Corpus

28 Capítulo 19


Notas iniciais
Esse cap vai para Nica, Bebê, Barbi, Potts ( Patty), Eliana e Mah.
Queria também dedicar as pessoas especiais que abaixam minha popularidade. Graças a elas, cresço a cada dia. Obrigada! LEMBRANDO: Quem ainda não comentou... passa na minha ONE nova e deixem review... http://fanfiction.nyah.com.br/historia/42753/Ready_Set_And_Go

\"\"

Fui me sentindo leve de alguma forma com ele ao meu lado e não demorou para que eu pegasse no sono novamente, e poder aproveitar cada centímetro daquele peito nu que me cobria.

Não era nada fácil cada segundo que meus pais discutiam sobre quem dormiria comigo, eu apenas sabia que precisava de Ed sobre meu corpo, tirando os vestígios daquele terror que havia passado com o idiota do James próximo a mim.

Bastava fechar os olhos para que eu sentisse aquela língua tocando minha intimidade. Meu único conforto era saber que no minuto que estivesse a sós com Edward pediria para que ele me fizesse esquecer dessas lembranças com o calor de sua pele.

Pensar em Edward, seus dedos, sua língua, enfim, sobre todas as formas que ele me dava prazer só me deixavam mais apreensiva quanto a partida de meus pais, que continuavam amolando Ed para que fosse embora e me deixasse com a miniatura de enfermeira que Alice teimava em ser.

- E pela última vez digo que não saio daqui até Bella ter alta. Parece que não me entendem!

Eu queria rir e dizer para meus pais que Ed era a pessoa mais resistente ao sono que eu já havia conhecido na face da Terra, mas ficaria engraçado demais dizer: “Pai, mãe.. Relaxem.. Ed fica mais de 12 horas me comendo sem parar... Dormir é fichinha para ele.” E tenho a leve impressão que estaria me colocando em uma fria pior.

O zumzumzum deles brigando sobre como iriam para o hotel, para a casa nova ou ainda que passariam na casa do Ed, que até onde eu entendera, estava em investigação e portanto, lacrada, já estava me dando nos nervos.

- Ai que saco! Me deixem com o Ed e vão para o hotel.

Em algum momento entre eu vociferar e respirar, eu senti que havia passado dos limites como nunca tinha feito antes com meus pais. Pensei em pedir desculpas imediatamente, mas ao invés disso senti Edward se balançando como um retardado cantando vitória, provavelmente irritando ainda mais meu pai.

- Se continuar a se mexer, mando você embora também. – Mas ele estacou como uma pedra... Ele não é lindo como pau mandado?

- Isso são modos de falar com seus pais Isabella Brandon?

Minha barriga gelou e por instantes me senti como aquela pequena órfã sendo jogada de um lado ao outro até a chegada dos meus pais.

- Ahhhh pai, desculpa... Mas é sério... Me deixem aqui com o Ed e vão descansar, amanhã eu saio daqui, ok?

- Bom... Vamos para a casa nova então e amanhã voltamos. Edward? – E eu comecei a relaxar e contar os segundos até que meus pais fossem embora, longe de mim ser algo próximo de uma filha ingrata, mas eu precisava muito sentir o amor que me ligava ao meu noivo.

Eu queria pedir para Edward esquecer aquele pedido e me fazer um novo em outras circunstâncias e atenuantes, mas algo me dizia que a simples menção disso o deixaria arrasado. Percebi que meus pais estavam saindo assim que Ed me deu um beijo na testa e me acordou dos meus pensamentos.

Enfim nós dois em um quarto. Ok, eu sei que não deveria estar pensando em nada disso, e muito menos agradecendo pela ausência dos meus pais, mas eu o queria mais que qualquer outro dia. Comecei a roçar minha perna sobre a sua e logo deixei que minha mão corresse em sua coxa.

- Love... Assim... Você está dodói, sabe.

- Sei sim... Tô carente também serve?

Eu queria que ele me tomasse com gosto, jogasse meus braços sobre minha cabeça, sugasse meus seios e não demorasse muito a me invadir, mas parecia que eu não estava me fazendo entender, pois Ed estava duro,mas não agia.

