Corpus
44 Capítulo 31
Seu olhar era cúmplice, quase que temeroso ao me abraçar. Sua boca encostou em minha testa enquanto busquei seu peitoral.
- Quando você vai entender que eu te amo acima de tudo? Acima de todos?
Suspirei, afinal, quando eu entenderia que era amada?
Ok! Talvez a resposta dessa pergunta só viesse… Hummm… Nunca?
Confesso, eu Isabella Brandon, sei muito bem que sou louca, irracional e ridiculamente patética de estar abraçada ao homem dos meus sonhos, com uma irmã perfeita, cercada de amigos que muito me querem bem, aguardando cinco malditos palitos dizerem se vou ficar horrenda de gorda, porém feliz.
É claro que tudo isso viria com vários transtornos; a faculdade seria um deles, talvez eu não conseguisse terminar nem ao menos o primeiro ano antes que meu filho nasça.
Filho? E se for filha? E se forem gêmeos?
Minha cabeça estava em frenesi que nem ao menos percebi que Alice acenava na frente de mim.
- O que Allie?
- Já se passaram os minutos, quer que eu veja o resultado?
Eu queria? Não queria? EU nem ao menos sabia a resposta disso.
- Ed?
- Estou com você love.
Alice sorriu enquanto Edward sentava na cama comigo ao colo.
- Que rufem os tambores…
Um barulho veio da porta e todos nós olhamos, um Jasper encostado na moldura da porta com toda a galera a espera. Era isso, eu que até ontem, modo de dizer, não tinha nem uma família completa, agora estava prestes a…
- E o primeiro é POSITIVO.
A ovação vinda da porta quase superou a de Alice que gritava sozinha com a porra do palitinho mijado na mão.
Edward simplesmente sorria e me olhava com aquele sorriso torto. Suas mãos permaneciam em contato com minha cintura, enquanto de sua boca saia à frase que ficaria estampada em meu coração para todo o sempre.
- Sabe que vou ser o homem mais feliz do mundo. Só de saber que vai ser para sempre minha… Que um pedaço de mim sempre estará com você.
As lágrimas já invadiam meus olhos.
- E o segundo. PORRA! Que merda é essa? Deu negativo.
- Hein?
Eu mesma não acreditava.
- Como assim Alice, dá a porra do palitinho aqui.
Edward me colocou na cama e se levantou para pegar a caixinha e a bula. Ele olhava o palitinho e as explicações da bula como se buscasse alguma lógica.
- Ainda bem que compramos outros. Essa merda aqui só pode estar com defeito. Aí dentro – ele apontou para a minha barriga – já tem um Cullen em formação!
Eu queria gargalhar com a careta de Alice pegando o bastãozinho e jogando no lixo, como se ele fosse possuído pelo demônio ou algo assim. Isso sem contar a atitude possessiva de Edward, como se eu fosse uma máquina que produziria nosso filho.
Claro que eu estava apreensiva, se antes as coisas já estavam confusas, com sogra, casamento, audiências, enfim, o mundo conspirando contra nós, o que viria agora?
A turma na porta mantinha a expressão de espectadores de final de Copa do Mundo. Todos loucos para gritarem um último gol, e confesso, que todo esse entusiasmo estava mexendo comigo.
Edward pegou mais um exame da mão de Alice, que fazia uma birra enorme. Algo com ele ter dito que ela dava “azar” havia deixado minha irmã bem enfurecida.
- Hei baby, eu disse. Aqui, mais um POSITIVOOOOO!
A galera foi ao delírio, enquanto Alice entortava a boca novamente. Aquelas caretas dela estavam me deixando angustiada.
- O que houve Allie?
- Aqui deu mais um negativo… Acho que o Ed tem razão, estou dando azar.
Ela caminhou até Jasper que fazia uma careta engraçada ao olhar o palitinho na mão dela.
- Então Isa, o placar é dois negativos e dois positivos… Ficou para o último palitinho mijado.
- Jasper!!
