Corpus
9 Capítulo 8
Notas iniciais
Voltei o mais rápido possível e o encontrei ali, parado ao lado do segurança. Ambos estavam rindo. É afinal, Edward era muito sociável...
Ao me ver, fechou a cara novamente e puxou-me pelo pulso. Só tive tempo de agradecer ao segurança com a cabeça, e perceber o riso contido do mesmo.
Fui puxada até um carro preto muito bonito. Nessas horas queria saber um pouco mais sobre carros, mas confesso que nunca liguei para isso. Ed estava de cara fechada e eu não podia deixar de sorrir, afinal eu estava ao seu lado e pela primeira vez depois de um sexo gostoso, ele não sumiria.
Entrei no carro e Ed fechou a porta atrás de mim. Acompanhei-o com o olhar, dando a volta no veículo e em seguida entrar nesse.
- Onde vamos? – Ok, a ficha caiu. Entrando no carro de um estranho que até mais cedo eu havia julgado e classificado como mau-caráter.
- Confia em mim? – Ed só me olhou de relance enquanto dava partida.
- Não sei... Não sei mesmo. – Encarei seus olhos e apertei minhas mãos.
Com o carro ligado, Ed se afastou do seu banco e tomou minha boca com fúria. Suas mãos percorreram meu rosto e traçaram um longo caminho pelo meu peito, chegando até minhas pernas e afastando-as, me penetrou com sei lá quantos dedos.
Gemi e arqueei meu corpo. Ed mordeu meu pescoço me trazendo de volta a realidade.
- Confia agora? Por que seu corpo confia... – Seu sorriso maroto estava ali e ele sabia perfeitamente que eu não conseguiria sequer murmurar algo compreensível.
Ainda estava ofegante devido à súbita reação de Ed, quando senti o carro voando pelas ruas de L.A. Todas as paisagens não passavam de um borrão, meus pensamentos iam longe só de pensar que estava em suas mãos. Uma euforia básica tomou conta de mim e comecei a rir, afinal, eu estava em um maravilhoso carro com um delicioso deus do sexo e ele me queria muito. Tanto que chegou ao ponto de sair de uma mega festa e me raptar, ok?! Eu sou muito boa!
Percebi que Ed me acompanhava e sorria também, me soltei no banco passando minha mão sobre sua coxa. Eu estava condenada ao inferno pela minha promiscuidade, mas quer saber? Vou fazer serviço completo.
Tateei sua coxa e a apertei sutilmente, no mesmo instante que Ed mordia seu lábio inferior numa prova de que eu o enlouquecia também. Deixei minha mão percorrendo sua coxa, enquanto me projetava sobre o freio de mão e tentava alcançar seu pescoço. Lentamente fui me esgueirando por sobre o banco e me aconchegando em sua lateral.
Passando minha mão agora com mais pressão sobre seu pau, senti o volume preencher aquele espaço. Passei minha mão por trás do banco chegando em sua nuca e a apertando.
- Como estamos tensos aqui? – Minha voz saiu rouca e na altura de seu ouvido.
Seu corpo se retesou ainda mais e senti que a velocidade havia diminuído. Ed estava se entregando. Passei minha língua em sua orelha e ofeguei.
- Vou me deixa louca sabia?!
- E você me deixa absurdamente tarado...
Subi minhas mãos em seu peitoral e comecei a abrir os botões daquela camisa preta. Edward se mantinha concentrado nas ruas, mas não deixava de me estimular com gemidos e sussurros. Senti quando ele tirou uma mão do volante para vir me tocar.
- Parado aí. Coloque essas mãos no volante, não quero morrer em um carro. Não nesse por acidente... – Disse sorrindo, enquanto tentava achar a alavanca do banco para jogá-lo mais para trás.
Edward percebeu e tateou os botões que afastaram meu banco e posicionaram o seu em uma posição, digamos, mais confortável. Ele estava deliciosamente inclinado para trás e seus braços rígidos em contato com o volante. – Definitivamente eu amo carro automático.
