Corpus

3 Capítulo 3


Notas iniciais
OUTONO... AS FRUTAS CAEM DO PÉ!
As indicações de sempre... mantenham crianças e cardiacos longe!

- Bella, acorda chegamos. — Alice estava me chacoalhando quando abri meus olhos.

- Calma terremoto. Não precisa me acordar assim também né?

- Vai preguiçosa. Somos as primeiras a descer. Enquanto a primeira classe não desembarcar toda, os outros não podem sair, então levanta a bunda daí e vamos saindo.

Levantei num pulo, pelo fato de Alice ter me lembrando dos “outros” nesse avião. Agora seria minha hora de encontrar com Ed e finalmente nos conhecer mais intelectualmente, afinal intimamente já estava se tornando corriqueiro.

Desci correndo atrás de Alice que parecia flutuar sobre aqueles malditos saltos Jimmy Choo de 15 cm. Não poderia ir longe da esteira de malas, afinal seria o último lugar antes da imensidão do aeroporto me tomar e eu não encontrar mais Ed.

Assim que alcancei Alice, ela já comandava com maestria três carregadores e dois auxiliares para pegarem nossa bagagem. Porém me dei conta do saguão lotado. Seria impossível encontrar com Ed.

Dei meia volta e caminhei em direção a porta do saguão que havia acabado de passar, quando senti mãos me segurando.

- Bella a saída é por aqui. – Droga de irmã pentelha.

- Alice, lembra o cara da balada em Port Angeles? Ele estava no avião. Preciso reencontrá-lo. – Eu praticamente cuspia na cara de Alice.

- Não viaja doida! O cara estaria aqui por que motivo louco? Você devia estar sonhando. – Alice se virou ainda segurando em meu braço e tentou praticamente me arrastar dali.

- Não Alice! Ele estava no avião. Eu tenho certeza. – Dei aquele meu olhar, “sim querida irmã, eu fodi com ele novamente” e vi o momento exato em que a ficha havia caído.

- Porra! Porque não avisou antes. Não saímos daqui até o seu mocinho bom de cama aparecer. – Alice sorria e começou a pular para, frustadamente, tentar ver Ed, mesmo sem saber quem ou como ele era.

Duas Horas depois...

- De boa! Amo você de paixão irmã, mas tenho certeza que voar fez um mal enorme nessa sua cabeça. – Alice estava sentada sobre nossas malas com os ombros apoiados sobre os joelhos e os carregadores estavam jogando papo e segurando os outros carrinhos.

- Não acredito que cai nessa. Ele que disse que queria conversar comigo “vestidos”. Como ele pode me dar um bolo assim?

- Olha, vou perguntar de novo, não se ofenda, mas você tem certeza de que era o Ed da balada no avião? Sabe... você já fez loucura uma vez, poderia ter feito outra com outro carinha.

Alice estava certa, talvez meu ridículo medo de altura, tivesse criado a mais perfeita ilusão mental e nada daquilo havia acontecido.

- Vamos embora irmã. Você deve estar certa. – Fui em direção a nossas malas e peguei a mão de Alice para ajudá-la a descer.

- Olha lá Rachel, a moça da primeira classe que está grávida. Foi tão lindo o companheiro a ajudando. – Olhei para trás e encontrei duas aeromoças conversando e me apontando.

Não pude deixar de sorrir, afinal eu não estava louca, tudo havia realmente acontecido. Fui até elas e sorria.

- Oi, me perdi do meu companheiro, vocês o viram? – Disse toda sorridente.

- Vi sim, ele foi um dos primeiros a descer. Desembarcou antes mesmo da primeira classe. Estava com muita gente, sabe!?

- Ah sim, claro. Estava mesmo. – Eu não poderia fazer papel de otária, embora fosse uma nesse momento, vai que elas me denunciassem para a polícia como a “garota do banheiro do ultimo vôo”.

Agradeci com um sorriso murcho e me virei para Alice, que estava com um olhar baixo e triste.

- Desculpa duvidar de você irmãzinha. – Alice desceu das malas e me abraçou. – Me conta mais tarde o porquê delas dizerem que você estava grávida, porque agora eu juro que preciso me jogar sobre uma cama.

Saímos do aeroporto e um carro do hotel já estava a nossa espera. Mais uma vez me sentiafrustrada por tentar conhecer Ed plenamente, e cada vez mais, me envolvia com aquele misterioso par de esmeraldas.

