Corpus

6 Capítulo 6


Notas iniciais
Aproveitem...

Aquela noite tinha sido a pior noite da minha vida. Acordava de hora em hora toda suada e agarrada ao travesseiro, cansada de acordar no meio de uma quase gozada fenomenal ao lado de Eddedinhos.

Tinha uma vontade louca de sair pela cidade procurando aquele idiota, mas a burra aqui tinha esquecido completamente o sobrenome do vagabundo né?! Fazer o quê, já estava ficando cansativo ouvir os gemidos de Jasper e Allie no quarto ao lado! Resolvi me trocar e desci para dar uma volta.

Ainda eram sete horas da manhã e o hotel estava quieto e vazio. Hoje iria com Alice fazer nossas inscrições e pagar o primeiro seguro alimentação. Como ainda não havia vendido nada, com certeza Alice iria acertar a mensalidade dela e acabaria pagando meu primeiro mês, mas eu faria questão de devolver assim que vendesse algo na loja.

Andei por uns quarenta minutos, sempre parando e olhando vitrines e coletando informações e dicas para usar na loja. Voltei para o hotel quando o movimento na rua e nas lojas começou a aparecer.

Fui direto ao salão de café da manhã e optei por tomar o desjejum em minha própria companhia. Não havia muitos hospedes ainda, mas os que ali estavam aparentavam estar na mesma situação que a minha: perdidos em pensamentos para não pensar realmente no que estava ao seu redor.

Servi-me de grapefruit e torrada e sentei-me. Um jovem adentrou o recinto e sorriu a mim. Lembrava a um típico forkiano, sim, mais um bobinho que tinha certeza que eu seria uma presa fácil em seus anais de conquista.

- Bom dia, posso lhe fazer companhia no café?

- Bom dia. Sabe, não sou muito agradável durante esse período do dia. Então para não ter indigestão, sugiro tomar o seu sozinho. – Ok, eu realmente era uma grosseirona quando queria.

- Nossa, realmente estamos de mal humor. Espero que amanhã não esteja assim, senhorita...

- Senhorita está ótimo. Bem, amanhã é um novo dia, um novo tempo, sabe como é; mas um bom dia pro senhor. – Toma! Coice.

- Só para constar, eu adoro lidar com animais selvagens. – O repugnante ainda tava falando.

- Que bom para sua mãe isso não? – Ok, minha cota de maldade estava crescendo. – Espero que o senhor não tenha nascido selvagem para não ter descadeirado a velhinha.

Levantei-me e passei por ele com meu melhor sorriso de vitória, até sentir suas “delicadas” mãos em meus braços.

- Com licença. Tire as patas por favor.

- Agora sabe ser educada, não senhorita. Mas saiba que eu não sou homem de levar fora.

O que há de errado com os homens dessas cidades, que não sabem deixar uma moça em paz e muito menos levar um fora? Que saco! Isso já estava me dando nos nervos, principalmente quando senti suas mãos apertarem mais ainda meu braço.

- Me solta maluco! Vai ficar roxo isso.

- De roxo você já está bem cheia não benzinho? – Ai caralho, tinha esquecido do pulso.

- Então ta. MOÇO ME SOLTA! SOCORRO! – A melhor defesa feminina, o grito.

Logo todos os freqüentadores estavam olhando para o idiota e o garçom se aproximou. Ele largou meu braço, mas não sem me encarar. Sorri desconcertada e fui andando até o elevador.

Já no hall, o garçom me parou.

- A senhorita está bem?

- Estou sim, obrigada pela ajuda, mas é que aquele ridículo estava me agarrando mesmo.

- Sim senhorita, aquele é Dimitri Volturi, ele é filho de um dos maiores produtores de petróleo dos EUA, ou seja, sua riqueza o faz se sentir dono de tudo e de todos. – O garçom me explicava aquilo com a sutileza de que não poderia fazer nada contra o importuno rapaz.

- Já entendi e compreendi. De agora em diante tomarei meu café em meu quarto. – Virei-me em direção ao elevador, mas parei ao deparar com Jasper saindo sorrateiramente dele.

- Bonito não?! – Não podia deixar de rir, afinal Jasper estava descabelado e segurando seu blusão.

- Ah! Bella! Sua irmã já estava desesperada lhe procurando. Você saiu sem deixar recado e não levou seu celular. Sabe como ela é preocupada e parece que ligaram adiantando a reunião de vocês na Univers.. — Jasper não havia terminado de falar e eu já o empurrava entrando rapidamente no elevador.