- E eu sinto que você me quer também...

- Então...

Ele estava todo estranho se esquivando e ali eu tinha certeza que o que tínhamos havia se partido... Nunca mais eu conseguiria ter Ed em mim. Deixei Ed em pé ao meu lado esquerdo e, quando fui me virar para sair daquela cama de qualquer jeito, apoiei sobre o ferimento.

- Ai... – Eu tinha vontade de levantar e socar aquele peito delicioso até ele entender que eu precisava dele dentro de mim, mas a dor era intensa.

- O que houve? O que você tá sentindo? – Argh! Mato agora ou deixo pra depois que a dor passar? Oras o que eu sinto...

- Dor! Serve?

- Diz pra mim onde dói?

E a dor já estava passando devido a medicação eficaz que não contava com a minhas mexidas na cama para tentar escapar de chorar na frente do... do... do Ed, pronto.

Abri os olhos e vi que ele estava aflito e com remorso. Sorry baby, eu sou má também... Eu devia estar brava, mas a menor chance de conseguir que ele me pegue de jeito ainda mais com remorso, fez com que meu bico se fechasse e eu desse aquela piscada “estilo Disney”.

- Dói aqui. – Coloquei meu dedo sobre o lábio e não demorou para que ele, como um lobo faminto, me atacasse. Delicia...

- Aqui. – Escorreguei meu dedo para meu pescoço, onde eu sabia que ele teria que praticamente deitar na cama para ter acesso.

Tão logo sua boca encostou em meu pescoço, mexi minha mão, deixando seu pau a vontade para ser transformado em minha máquina mortífera.

- Caralho Bella...Tô tentando respeitar seu machucado e o hospital... Mas...

Eu sabia... Era o SIR Cullen que estava aqui no hospital comigo, mas eu queria era o meu Ed delicioso e tarado que sabia mais que tudo, me comer com vontade. Comprimi seu pau novamente, sentindo que ele estava em ponto de bala.

- Ahhhhh... – Ele gemeu gostoso contra minha pele e eu não consegui me conter, logo sussurrei várias vezes, deixando minha língua percorrer sua orelha...

- Fuck me Edward!

E ali estava o estopim para que o Sir fosse para a casinha e meu Ed taradão aparecesse para me tirar daquelas memórias... Ah delicia...

“Ei volta aqui!” Ed simplesmente me deixou a ver navios enquanto começou a serpentear pelo meu corpo como uma pluma de tão leve que eram seus toques.

Ele parou praticamente ao final da cama entre minhas pernas. Eu tinha a “leve” impressão que iria gostar mais disso do que ele. Encarei-o e ele sorria torto, fazendo com que a pouca, mas existente lubrificação, se tornasse abundante e carente de seu corpo.

- Provocou né? Agora vai ter que engolir caladinha...

Meu corpo liberou a adrenalina só de pensar que estávamos em um hospital, onde não tínhamos chaves na porta e sim enfermeiras de hora em hora. Ao sentir o que se aproximava meu corpo tremeu de antecipação, deixando meus seios mais intumescidos e empinados.

Percebi que com isso Ed parou com as mãos em minhas coxas, e eu imediatamente soube no que ele pensava... James e seu corpo sobre o meu.

Eu precisava dele como ele precisava de mim, do meu amor, do meu carinho. Embrenhei meus dedos em seu sedoso cabelo e o puxei para me olhar.

- É exatamente por isso que preciso de você... – Era a única forma de mostrar para ele que eu o amava e que precisava dele em mim.

Ed começou a percorrer suavemente meu corpo, enquanto depositava suaves beijos por onde passava. Era uma sensação tão diferente da passada... Eu sentia cada partícula de amor que havia dentro dele sendo depositada em minha pele. Seu toque era a perfeição que eu ansiava por sentir desde que abri meus olhos nesse hospital.

- Abra as pernas amor... Até onde fique confortável.

