Corpus

40 Capítulo 28


Notas iniciais
A pedidos, apenas e exclusivamente para aquelas que me apoiaram incondicionalmente e me permitiram ser feliz com minhas próprias fics...
Obrigada a todas de coração!
Próximo cap já está em produção. OK?

Edward estacionava a SUV frente a um restaurante a lá duas estrelas, mas seu sorriso estava de orelha a orelha e naquele momento estávamos felizes...

Ou era o que eu pensava, afinal seu olhar estava apático e perdido em meio ao sorriso torto que eu tanto amo.

- Está pensando em quê?

- Na minha irmã. Gostaria que ela viesse para nosso casamento.

- Ela demora quanto?

- O tempo de um vôo para cá.

- Simples assim?

- Sabe Alice?

- Sei.

- Triplique e saberá o que é Rosalie.

FODEU! Alice era a encarnação dos meus piores defeitos e medos, que dirá uma cunhada que pelo jeito de Edward...

- Estou fo-di-da!

- Sua cunhada é foda, mas não se preocupe love, ela irá se apaixonar por você assim como eu me apaixonei!

Sim, mais tranqüilizador saber que minha cunhada é foda pela própria visão do irmão... Que familiazinha de louco que fui entrar.

Entramos no restaurante e a primeira coisa que me fez salivar: pastrami! Esqueci que estava com Edward e simplesmente sentei em qualquer mesa desesperada por aquele lanche.

Ele parecia não entender que pastrami com vinagrete era perfeito! Acho que ele só entendeu depois de tentar conversar comigo enquanto eu comia e não recebia sequer um mero olhar.

Após três pedaços maravilhosos do paraíso, saímos daquele restaurante direto para casa.

Comida deveria ser o segundo amor da vida de qualquer pessoa… Claro, pareço uma louca pensando nisso, mas por um lado, se não fosse à alimentação saudável que Ed tinha, ele nunca teria esse corpinho filhodeumamãe de gostoso.

Mãe.

Talvez Deus não houvesse escrito errado ou talvez, apenas talvez, eu estava no caminho de Edward e sua mãe, para mostrar-lhes a verdadeira importância de uma mãe.

Claro que essa minha cabeça está dando piruetas sobre a possibilidade cada vez mais real que Edward não seja filho de Elizabeth… Quem sabe, afinal ela mesmo confirmou que isso era verdade.

Mas ainda assim…

- Acho que você deveria se acertar com Elizabeth Ed.

- Hein?

Fato: Por que os homens sempre respondem com hein? A lógica é uma só… Qual a dificuldade?

- Oras, ela pode não ser sua mãe biológica, mas ainda assim lhe criou. Deu amor, carinho... Vai que sua história é como a minha?

Edward estava estático olhando para minha cara.

Ué? Qual o problema dele com compreensão? Esse menino precisava ter feito mais ditado na infância.

- Quem é você e o que fez com a Bella mandona?

Pronto! O carro balançou tanto, já que Ed não conseguia olhar para mim e não puxar o volante junto, que senti minha barriga vociferar.

Merda! Muito chacoalhões e comidas temperadas dentro de mim, sentia tudo fermentando e estava prestes a entrar em uma erupção nada engraçada enquanto Edward continuava branco... Ou eu estava branca também?

Não me lembro de ter estomago fraco, mas também, não lembrava de ser ninfomaníaca; e agora com Edward, tudo estava se modificando...

O fel inundou a boca e foi no mesmo instante em que o carro estacionou. Deus era pai e eu sai correndo porta a dentro.

Olhei para todos os lados e Jasper pareceu compreender meu problema me indicando as escadas.

Subi para o quarto e logo abracei a privada. Tudo girava e a ânsia era cada vez maior.

Esperei que Edward ou Alice chegassem, mas logo me arrependi. Mais um mal estar e voltei a vomitar quando senti as mãos de Alice circular minha nuca e tirarem meus cabelos da frente.

- FODEU!

Ouvi Jasper gritar e a próxima coisa que senti foi um pé me empurrando da privada…

PUTAQUEPARIU!

Edward vomitava na mesma intensidade.

Ufa! Nada de babys e sim comida estragada!