- 11º andar voando. VALEU JAZZ!! Vai moço... bota esse troço pra andar! – Cara, minha reunião, eu não podia chegar atrasada nela!

Entrei como um foguete pela porta do apartamento e Alice estava ao celular com alguém. Fui ao meu quarto e me joguei sob o chuveiro escaldante. Precisava estar apresentável para minha reunião, afinal eles ainda poderiam negar minha bolsa e meu sonho iria por descarga abaixo.

Sai do banho e uma roupa casual estava estendida sobre minha cama, coisas de Allie. Um terninho sóbrio azul marinho com uma blusa leve puxada para o tom do dourado, ou seja, as cores características da universidade. Não sei onde ela pensava que eu iria daquela forma, mas usei o terninho, substituindo a blusa dourada por uma branca simples.

Sai do quarto e me deparei com uma miniatura do Oscar® e um blazer azul marinho. Ok, Alice estava horrível e pela primeira vez eu teria o gostinho de aloprá-la.

- Irmã, de que molde do Oscar® você roubou seu vestido? Fala sério que você vai assim?!- Alice fez um bico enorme e bufou.

- Ah vai, você vai se arrepender por não valorizar a tradição da universidade. E por falar nisso, não foi essa a blusinha que escolhi pra você.

- Eu sei, mas não sou tão louca quanto você Allie. E mudando os ataques, o que foi o Jazz saindo daqui a essa hora hein??

- Ahhhhh deixa de ser chata! – Alice me dava língua. – Vai dizer que se o tal do Ed tivesse achado você aqui, ele também não estaria saindo assim?

- Nem me lembre Allie, nem me lembre. – Segurei as lágrimas que teimaram em aparecer. Tinha conseguido não pensar nele nas últimas cinco horas, mentira, na última hora pelo menos.

- Xi, acho que tem alguém precisando desabafar. Por que sumiu ontem? Sabe, um moço foi lhe procurar lá na loja...

- ERA O ED, Allie! Era o Ed. Satisfeita?

- Poxa, me conta isso no caminho, estamos atrasadas para “nossa” reunião.

Saímos apressadas do hotel e entramos no carro. No caminho contei a Alice tudo que estava acontecendo, o que estava pensando sobre ele e como aquilo estava mexendo comigo. Alice escutou tudo atentamente me interrompendo apenas nos momentos onde o meu choro não a deixava entender o que eu falava. Sim eu chorei copiosamente, afinal, eu sentia que estava sem um pedaço do meu coração. Aquele idiota e bom de sexo, havia seqüestrado meu coração! Terminei de contar para Alice e já estávamos defronte à universidade.

- Vem cá. – Allie tirou um lenço de sua bolsa e limpou meu rosto como aquelas mães de antigamente. Blargh!

- Alice, para de me limpar com cuspe! – Que nojo!

- Porra, se você não tivesse chorado feito manteiga, não teria borrado toda a maquiagem, então não reclama! – Alice falava segurando meu queixo e refazendo a maquiagem prontamente.

- Pronto, agora não parece mais com a Kate Perry no clip de Hot’nCold.

- Engraçadinha! – Dei língua para minha irmã querida.

- Juntas sempre?! – Alice agarrou minha mão.

- Sempre! – Saímos do carro e fomos em direção a reitoria.

Fui a primeira a ser recebida. A vice-reitora me pareceu um pouco sisuda e interessada em saber o motivo pelo qual minha família não “contribuía” com a manutenção das bolsas aos “realmente necessitados”, mas não me tirou a bolsa, o que por um lado me deixou mais tranqüila. A hora passou e eu já estava me sentindo bem à vontade com aquela mulher, e ela por outro lado, compreendeu meus desejos e me confidenciou que havia feito o mesmo com a própria família.

Sai da sala fazendo votos positivos para Alice que estava nervosa esperando. Nos abraçamos em silêncio e ela entrou pela mesma porta pela qual eu havia saído. Ainda consegui escutar um gritinho:

- Que linda sua roupa minha filha!

Droga! Ponto positivo logo de cara para aquela safada! Eu iria comprar aquele molde de Oscar® para mim.