Eu não fazia a menor noção que tinha fechado minhas pernas quando Ed começou a me tocar. Meu corpo estava reagindo mais calmamente e por isso fui lentamente escorregando até que minha cintura reclamou por estar sendo forçada.

No minuto seguinte em que gemi pela dor, Ed me abocanhou sem pudor algum, deixando-me em êxtase imediato.

- Aiiii que saudades dessa língua...

Ed continuou a chupar cada centímetro meu, enquanto eu tentava não gozar imediatamente e muito menos gritar quem era MEU dono...

Eu só conseguia segurar seu cabelo, tentando demonstrar o quão louca ele me deixava. Ed levou sua mão contra meu seio e ligeiramente o beslicou levemente. Estava dolorida nele também, mas o gemido novamente era pelo prazer que ele me dava com sua língua.

Senti que ele deu uma travada com a língua, parando por um tempo de me levar a loucura e apertei seu cabelo com força para que ele continuasse o maravilhoso trabalho.

Aquela língua invadia perfeitamente meu intimo, fazendo com que eu arfasse cada vez mais, afastando cada partícula dos meus infernos pessoais. Se alguém algum dia pensou na língua como objeto de desejo, esse alguém havia conhecido a língua maravilhosa de Ed, que agora exercia uma suave pressão contra meu clitóris inchado, que clamava por suas sugadas.

Tão logo Ed estalou contra meu clitóris, seu dedo brincou entre meus lábios e apenas com um dedo eu já estava arfando mais que nunca.

- Ahhhh Edward...

Eu sabia que o gemido tinha sido alto a beça, mas não esperava que alguém naquele hospital ligasse efetivamente para isso... Poxa! Tanta gente morrendo e eu apenas passando mal por estar recebendo o melhor oral da face da Terra!

Edward não demorou para me foder com aqueles dedos deixando que meu corpo explodisse em uma onda firme de tesão, e derramasse todo meu gozo em sua boca. Ed avidamente me sugava até a última gota.

- Tá deliciosa... tão apertadinha...

- Vem cá vem... – Eu precisava sentir meu gosto nele, deixar de lado qualquer problema e viver presa nesse homem para todo o sempre, mas assim que Ed estava se ajeitando ao meu lado, alguém parou a porta.

Ed se posicionou a minha lateral e me ajudou a arrumar aquele maldito avental do hospital, que com certeza eu levaria como souvenir do melhor oral que ele já me proporcionou.

Me deitei sobre seu colo e fingi dormir enquanto ainda sentia alguns puxões na cintura devida a rápida movimentação. A porta se abriu enquanto eu dava um último suspiro e por ela, um pseudo-médico-gostoso entrou no quarto.

Senti Ed ficar mais que tenso. Sua coxa era um bloco de concreto que certamente eu o quebraria em uma única mordida. Foco Bella! Foco!

- Como está a nossa Bella? – Que voz era essa? Ok! Foco!

- Minha. – Eu queria matá-lo com um apontador de lápis se ele falasse com louco. Tive que me contentar dando um belisco com a unha em sua coxa.

- Desculpe doutor, mas acabamos de passar por uma situação estressante e esses sinônimos de “posse” são meio incontroversos ainda.

E ele diz isso na maior naturalidade e continua usando “minha”, “nossa”, precisaremos estabelecer regras quanto a isso!

- Tudo bem senhor Cullen, entendo sua preocupação. Fiquei inteirado sobre os acontecimentos antes do ferimento da senhorita Brandon. Passei aqui para realmente conferir a cicatrização e ver sua condição.

Humm Se eu não tivesse o Ed, certamente esse doutor cairia bem... Pai! Afasta de mim!

Algo havia acontecido entre eu pensar besteiras sobre o médico e sentir Ed saindo da cama. Fingi o melhor que podia uma espreguiçada e fui lentamente abrindo os olhos.

- Er... Ed? – Ele se agachou até mim e me deu um sonoro beijo na testa, enquanto eu ainda fingia acordar de um belo sono e dar de cara com uma suspeita ereção. Ed ainda estava grande e duro sob aquela calça jeans.