- Qual é Allie. Você está segurando esse palitinho esquecendo que ele tá embebido no xixi da sua irmã. Isso eu não esqueço não…
A risada foi enorme, ainda mais quando o Mike e uma Tânia descabelada apareciam querendo saber o que acontecia por ali. Todos me olhavam como se esperando minha postura, afinal aquela era a ex-namorada que todos odiavam.
- Ainda não está acontecendo nada Tânia, mas digamos que estamos a um palitinho de saber se carrego ou não, um novo Cullen.
A boca se abriu, mas ao invés de palavras grosseiras como Alice e Jasper que já franziam o cenho a espera, vi apenas um sorriso maravilhoso de cumplicidade e talvez felicidade.
- PQP, é agora que o romanticuzinho surta.
Suas palavras me remeteram a pensar: Edward estava quieto por demais. Elevei o olhar até me deparar um uma parede constituída de gelatina. Ele estava com o último palitinho em mãos, olhos límpidos e simplesmente o semblante perfeito para me tranqüilizar.
Os olhos são espelhos da alma, e naquele momento via a minha refletida.
Através de seus olhos vi toda a emoção da nossa primeira vez absurda e também da primeira vez fazendo amor. Houve diferença entre elas, mas apenas em nossos corações. Edward já havia me conquistado ao primeiro toque, e algo naquele olhar me dizia que a recíproca era verdadeira.
Conseguia escutar todas as vozes perguntando o resultado, mas naquele momento, era algo entre nós. Entre nossos olhares.
O sorriso de Ed foi se prolongando, até que seus dentes apareceram e os gritos explodiram pela casa; e eu soube, minha vida mudaria mais ainda.
Edward arremessou o palitinho para algum maldito lugar e no instante seguinte, ele estava sobre meu corpo, cobrindo minha boca com a dele. Senti um gosto salso até que senti os dedos de Ed sobre minha bochecha e entendi que estávamos chorando.
Suas mãos eram carinhosas e suaves sobre mim, e em algum momento entre eu tentar arrancar sua camiseta e ele abrir meu pesado roupão, escutamos Alice expulsando todos do quarto — “O casal precisa comemorar” — afinal, precisávamos mesmo.
Carinho, amor, sensibilidade, ternura, afeição, enfim, tudo que eu poderia sentir por esse homem estava se multiplicando por mil. Eu estava gerando uma vida, fruto de um amor puro e por que não dizer, safado.
E algo em sua boca contornando meus seios me dizia que eu estava certa em pensar que ele seria perfeito para mim, sempre.
- Isso soa maravilhoso, minha gostosa!
- Não se esqueça de repetir isso quando for mais fácil me rolar, afinal não demorará muito e eu estarei enorme de gorda!
- Minha Bella, boba.
Boba! Eu já estava vendo que os apelidos carinhosos mudariam completamente, nada mais de safadezas, afinal, tínhamos uma criança de orelha em pé dentro de mim.
Edward estava totalmente encantado e me abraçava a cada minuto. Suas mãos passaram de apertos sensuais a caricias amorosas instantaneamente. Essa seria uma vida que eu viveria tranquilamente pelo resto de nossas vidas.
Seus dedos eram leves e deixavam um rastro de arrepios quente e suaves, me despertando para as mais perfeitas lembranças.
- Então Cullen, vai me contar como me engravidou?
Eu queria rir. A cara de Edward quando fiz a pergunta foi a de maior abandonado. Como se eu fosse capaz de não me lembrar de todas as atividades não-recomendáveis para menores de 18 anos.
- Love você pode estar grávida, mas ainda não escapa de levar uma surra de pau duro!
- EDWARD!
- O quê?
- Não fala assim… Não quero nosso filho crescendo e ouvindo que os pais dele são ninfomaníacos.
Verdade, verdadeira. A simples imaginação de nosso futuro Sir pegando os pais na cama, já me deixava fria... Brrr… Cena tosca!
- Ahá! Você acha mesmo que sobrevivo há nove meses sem você? Já estou pensando na dificuldade que será esperar depois do parto… Nem pense.