Sai da reitoria e resolvi caminhar pelos arredores da universidade enquanto Alice estava em sua entrevista final. Sabia que ela iria demorar pelo menos o mesmo tempo que eu, e ainda teria que pagar sua mensalidade, já que eu teria que comprar meu seguro alimentação assim que as aulas iniciassem, ou seja, daqui uma semana. Essa seria a semana de adaptação ao calouro e por todos os locais, só avistava avisos de festas e apresentações musicais.

Comecei a rir quando avistei uma enorme faixa “As calouras Brandon, orgulhosamente saúdam a universidade com o show da Banda The Zombies”. Alice era maluca, mal havíamos sido aceitas e já estávamos dando festa.

Os corredores estavam ermos e, tranquilamente segui meu caminho, passando em frente a enormes bibliotecas, laboratórios e outras salas. Avistei uma porta “Anfiteatro E” e resolvi conhecer minha possível futura sala de aula. As carteiras estavam impregnadas com o cheiro de giz, me senti estranhamente confortável e comecei a andar pela sala. Resolvi sair pela outra porta, dando de encontro a outro corredor. Me sentia Indiana Jones no templo da perdição, comecei a rir com meu pensamento até escutar um barulho de passos atrás de mim. Eu definitivamente não estava sozinha e agora estava apavorada.

Comecei a andar apressadamente em busca de uma saída que me levasse ao pátio ou quem sabe a reitoria, porém a outra porta do estreito corredor estava trancada. ME FODI. Os passos aumentaram e eu podia sentir que quem quer que fosse estava muito próximo. Comecei a rezar para todos os santos e para que meu pânico não me atacasse. Já era possível escutar sua respiração forte atrás de mim e o meu medo aumentou, PAREI.

Meu perseguidor parou também, e eu tinha plena convicção que ele estava praticamente colado ao meu corpo. Fiz menção de falar e senti sua mão me tocando.

AI CACETE, AGORA EU TAVA NA MERDA DE VEZ!

Minha voz embargou e meus olhos se encheram de lágrimas, eu tinha esquecido completamente do que fazer numa hora dessas, cadê a coragem das aulas de defesa pessoal? Que droga. Seu toque aumentou e senti sua respiração contra minha nunca. Automaticamente meu corpo todo se arrepiou.

Algo molhado havia passado pela minha nuca. Que merda, o cara tava me lambendo! Fiz menção de me virar e o estranho segurou minhas mãos, pegando exatamente nas marcas roxas que Ed, ah meu Deus, Edward, onde você estaria agora para me salvar?

Tentei gritar, mas apenas um murmúrio, semelhante a um gemido escapou. Senti o corpo do estranho se movimentar em sentido de risada. O filho da mãe estava rindo de mim, ou seja, ele estava se divertindo às minhas custas.

Aquilo despertou minha ira e com isso percebi que era capaz de gritar, enchi meu pulmão e...

Minha boca fora tapada e meu corpo empurrado contra a parede. Senti a pressão do corpo do estranho contra mim e puta merda, que volume era aquele contra minha bunda?

Ele puxou minhas mãos para cima e sua mão livre e abusada percorreu meu corpo, me apertando em todos os lugares, mas assim que sua mão tocou onde estavam às marcas de Ed, não resisti e chorei. Chorei de dor, chorei de amor e principalmente, chorei por saudade.

- Shiiiiiiu...

Aquilo me desnorteou, suas mãos passaram a me tocar mais calmamente e senti mordidas em minha nuca, o estranho estava tentando me acalmar? Não conseguia entender.

Os beijos passaram urgentes pela minha nuca e orelha, aquela respiração ofegante estava me deixando louca. Comecei a achar que Alice estava certa, o incerto e o desconhecido me excitavam. Senti a mão livre do estranho, descer o zíper lateral da minha saia e sua outra mão soltou-me e segurou meu cabelo, puxando para trás.

Minha cabeça encaixou-se entre o pescoço e o ombro do desconhecido, que já me estuprava com sua língua voraz contra a minha boca. Resisti o quanto pude, mas senti seus dedos perto da minha entrada e quando fiz menção de gritar, sua língua me invadiu. Aquela língua não me enganava, eu conhecia seu gosto. Abri meus olhos e então o vi.

Aquilo só serviu para me untar mais. Senti minha excitação escorrendo pelas pernas e Edward sentiu em suas mãos. Ele abriu um sorriso enorme e ao tentar me virar para ficar em seus braços, ele me impediu fazendo que não com a cabeça.