- Oi amor, acorda só um pouquinho, o médico quer lhe ver. – Ed falou rouco porém firme, enquanto fazia um carinho em meus cabelos e eu encarava o médico que apenas sorria encantadoramente.

Ok, ele era bonito, mas nem tanto quanto o meu Ed, agora que eu o olhava direito. Ele havia salvo minha vida, Ed mais ainda. Quer saber, acho que tô ficando tarada demais!

- Obrigada doutor. Obrigada por salvar minha vida. – Eu sabia que Ed estava se corroendo de ciúmes, claro, mas era tão bom vê-lo tão possessivo que eu não pude deixar de aproveitar isso. Sorri para o médico, mais que criança quando vê doce, e senti Ed ficando cada vez mais duro ao meu lado.

- Love? Você não precisa descansar mais um pouco?

Eu queria gargalhar e dizer que embora o médico fosse uma gracinha, ele estava mais para segundo plano. Ed era bobo, eu o amava mais que nunca, ainda mais com esse ciúme delicioso, e graças a Deus, nada doentio.

- Desculpe passei apenas para saber como estava o ferimento e já vou deixar prescrito alguns medicamentos para a dor, caso a senhorita tenha algum problema, do contrário, assino a alta amanhã mesmo, ok?

Olhei para o Ed antes do médico pedir para que eu abrisse minha vestimenta. Ele estava com cara de quem havia chupado limão, encarando cada lugar que o médico tocava. Eu nem sentia a mão do médico sobre meu corpo, apenas consegui me concentrar em Ed e suas caras engraçadas de pura inveja.

Por um segundo senti algo mais “melecado” e reparei que o médico me passava uma pomada, talvez... Oh sim... anestésica!

Eu estava me sentindo tão bem... O médico apenas assentiu para mim e eu devolvi o olhar. Agradecer ao médico bonitinho que acabara de sedar minha dor me deixando com o meu noivo delicioso, grosso e bom de cama? É obrigada médico bonzinho!

Edward ainda estava encostado na parede ao meu lado ainda fazendo caretas. Fui obrigada a socá-lo, até pelo ciúmes possessivo. Eu gostei do ciúmes normal... Não da possessão louca!

- Ai... Na boca do estomago mesmo?

- Que ataque de bobeira foi esse sobre o médico?

- Er... – Eu estava gargalhando ao ver sua carinha de: Fiz merda, perdoa? E eu queria ele o mais rápido possível em mim, para me fazer delirar enquanto meu corpo não estava mais dolorido.

- Então SIR Cullen...

- Já disse que não gosto de ouvir você me chamando assim... – Eu? Mexer com fogo? Nãooooo! Quase nada.

Ed veio fogoso sobre mim se posicionando e eu estava mais que pronta para recebê-lo. Eu precisava dele em mim para sempre. Suspirei fundo antes de falar.

- Sabe, prefiro você assim... Menos neurótico, acha que consegue voltar a ser assim?

Eu não queria que ele me interpretasse mal ou que soasse como ingratidão da minha parte, queria apenas que ele soubesse que eu colocaria uma pedra nesse passado para ser feliz ao seu lado. Eu conseguiria me livrar de todas as minhas neuroses por ele.

Queria que ele entendesse que nesse momento eu não era mais Isabella Brandon, eu seria para sempre Isabella Cullen, a Bella do Ed. Que não tenho passado chato, não tenho ataques de pânico e que tinha perdido minha virgindade com ele em uma boate, porque eu assim quis!

- Você não pode imaginar o quanto sofri...

- Shiu! Não quero me lembrar de nada de ontem... Então faça que hoje seja melhor que ontem de alguma forma...

O ontem era todo o meu passado, e agora eu seria uma mulher diferente. Eu tomaria a frente do que eu queria, lutaria sim pelo meu futuro, mas com Ed ao meu lado sempre. Escolhi ele e ele me escolheu, seremos eternamente assim.

Como uma benção dos céus, Ed me beijou como se entendesse definitivamente tudo que eu queria dele, me beijando com desejo e amor. Alguns momentos eu sentia como se ele pensasse em algumas outras coisas, mas nada mais me importava. Éramos apenas nós!

