Corpus
20 Capítulo 15
Notas iniciais
- Nem pensa. Toma logo! Vou acabar com você... no dedo, na língua e principalmente Bella, no meu pau. Você vai tomar uma surra de rola como nunca antes...
“ Droga! Mal sabe ele que eu tava louca por isso.”
Três coisas eu tinha certeza:
1. Eu estava apaixonada por Ed;
2. Ele era SIR e o pior;
3. Ele era o SIR Rola-Durae eu estaria ferrada quando soltasse suas algemas...
- Love?
- Ahn?
- Vai tomar o red Bull e me livra dessas algemas...
Olhei para ele que passava a língua nos lábios e me olhava com o mais puro desejo. Ainda temerosa, deitei novamente sobre seu corpo e voltei a beijar seus lábios, dando leves mordidas no inferior. Senti o volume pressionar novamente meu ventre e Ed gemeu contra minha boca.
Me esfreguei mais um pouco nele até que encontrei a chave na gaveta. Levantei o corpo e encontrei uma expressão não muito feliz. Tô fudida ou pelo menos vou ser...
Seus olhos me encaravam e sua sobrancelha estava arqueada em conjunto com o sorriso matreiro que vinha daquela boca maravilhosa.
Eu simplesmente coloquei a chave entre os dentes, depositei-as em sua mão, me levantei e fui até o frigobar. Peguei uma latinha enquanto assistia de canto de olho a luta furiosa que Ed travava contra as algemas.
CLAP.
Fudeu. Ele conseguiu abrir um dos lados rápido demais. Esse homem era o que? Houdini? Chris Angel? Porra, achei que pelo menos daria para tomar outro banho.
Tomei consciência do que aconteceria comigo quando o vi se levantar da cama, mas ao invés de correr em minha direção ele simplesmente foi até seu closet.
O gosto do red Bull agora descia pela minha garganta raspando-a cada vez mais, e a precipitação de que algo de muito... bom, sairia daquele closet em instantes, me deixava com água na boca.
Mais um gole e nada dele sair de lá.
- Ed? – Chamei após tomar o último gole da lata e ele não ter voltado do closet.
OMG, abalei as estruturas do cara? Como eu pude ser tão idiota assim? Homem algum gosta de ser mandado, muito menos ser usado... Ai que merda! Como pude estragar tudo novamente?
Fui caminhando até o closet formulando meus vários pedidos de desculpas, mas todos eram absurdos, uma vez que eu tinha certeza absoluta que Ed estava curtindo esse lance de ser dominado. Entrei no closet que estranhamente estava escuro.
- Ed? – Chamei novamente e sequer escutei sua respiração.
- Edward Cullen, eu vi você entrando aqui. Apareça! – É, sendo mandona novamente com certeza iria funcionar, ai como sou tapada!
- Ed? Love? Tô com medo... Ca-...
Fui jogada contra a parede de sapatos que fez um barulho seco. Isso ia doer e muito. Contra minha orelha sua respiração era forte e ofegante.
- Você. – Ok, pernas sendo estupidamente abertas.
-Foi. – Sua mão agarrou fortemente meu seio.
- Muito. – Sua boca praticamente arrancou um pedaço do meu pescoço.
- Malvada. – Seu dedo não pedira licença e logo se apossou do meu grelinho.
- Agora. – Eu já não sabia do que acontecia.
- É... A... Minha... Vez. – OMG!
Ed simplesmente me enrabou sem nenhum cuidado. Os movimentos frenéticos de vai e vem não respeitavam uma cadência que eu conhecesse. Shit! Se esse era o Ed malvadão, caralhos me fodam, eu teria que irritá-lo sempre.
- Empina esse rabo safada... – E com essas sutis palavras alcancei meu primeiro orgasmo através de um anal.
- Ed... Edwarddddddddd...
- Caralho meu mel... Você me deixou louco!
Senti seu líquido quente me invadir e rapidamente Ed saiu de mim, passando suas mãos em meus joelhos e costas e me carregando de volta pra cama.
Sorri ao sentir que estava segura em seus braços e que para todo o sempre seria assim, ele me querendo de todas as formas e sendo esse doce...
- Engraçado pra você? Pra mim não, VIRA...
- Hein? – Meu corpo foi virado de costas e senti as minhas amigas chegando.
- Olá algemas! –me arrependi no segundo seguinte em que um tapa foi dado com muito gosto na minha bunda.
- Ai doeu!
- É pra doer mesmo... Doer da mesma forma que meu pau, querendo te foder de todas as maneiras e você me deixando algemado...
Senti Ed batendo seu pau contra minha bunda e sem palavras só mexi meu corpo sob o dele.
- Vai ficar quietinha e sentir toda a minha fúria.