- Mas…
- Nada de neuras e, mas. Vamos ao médico amanhã mesmo e ele te dirá que sexo é até saudável.
- E você vai pagar quanto para ele dizer isso?
Perguntei em tom jocoso, mas a erguida de sobrancelhas e o sorriso torto foram a melhor resposta que obtive.
- O quanto for necessário.
Sua boca logo estava sobre a minha carregada de ternura e paixão. Edward estava sendo cavalheiro e me arrisco a dizer que cuidadoso.
- Puta que pariu. Minha mulher gostosa pra cacete.
Apagou tudo que havia se passado na minha cabeça. Aquela imagem de Edward-pai-babão não condizia com o senhor-foda-necessaria. Edward seria sempre sedento e por Deus, necessitado de mim.
- Ed…
Suas mãos já não tinham a mesma conotação de antes, e agora a cada toque, sentia minhas pernas se esfregarem por mais contato. Eu necessitava dos dedos de Ed me invadindo. Eu precisava do meu corpo tomado pelo dele.
- Mmmm…
Merda! Sentir o hálito de Ed batendo contra meus mamilos me fez ver estrelas.
FUCK! Isso não vai acabar bem!
- Já estão sensíveis?
Isso era pergunta? Eu estava praticamente pegando fogo a cada segundo que sentia uma leve brisa batendo contra meus mamilos e esse inconseqüente, não sabia que era proibido deixar uma grávida com desejos?
- Se não estão sensíveis, vão ficar.
É acho que a vermelhidão em meus lábios e talvez meu olhar foda-me logo Cullen, o tenha mostrado o que eu queria.
O grito mudo inundava minha mente enquanto aquele filho-da-puta-gostoso-pacas do meu futuro marido, intercalava lambidas, chupadas e mordiscadas que me levavam ao paraíso e me traziam para a terra em segundos.
Uma manobra certeira e seu pau duro estava roçando contra minhas coxas, não que eu me importasse, mas eu o queria, fodidamente como eu o queria dentro de mim, porém os planos dele não pareciam ser esses.
Suas mãos continuavam me acariciando lentamente, enquanto meu corpo já estava na modalidade “GO”, Edward permanecia no “Ready”. ( alusão ao preparar, apontar, ir. )
A língua ávida sobre meu seio fazia com que meu corpo respondesse instantaneamente. Cérebro e corpo realmente andam juntos e tive a prova, no momento em que ele sugou mais ainda.
- Puta merda!
As palavras saiam como sussurros enquanto Edward praticamente ria contra minha pele. Ele estava se divertindo com a minha tortura e sensibilidade, mas por sorte, dois podem jogar esse perigoso jogo.
Deixei minhas mãos alisando-o. Claro que Edward estava mais duro do que pedra, e, portanto, nada como suaves arranhões para tirá-lo de seu perfeito juízo. Como se precisasse muito…
- Maldosa!
- Não estou fazendo nada…
Ou quase nada. Apenas queria o melhor, ou seja, Edward cutucou, agora tem que comer com “garfo e faca“.
Quando sua mordida calhou sobre minha jugular, senti como a mocinha do filme famoso… Me morda, doce vampiro…
- EDWARDDDDDDDDDD
Seus mágicos dedos me deixaram mais que preparada.
- Ed… Vem.
- Mas já estou aqui Love.
- Caralho Cullen, dá para parar de brincar com a comida?
- Não posso baby… Você está grávida, esqueceu?
- Esquece você a merda que disse e ME COMA!
Sanidade zero!
Definitivamente ele me deixou mais que ninfomaníaca.
Sua boxer escorreu pelas pernas com uma certa força imposta pelos meus dedos. Duro e pronta para a minha tortura, peguei seu pau com maestria e deixei que minhas unhas fizessem o serviço.
- Delicia.
- Vou te mostrar o que é delicia.
E diferente do que eu esperava Edward foi calmo e arrisco a dizer que deliciado, embora assim que me penetrou não deixou de dar aquelas três estocadas fortes e iniciais como se marcasse seu território.
Território, conhecido como domínio. Sim, eu sou completamente dominada pelo amor que tenho por ele.