O hotel era maravilhoso, mas eu não conseguia sequer prestar atenção ao que acontecia ao meu redor, enquanto Alice se atualizava sobre tudo e sobre todos os espaços famosos de L.A. Subimos para o quarto que mais parecia uma casa completa.

- Papai e mamãe capricharam na escolha do hotel e mais ainda na escolha dos quartos. – Disse olhando para Alice que comandava a distribuição das malas com o carregador.

- É.. é... talvez nós apenas erramos em não dizer que queríamos uma auxiliar no momento em que chegássemos. – Era melhor deixá-la em paz nessas horas.

- Estarei jogada sobre uma cama. Acorde-me quando decidir que o mundo será rosa Allie. – Dei um beijo em sua bochecha e fui em direção ao primeiro quarto.

Já não lembrava mais onde estava, acordei com Alice me cutucando e sentada na cama.

- Acorda irmãzinha. Vamos sair e conhecer a vida noturna de Los Angeles. Nossas coisas já estão arrumadas, já falei com nossos pais e James já ligou e avisou está vindo semana que vem.

- Eu juro que um dia descubro sua fonte de energia Allie. Eu estou podre e olha que dormi bastante no avião e aqui. E por falar em avião, onde a senhora se meteu na hora da turbulência?

- É... bem ... Então... Lembra do Jasper?

- É óbvio que me lembro do Jasper, Alice. Mas o que ele tem a ver com seu sumiço?

- Tudo. – Alice gargalhou.

- Está me dizendo que trouxe Jasper para L.A.?

- Bella, eu só trouxe você. Jasper veio por conta própria, afinal a banda dele está excursionando pelos EUA, eu lhe contei isso.

- Ah! Tudo explicado porque a senhorita está tão animada para sair agora. Ele vai tocar onde ô bonita?

- Então eu não sei ainda, vamos jantar primeiro e depois descobrimos. Na verdade ele não sabia onde iria tocar porque o empresário havia sumido, mas ele vai me passar um torpedo assim que souber.

- Ok irmãzinha, não vou deixar a senhorita sair sozinha pela noite de L.A.

- Aleluia e não é que os novos ares já estão fazendo efeito? Vou separar sua roupa para hoje, vai tomar um banho sua porquinha! – Alice me deu um apertão no nariz como sempre e levantou em direção ao closet.

Fui para o banheiro e me deparei com a maior banheira que já tinha visto.

- LICE!! Posso treinar natação aqui dentro? – Comecei a rir só de imaginar a cena.

- Só se quiser morrer afogada, sua prego!! Esqueceu que não sabe nadar!

Começamos a gargalhar, existe alguma coisa melhor do que rir?

Prontas estávamos em frente a porta do quarto. Alice estava com um vestido branco de paetês – Vera Wang e eu estava de vestido vermelho “bisca” escolhido a dedo pela minha querida fashionista.

- Dava para meu vestido não chamar tanta atenção?

- Claro que sim irmã, mas daí eu te levaria para um convento. Me lembre que assim que abrirmos a loja, eu trocarei todo seu guarda-roupa. Tuas roupas não combinam com LA, muito menos com a universidade. Você não tem nada que seja dourado e azul.

- Pode deixar, vou lembrar sim. Quem sabe na próxima encarnação. LOUCA!

Rimos e saímos em direção a noitada que nos esperava.

O motorista do hotel nos levou ao Mr. Chow, restaurante badalado em Beverly Hills que, tardiamente descobrimos, costuma ter muitos paparazzis na frente. Descemos do SUV Preto em frente ao restaurante e no segundo seguinte havia uma nuvem de fotógrafos sobre nós.

FLASH! FLASH!

-Nomes... Nomes!!

- Somos as irmãs Brandon, da aristocracia Londrina, novas proprietárias da DASH.

- WOW!

Escutei vários fotógrafos se espantarem e os flashes vieram com maior intensidade, não agüentando mais, puxei minha irmã em direção a porta do restaurante que nos foi prontamente aberta.

- Você está louca? Que história é essa de DASH? E porque os fotógrafos surtaram?

- Irmã... não vamos conversar em pé né? Vamos sentar que eu conto tudo para você.

Odiava quando Alice fazia alguma coisa sem me consultar ou pelo menos me contar no que estava me envolvendo. Sempre fora assim, desde nossa infância.

- Quando falei com nossos pais sobre a loja, já havia procurado as melhores e mais conhecidas lojas próximas as faculdades que você queria e havia preenchido a inscrição. Aqui em LA, soube que as irmãs Kardashian possuíam uma loja famosa de multimarcas e que vendiam bem, porém com os novos casamentos das donas, elas queriam vender. Ou seja, uni o útil ao fácil quando você escolheu a UCLA mesmo.

