Corpus
34 Capítulo 23
Notas iniciais
- Você pode! Fala! Desembucha Cullen.
- Cullen não, bebê!Cullen não!
Em segundos ele sentou na ponta da cama com a cabeça entre as mãos. A coisa é mais séria do que eu penso...
Suando em bicas, Edward permaneceu por um longo tempo com as mãos em seu rosto. Sua respiração sempre forte contra meu corpo, agora estava calma, como se travasse uma luta interna entre o bem e o mal.
Minha cabeça rodava sem parar pensando nas alternativas inviáveis e inimagináveis que poderiam levá-lo a toda essa enrolação sem limites; ainda mais quando o brilho das esmeraldas que eram seus olhos tornava-se opacos como agora.
- De qualquer maneira... Tudo que eu falar não vai mudar nada que sente por mim né?
Minha vontade diante dessa pergunta era encher a cara dele de tapas até que o bico desfizesse e o temor desaparecesse; sobrou-me apenas respirar e ser sincera.
- Nada que me diga, me afastará de você Edward.
- Promete?
- Para de palhaçada e conta logo... Já não sou mais criancinha...
Edward abaixou novamente a cabeça e eu sabia que agora tiraria a verdade dele. Agora eu saberia qual era o mal que lhe afligia e não permitia que fosse o Ed tarado e safado que havia me conquistado e me libertado dos meus próprios medos.
Com a voz esganiçada e ainda não me olhando diretamente em meus olhos, Edward se pos a falar:
- Você se lembra que o vagabundo era da CIA?
- Sim.
- E você sabe que ele tem imunidade por ter defendido o ex-presidente em um tiroteio?
- Isso eu nem imaginava... — Mas para de enrolar e desembucha logo...
Merda! Ele abaixou entre as mãos novamente. Eu e minha afobação que o deixou sem coragem para continuar com o que estava a me contar. Qualquer dia eu aprenderei a me controlar melhor para obter o que quero e quando quero de Edward.
- Enfim, é isso James não sofrerá nada pelo ataque a você por ter imunidade diplomática e eu não pude fazer nada para mudar isso.
O quê? Aquele caralho-filho-da-puta-lazarento-morfético-vagabundo-safado-ordinário e por aí a fora ficou impune?
O semblante de Edward passou de “estou lascado” para “me ferrei” e eu tinha certeza que era proveniente da minha cara de “eu-vou-matar-você-e-o-James-juntos”.
Eu não conseguia acreditar que todo aquele dramalhão mexicano de Edward, com mãos no rosto, suador e simplesmente não me dizer antes, que era apenas isso.
- E todo esse dramalhão por isso? Você está mentindo Cullen. – Estava estampado como selo que ele escondia algo mais que isso.
- Cullen não Love... Sabe que odeio você me chamando assim...
- Então desembucha e conta o resto... Ele está livre e?
- E nada... Não sabemos onde ele está e nem se está armando algo contra nós novamente.
- Só isso? Jura?
Ele me olhava com uma carinha de cansado, como se realmente tivesse tirado um peso morto das costas, que não teve como não ficar compadecida por ele, mesmo sabendo que estava mentindo.
- Sim baby Love... Sim. — Você sabe que sou um santo não é?
- Edward, seja esse santo no meio das minhas pernas e pensaremos sobre sua canonização...
- É assim que eu gosto, love!
Minha cabeça daria uma solução em conjunto a Alice e Jasper sobre como eu faria para descobrir o que Edward me escondia. Ele não queria falar? Sem problemas, eu descobrirei.
De James eu cuidaria mais tarde, agora eu precisava ter meu homem comigo. Por Deus! Como estava cansada de toda essa bagunça e mal estar. Meus nervos pareciam de gelatina e a qualquer minuto eu explodiria em uma das antigas crises de pânico caso Edward não me resgatasse.
Talvez fosse o cheiro de seu corpo que me inebriava de prazer e luxuria, ou, fosse apenas seu corpo todo.
Edward estava à mercê de meus carinhos como se cada toque meu fosse suficiente para aplacar seu desespero por ter feito esse espetáculo ao redor de James.
Algum dia eu o faria entender que a cada minuto que ele se recusava a falar James, fortalecia seu medo ao redor daquele pedaço de merda, mas antes disso, eu precisava ser amada.