Aquelas lágrimas que estavam quietas e esperando pelo momento certo apareceram completando o amor que estávamos sentindo.
Nada no mundo faria com que nosso amor fosse alterado. Agora somos três, formamos um triângulo, uma forma geométrica complexa e forte.
Tudo estaria diferente agora.
- Eu te amo Edward Cullen.
- Mais que a minha vida Isabella Cullen.
Não demorei a sentir meu corpo se estirar sob o dele. O orgasmo veio como uma nuvem de algodão-doce, forte, colorido e delicioso.
Se antes ele dizia que eu fazia escândalo, agora era Edward quem urrava aos quatro cantos como um leão.
- Seu maluco.
- Sabe, estava pensando na mesma coisa. Mas sou maluco por você!
Edward se virou trazendo meu corpo sobre o seu. O batimento cardíaco ritmado me deu mais um motivo para sorrir.
- Agora temos mais um motivo de irmos jantar com minha mãe novamente.
E puta que pariu, Sir Edward Cullen: o estraga clima, estava presente!
Trazer a sogra-cobra para perto do meu filho estava fora de cogitação. Não ao menos enquanto eu não tinha uma segurança. Independente de qualquer coisa, sabia que Edward me defenderia até o final do mundo, alguns eventos passados, já me provaram isso, porém, mal agouro sempre faria mal… Ou não.
Dizem que uma criança muda uma família.
- O que se passa nessa cabecinha?
- Love?
- Ai! Fodeu!
- Ligue para sua mãe. O jantar será em casa.
- Vo-Você tem certeza?
Se eu tenho certeza que eu quero esfregar minha gravidez legitima da na cara da minha sogra safada que teve coragem de dizer que meu marido não era filho dela?
É… Eu tinha.
Caminhei para o banheiro. Eu precisaria estar linda, cheirosa e acima de tudo, muito orgulhosa da minha gravidez. Em outras palavras, eu vou chutar o traseiro magro e pomposo da Lady Elizabeth…
E com estilo…
- Edward?
- Sim Love.
- Se eu fosse você, ligaria para o advogado.
- Hein?
- Digamos que eu queira casar… Amanhã.
- S-sim Love.
Assim que fechei a porta do banheiro, tive que segurar a risada que irrompia da minha garganta.
ESTOU FODIDAMENTE GRÁVIDA E PRESTES A CASAR COM SIR EDWARD-BOM-DE-CAMA-CULLEN
- Filho… Não estranha, mas a mamãe precisa fazer uma dancinha de vitória.
A água do chuveiro nem ao menos tocou o chão quando as batidas na porta me fizeram sorrir novamente.
- Oi Allie. Pode entrar.
Era de se esperar. Eu deixei Edward com uma bomba psicológica prestes a explodir, e como já vinha percebendo, a amizade da minha irmã com meu futuro marido, deixava de ser apenas “cordial”.
Ela entrou com os olhos esbugalhados e boca semi-aberta.
- Lembro quando nossa mãe ensinou que ficar boquiaberta era feio… Fecha a boca Allie.
- Como?
- Como o quê?
- Como você quase mata o Cullen do coração e, vem tomar banho tranquilamente?
- Ué? Eu precisava tomar um banho para jantar.
- E a parte de matar o Cullen do coração?
- Se chama sexo Allie, e só velhos morrem assim…
Ok! Eu estava judiando da minha irmã, mas isso se chamava vingança. Ninguém mandou ela entregar minha neura… Claro que se não fosse pelos exames que Edward havia comprado a mando de Alice, nesse momento eu arrisco dizer que estaria forjando um desmaio para evitar a cobra gabanna.
- Besta! É sério, o menino desceu até para tomar água com açúcar.
- Bom, e se eu fosse você, ligava para nossos pais… Amanhã teremos um casamento que eu acho que eles não querem perder.
- Você? Realmente?
- Eu, realmente, o quê?
- Eu vou te afogar nessa banheira, sua irmã engraçadinha que saiu de algum lugar desconhecido… Trata de falar comigo. Sou sua irmã mais velha e exijo isso!