Estava catatônica com cada palavra que Alice dizia, eu havia sido manipulada, enganada e levada para os caminhos que mais favoreceriam Alice em seu sonho maluco de ser uma socialite da moda.

- Você me usou mais uma vez. – Falei com tristeza na voz.

- Não. Não fique assim. – Allie estava com beicinho de choro e prestes a abrir o berreiro. – Se lhe tranqüiliza, eu teria ido para qualquer lugar com você, Bellinha, eu mandei meus documentos para todas as faculdades que você se inscreveu também, eu iria fazer faculdade com você onde escolhesse. Me perdoa, nunca mais faço nada sem você saber, mas me perdoa irmã! – Alice estava chorando compulsivamente.

Eu nunca conseguiria ficar brava com minha irmã querida, mas ela precisava entender de uma vez por todas que eu não era mais seu brinquedinho, dessa vez ela escapa com a promessa...

- Prometa que vai comigo se inscrever na faculdade. Você irá estudar senhorita Alice “fullgás” Brandon!

- Eca!!! Estudar não!

- Allie...

- Ok, venceu. PROMETO.

- Promete o quê Allie? – Estava cansada de ser enganada por esse meio metro. – Faça a promessa corretamente.. anda..

- Eu, Alice Brandon, irmã querida de Isabella Brandon, prometo solenemente e pelo nosso amor de irmãs que irei estudar com ela na mesma universidade.

- E? Vamos Allie.

- E prometo que nunca mais esconderei nada contra ela, salvo se eu achar que é melhor para ela. PROMETIDO.

- Odiei essa última parte, pode retirar.

- Ou assim, ou nada de promessas. Já está querendo demais!

Sorrimos com isso e nos abraçamos.

- Bom, resolvido o calvário, vamos ao que interessa. Comida! – Eu estava feliz finalmente, ao lado da minha irmã e com a nossa vida se resolvendo.

- Claro, claro. Vamos apenas aperitivar não é!? Afinal vamos para a balada depois, ok?!

- Pode ser Alice. – Fiz meu bico de ex-gordinha. – Mas se eu ficar com fome depois, teremos que passar em um drive thru hein?! Jasper já mandou o local?

- Ok, senhorita eu amo fast food, e não, ele ainda não deu sinal de vida. – Alice estava com seu bico.

Após uma porção de onion rings e alguns Sex on the beachs ingeridos, Alice deu um gritinho segurando seu celular próximo ao meu rosto “ Baby, espero vc no Hollywood Bowl. Seu nome + Isa na lista. I S2U.”

Alice já estava agitando os braços para o garçom e solicitando a conta. Nem cinco minutos após receber a mensagem, já estávamos saindo do restaurante e passando novamente por uma nuvem de flashes e perguntas ridículas.

- Quem vocês namoram?! Já namoraram algum famoso? Já saíram com a Lindsay Lohan? E com a Paris Hilton? São amigas?

Eu não conseguia compreender as perguntas e muito menos no que aquilo influenciaria qualquer coisa sobre nós. Alice apenas respondeu rapidamente “ Nada a declarar” e saiu me puxando para o carro.

- Allie, realmente não entendo esses caras. O que tem a ver quem somos e com quem saímos. Que coisa chata.

- Irmã, aqui é diferente de Forks e mais ainda de Port Angeles. Se você já não gostava de Lauren e companhia querendo saber sobre nossas férias ou mesmo nossa família, aqui será bem pior, mas não se preocupe, eu cuido da parte chata e você se concentra em estudar!

- Alice, você também vai estudar tá lembrada?

- Vou sim, Relações Publicas! Serei a RP da banda do Jazz mais para frente!

Tudo na vida de Alice tinha um propósito, eu deveria saber que aquela promessa tinha outra motivação. Paramos em frente a uma enorme aglomeração de pessoas, me surpreendi quando um leão de chácara veio até a janela do carro e Alice abaixou-a.

- Alice Brandon e convidada.

- Ah sim senhorita, seu nome está na lista da banda. Venham.

E assim seguimos de braços dados ao enorme segurança e entramos. A visão da casa era maravilhosa, abarrotada de pessoas chiques que dançavam ao som de um DJ. O segurança nos guiou a outra parte da casa e nos mostrou uma mesa próxima ao palco.