Seu dedo me invadiu e eu gemi, arqueando meu corpo contra o seu. Edward continuou mordiscando meu pescoço enquanto sua outra mão agarrara um seio meu. Fiz força para me desgrudar da parede, porém Ed percebendo, jogou mais ainda seu peso sobre mim. Fiz menção de reclamar, mas Ed tornou-se mais frio e duro, agarrando minhas mãos novamente e mordendo meu pescoço com força.

- Ai Ed.

- Cala a boca!

Aquilo me assustou, mas me deixou ainda mais encharcada. Caralho, nota mental, agradecer a Alice minha estranha tara pelo desconhecido. Por que ela foi falar aquilo para mim?

Senti Ed arrancando minha calcinha com apenas uma mão, enquanto sua outra mão segurava a minha acima de minha cabeça.

Estava com minha calcinha na altura dos joelhos, e escutei o zíper da calça de Edward sendo aberto. Seu gemido me levou a imaginar o que ele estava fazendo nesse momento.

- Sente como ele fica duro só de te ver. – Ed disse enquanto passava seu pau na minha bunda.

Eu simplesmente resmunguei algo e gemi.

- Caralho, como eu senti falta de te foder minha apertadinha. – Ed forçou seu pau contra minha bunda.

Sua mão livre passou pela minha entrada, meio que recolhendo meu mel e fiquei louca quando senti a mesma invadindo minha bunda e acariciando meu rabo. Ed ficou repetindo esse movimento sempre intercalando com mordidas e lambidas em minha nuca.

Eu estava ficando louca com aquilo e sentindo seu pau cada vez mais pulsante contra minha bunda. Tentei me mexer, porém Ed encaixou seu pau bem na entrada do meu rabo. Aquilo fez com que eu gemesse alto e praticamente rosnasse. Eu precisava de Edward em mim e ele com essa putaria danada.

Comecei a bufar e finalmente Ed me fodeu com seus dois dedos. Num vai e vem frenético de seus dedos, Ed começou a estimular meu clitóris com o dedão me deixando maluquinha. Seu pau ainda roçando no meu rabo só me estimulava mais.

- Pede! – Ed soltou sua voz rouca, me mostrando que também não agüentava mais.

- Pedir o que? Assim está muito bom para mim. – Minha voz saiu mais sensual do que nunca.

- Ahhhh não faz isso minha gostosa! – Ed apertou seu pau contra meu rabo e eu gemi.

Edward levou meu gemido como prazer e começou a empurrar mais ainda seu pau, forçando a entrada no meu rabo. Seus dedos aumentaram a pressão sobre meu clitóris e no movimento do vai e vem frenético. Minhas pernas iam ceder em alguns instantes e senti meu orgasmo chegando, relaxei e senti.

Senti a cabeça do seu pau entrando em meu rabo devagar e sem esperar, aquilo me deu um prazer inenarrável. Empinei minha bunda e Edward entendeu, soltando minha mão e segurando lentamente minha cintura.

- Caralho Bella, que delicia de rabo. E é meu, todo meu.

As poucos fui sentindo Edward enfiando mais e mais seu pau, até que o senti todo em mim. Meu grito de dor fora abafado pelo seu beijo, e seu corpo começou um suave e lento vai e vem no meu rabo.

Edward puxou um dos meus seios para sua mão, enquanto a outra voltou ao meu grelinho. Nossos sussurros já estavam ficando mais para gemidos.

- Bella, eu não consigo ficar longe de você. Caralho, que foda.

- Porra, Ed...

Aquela sensação era ótima, mas eu queria tanto gozar com Edward olhando nos meus olhos, eu queria fazê-lo entender o que passava pela minha cabeça.

- Edward...

- Caralho Bella, já disse que essa sua boquinha falando meu nome, porra... Num fode assim que eu vou gozar!

- Goza comigo... – Disse quase que como um gemido.

Edward havia escutado e foi lentamente retirando seu pau de mim. Me virei e vi que Edward estava com camisinha, mas logo a tirou e a jogou em um canto.

Suas mãos passaram pelo meu rosto e pousaram em minha nuca me levando a sua boca. Seu beijo passou a ser urgente e eu logo agarrei aquele pau e comecei a movimentá-lo.

- Bella, eu tô apaixonado por você. – Ed soltou entre os beijos.

- E eu estou literalmente de quatro por você. Que merda!