Meu corpo clamava por mais contatos e senti sua mão me virando novamente. Minhas mãos algemadas à cabeceira e eu praticamente toda esticada, quando ele caminhou sobre meu corpo.
- Chupa. – E lá estava praticamente aquele pau todo forçando entrada em minha boca.
Ed estava ajoelhado ao meu lado da cama enquanto eu me movimentava tentando abocanhar seu pau.
- Não é pra ter prazer nisso não... Você só vai ter prazer quando eu mandar... – Aham, agora explica isso pra minha buceta Ed... eu queria gritar para ele, mas era abrir a boca e ele me invadia.
Relaxei os lábios e comecei a praticamente beijá-lo ao invés de chupar. Senti Ed tirá-lo da minha boca e me acertar com ele na bochecha, quando abri novamente meus olhos e o encarei.
- Já disse pra chupar, se quisesse que beijasse falaria, faz direito... – Eu tive a moral de gemer com isso?
- Não geme que eu perco a pose gata.....
E Ed abaixou e cobriu minha boca com a sua. O beijo era urgente, nervoso e grosseiro assim como ele estava sendo e eu adorando. Sua mão corria meu corpo com apertos pesados e logo o senti se levantando...Suas mãos pegaram novamente meu corpo e me viraram.
Minha certeza que esse garoto tinha problemas com rabo se intensificaram no momento em que ele se jogou sobre meu corpo e abriu a outra gaveta do criado.
Meu olhos correram o “instrumento” que ele tirava dela e momentaneamente uma lágrima escorreu. Mamãe, dupla dinâmica?
- Não chora não amor... esse continua sendo menor que o meu. Fiz questão de escolher um que não fosse concorrente. – Eu apenas bufei e logo ele me besuntava com um líquido viscoso que escorria por todo meu rabo, causando uma sensação gelada na hora.
- Sabe, eu amo a expressão: Vingança é um prato que se come frio...
Obrigada meu anjinho do céu!
E rapidamente ele deslizou pra dentro do meu rabo enquanto o consolo era colocado delicadamente na minha parte da frente.
- Edwardd... caralho... que...
Quase não saia mais nenhuma palavra coesa da minha boca. As estocadas eram fundas porem lentas e me faziam gemer a cada segundo. A fricção do consolo e Ed estocando lentamente, seguida por aquele cheiro mentolado e seu pau cada vez mais gelado, não demorou muito a me fazer a gozar novamente.
- Eu.. Eu... Tô...- E ele saiu. Senti suas mãos besuntando-me novamente e logo ele me desvirou.
- É um tal de vira, desvira... Me sinto um frango de padaria aqui...
Ed simplesmente parou e me encarou com um sorriso de orelha a orelha. Droga, outra idéia maquiavélica. Suas mãos alcançaram meus tornozelos e os puxaram contra minha pélvis. Lentamente ele retirou o consolo, me causando mais espasmos.
- Meu frango... [ Lunah – Bella Problema X Edward Solução – Sou obrigada a usar seu apelido.... eu amo tua fic]
Senti a cabecinha pulsando contra minha entrada e gemi pela angustia. Ed me encarava com um sorriso que parecia estar fixado ali.
Assim que deslizou contra minha carne, seu urro preencheu o quarto todo.
- Posso te comer quantas vezes forem... Sempre está apertadinha não?
Contrai minha carne em torno daquele homem e seu gemido me desconcentrou. As estocadas eram firmes e o vai e vem, gostoso. Ed cansado de segurar meus tornozelos, me soltou e começou a deslizar pelo meu corpo todo melado.
A fricção ao invés de esquentar, misturava com o líquido e tudo ficava gelado. Meus seios estavam empinados e duros prontos para a boca de Ed que os sugava como um neném.
- Quer mamar é?
- Aham... – E ele agarrou mais forte meu seio e diminuiu a estocada.
Sua língua contornava com maestria meu seio e as sugadas me deixavam louca. As bombadas voltaram com mais intensidade à medida que os espasmos percorriam meu corpo.
- Vamos.. grita... vem comigo...
Arqueei meu corpo no momento em que meu orgasmo chegava e eu sentia o gozo de Ed me preenchendo.
- Edward.
- Isabella.
Continuei deitada com seu peso todo sobre mim, enquanto recuperávamos o fôlego. Sentia os dedos de Ed fazendo pequenos círculos em minha barriga e sua respiração já normalizando.
Chacoalhei as algemas e o barulho fez com que ele me encarasse com o típico “O que?”. Ele abaixou a cabeça e continuou a passar a mão na minha barriga. Voltei a fazer barulho e torci os lábios.
- Que foi?
- ME solta né?!
- Não. Ainda não me vinguei. – Ele me olhava como se tivesse dizendo a coisa mais lógica do mundo, e voltou a posição inicial.