Edward permanecia de olhos fechados e respiração presa.
- Olhe para mim, por favor...
Suas esmeraldas me encararam e eu estava desesperada por sentir meu tarado me jogando para todos os lados; prensando-me contra a parede, me fodendo como um louco desvairado ou um misterioso homem como na universidade; agora em minha frente, ainda restava o engomadinho e medroso Sir.
- Desculpa, agora estou só para você love... Sabe que a culpa do meu amor por você ser incondicional está nesse olhar?
Sim essas seriam as palavras certas para qualquer momento entre nós, mas não ESSE!
- Ed, adoro seu romantismo, mas estava querendo você em mim. – Mordisquei meus lábios e mostrei com meu olhar o caminho que minha mão seguia até meu clitóris.
- Chamou gata?
E lá estava meu tarado mor!
Meu corpo convulsionou por ver que lá estava o desejo, a luxuria e o amor que me atraiu em Edward.
Não consegui tirar minha boca de seu corpo e à medida que serpenteava por ele, sua mão agarrava com fervor meu cabelo, fazendo com que a dor se misturasse com o prazer ao senti-lo se agarrando a mim.
Ele estava entregue em minhas mãos novamente e eu já estava começando a me irritar com essa atitude banana dele.
Guerra ele queria? Pois guerra teria!
Sem pestanejar agarrei com as duas mãos seu pau e coloquei apenas a glande em minha boca; na primeira chupada...
Senti suas mãos másculas me agarrando no braço e me trazendo para si. Estava com os cabelos revoltos sobre o rosto e sentia sua respiração forte contra meu rosto... Ele estava verdadeiramente um leão em frente ao seu cordeirinho...
- Virgenzinha deliciosa... Ensinei só isso é?
- Já me perguntava quando meu tarado ia chegar...
Estava empapuçada de meu mel que agora escorria pelas coxas apenas com esse puxão. Deus, que tesão ele me causa!
Algo em mim fez com que Edward se desesperasse para me ter... Anotação mental: Não sei o que fiz, mas fazer sempre!
Senti meu corpo ser violentamente arremessado e parei a centímetros da parede. Sua respiração entrecortada não ajudou nem um pouco a me controlar na medida em que ele chegou contra minha orelha.
- Porra, tá precisando ser fodida é?
Untada, empanada e pronta pra fritar!
- Sempre love...
Sua boca traçou um caminho de puro êxtase entre minha nuca e meu maxilar. Minhas costas chocaram-se contra seu peitoral no momento em que senti o vigor de seu joelho forçando a abertura das minhas pernas. E lá se vai meu rabo pra ceia. Que delícia!
- Estou cansado de te pegar assim... Daqui a pouco você vicia ainda mais.
- Sou viciada em você... Cullen.
Eu sabia que ele odiava quando o chamava pelo sobrenome, mas para quem já está no inferno? Vamos provocar o capeta!
- Alguém está pedindo para ser castigada fortemente...
- S-sim.
Senti a fúria de Edward em meu pescoço. Eu tinha acabado de ganhar uma maravilhosa marca de amor: um chupão sem precedentes, e aquilo tinha me deixado mais tarada ainda.
Algumas coisas deveriam vir com manual: chupada, é uma delas. Posso sentir tesão de ser marcada? Isso é comparado a uma marca de “gado”, então foda-se eu seria a vaca do rebanho único de Edward.
Novamente ele usou da sua força para agarrar meu cabelo expondo ainda mais meu pescoço para sua ávida língua. Fuck Cullen! Preciso lembrar-me de chamá-lo sempre assim, para ter um sexo digamos, violento.
Percebi tardiamente que eu estava sendo levada para algum outro lugar, minha cabeça se concentrava em seu pau duro roçando minha bunda de todas as formas enquanto sua mão ainda mantinha meus cabelos puxados para trás.
Edward estava apetitoso e desejoso, e uma coisa eu tinha certeza: eu era a responsável por seu estado de nervos.
- Agarre o sofá.
- Hein?
Como? Agarrar o quê?
Não tive tempo para entender sua voz rouca em meu ouvido, até sentir suas mãos apoiando minhas costas contra o espaldar do sofá.
Aqui? Assim?
Senti seu pau percorrer toda a minha buceta e rabo, até que senti suas mãos contra minha cintura me apertando fortemente.