Edward rosnou e me prensou na parede, puxando minha coxa direita até sua cintura, fazendo minha calcinha estourar e em um único movimento, Ed me comeu. Gritei e arfei, me jogando contra sua boca. Os movimentos passaram a ser mais intensos e sem pensar, impulsionei minha outra perna em sua cintura o enlaçando completamente.

Olhei em seus olhos e lá me vi. Aquilo só serviu para me incentivar mais e comecei a gemer. Senti meu corpo se contraindo sobre o pau que me preenchia e percebi que Ed já não agüentava mais também.

- Goza comigo Ed. Goza para nós!

Ed aumentou a intensidade da estocada e me abraçou.

- Faço o que você mandar!

Senti seu pau jorrando aquele néctar em mim e meu corpo o seguiu gozando praticamente juntos. Pensei em quebrar aquele contato, mas as esmeraldas de Ed estavam mais brilhantes que nunca e eu não conseguia me desgrudar.

- Que coisa maravilhosa. Que bom te ter! – Edward disse me encarando e me puxando para um abraço.

- Ainda não acredito que fui de 8 batimentos cardíacos para 80. Você estava querendo me matar de susto é?!

- Não, queria matar de tesão mesmo. – Ed sorriu.

- Como foi que você me achou? Como me encontrou?

- Ué, hoje foi minha entrevista final com o reitor. Eu estudarei aqui.

- Por que não me disse?! Eu lhe disse que viria para essa universidade, por que não me contou que também estaria aqui?

- Não disse não! Isabella, não conversamos praticamente nada até hoje. E eu não tenho vocação para adivinho.

Comecei a me mexer sobre o colo de Edward e ele percebeu minha irritação, deixando minhas pernas se desgrudarem dele.

- Você estava me seguindo, certeza. Você soube em Port Angeles que eu não era uma qualquer, me seguiu e aqui está você. O que você quer?! – Eu estava fora de mim, Edward não era nada mais nada menos que a cópia de Jacob. Interessado apenas na pobre menina rica e adotada. Aquilo me enojou.

- Me larga! Tira suas mãos de mim. Vocês homens são todos iguais. – Eu praticamente cuspia minhas palavras sobre Edward.

- Garota você tem um sério problema! Deixe-me explicar...

Peguei minha saia e a coloquei rapidamente. Ficar ali só estava me deixando mais irritada.

- Por isso eu te vi ontem na loja novamente. Você foi atrás de mim para pegar o que? O dinheiro do caixa? Para me seqüestrar ali mesmo, depois que eu o dispensei?

Edward estava ficando vermelho e não rebatia nenhuma das acusações, parecia que estava tentando filtrar tudo que eu estava a lhe dizer, afinal, verdades doem!

- Sua... Sua... MIMADA! IDIOTA!

- Eu não tenho que ficar aqui ouvindo desaforos. Frustrei seu planinho medíocre não é?? – Empurrei Edward abrindo passagem para voltar ao anfiteatro.

Me coloquei a correr o mais rápido que minha pernas agüentariam. Me condenei por mais uma vez ter cedido àquele estranho e idiota. Xinguei-me por não ter pego meu celular e continuei a correr quando grossas lagrimas, já quase não me deixavam enxergar.

Cheguei à sala de aula e escutei as passadas que Edward dava atrás de mim. Já estava praticamente na outra porta quando o ouvi.

- Bella me espera... Vamos conversar. Por favor!

Sai pela porta e corri até chegar na reitoria. Alice estava parada a porta com um sorriso idiota em seu rosto, mas ao me ver se fechou.

- O que foi Bellinha!?

- ALLIE, ME TIRA DAQUI AGORA!

Abracei minha irmã e a puxei em direção ao estacionamento. Logo o carro apareceu e Alice olhou para trás e pareceu entender tudo, me colocando dentro do carro e dando ordens ao motorista que nos levasse embora imediatamente.

Minhas lágrimas não paravam de cair e Alice só afagava meu cabelo.

- Eles. Eles... Eles são iguais Allie. Jacob e Edward, são iguais irmã. – Falei em meio aos soluços.

- Se acalma querida. Se acalma. Após a tormenta vem sempre a calmaria...

Adormeci como uma idiota que sou.

Notas finais
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REVIEWS, afinal eu postei dois caps nessa semana...
Sem comentários, haverá jejum de caps...