Estávamos tão bonitinhos abraçando a privada que até ameacei sorrir. A cada novo mal estar que tinha, Edward me acompanhava em seqüência.

Quando nos olhos se encontraram não pude deixar de rir.

- Custava ser um homem normal e segurar meu cabelo?

Suado, vomitado e fraco; mas nunca deixaria de ser MEU safado.

Tomei consciência da minha provocação apenas quando suas mãos puxaram meus cabelos fazendo com que meu corpo se arrepiasse todo, implorando por suas mãos e por uma surra bem dada, com aquele pau.

- Não sou normal! Já devia saber disso, e, aliás, adoro puxar seu cabelo assim, mas prefiro você de quatro nesse momento.

Eu disse não disse? Doente e vomitando, mas não deixava de ser o delicioso, tarado e safado Ed.

- Cala a boca Cullen.

- Cullen não!

E em meio as minhas risadas, Ed me carregou para a cama. Ambos pálidos, com cheiro desagradável, mas ali, jogados na cama nos acarinhando.

- Eu sei por que vomitei. E você?

- Sou companheiro de vomito!

Eu queria gargalhar, mas qualquer mero movimento e minha barriga dava saltos estratosféricos.

Jasper e Alice entraram no quarto carregando alguns apetrechos salvadores. Alice vinha com uma sopa cheirosa e rala enquanto Jasper trazia algum anti- histamínico.

- Caralho viado, você não perdeu essa mania?

- Calado!

Me arrumei na cama pronta para escutar mais histórias sobre Ed. A idéia não o agradava, mas nada melhor que um pouquinho de risada.

- Conta Jazz...

- Serve que o nosso Edward querido, é companheiro de vomito?

Essa é nova! Companheiro de vomito… Enquadrava em alguma profissão perigosa?

- WOW! Como assim Jazz?

- A anta não pode ver ninguém vomitar que se solidariza e vomita junto.

Ok! Lembra a parte onde normalmente eu seguraria o riso para não ter uma vingança cercada de algemas e velas? Esqueça!

Eu estava gargalhando com as peripécias do meu Ed… Quem diria, ele o invicto tarado, ninfomaníaco, delicioso e MEU, era fraco para vômitos... Inclusive de bebês!

Senti que ele bufava enquanto Jasper contava e estava claro que eu não teria problemas dessa vez, mas sim o Jazz.

- Certo, divirtam-se os três enquanto tomo um banho!

- Isso mesmo meu vomitozinho ambulante!

Encarei Edward e me arrependi no segundo seguinte. Seus olhos brilhavam e a sobrancelha arqueada indicava a formação de uma vingança.

Fuck! Que venha cercada de muito sexo!

- Cuidado para meu filho não gostar da sopa e você precisar vomitar novamente.

HEIN?

A cara de caneca[1], minha e do casal em minha frente era única.

- Ele está louco ok?

- Bells? Tem alguma possibilidade disso ser real?

Alice me pegou desprevenida. Possibilidade? Hum vejamos, que tal algo em torno de 50 relações sexuais por minuto sem cuidados?

Claro que eu sempre tomei meu anticoncepcional em dia, mas, possibilidades?

Ain!!!

Minha cabeça girava e ambos continuavam a me olhar.

- Escutem, sempre tem a possibilidade, mas convenhamos: a quantidade de remédios que tomei, não deixaria isso acontecer; e o hospital teria interrompido, ok?

Alice encarou Jasper e voltaram a respirar.

- E então... Vamos voltar aos causos perdidos do Cullen?

Merda! Jasper já estava tranqüilo, mas minha irmã me encarava com aquele olhar demoníaco de quem sabia que havia algo errado.

- Não é Bellinha.

Eu não disse? O sorriso era maquiavélico e ia de uma orelha a outra. Lentamente ela foi se deitando sobre minha barriga enquanto Jasper contava outro episódio da debilitada segurança do meu tarado.

- Escuta aqui Jasper… A barriga da Bells está prestes a erodir novamente.

Salva por uma barriga barulhenta, Alice e Jasper colaram o ouvido na minha barriga. Começamos a rir com o volume dela até que a porta do banheiro foi aberta.

- Aham... O que temos aqui?