- Eu preciso de você minha gatinha...

- E eu de você dentro de mim agora!

Sabia que embora estivesse com o lado direito adormecido, eu sentiria dores caso Ed relasse ali, então fui me virando, ficando com ele as minhas costas.

Não consegui me controlar quando Ed deixou sua ereção roçar bem gostoso na minha bunda e continuei o movimento com cuidado. Lembrei que agora não seria uma boa hora para que as enfermeiras entrassem e lembrei também do meu gemido...

- Você terá que ser silencioso...

- Como se eu tivesse gemido da ultima vez... – E lá estava o meu tarado, folgado e delicioso noivo.

Consegui me ajeitar com Ed às minhas costas e levantar um pouco minha perna, a ponto de deixá-lo livre para me tornar sua. Com mais carinho que nunca, Ed simplesmente deixou suas mãos sobre meus seios e deslizou para me completar.

- Obrigada... Por me amar...

Eu não cansava de agradecer a cada estocada gostosa que preenchia meu corpo, trazendo de volta, todo o sentimento e a sensação gostosa de ser amada.

- Ed...

Ele estava tão repleto de carinho em seus toques que eu me perguntava qual deles eu preferiria daqui para frente: Ed taradão X Ed sensível.

Fato: Definitivamente o tarado... Mil vezes melhor!

-Deliciosa...

Eu queria perguntar onde estava o “Apertadinha”, “Virginha”, “Gostosa”, “Rabo delicioso”, entre outros elogios que Ed sabia me fazer...

As estocadas passaram a ser em um ritmo mais lento, porém profundo e eu estava pronta para gozar, mas ainda precisava de algo bem “dirty” para me deixar mais pronta para o meu taradão.

Peguei a mão de Ed e passei a chupar seus dedos, imitando os movimentos que eu fazia quando o tinha em minha boca e mãos. Senti seu pau mais forte em mim e logo fiz o movimento do xixi... Melhor deixar para lá e não rir agora.

- Você. – Ed mordeu minha nuca e eu senti meu corpo amolecer.

- Me. – Meu corpo já começou a se contrair.

- Deixa. – OMFEC. Ele tocou fundo no botão “me deixe maluca” causando espasmos e deixando que meu corpo atingisse o ápice.

- LOUCO/A. — Acabamos falando alto demais no momento em que gozamos juntos.

Era maravilhoso estar com ele em mim novamente, com a certeza de que tudo estava muito bem.

- Eu te amo Edward Cullen.

- E eu amo você Isabella Brandon.

Eu queria apenas ficar com ele em mim para todo o sempre, mas sabia que ainda tinha muita coisa pela frente, e o fato de ninguém contar o que de fato aconteceu com James me deixou mais intrigada ainda.

Não demorou para ouvir novamente pessoas paradas à frente da porta. Senti Ed bufando por conta disso e imaginei serem as enfermeiras com o remédio para dor que o médico se prontificou a prescrever.

- Sua vez de dormir. – Resolvi deixá-lo onde ele estava, já que Ed puxou o lençol para nos cobrir. Mas assim que ele terminou, começou a se movimentar para me deixar.

Um medo, seguido de calafrios me dominaram: Eu não posso ficar sem ele.

- Fique... Não quero te perder... – Mal terminei de falar a porta se abriu e uma enfermeira loiríssima e sorridente entrou.

Ok! Graças por eu estar com meu noivo se fingindo de morto atrás de mim. Ed ainda dava alguns ronquinhos que me faziam rir.

A enfermeira olhou as agulhas em meu braço, a bolsa pendurada e aplicou uma injeção que com certeza me deixaria mole. Tão logo ela saiu, me contrai novamente, buscando por Ed.

- Quero mais...

E assim eu o senti ficando duro novamente e beijando meu pescoço. Essa seria uma longa noite acordada...

Notas finais
N/A: Como sempre só peço reviews!
E obrigada a Rachel por betar divinamente, a Belle por aturar meus pittys e a Nicaele por sempre aparecer offline no msn e não ver minhas respostas... hahahah