Continuei minha loucura, descendo seu zíper e escutando os gemidos de Edward.
- Está vendo que eu também mando em você?
Edward sorriu e relaxou suas pernas, facilitando a abertura de sua calça. Seu pau praticamente pulou em minha mão sob sua boxer, que lentamente fui abaixando.
Perdi completamente o foco e abocanhei aquele pau enorme e latejante. Passei minha língua por toda sua extensão que não cabia toda em minha boca. Aquilo era delicioso, safado e completamente Bella e Edward, dois perdidos numa noite suja.
Edward gemeu e levantando seu quadril, empurrou ainda mais aquele pau contra minha boca. Não deixei de gemer com aquele pau, que ora eu chupava com delicadeza e ora queria abocanhá-lo completamente. Comecei a dedilhar suas bolas e Ed se contorcia.
Sua mão apertou meu cabelo nesse momento e comecei a levantar, mas fui empurrada contra aquele pau novamente.
- Caralho Bella, que boca deliciosa... Engole ele, engole gata...
Obedeci aos comandos daquela voz deliciosa e comecei a abocanhá-lo com gosto. Segurei a base do seu pau com minhas duas mãos e comecei a chupá-lo como a um picolé. Aquilo estava maravilhoso e senti aos poucos a lubrificação saindo dele.
Comecei a bater uma para ele bem lentamente e continuei passando minha língua pela cabeçinha. A intensidade de seus gemidos aumentaram e senti que não iria demorar muito para ele gozar. Sua mão agora tentava me levantar daquela posição, mas eu não iria desistir, afinal era minha vez de senti-lo gozando na minha boca.
Apertei mais ainda a base de seu pau e intensifiquei a punheta, alternando com minhas abocanhadas.
- Porra Bella, assim eu vou gozar... Não faz assim minha gostosa...
Eu não iria retroceder, e investi mais uma vez com minha boca, o sugando todo e passando minha língua em sua glande. Edward começou a rebolar no banco e senti que o ápice estava chegando. Movimentei ainda mais seu pau e comecei a batê-lo na minha boca, enquanto passava a língua sobre ele. Tão logo senti seu jato de porra em minha boca.
OMFG, isso é demais! Continuei a sorver toda sua porra e a engoli-la, aquilo era novo, era a primeira vez, mais uma vez com Edward. Mais uma primeira vez...
- Vem cá vem... – Ed me puxava com amor em direção ao seu corpo no momento em que o semáforo estava vermelho.
Me entreguei àquela boca ainda com seu gosto. Ed me beijava com amor e carinho, percorrendo minha boca lentamente com sua língua. Abri meus olhos e percebi a felicidade estampada no rosto de Edward. Definitivamente eu precisava beijá-lo mais vezes de olhos abertos, pois ali tive a certeza que ele me queria e muito.
- Você realmente é louca por fazer isso comigo enquanto dirijo. Não sei quantas vezes fechei meus olhos e me deixei levar. Podia ter batido esse carro a qualquer momento...
- Não reclama vai, você adorou minha loucura. – Repeli mordendo meus lábios.
- Eu já disse que adoro você minha apertadinha, mas não faça mais isso, não enquanto eu estiver em alta velocidade. Espera pelo menos eu conseguir diminuir... – sorriu e eu me aconcheguei em seu peitoral.
- Não sei se já disse, mas me desculpa por hoje cedo?
- Shiu! Já disse! SEM DR’S e isso foi ontem! É passado. – Edward falava contra meus cabelos.
Senti quando entramos em um lugar muito escuro e aos poucos pude perceber que tratava-se de uma garagem. Ed estacionou o carro e me olhou com aquelas orbes verdes penetrantes.
- Vamos sair desse carro hoje ou não?
Olhei para ele e para o carro e a dúvida estava me preenchendo. Minhas idéias naquele carro fervilharam, mas Ed percebendo minha hesitação, tomou minha mão e abriu a porta do carro. Pois é, definitivamente aquele carro não me escaparia em outra oportunidade.