Claro que para bom entendedor, a cena era a personificação dos desejos de Edward.

Alguém aí achava que eu não sabia que ele estava louco para me engravidar? Tsc...Tsc..TSc..

Sempre fui da opinião que gravidez é responsabilidade da mulher.

Tudo ia bem até que Jasper bufou e eu procurei o motivo de seu nervosismo.

PUTA QUE PARIU!

A vontade foi grande de expulsar Alice que babava sobre o MEU personal sex. Mas pelo jeito que Jasper a arrastava para fora do quarto, algo me dizia que ela iria sofrer as conseqüências de seus atos e não seria minha culpa.

Porém o ninfomaníaco aqui não escaparia de umas boas palmadas… ou quem sabe chicotadas? Preciso criar coragem e voltar até o sex shop, mas com um propósito diferente agora...

- Ué, o que deu nele.

Cinismo vende em frasco e esse filho da puta estoca no banheiro!

- Isso é roupa?

Sorriso de orelha a orelha, seguida de uma levantada de sobrancelha fatal e um pigarrear…

PRONTO!

Eu estava em chamas. Sentia meu corpo se contorcendo de tesão, meus seios até doloridos a espera daquela boca que só me encarava. Puxei o lençol sobre meu corpo para conseguir me esconder dele e apagar o tesão que me consumia.

- Posso saber por que está se cobrindo? Ou eu não tenho direito de...

- Não quero que me veja assim.

- Assim como mulher? Grávida? É o que mais quero.

- Que mane grávida Ed... Ainda quero brincar muito antes de isso acontecer…

Eu não disse que ele estava mais ansioso que nunca para ter me engravidado? Ele seria capaz de criar minúsculos furos em uma camisinha se lhe pedisse para voltar a usar.

- Então o que esconde?

- Está acontecendo uma verdadeira revolução na minha barriga... Aquele sanduíche foi perigoso...

Sua carinha variou de muito feliz para muito triste enquanto explicava o que Alice e Jasper faziam com as orelhas sobre meu corpo e, finalmente Ed deitou-se ao meu lado na cama e me deixou acarinhar seus cabelos.

A cada vez mais me sentia perdidamente amando Edward e óbvio que não era só pelo sexo fenomenal, mas sim, ele era perfeito em seus carinhos comigo. Olhando em seus orbes tinha certeza que o sentimento era recíproco e com isso, subi em seu peitoral, apoiando meus cotovelos no peitoral e continuamos a conversar.

Sua mão na minha bunda me alocando sobre aquele pau delicioso me despertou:

- Nem pense!

- Mas... Eu... Assim... Preciso...

- Primeiro que ainda nem escovei os dentes e nem tomei banho. Se quiser alguma coisa, pode me esperar aqui na cama, enquanto faço minha higiene.

Sua bufada era a prova clara de que ele estava mais desperto que nunca. Consegui me afastar de seu corpo, mas logo ele estava colado em mim novamente.

- Fica no seu lado!

Tive que lidar com um bebê sentimental. Seu bico era lindo e eu poderia ficar horas observando se não fosse sua manobra de enfiar a cabeça no travesseiro enquanto continuava a bufar.

- Pref... quan... não... falav....

- O que disse?

Como se eu não tivesse entendido...

Às vezes penso que Edward me vê como uma boneca inflável... Talvez se eu me mantiver como uma na cama ele pare com essa infantilidade de vez.

Abri a porta do banheiro e, tirei minha roupa rapidamente. Sei o jogo que ele gosta e eu o adoro.

Escutei a cama fazendo barulho e sabia que ele havia se mexido.

- Ed? Estou esperando!

Vários resmungos e bufadas em seguida, me deram a certeza necessária. Precisávamos de sexo e não era qualquer sexo, era o mais filhodaputafodidamentegostoso que sabemos fazer.

Consegui me empoleirar na pia e abrir minhas pernas no momento em que escutei Edward vindo até o banheiro. Puxei a escova de dentes e, voilá:

- Depois não reclama!

Seus olhos eram espelhos de uma luxuria gloriosa e farta. E MINHA!

- Cala a boca e me come logo!