Ele começou a se aninhar no meu corpo um pouco mais enquanto meus braços começavam a ficar doloridos pela posição. Senti sua respiração ficar mais lenta e ritmada, enquanto apenas seu dedo continuava a se movimentar no meu ventre.
Desisti de me mexer e minha respiração também foi acompanhando a de Edward, meus olhos estavam pesados após tanta correria e tinha certeza que não demoraria muito para amanhecer
- Case-se comigo...
- Sim Ed...
- Vamos viver o resto da vida assim, juntinhos.
- Love?
- Sim?
- As algemas vão nos acompanhar?
- Sempre...
Edward sorria enquanto eu estava com minha cabeça apoiada no vão do seu pescoço. Seu cheiro me inebriava e fazia com que todo meu corpo se arrepiasse ao seu toque.
Tentei elevar minha mão até seu cabelo...
BLEIN! BLEIN
O barulho de metal raspando em metal me trouxe do meu sonho na hora. Eu ainda estava algemada à cama, mas agora estava coberta com um lençol.
- EDWARD!!!!!!
Gritei a plenos pulmões e forcei meu corpo pelo lado da cama, conseguindo ficar sentada, mas ainda atada à cabeceira.
Música do post: www.youtube.com/watch?v=MrelPOP518g
Procurei em todo quarto e não o encontrei. Gritei novamente por ele e no instante seguinte, ele surgiu com uma calça de moletom velha saindo do banheiro.
- Bom dia minha prisioneira. Pronta pro seu banho?
- Me assustei...
Ele correu em minha direção no segundo seguinte ao que falei, passando seu braço ao meu redor e me confortando. Seu olhar me acalmou e senti quando sua mão correu meus braços e logo abriu as algemas.
Ed me pegou no colo e me acarinhei contra seu peitoral. Por um momento achei que James poderia ter feito algo e que eu estivesse a mercê daquele louco novamente. Não queria que Ed me visse tão frágil assim, praticamente depois dessa noite insana que tivemos.
Ficamos nos olhando o tempo todo e eu sentia a mão de Ed me acariciando mesmo enquanto me carregava. Ele estava atordoado pela culpa e eu sabia que a culpa era minha por ter essa cabeça podre.
Entramos no banheiro e eu me encantei com o que via. Ed havia preparado um banho altamente relaxante com pétalas de rosa por todos os lados, e um café da manhã em separado.
Lentamente ele foi me colocando na banheira e pude reparar em minhas mãos. Ao redor do pulso uma marca arroxeada deixava claro que a noite havia sido violenta. Senti os olhos de Ed encararem as marcas também e um suspiro preencheu o banheiro.
- Não!
- Mas, eu te machuquei.
- Porque eu quis. Eu podia ter dito para me soltar, mas não pedi. A culpa é nossa. E não é culpa é prazer.
Peguei seu rosto em minhas mãos e o beijei ternamente. Eu havia sido culpada por aquelas marcas também e seu pulso provavelmente estaria igualmente marcado, se ele fosse tão branco e frágil como eu.
Puxei-o para mim fazendo com que ele entrasse de roupa e tudo na banheira. E nossa risada substituiu o clima ruim que ameaçava a se instalar.
- Quando vamos repetir?
- Mas você já quer bis?
- Quero o que tenho direito...
- E isso seria?
- Você Ed!... Apenas você!
Nossos beijos se aprofundaram e senti sua mão percorrendo meu corpo todo. Ele passava a unha lentamente na minha barriga me causando cócegas e eu ria contra minha vontade.
Ed levantou e tirou a calça molhada ficando novamente nu. Pegou o sabonete e deitou na banheira vindo me ensaboar. Sua mão, leve como nunca, ensaboava delicadamente cada pedaço do meu corpo.
- Erga as pernas amor...
Fiz o que ele pediu e logo sua mão segurava meu pé e ensaboava minha coxa. Sua mão afundou em minha virilha e praticamente vi estrelas com aquele toque. Meu corpo estava em chamas novamente.
Ed se demorava em cada pedaço do meu corpo fazendo questão de que estivesse “limpo”. A cada toque um gemido rouco escapava da minha garganta e eu tinha certeza que não demoraria muito para que ele perdesse a cabeça.
Sentia meu corpo todo ensaboado quando Ed me levantou fazendo com que eu apoiasse contra os azulejos, suas mãos acompanharam todo meu braço e seu corpo colou-se ao meu. Sua ereção pulsava contra meu rabo e eu já estava mais que pronta a sua espera.
Sua mão chegou ao chuveirinho e o pegou, logo me lavando. Sentia sua respiração contra minha orelha e sua língua fazendo suaves círculos nela. Aquilo estava me deixando louca.
Tomei o chuveiro da mão de Ed e continuei a me lavar, enquanto remexia contra sua ereção. Passei pelas pernas, ventre, seios e por ultimo pescoço e rosto. Voltei torturantemente para meu ventre e senti sua respiração entrecortar.