A porta do meu lado fora aberta e lancei-me para fora, pegando meu celular. Senti a porta ser fechada com violência e quando menos esperava, Ed me jogou contra o carro.
- Eu... vou... meter tanto em você hoje. — Ed enfiou os dedos com fúria em mim e eu gemi contra sua orelha, não falando nada.
- De apertadinha vai virar arrombadinha... – E a investida de seus dedos tornaram-se mais furiosas enquanto eu apenas arfava.
Sua boca preencheu a minha e senti quando retirou seus dedos de mim e levou-os entre nossas bocas. Aquilo me deixou com muito tesão.
Ed me puxou e me colocou em sua frente, encaminhando-me ao que parecia ser um elevador antigo de carga. Ele levantou uma pesada grade e aquilo fez um barulho ensurdecedor.
No elevador ficamos apenas nos olhando, até que paramos em um local que lembrava um estúdio antigo. Seu piso de madeira laminada em tons vermelhos remetia a um piso antigo. Sem paredes, apenas pilares, conseguia ver claramente, a cozinha com uma bancada simples, a sala com dois futtons enormes em tons diferentes de preto e cinza e uma cama enorme convidativa.
Ouvi um pigarrear e Edward já estava na “cozinha” com dois copos em sua frente.
- Toma o quê?
- Água? – Ed praticamente gargalhou.
- Minha gatinha, você se torna cada vez mais absurda. Venha cá...
Caminhei lentamente ao seu encontro e Ed me encarou a cada passo, me tomando em seus braços assim que pode, prensando-me contra o balcão da cozinha.
- Vamos lá. Conhece o ritual da tequila? – Ele sorria com ar de sacanagem e não pude deixar de retribuir.
- Digamos que não. Quero conhecer o seu ritual...
- Primeiro: — Edward afastou meu cabelo que teimava em cair, e alisou minha clavícula suavemente. – Vejamos, copo, clavícula e um pedaço de limão – Ed virou-se e serviu-se de um limão e uma faca, fazendo pequenos gomos com a casca.
- Bom! Acho que estamos prontos.- Virou novamente, me prensando na bancada e me deixando mais untada ainda.
Ed suspirou em volta do meu pescoço e mordeu meus lábios em seguida.
- Bom beijar essa boca antes... E depois então... Ainda mais maravilhosa. – sorri com aquelas declarações.
- Voltando à tequila, primeiro tequila no copo, sal aqui – passou os dedos em minha clavícula novamente. — e limão da sua boca. – Engoli torto, ele só podia estar brincando, afinal ele iria beber tequila do meu corpo.
- Isso parece ser bem complicado... – Ok, charme em mode on.
Não tive tempo, Edward já tinha tirado sua camisa na velocidade da luz e passava o sal na minha clavícula, trazendo o limão para a minha boca.
- Olha e aprende.
Edward tomou o copo em um gole só, passando a língua por toda minha clavícula com beijos e deixando um pouco da tequila escorrer por seus lábios. Ok, untada novamente. Até que seus olhos encontraram minha boca com uma fatia de limão, que ele abocanhou jogando sua cabeça para trás, voltando rapidamente para mim.
Tomei seus lábios para mim e comecei suavemente com minha língua sugar seus lábios num ritmo como o que mantive em seu pau no carro. Que tequila o quê!? Eu queria era mais desse gostoso, afinal ainda me recordava bem da minha ressaca.
Ed pareceu entender e parou de me beijar se afastando do meu corpo. Tentei segurá-lo , mas foi em vão. Com o peito desnudo, Ed saiu em direção aos futtons. OK, a cena era mais que agradável.
- Vai ficar aí me olhando ou vai vir aqui e se deliciar? – Beijomeliga, FUI!
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Edward estava esparramado com as pernas levemente flexionadas e com o botão da calça aberto. Sua língua passava insistentemente pelos lábios, demonstrando apreensão ou tesão? Na dúvida ataquei-o, mordendo aquele peitoral e deslizando minhas mãos por onde já havia passado minha boca.