Não houve nem dois passos e a mão de Ed estava em meus cabelos enquanto sua boca se embrenhava em meu seio.

- Ed... Porra!

Ele parecia adivinhar a necessidade do meu corpo em cada abocanhada que dava em meu peito. Suas mãos não estavam leves e nem tranqüilas...

- Pingando Love? Sabe o quanto odeio perder meu mel.

E não tive tempo de respirar ao sentir sua língua contornando meu grelinho enquanto minha escova de dente voava para algum canto e minhas mãos mergulhavam em seus cabelos.

Sua língua me invadia tão grosseiramente que nem percebi a pressão daqueles dedos me fazendo ver estrelas.

- Filha da puta, essa sua buceta está mastigando meu dedo e você nem para avisar!

- Como se não me conhecesse...

Tinha certeza que minhas falas eram mais sussurros e gemidos, porém Ed não me penetrava logo e a cada minuto eu queria mais e mais.

- Sua mãe nunca ensinou a não brincar com a comida?

YES! Fuck!

Edward me invadiu de tal forma que a primeira coisa que pensei foi ter quebrado ao meio.

A cada estocada Ed puxava meus cabelos fazendo com que arqueasse ainda mais meu corpo, até que senti que ia desfalecer.

Abracei-me em seu corpo e passei a morder seu ombro.

Era isso, eu queria comer Ed de todas as formas possíveis.

Quando abri os olhos já não estava mais no mesmo lugar.

A água morna e a parede gelada provaram o que eu mais gostava: ambos sem controle e entregues ao melhor sexo da face da Terra. Sentia o ar me faltar e o coração falhar em algumas batidas.

- Você ainda me mata.

- Love, sexo não mata... Amor é que mata!

Filho da puta!

SLAPT

Um único tapa naquela bunda e seu olhar para mim nublaram-se.

- Provoca e depois não agüenta.

Meu demoniozinho interno estava fervendo de vontade que Ed me pegasse de jeito... Sim, daquele jeito... Submisso de ser!

SLAPT!

Mais um tapa e esse eu fiz questão de empregar mais força.

Ed abaixou o olhar e senti seu corpo tornar-se tremulo.

O tempo de assimilação entre Ed sair do meu corpo e sentir meu rosto contra o azulejo, foi o mesmo de sentir meu corpo se arqueando para recebê-lo.

- Estou começando a ficar viciada nisso...

- Que bom, assim não preciso ficar pedindo sempre.

Isso era verdade! De tanto não ouvir seus pedido mudos, passei a querer sempre... Meu Ed, gostoso, tarado por rabos e safado.

Sentia seu pau duro contra meu rabo enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo. Rebolar era questão de honra nesse momento.

- Putinha minha...

- Me fode logo Ed!

E foi ali que me rendi perdidamente às safadezas do meu homem.

Voltei a sentir, meu corpo e seus espasmos, quando Ed já estava sussurrando e gemendo em minha nuca como um louco ensandecido.

- Porra Bella... Goza comigo.

No banho estávamos, no banho permanecemos...

* * * * *

Acordei antes do despertador tocar e fiquei encarando meu Adônis particular.

Ok! Adonis não deveria conhecer metade das posições que Ed conhecia e fazia questão de me ensinar…

Meu Deus! Tornei-me a tarada que Edward procurava.

Ok! Surtos a parte. Acredito que era exatamente isso que precisava na minha vida. Amar e ser amada em retorno.

Agora com o começo das aulas ao lado de Ed tenho plena convicção que todos os meus medos, pânicos e ataques serão dizimados a zero, afinal, é isso, ou surto meu mocinho delicioso.

Entre no banho sabendo que precisaria despistar Edward em relação ao detetive que colocaria para buscar as nossas mães verdadeiras e acabar de vez com essa complicação toda.

Alice seria minha cúmplice e disso não tinha duvida alguma. Ela me deve isso!

Vasculhei minha mente atrás de alguma roupa recatada e ao mesmo tempo nada sóbria e percebi, sob o chuveiro, que estava na hora de uma remodelagem de guarda-roupa e, com certeza, isso seria mais uma missão para aquela minha irmã desnaturada.

