quer...

- EU quero fazer amor com você, mas solta...

Edward simplesmente largou aquele membro e foi até a gaveta. Vi o momento em que ele pegou a chave e delicadamente deitou naquela cama, escorregando por sobre meu corpo, até que nossos olhares se emparelharam e suas mãos passaram por mim e tiraram as algemas de mim.

No instante seguinte, minhas mãos passeavam por aquele corpo, enquanto minha boca sugava a sua sem pedir licença e muito menos utilizando de delicadezas. Edward ficou inerte e pressionando aquele pau enorme contra meu ventre.

Tomada pela necessidade de sentir seu corpo e de tê-lo para mim, forcei-o a virar-se e passei minhas pernas ao seu redor. Eu iria tomar aquele corpo para mim, e por deus, eu não sairia mais daquela cama.

- Eu te quero, como nunca imaginei querer alguém Bella... – Enquanto ele falava as doces palavras eu simplesmente o deixei me penetrar lentamente, controlando meu peso.

Seu gemido seguido de um urro me libertou para galopar naquele pau enorme que agora me preenchia, tocando exatamente em um ponto ao qual eu só ouvia falar, mas ao lado desse homem, já sabia o caminho.

- Edward eu nunca confiei em alguém como confio em você... – Eu era louca e ele também, afinal estávamos discutindo nossa relação em meio ao sexo...

- Bella, você é irracional ao pensar que não te quero...

- E você é um demente por fugir de mim...

- Mas você mentiu seu nome...

- Não menti... Só não fazia idéia que meus pais iriam colocar outro sobrenome.

- E por que eles fariam isso? Ahhhh, não rebola assim que eu perco minha sanidade delicia...

- Digamos que meus pais não são normais... Não empurra assim que eu não me controlo...

- Então digamos que eu também não sou normal...- E lá estava eu sendo jogada para baixo daquele corpo escultural.

Ed sem sair de mim, passou a beijar meu pescoço e com sua mão apertando o bico intumescido, me causando espasmos violentos. “Eu te quero para mim Isabella”. E as estocadas eram cada vez mais profundas e deliciosas, estava quase gozando quando tive uma idéia.

- Me apresenta suas “amiguinhas”... – Sussurrei contra seu pescoço e pude ver todos os pelos de Ed se arrepiando.

- Caralho cada vez mais perfeita minha apertadinha...

Ed se esgueirou por meu corpo, tateando sua gaveta e tirando de lá duas bolinhas prateadas e unidas por uma haste dura. Ele passou as bolinhas em suas boca e logo começou a percorrer meu corpo com elas.

- Grand Finale love?

Eu não fazia idéia do que ele estava falando, mas não pensei duas vezes ao concordar com ele, que sorria como criança em Natal. Senti o momento exato em que ele deixou meu corpo e fiz bico.

- Você sabe que não vou deixar você chupando dedo... Vou é te chupar toda...

Merda, e lá estava Edward me invadindo com aquela língua mordaz e pressionando aquelas bolinhas contra meu clitóris e percorrendo todo meu interior, até meu rabo.

Os espasmos já estavam chegando e tomando meu corpo por inteiro, sem pensar duas vezes, virei meu corpo e fiquei apoiada em meus joelhos e cotovelos. Sim eu queria dessa vez...

- Não faz isso...... – Senti quando ele passou a me lamber totalmente e introduziu as bolinhas em mim, enquanto suas mãos me deixavam ainda mais empinada.

- Escorrega os joelhos e apóia aqui.. – Ed havia puxado um travesseiro sob meu ventre e logo senti aquele pau enorme pulsando contra meu rabo que nesse instante piscava de tesão por Ed.

Ele não parou um segundo de mexer com as bolinhas que me causavam diferentes sensações e logo senti a pressão daquele pau contra meu rabo.

- Você não imagina o que está fazendo por nós...

Eu sabia que ele tinha alguma tara por rabo, mas não fazia a menor noção do que ele falava nesse momento, ainda mais quando gritei ao senti-lo me invadir. A dor foi dando lugar à melhor sensação do mundo, ou seja, ao prazer que eu tinha em lhe dar prazer.

- Bella deixa eu te dar prazer... — E logo ele estava me lambendo por completo e fazendo leves estocadas contra meu rabo.

- Rebola um pouco que você... – Ele não precisou completar a frase e eu já estava rebolando sentindo aquele pau e aquelas bolinhas me deixando alucinada.

- Ahhhh.. assim.. eu.. não... – Ele parou abruptamente as investidas e foi saindo aos poucos.

- Não para Ed... ­

- Eu preciso gozar olhando nos teus olhos... ­– E meu corpo respondeu com leves espasmos, dando indícios que eu gozaria na primeira esporrada dele.

Lentamente Ed foi virando meu corpo e tirando as amiguinhas dele de mim. Com bico e procurando por suas mãos, para lhe trazer próximo a mim, apertei sua coxa e Ed se jogou sobre mim, escorregando seu pau em meu interior.

- Eu preciso fazer amor com você sempre... - E assim meu orgasmo chegou mais violento que nunca e minha vagina contraindo absurdamente em torno daquele pau.

- Ah minha Isabella....CARALHO.. – E Ed gozara novamente olhando em meus olhos.

Nos entregamos mais uma vez aos encantos que nossos corpos exerciam um sobre o outro. Ficamos nos aninhando por muito tempo, até Edward deslizar ao meu lado e ficar me acariciando suavemente.

- Eu quero saber mais sobre você. – Ele disse todo rouco, como sempre após fazer sexo.

- E eu sobre você.

- O que você quer saber?

- TUDO. – E quando eu disse isso, percebi o medo roubar a chama de seus olhos...

No instante seguinte, meu celular tocou com a musiquinha mais do que conhecida...

Decode – Paramore.

- É minha irmã. Ela deve estar preocupada comigo. – Olhei para ele, mas ele já estava fitando o teto e cruzando as mãos sobre o peito.

Levantei me cobrindo com o lençol e fui até a bancada onde havia deixado meu celular.

57 chamadas não atendidas.

12 mensagens não lidas.

É acho que Alice estava desesperada, mas como não ouvi antes meu celular?

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De: Allie

Para: Bells

Maluka, onde vc ta?

James chegou e colocou a LAPD atrás de vc.

Atende!

XoXo

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De: Allie

Para: Bells

Espero q valha a pena.

Nossos pais avisados

XoXo

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Ok, agora eu precisava me preocupar. James havia chegado e já tinha colocado a polícia a meu encalço, e ainda por cima, avisado nossos pais. Eu estava frita e preocupada com Edward agora e escutei sua respiração em meu pescoço:

- O quão ferrado estou por ter lhe seqüestrado?

- Muito.

- Já que estamos no inferno... Vamos abraçar o capeta...

E senti suas mãos me agarrarem e ele me carregou novamente para a cama, despejando milhões de beijos por sobre meu corpo e verdade seja dita, se aquele era meu inferno, eu não queria sair mais dali.

Notas finais
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Obrigada a todas pelo carinho nesse momento...
Minha forma de agradecer é apenas pelas fics. Obrigada mesmo.
REVIEWS?? ESTRELAS?? E claro, meu Adriano... obrigada por sempre...