Segurei alguns beijos, mordidas e assopradas em seus mamilos, percebendo que a cada toque, Edward se contorcia sob mim, tentando esfregar cada vez mais sua excitação contra meu vestido.
- Alguém está dando sinais de vida é?
- Cansei. Tá na hora de mandar em você de novo! – Ed rapidamente inverteu nossas posições e passou a investir mesmo vestido contra meu corpo.
O roçar dos tecidos estava me deixando louca, e ele percebia claro, afinal eu gemia e arfava como se no cio estivesse. É talvez eu estivesse.
Sua mão percorreu meu corpo, porém ao invés de invadi-lo com seus dedos como sempre, ele começou a descer seu zíper, puxando sua boxer em seguida.
Ali estava, aquele pau em quase 100%. Passou a bater uma lentamente olhando para mim. Ed em riste e eu ali, jogada no futton olhando aquela cena.
- Minha delicia, ainda penso na sua boquinha nele... – Ok, sussurros à essa hora, são bem vindos.
Comecei a me contorcer para chegar no zíper do vestido, afinal era guerra não era? Passei minha mão pela barra do vestido e comecei a puxá-lo para cima. Em um rápido movimento estava apenas com o corpete creme na frente de um Ed que continuava a se masturbar.
- Wow, o conjunto da obra era melhor. Pena que a calcinha já estava comigo. – Ed falou, retirando minha calcinha arrebentada de seu bolso e a cheirando. Fiquei sem ação.
- Esse cheiro... hummmm... é assim que você me procura Bella? Com uma minúscula calcinha cheia de gozo? – Ele estava preparado para um monólogo? Porque eu não tinha mais fala ao vê-lo desse jeito.
- Porra minha apertadinha, já disse, você me deixa louco. – Ed partiu para cima de mim e tomou minha boca com fúria.
Seus beijos urgentes e grosseiros chegaram a machucar meu lábio, me fazendo sentir o gosto de sangue. Mesmo assim, ele não parou e seguiu com suas mordidas, lambidas e chupões pelo meu corpo todo.
Edward lançou suas mãos sobre minhas coxas, e levantando-as sobre seus ombros. Ok. Frango de padaria que ele quer? Ele vai ter... Arqueei meu corpo, projetando minha bunda para cima. Ele percebeu e encaixou suas mãos nelas, enterrando ainda mais sua boca em mim.
Aquela língua maravilhosa me fodia novamente, e eu gemia. Mentira. Eu gritava mais que qualquer outra vez, seja por estarmos em um sofá ou por ser Ed, eu gritava porque ele me fazia isso, ele me fazia... CARALHO... GOZEI!
- Nossa gata, não agüentou é!? Eu sabia que era bom de lábia, mas não tanto. – Ed sorria entre minhas pernas e passava lentamente sua língua por minha extensão.
- Edward...
- Apertadinha minha, já disse que hoje te faço gozar até não sentir mais sua buceta né!?
Ok, eu gozaria de novo, mas o tempo-espaço era curto. Seu hálito contra ela e suas palavras me deixavam ainda mais louca.
Edward lambeu mais uma vez e senti suas mãos virando minhas pernas...
- De costas vai...
Fala sério? Virou moda só dar o rabo pra ele é!? E o apertadinho na frente?
Mas Edward voltou a chupar tudo, desde o rabo até meu grelinho de novo... Sua língua puxava meu gozo e lambuzava meu rabo. Aquilo começou a me deixar louca novamente.
- Vou te dar uma chance apenas... continuo chupando ou já começo metendo? Pensa bem, já disse que vou te meter até deixar assada...
Isso lá era pergunta? Pergunta seria “quer água ou suco”, não opções que não tem escolha...
- Os dois é resposta?
Descobri que sim, no momento em que os dedos de Ed me penetraram seu dedão passou a massagear meu clitóris. Eu estava louca com aquelas investidas e passei a rebolar sobre sua mão e língua.