- O senhor Jasper pediu para que eu a acomodasse na mesa mais próxima ao palco para a senhorita não ficar sem visão.

Alice sorriu ao grandalhão e lhe deu uma nota de cinqüenta dólares. Ele a olhou e indicou uma garçonete para que servisse nossa mesa sempre que os copos estivessem vazios.

Me senti uma princesa com tantos mimos que estávamos recebendo, ora era um integrante da banda que vinha nos cumprimentar, ora era a garçonete sorridente que vinha nos servir e o segurança que vinha confirmar se estava tudo nos devidos lugares. Realmente a banda de Jasper estava fazendo sucesso nos EUA.

Jasper veio a nossa mesa rapidamente para roubar um beijo de sua “musa inspiradora” fazendo com que Alice se derretesse sobre a mesa.

- Querida, daqui um minuto meu empresário vem para sentar-se com vocês. Já discuta com ele aquele lance da campanha da sua loja, ok?! Agora vou indo para me aquecer. Lhe amo, e Isa, espero que curta o show. – Jasper era o único que me chamava de Isa e eu não me incomodava, afinal ele conquistou minha irmã de forma a controlá-la.

Antes do início do show e do tal empresário chegar, avisei Alice que precisava ir ao toalete, afinal a quantidade de drinks que já havia tomado estava deixando minha bexiga mais do que apertada.

Sai correndo a procura de um toalete, esbarrando em algumas patricinhas e nojentinhas que me olhavam torto. Eu tinha certeza que o culpado dos olhares era meu micro vestido e claro, minha aparência de boneca que Alice teimava em montar.

Assim que achei o toalete agradeci aos deuses da balada por estar vazio, afinal é raridade isso em qualquer banheiro. Liberei o que estava preso não deixando de rir, eu sentia meu corpo leve devido à quantidade de bebida, claro!

Dei uma olhada no espelho, empinei o peito dentro do vestido e sorri. Eu estava em Los Angeles, próxima de conquistar minha faculdade, ao lado de pessoas que me amavam e estava feliz, o que mais eu poderia querer. Com esse pensamento abri a porta do banheiro e sai, dando de cara com alguém.

- Me desculpe, sou mesmo uma ..

- VOCÊ!?

Eu não podia acreditar e acho que pela expressão dele, nem ele acreditava. Estávamos os dois parados em frente a porta do banheiro nos encarando. Resolvi quebrar o gelo.

- Então o senhor diz que quer conversar e some? Bonito não?

- Eu sumi? Fiquei esperando você na porta de saída do aeroporto por quase duas horas.

- Mentira! Eu fiquei no portão de desembarque por duas horas! Falei até com as aeromoças, que me disseram que você havia desembarcado primeiro.

- Claro que desembarquei primeiro! Não podia correr o risco de deixar você escapar. – Dito isso ele cobriu minha boca com um beijo e me jogou contra a porta do banheiro que não demorou a ceder.

Ele continuou a me empurrar para dentro do banheiro não quebrando nosso beijo. Suas mãos me guiavam até encostar-me numa parede. Continuamos o agarra ali mesmo, sem nos preocupar com algumas mulheres que entravam e saiam daquele recinto.

Suas mãos percorriam meu corpo e eu segurava seu cabelo com força, no mínimo lhe causando dor, mas ele não parava com os beijos e os intercalava com gemidos abafados, assim como eu. Ignorei alguns comentários de vadia, safada e outros apelidos carinhosos, afinal calunia e difamação em uma nova cidade já era um mal necessário. Ed roçava seu pau contra minha coxa, soltando murmúrios e lamentos, se eu estava mais do que molhada e excitada, ele provavelmente estava estourando sua braguilha.

Desencostei-me da parede e, sobre vaias e protestos, o levei para uma cabine ali mesmo no banheiro. Seus olhos ferviam desejo, enquanto seu corpo exalava tesão. Aquele homem era maravilhoso e eu não podia deixá-lo escapar mais uma vez.

Ed por sua vez me comia com os olhos e aquilo me excitava cada vez mais. Suas mãos passaram sem controle sobre meu corpo, ora apertando minha coxa, ora agarrando minha bunda com força. Joguei-me sobre seu corpo e comecei a chupar seu pescoço, levando minha mão sobre seu pau num movimento de vai e vem, assim como no avião.

Ed gemeu ao meu toque e subiu sua mão até meu seio.

- Que gostosa você está hoje. Está literalmente vestida para matar, não?

- Só se for você, delicia. – Falei passando minha língua sobre meus lábios, mostrando-lhe todo meu desejo.