- Como você pode desperdiçar meu mel assim?
Fodeu!
SLAPT
O tapa foi o único mal necessário para que eu ficasse a um passo do paraíso. Senti meu orgasmo a porta do meu grelinho, esperando apenas que Edward completasse com outro.
Meu Deus, eu havia me tornado uma louca a espera de um tapa do homem que eu amo? Sério, preciso consultar um analista. Acho que toda a coisa com James mexeu com a minha libido.
Esperei que Edward falasse alguma coisa sobre essa minha atitude quanto ao tapa, mas ele levou com uma naturalidade absurda e eu respirei aliviada, mesmo fazendo uma anotação mental de não esquecer de procurar um terapeuta sexual.
Senti seus dedos preparando meu rabo, enquanto eu rebolava em sua mão, que rapidamente foi substituída por seu pau latejando.
- Me come bem gostoso Ed...
- Tão gostosinha, estava louca para que eu te fudesse bem gostoso né?!
- Aham...
- Então para que o interrogatório todo? Era só...
Não queria voltar a todo aquele papo e muito menos aos problemas; ainda possuía um machucado que algumas vezes doía, me fazendo lembrar-se de tudo, então não esperei que completasse sua frase e rebolei fortemente contra seu pau o sentindo estocar mais forte e preciso.
Não agüentaria por muito tempo, eu precisava gozar imediatamente e como se ele lesse meus pensamentos, passou a apertar meu clitóris entre os dedos.
- As-sim... Ed... Não...
- Não quer gozar não love??
Love... Era apenas seu sotaque ridículo que me deixava acessa, ou o fato dele estar embrenhado em meu coração que fazia meu corpo inteiro explodir em prazer? Essa é uma pergunta sem resposta.
Eu não queria apenas gozar, eu queria explodir e fazer com que todos nesse mundo entendessem que Isabella é de Edward e vice versa.
- Ed...
As estocadas eram lentas agora como alguma forma de tortura medieval que ele pretendia usar comigo.
- Não goze... Não goza agora senão vou te botar de castigo...
Sua voz soou como um pedido diferente “Goze pra mim” e não demorou a que meu corpo convulsionasse em pleno desejo.
- Porra Isabella, o que eu disse quanto a gozar?
Eu já não sabia país, estado, cidade, razão da existência, que dirá entender que era para eu segurar a mais esplendorosa sensação que já tive em minha vida. Edward era perfeito em me arrancar orgasmos sempre.
Não bastou um e assim que seus dedos passaram pelos meus grandes lábios, explodi em um segundo gozo que simplesmente me deixou fora de órbita.
Senti que ele se mexeu contra meu rabo e, um terceiro e derradeiro orgasmo me inundou.
- Não me deixa.
Meu medo não era não ter mais de Edward. Era ele se mexer eu ter mais um orgasmo. Minhas pernas já estavam fracas demais, minha cintura machucada e simplesmente eu estava dependente por demais dele, e como louca eu pensei: Quero mais!
- Você me deixa maluco...
- Dá pra continuar com isso? Está falando muito já!
- Porra... Desse jeito vou ter que te comer de garfo e faca.
Como uma gata ronronei esperando ser posta a mesa.
- Eu te deixei muito mal acostumada... Você tem tudo que quer sempre...
Dois segundos depois senti meu corpo ser abandonado.
- Volte aqui.
Edward saiu em direção ao sofá me deixando a mercê do frio, do desejo louco e da necessidade incurável.
- Acho que cansei de brincar... Aquela coisa de pergunta e tortura acabou comigo.
Ele queria me provocar? Não ele queria que eu o sugasse até a morte, e o fizesse se arrepender de me atentar dessa forma.
Ele estava cutucando a onça...
E esperava que aquela vara, que me pertencia, desse conta!
- Não ouse sentar nesse sofá Edward Cullen.
Ele se fez de rogado e continuou caminhando em direção ao sofá. Se ele se sentasse naquele sofá eu o montaria até sentir que ele estava desfalecendo sobre mim.
O filho da puta ligou a TV?
Era uma afronta.
Aquele mesmo instinto de proteger Edward me atingiu assim como o primeiro vaso pesado que apareceu na minha frente atingiu a TV.