- Eu vou me lavar...
Senti Ed se afastar e me virei. Ele sentou-se a borda da banheira enquanto eu comecei a me lavar e sutilmente jogar água contra meu clitóris.
Abri bem as pernas e levei minhas mãos aos lábios, abrindo bem e deixando que a água massageasse o local. Ed não se conteve e suspirou, passando a mão por seu pau e começando a punheta.
Deslizei meus dedos alcançando meu grelinho e comecei a massageá-lo.Edward não tirava os olhos de mim e de meus movimentos, não deixando também de aumentar ou diminuir a velocidade dos seus.
Lentamente fui me ajoelhando, mas Ed pegou minha mão e logo foi fechando o chuveiro. Olhei-o com um grande ponto de interrogação nos olhos.
- Preciso te sentir.
Sem pestanejar, Ed passou uma toalha em meu corpo e me carregou para a cama. Deitei toda desajeitada e acompanhei ele dar a volta na cama toda, sentando-se do meu lado esquerdo. Vi que ele abriu a gavetinha e simplesmente fechei meus olhos. Eu não queria nem ver o que mais sairia dali.
- Eu quero ouvir você hoje, entendida?
- Sim.
Escutei o barulho de algo molhado se chocando e continuei de olhos fechados. Senti Ed se movendo ao meu lado e quando percebi, suas mãos meladas separavam minhas coxas. Sua respiração contra minha buceta me fizeram arquear.
Senti sua mão pegando levemente meus lábios e os massageando. Aquilo era extremamente gostoso. As vezes ele mergulhava um dedo ou dois em meu interior, enquanto massageava todas as partes da minha vagina.
Meus gemidos saiam roucos como nunca e Ed em momento algum alterou a pressão ou a delicadeza que vinha mantendo. Seu dedão contornou meu clitóris que já devia estar do tamanho de uma flor com tanta estimulação assim.
Ed continuava a massagear e passou a me estimular com os dedos. Ele parecia estar a procura de ..
- Ahhhh Eddddddddddddddddd...
- Achei!- Ed continuou pressionando lentamente meu ponto. Aquele maldito e sumido ponto G.
- Hummm. Tá aqui... Se eu te penetrar de conchinha... Isso!
Ed parou com todos os estímulos no momento em que eu praticamente via estrelas. Senti meu corpo todo murchar com a falta repentina dele e abri meus olhos.
Ed estava se deitando ao meu lado enquanto me girava contra seu corpo. Sua respiração compassada na minha orelha e uma de suas mãos segurando meu seio, fez com que eu raspasse uma perna na outra, tentando saciar meu desejo.
- Não faz isso não. Deixa que eu vou te levar para o infinito hoje meu amor...
Sua outra mão puxou minha coxa para trás fazendo com que eu a apoiasse em suas coxas. Ed deslizou lentamente em mim, me penetrando sutilmente.
Segurei-o um pouco, fazendo com que meu interior se acostumasse com seu tamanho e contrai minha vagina, praticamente o sugando cada vez mais para meu interior.
- Isso é bom... E se chama pompoarismo Bella...
- Hein? Isso é segurar xi...
- Não, não fala besteira...
Fiz novamente e senti Ed se mexer sobre mim. No momento em que estava pronta para voltarmos ao vai e vem, a cabecinha raspou.
- De-li-ci-a.
- Achei de novo!
E o movimento de vai e vem retomou com Ed concentrando-se em cada investida fazer seu pau relar no meu ponto G. Aquilo era inimaginável, as estrelas, o ar rarefeito, a sensação de preenchimento... OMG.
- Vai Ed... Vai... Não... Pára! Ah! Meu! Deus!
Eu via estrelas com Ed simplesmente jorrando dentro de mim e acertando o alvo.
- Bella... Caralho... Que tesão!
As estocadas prosseguiram mais lentas até que senti seu rosto contra minha orelha, respirando pausadamente.
- O que foi isso?
- Isso baby? Isso é o que eu chamo de fazer amor.
- Love?
- Sim?
- Podemos fazer sempre?
- Todos os dias da nossa vida, que tal?
- É uma ameaça?
- Não baby. Proposta mesmo.
Travei na resposta, não podia ser isso. Ele não tinha acabado de me pedir em casamento. Não. Não mesmo! Impossível! Não no meio de toda essa confusão.
Confusão! Caracas...
- MEUS PAIS ED!
- Que foi Bella? Mike está com eles. Estão bem.
- Ufa!
Voltei a deitar em seus braços e me deixei ser guiada por minha cabeça. Eu, casada com um Sir? Oh meu Deus....
Notas finais
Postei em menos de uma semana... Eu sou foda... estou exausta!
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