Aquilo estava delicioso, mas comecei a ficar cansada de estar apoiada sobre meus cotovelos e com meu rosto enterrado naquele futton. Fiz força e ergui um espaço a ponto de mirar seu pau ali, ereto e atrás de mim. Escorreguei minha mão e tentei em falso agarrá-lo.
Edward percebeu e parou na hora de me chupar.
- Ops... fiz merda é?! – Tentei sussurrar, porém minha voz saiu mais rouca e alta.
Senti quando ele saiu de mim e se levantou. Me virei a tempo de vê-lo caminhar pelo apartamento batendo uma. Aquilo estava me deixando louca.
- Onde você pensa que vai? – Falei já quase gritando.
Ele estava de palhaçada fazendo isso comigo? Onde ele pensa que vai e me deixa aqui na mão? Ed parou e encostou-se a sua cama, virando-se e me chamando com o dedo, ou seria com aquele enorme pau pulsando? Sei lá, resolvi não pensar muito e fui a sua direção.
Tomei sua boca com fúria e a percorri com sofreguidão. Eu gostava dos nossos beijos e percebia que ele pensava da mesma forma. Seu pau estava praticamente pedindo passagem entre minhas pernas. Ergui a perna direita e a joguei sobre a cama, passando minha mão por sua nuca e o trazendo colado em meu corpo.
Edward sentiu a abertura que eu havia dado e diferentemente de todas as outras vezes, ele simplesmente deslizou devagar em mim. Aquilo era diferente, não tinha a voracidade de nossas outras vezes, mas era tão mais intenso. Suas investidas eram calmas e a sensação de preenchimento era maior, sentia meu... coração... sendo preenchido. Entreguei-me aquela sedução e foquei em nossos movimentos.
A língua dele passava pelo meu pescoço, ora chupando, ora lambendo. Suas mãos me envolviam com força e as estocadas mantinham um ritmo calmo e completo. Aquilo definitivamente estava me deixando louca. Uma raspada e eu arfei, fazendo com que ele percebesse o quão louca eu estava. Os movimentos continuaram, apenas aumentando a intensidade.
- Edward... vou...
- Goza Bella, goza que ainda tem muito pela frente...
Arqueei e sua boca agarrou meu seio. A estocada combinada com sua língua abocanhando meu seio me proporcionou uma gozada calma e ao mesmo tempo intensa como nunca antes. Edward me colocou calmamente na cama e deitou-se nas minhas costas.
- Isso foi ma-ra-vi-lho-so... Edward
- Você ainda não viu nada... – Sua mão puxou minha coxa esquerda por sobre a sua.
Edward puxou meu corpo contra seu peitoral, e suas mãos começaram a percorrer meu seio e ventre. Os beijos em minha nuca, sua língua passando de uma orelha a outra com leves assoprões. Chega??? Não para Edward, que levou os dedos novamente a minha entrada e começou a me penetrar lentamente.
- Assim eu vou ficar louca novamente... Cachorro!
- Prefiro Edward, mas se quiser cachorro também faço... – Senti sua risada abafada em minhas costas.
Seus dedos passaram a ser mais urgentes e senti a cabeça de seu pau relando na minha entrada. Edward passou a suavemente me posicionar, primeiro arrumando minha coxa sobre a dele, depois me empurrando delicadamente para frente e, então, senti sua mão empurrando minha bunda e seu pau raspando em meu rabo.
Lentamente Edward foi tentando entrar no meu rabo, mas ao sentir minha resistência, ele passou a cabeça por minha entrada.
- Lubrifica ele pra mim delicia... vai solta essa sua porra nele solta...
Adivinha quem estava untada novamente e pronta pra outra? Ok! o/
Seu pau deslizou dentro de mim e retomou as estocadas lentas e maravilhosas. Minha vida estava perfeita, com certeza aceitaria ficar para sempre ali em sua cama como sua escrava sexual. Foda-se faculdade, emprego, responsabilidade, etc. Agora eu só queria Edward dentro de mim.
Com esse pensamento arrebitei minha bunda e senti um tapa. Gemendo, impulsionei ainda mais minha anca contra ele.