- Ui, como estamos violentos hoje.
- Você está me negando o que quero...
- E o que você quer love?
- Você Cullen. Você me fodendo, fazendo urrar de amor e prazer.
- Não conheço Cullen nenhum. E tinha te avisado que estava proibida de gozar...
Eu queria gritar como uma fera no cio. Necessitava dele em mim imediatamente, e ele parecia não entender.
- Não se faça de besta.
- Então tá, o que você queria mesmo?
Ele queria graficamente os meus desejos? Ótimo eu sabia fazê-lo. Comecei a me ajoelhar sensualmente próximo dele e lá estava meu delicioso Ed-hard!
- Alguém aqui está feliz em me ver perto...
- É um vendido.
Vendido ou não, era meu e estava pronto para me satisfazer. Com apenas uma lambida senti Edward se derretendo sob mim.
- Caralho Bella...
Passei a ter uma conversa: boca e pau, deixando-o mais que nervoso.
- Está me tirando do sério é?
Não parei um segundo, sentindo-o rebolar no sofá enquanto suas mãos pegaram meu cabelo no momento em que me levantei para “conversar” mais.
- É ele Bella.. É ele... Agora dá pra continuar a chupar caralho?
A batalha era minha, assim como a guerra; como uma boa guerreira, dei minha cartada final.
- Sabe como é, você odeia quando desperdiço seu mel.
Ed simplesmente puxou-me pelas mãos e como uma criança o montei.
- Eu ainda não acredito em todo seu show de não falar sobre o...
Suas mãos deslizaram rapidamente por meu cabelo me agarrando fortemente.
- Já pedi, agora eu tô mandando: não fale mais o nome daquele ser desprezível, ou por Deus, Bella...
Não consegui segurar meu gemido confirmando que havia o entendido. Sua boca então se tornou mais prazerosa em meu pescoço, maxilar e orelha.
Senti o momento em que ele me forçou para trás e passou a assistir seu pau entrar e sair de mim lentamente.
Como uma boa aluna, passei a massagear meus seios esperando atrair sua atenção ainda mais.
- Você tá mexendo com fogo senhorita.
- Futura Senhora Cullen.
- Fuck love... Você sabe como me deixar louco...
- Sim, fazendo amor com meu futuro marido.
Em segundos Edward estava comigo em seu colo e me levando até o quarto.
- Então Senhora Cullen, deixe-me fodê-la como se deve.
Assim que minhas costas se chocaram com o macio lençol, deixei nossas bocas se encontrarem em um transe único, não deixando de senti-lo estocar lento e profundo.
- Eu quero explodir com você.
- E eu em você meu amor.
- Vem cá...
Eu estava louca para que ele me pegasse em todas as posições possíveis e imaginárias, e aquela era uma das minhas favoritas... Ele chegando fundo e acertando o botão “Bella você é minha”.
Não tardou a ele me completar plenamente e praticamente empurrar meu ponto G em ebulição. Segurei a respiração mordendo meus lábios e gemendo por entre eles.
- Assim amor... Deixa vir esse orgasmo bem gostoso para mim deixar...
- Ed...
- Eu my love...
- Faça amor comigo... Preencha-me...
- Estou aqui love.
Em todas às vezes eu havia chego com intensidade, mas essa parecia ser especial. Eu sabia o que queria e ele sabia como me atender.
Não demorei em fazer aquela manobra fatídica que ele insistia em dar nomes “pomposos” e eu chamar de “segurar xixi”.
- Bella...
- Isso Ed. Eu preciso de você!
- E- Eu te amo, PORRA!
Eu tinha tido orgasmos antes? Esqueça! Esse foi mais que maravilhoso, foi assombroso senti-lo tão fortemente em mim. Meu corpo explodiu em conjunto ao seu, me transportando para um lugar maravilhoso onde era feliz ao lado do meu Ed gostosão.
- Não pense que está livre de mim...
- Estou longe de pensar isso baby...
Ele me trouxe ao seu peito e me abraçou, deixando que eu sentisse seu coração explodindo de felicidade, me dando a confiança necessária para ser mais que feliz ao seu lado.
- Eu te amo.
- Eu sei cabeção.
- Onde está à parte do “Eu te amo” dengosa e melosa?
- Deve estar passeando com o seu lado “Não quero contar nada”.