Ed sentou-se na privada num movimento rápido. Seus dedos ágeis me penetraram rapidamente sentindo o quão inundada eu estava.

- Hum, pelo jeito eu não sou o único a louco aqui dentro. Pensei em você o dia todo hoje, você deve ser alguma droga muito poderosa para me deixar preso e viciado assim.

Suas palavras só serviram para me amolecer ainda mais em suas mãos que me dedilhavam sem parar. Ed empurrou meu vestido para cima e puxou minha coxa sobre seu ombro, me deixando praticamente exposta a sua língua voraz.

Suas mãos apertavam minha bunda contra seu rosto que afundava dentro de mim. Sua língua me fodia maravilhosamente com movimentos duros e fortes. Em alguns momentos ele simplesmente sugava todo meu líquido e contraia meu clitóris fortemente. Eu não agüentava mais suas investidas, Ed percebendo que eu estava amolecendo soltou minha bunda e me penetrou com dois ou três dedos, já não sentia mais nada direito, quando as contrações começaram e eu gozei em sua boca. Ed lambia cada gota com os olhos fechados e a outra mão abrindo seu zíper e puxando aquele pau enorme para fora da cueca e o masturbando.

Aquela cena estava me deixando ainda mais excitada e Ed percebendo isso me encarou.

- É isso aqui que você quer? – Disse ele mordendo seu lábio inferior e se masturbando para mim.

Tirei minha perna de seu ombro e lentamente fui me abaixando perto de sua boca.

- É sim, mas e ele? Ele me quer? – Eu não sabia de onde tirava aquelas palavras, mas meu desejo por Ed ultrapassava qualquer barreira da educação ou do pudor.

Ed agarrou minha cintura e me virou de costas para ele, puxando-me contra seu pau ereto e pronto para mim. Suas mãos começaram a descer e a empurrar minha bunda para dar passagem a ele, sentei-me sobre seu pau e gemi.

Ed puxou meu cabelo para trás, fazendo com que minha cabeça encaixasse no vão do seu pescoço e ombro. “Shiiiiu, quer platéia agora? Vai ter que rebolar gostoso sobre meu pau se quiser sair daqui bem viva.” Aquela atitude dele me levava a loucura e comecei a rebolar sobre seu pau, enquanto sua outra mão buscava tirar meu seio do vestido. Sua língua percorria meu pescoço e eu já estava ficando louca.

Me desvencilhei de seu comando e comecei a cavalgar naquele homem. Não precisava lhe olhar para saber que ele estava tendo o maior prazer de sua vida. Seus gemidos e sussurros estavam me deixando louca de tesão.

- Rebola, isso, agora, pra frente, pra trás, ai caralho, que foda, porra Bella, não para, caralho vadia gostosa, porra Bells, assim, tá bom, demais, continua, rebola mais...

Senti novas contrações e espasmos chegando, porém Ed rapidamente me levantou e me sentou de frente a ele.

- Eu quero gozar com você. Vamos Bella, goza comigo, goza...

Ed me estimulando assim e me completando, não demorei a sentir os efeitos de seu pau roçando no meu ponto G. Aquela gozada estava vindo de uma forma intensa.

- Eu vou Ed. Eu vou... não consigo, vou gritar. EDDD..

Ed cobriu minha boca com beijo e eu sentia o melhor e maior gozo que tive na vida, as experiências ao lado desse homem estavam transcendendo toda e qualquer descrição de prazer que eu já havia lido ou mesmo conversado a respeito. Sentia seu líquido quente me invadindo e sua respiração abafada contra minha boca. Estávamos entregues ali naquele banheiro.

Abri meus olhos e fui encarada por duas esmeraldas magníficas. Ed estava me encarando com um sorriso torto e a respiração descompassada.

- Cada vez mais maravilhosa. Cada vez mais minha menina. – Suas palavras vieram acompanhadas por um suave cafuné do cabelo que teimava em cair do coque.

- Você me deixa louca. Eu nunca fui assim, mas você, meu deus, você controla meu corpo como nem eu mesmo sei. – Aquilo não era mentira, Ed comandava até mesmo meu batimento cardíaco que sempre andava compassado ao seu.

- Parece que o destino nos separa e nossos corpos nos unem, Bella.

- Isabella Brandon, antes que você suma.

- Edward Cullen, antes que sua irmã apareça de algum lugar misterioso.