- Ok. Irmã mais velha, preciso de um vestido ou um conjunto bonito. Amanhã serei Lady Cullen, regularmente casada na prefeitura.
- AHHHHHHHHHHHHH MEUUUUUUUUUU DEUS.
Depois desse grito, eu definitivamente sabia que era a parte sã da família Brandon. Deleguei a função de ligar para nossos pais, uma vez que o grito da dona Esme, seria vinte vezes mais forte que o de Alice.
- O QUE ACONTECEU ALICE? ABRA ESSA PORTA! BELLA? BELLA MEU AMOR, VOCÊ ESTÁ BEM?
Eu adoraria gargalhar, mas acabo de descobrir que tenho uma irmã mais retardada que eu, e definitivamente, vou casar com um Sir, neurótico, tarado e ninfomaníaco. Ah é, e ambos tinham certeza que a frágil da história sou eu… tsc…tsc…tsc.
A maçaneta ainda girava em falso quando Alice se recobrou do susto e abriu a porta.
- Edward, definitivamente ela está grávida e penso que é de um menino. Os neurônios dele já se apossaram da minha frágil irmã. Ela está totalmente sem coração.
Minha gargalhada deve ter sido ouvida por toda Califórnia.
- Allie e Ed, se eu continuar a ver os dois aqui, enquanto deveriam estar fazendo o que mandei, juro que vou levantar dessa banheira nuazinha e vou chutar a bunda dos dois!
A careta de Alice e os olhos espantados de Edward que segurava a porta, quase me fizeram explodir em risos novamente.
- Em três… 3…
- Ok irmãzinha linda… Tome seu banho anjo… Linda… Coisa rica da família… Cuida do meu sobrinho afilhado com carinho.
- Dois, Alice!
- Fui… Vamos Cullen, essa mulher está possuída. Definitivamente amanhã precisarão de um padre… Ou para o casamento ou me arrisco para uma sessão de possessão.
- Mas Alice…
- UM!
- CORREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
Ai… Ai… Realmente, a gravidez mexe com os hormônios… Estranhamente estava me sentindo cômoda novamente.
Pronta ou não dona Elizabeth-cobra-de-Gabanna, aí vai Isabella Brandon, futura Cullen. E querida, estou grávida, o que para você deve significar: Armada até os dentes.
Vamos ver quem é a Bastardinha nessa história!
Notas finais
Quem gostou do capitulo pode dar um gritinho... Eu gostei da cumplicidade do Ed e da Bella no momento de confirmar a gravidez, acho que esse acontecimento vai deixar nossa Bella uma mulher mais segura e determinada. XUXU amei o capitulo e como sempre você está de parabéns, eu sei de todo o esforço que você fez para escrever esse capitulo. BEIJOS XUXU E ADORO VOCÊ CADA DIA MAIS.
Agora vamos aos recadinhos:
A leitoras que acompanham MINDS quero dizer que o capitulo já está comigo e logo será postado, mais posso adiantar que o capitulo está incrível com o Ed completamente pirado.
Quero aproveitar e me desculpar com as leitoras que acompanham as fics “ Momentos de Prazer e Ensinamentos da Vida “ Devido ao um deslocamento no meu pulso fiquei impossibilitada de escrever ( sim eu sou do tipo que ainda escreve tudo em um caderninho e só depois digito ). Enfim na próxima semana eu e Carla vamos parar para escrever o capitulo de Ensinamentos para você e também prometo atualizar Momentos de prazer. Obrigado a todos que me deixaram recadinho e e-mail.
Quem está pensando que esquecemos o Bônus de CORPUS está enganada. Ele está prontinho e apenas preciso ver com a Carla a melhor maneira de postar. Espero dar essa resposta já na próxima postagem de MINDS.
Por hoje é só. Não esqueçam de indicar a fic ou deixarem seus reviews e recadinhos.
Xero Meninas..
Belle.
...…………………
Meu Deus… As notas da Belle cada vez mais assustadoras e perfeitas.
Bjkas lindonas!
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