Ele bufou e eu achei tão lindo. Estava começando a gostar de deixá-lo nervosinho...
- Por que está agindo assim?
- Agindo como?
- Como essa garota mimada novamente!
Ele não estava falando isso...
Qual a parte do é brincadeira ele não havia percebido?
Levantei de seu corpo e fiquei em pé ante a ele. Sei que não devia estar batendo os pés e bufando, mas era maior que eu.
- Então Cullen, quem é a mimada aqui?
Ed sentou e logo me puxou contra sua cabeça, que se encostou a meu ventre. Com leves beijos em todo meu corpo e uma bufada em meu grelinho, tive que me segurar para não desmaiar e nem gemer.
- Você amor...
Só tive o tempo de respirar quando senti sua língua circulando novamente meu clitóris.
- Ahhhhhh bom!
- Sabia que uma hora você iria confessar ser mimadinha...
- Edward!!!!!!!
Tentei me soltar para brigar com ele, mas ele passou seus braços em minha cintura e passou a me olhar.
- Eu te amo assim bravinha sabia...
- E eu ainda odeio você por ter feito todo esse papelão de “não quero falar sobre J..”
- Mil vezes já falei para não falar o nome dele... Caralho Isabella, parece que quer que meu pau morra...
Em um segundo ele estava na minha frente e no segundo seguinte, a porta do banheiro foi fechada.
MIL VEZES MERDA ISABELLA!
Eu queria conhecer meus pais biológicos para enfim saber qual era meu problema real e de quem eu havia puxado a parte do: eu fodo as coisas sozinha.
Sei que Edward não está preparado para enfrentar as coisas que aconteceram com James e nós, mas eu não conseguia parar de empurrá-lo em direção aos seus medos.
Fuck! Fuck! Fuck!
Ele nunca havia me deixado passar por meus traumas sozinhas... Soube que eu tinha síndrome do pânico? Nunca tinha ficado sozinha desde então...
Mas agora, ali atrás daquela porta que eu esmurrava e clamava por ele, sentia que tinha o colocado em tudo aquilo que ele havia me protegido: frente ao seu medo.
Eu já não conseguia segurar minhas lágrimas. Estava prestes a perder Edward para mim mesmo, com essa mania de achar que os outros devem enfrentar seus medos e angustias, algo que eu não era capaz de fazer por mim.
Já não sei o momento em que o senti ao meu lado, mas foi no mesmo segundo que percebi que queria que aquele barulho ensurdecedor fosse embora.
- Perdão meu amor...
- E-eu... N-não... Vi-vivo... Sem você...
Seus braços me acalentaram e percebi que aquele barulho provinha de mim. Era o meu pranto que me incomodava e mais uma vez Ed estava ali para sanar.
- Eu nunca vou te deixar, minha Bella.
Senti a suavidade da cama as minhas costas e soube que definitivamente eu não vivo mais sem Edward. Estamos os dois dependentes desse louco amor, e não bastaria um fodido idiota para nos separar.
- Promete que não vai me deixar?
- Prometo!
- Jure por tudo que lhe é mais sagrado Edward.
- Juro por meu amor por você Bella, não conseguiria te deixar. Cheguei a cogitar essa possibilidade, mas vi que não sou nada sem você...
- Isso é muito bom...
- Bandida!
Senti que meu corpo esperava por aquela confirmação para ficar em paz consigo mesmo... A respiração antes dificultosa, agora era apenas complemento da necessidade de sentir seus beijos.
- Durma meu amor, durma que ainda temos muita coisa a resolver...
Com suas mãos em meus cabelos e sua respiração ao meu ouvido fazendo minha canção de ninar favorita, não demorei a voltar a sonhar com nosso paraíso, repleto de amor, paz e tranqüilidade.
Eu estava segura que nada nos abalaria mais daqui pra frente.
Notas finais
Bjkas e boa virada de ano!
N/B:. Esse capítulo ficou bem melhor que MINDS eu adorei. Agora amores da minha vida preparem-se para as próximas emoções, pois Corpus e Minds virão como muita novidades... Queria muito agradecer a todas vocês que me apoiaram a não deixar essa louca que nos adoramos separar esses dois.. Afinal... Leitoras unidas jamais serão vencidas...
Um grande Xero.
Belle
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