Demos risada e eu o abracei. Poderia passar minha vida nessa posição, preenchida por um pau gigantesco e acalentada por um peitoral e braços deliciosos, de Edward Cullen. Edward...

Comecei a me levantar dele e a nos soltar, mas Edward me prendeu novamente, fazendo-me arfar sobre seu pau que voltava a entrar.

- Pelo jeito está com pressa de sumir.

- Na verdade achei que estava lhe incomodando. – Sorri ao constatar que seu pau voltava a pulsar dentro de mim.

- Sentiu né!? Você faz isso comigo desde a primeira vez. Parece que muito é sempre pouco ao seu lado. – Ed terminou de dizer beijando-me novamente.

Sentia seu corpo se movimentando sob mim e nossos beijos passaram a ser mais instigantes. Estávamos prontos para outra.

Ed não parou com os beijos, mas foi me forçando a ficar de pé. Já de pé, sua mãos me viraram de frente com a porta, enquanto sua boca foi percorrendo meu pescoço e minha orelha.

- Isso, fica assim para mim. Empina essa bunda, empina. – Ed passava a mão e o pau sobre minha bunda e eu estava ficando louca com isso.

Me apoiei na porta enquanto Ed brincava com seus dedos pelo meu clitóris e seu pau roçava em minha bunda. Senti suas mãos alisando minha bunda e seus dedos brincando perto demais do meu rabo. Aquilo estava me alucinando.

Comecei a rebolar sobre o pau de Edward e escutei seus gemidos que saiam em forma de sussurro.

- Linda, eu te quero tanto, nunca quis tanto alguém na minha vida, meu deus como você me deixa louco, eu me perco em você.

Suas declarações me deixavam mais excitada, e eu continuava a rebolar. Senti quando Ed colocou um dedo no meu rabo, aquilo era incomodo, estranho, mas ao mesmo tempo eu fiquei arrepiada, não me senti bem como aquilo e comecei a me afastar dele.

- Desculpa, eu disse que você me deixa louco, vem cá. Não vou tratar você como uma qualquer, me perdoa. – Ed tirou o dedo e disse baixinho me puxando contra ele.

Em um segundo sua boca já estava contra meu pescoço e seu pau roçava na minha bunda incontrolavelmente. Eu estava ficando mais do que molhada com a mistura dos nossos gozos e minha atual excitação.

- Só quero você.

Ed me penetrou ali mesmo num intenso vai e vem. Os murmúrios do banheiro começaram a aumentar assim como a movimentação. Teríamos que ser rapidinhos. Ed pareceu captar minha idéia e começou a aumentar a intensidade do vai e vem, levando sua mão no meu clitóris e me ajudando na estimulação.

Em segundo estávamos gozando novamente e juntos. Ed me puxou e me deu um beijo delicioso, deixando sua língua escapar e roçar no meu pescoço, orelha e terminando com um beijo na nuca.

Nos separamos e começamos a nos arrumar. Nossos olhares se cruzavam e o sorriso brotava a cada encontro.

- Estou arrumadinha?!

- Tá gata isso sim. Esse vestido é uma afronta a minha sanidade.

- Agradeça a minha irmã.

- Eu não, ela até que está demorando para vir atrás de você.

Começamos a rir e eu abri a porta, aquele banheiro estava lotada e todas recaíram seus olhares sobre nós. Continuei a rir e peguei a mão de Ed o levando para a porta. Saímos daquele banheiro como dois loucos.

A casa estava lotada, a banda estava no palco e logo vi minha irmã pulando freneticamente na frente dele. Olhei para trás e vi que Ed não tirava os olhos de mim.

- Vamos nos sentar? Dessa vez precisamos conversar mais. – Disse ao pé do seu ouvido.

- Concordo. – Ed precisou quase que gritar.

No instante seguinte eu estava sendo praticamente carregada pela multidão que pulava empolvorosa e Edward estava atrás de mim, tentando não nos perder. Vi quando um segurança chegou perto dele e vi também o momento onde ele me olhou triste e acompanhou o segurança.

As pessoas ao meu redor não paravam um segundo, eu não conseguia sair do meio delas e muito menos voltar onde Edward estava a poucos segundos. Eu precisava sair dali, minha claustrofobia estava começando a ficar forte. Sem Ed e sem Alice perto, eu apaguei.

Notas finais
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Fala sério.. uma galera louca lendo a fic..
E poucos comentários... Não seja assim pessoas!
EU JURO QUE FAÇO O ED BROXAR!
REVIEWS SENÃO JÁ ERA A POTENCIA TODA!