- Desse jeito eu sou obrigado a te foder de quatro gata..... Caralho Bella.....
Edward já estava me empurrando para ficar de quatro naquela cama sem sair de mim. Suas mãos em minha cintura...
- Daqui a pouco vou tatuar as marcas que deixo em você...
E eu já sabia que estava ficando roxa de novo, pois seus dedos não estavam sendo nada carinhosos. As estocadas passaram a ser rudes e Edward me estapeava alternando os lados da bunda. Num impulso senti seu pau saindo todo de mim.
- Eu não agüento minha apertadinha... Ele tá piscando pra mim...
- Então me enrraba logo Edward...
E lá estava eu, gritando de prazer enquanto Edward arrombava meu rabo novamente. Ele entrando e eu gozando violentamente. Tinha que confessar, isso era delicioso, ainda mais com Edward que agarrava meu cabelo me puxando para trás.
- Rabo gostoso minha menina... porra... rebola gostoso.. geme meu nome Bellinha... vai me deixa louco...
Aquele hálito nas minhas costas estava me deixando louca. Eu estava perdendo o foco...
- Edward......
- Eu mesmo. Seu primeiro e único pra sempre....... Agora rebola mais vai...
Eu estava gemendo de prazer e a intensidade do prazer só aumentava. Comecei a me jogar contra seu pau e Edward se pôs a gritar também...
- ISSO... EMPURRA ESSE RABO... MINHA ISABELLA!
Chegamos ao ápice juntos e senti o corpo de Ed tombar pesado sobre o meu. Meus joelhos cederam e assim ficamos, ele sobre mim arfando e eu ali sentindo ainda seu gozo escorrendo pelo meu rabo. Passaram-se minutos ou talvez horas, quando o senti se mexendo sobre mim.
A cama afundou para novamente erguer. Olhei para o lado e lá estava sua mão.
- Venha. Quero lhe dar um banho...
Entrelacei minha mão na dele e fui literalmente puxada para o único canto daquela casa que havia uma porta. Assim que ele a abriu, vi um dos banheiros mais lindos e completos. Alice morreria de inveja...
Edward me puxou em seu encontro e abriu o chuveiro. Aquela água gelada contrastando com a temperatura dos nossos corpos me arrepiou. Aproximei-me mais nossos corpos e Ed colou sua boca na minha.
Nossos beijos passaram a ser apressados e desejosos. Sua mão começou a percorrer novamente meu corpo, me ensaboando completamente.
- Abra as pernas Isabella.
Pedindo assim com jeito, quem resiste?
Edward passava o sabonete lentamente por toda minha extensão, minhas coxas, meus joelhos. Até que ajoelhou e segurou minha perna novamente.
- Eu não consigo controlar, eu preciso de você. – Edward gemeu e investiu novamente sua língua contra mim.
A água batendo em mim, respingando sobre suas costas enquanto eu o sentia me lambendo toda me tirava do ar. Literalmente eu morreria sendo fodida por aquele estranho que me chupava com desejo.
Seus dedos me invadiram e minhas pernas cederam, me fazendo cair sobre ele. Começamos a rir e Edward suspirando alto, acabou por me abraçar fortemente.
- Quanto tempo perdido. Você foi feita para mim e eu demorei tanto para lhe achar...
Cobri sua boca de beijos para que ele não percebesse as lágrimas que corriam por meu rosto. Edward havia tirado as palavras da minha boca, digo, do meu coração.
Terminamos o banho em silêncio e com suaves toques, afinal, eu sabia que minha noite estava apenas começando, e para falar a verdade, eu não queria nem saber quando ela acabaria.
Notas finais
BOM DIA E QUE DIA.... MEU ULTIMO ANTES DE FÉRIAS!
QUERO MILHÕES DE REVIEWS, SENÃO TIRO FÉRIAS DAS FICS TAMBÉM! Bebê obrigada pela inspiração...
BJKAS MINHAS VICIADAS DE PLANTÃO
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