Sabia que Alice e Jasper estavam se fortalecendo a cada dia, e me via responsável por eles também. Afinal, se eu e Ed não estivéssemos juntos, eles estariam como?

Transando em todos os lugares possíveis como eu mesmo estava fazendo...

Ah sim claro! Edward e Alice podiam dar as mãos e saírem fazendo compra em sex shops tranquilamente... Se é que já não fizeram isso antes...

Lezada sim, Idiota não.

Terminei o banho no momento em que houve o barulho de algo se chocando dentro do quarto, e pelo que já havia escutado sobre Ed, sabia muito bem do que se tratava.

O maldito despertador.

- Opa, é só fazer barulho e você aparece? Gostei disso.

Ed estava lindo. Com uma única peça de roupa sobre aquele corpo delgado e delicioso, sorria como um safado aproveitador.

Reuni todas as minhas faculdades mentais para não resistir em largar a toalha e me servir naquele corpinho esculpido por horas e mais horas de sexo árduo e delicioso.

Eu estou virando a tarada dessa relação… E estou gostando muito.

- Então bonitão, vamos acordar? A universidade nos espera...

Lembrei de procurar o despertador e o encontrei espatifado. Não basta dar um tapinha, ele tem logo que arremessar as coisas contra a parede...

Se bem que se fosse eu a acordá-lo, estaria eu imprensada naquela parede? Será que ele me comeria assim? Agarrando meus cabelos e puxando meus lábios com seus dentes e...

CHEGA!

Preciso de sanidade!

- Puta merda! Não quero nem imaginar se eu resolver te acordar.

- Ué, acha que não vou te jogar na parede também?

Puta que pariu!

O sorriso diabólico fez com que minhas pernas tremessem e meu grelinho se antecipasse... Ele vai me comer sim, e daquele jeito.

Voltei para o banheiro e sabia que ele estava a passos de me agarrar…

- Para seu atentado! Temos que ir rápido se quisermos começar essa vida de estudantes e empresários...

- Adoro você falando isso.

E eu adoro sentir sua boca na minha nuca e seu pau roçando no meu rabo.

Edward é impossível de não comer.

Não conseguia segurar a tremedeira de ter minhas pernas abertas contra aquela pia gelada e Edward praticamente ajoelhado recolhendo seu mel.

E assim que senti a pressão de seus dedos, não fui capaz de segurar o orgasmo insano que apenas ele conseguia me dar.

- Pronto Love, agora que me alimentou... Mexa essa sua bundinha e vá se trocar enquanto tomo minha ducha

FILHA DA PUTA! TEM TROCO!

*****

Chegamos à universidade para vermos o segundo período.

- Desça e vá ver nossas salas. Vou estacionar o carro.

- Está bem Ed... Mas vai logo!

Algumas coisas precisariam mudar se queremos estudar juntos... E a primeira coisa que conversaria com ele é sobre essa sua dominação leve... Submissa sim, mas entre quatro paredes.

E eu iria provar uma única coisa: ele manda no quarto, mas na universidade, serei eu a mandar. E começaria isso hoje mesmo.

Edward teria a melhor chupada da história do nosso relacionamento hoje mesmo. Dentro da sala de aula e se tudo saísse como eu queria, com platéia.

Ai... Ai... Coragem Bella!

Alguns olhares normais. Talvez pelo carro a qual eu tinha acabado de sair, ou talvez pela saia amassada, já que Ed não consegue manter aquelas mãos longes do meu grelinho dentro do carro, mas eu sabia que não havia motivos para que me encarassem.

Agradeci por Ed não demorar a aparecer e me beijar, para irmos à aula.

- Pronto?

- Não, mas você está aqui. Então está tudo bem.

- Molenga.

- Gostosa.

- Tarado.

- Por falar nisso, vou precisar te comer no intervalo.

- Edward!!!! Comporte-se.

E ele tinha roubado minha idéia... Merda!

Assim que abri a porta, meu olhar correu para dois lugares vazios. Claro que meu instinto demarcou as loiras que me trariam problema, mas o problema foi resolvido no segundo seguinte que depositei minha mão sobre ed-hard.

Ele é meu, vadias!

E depois de ter deixado claro o recado, puxei Edward pelo passa cinto da calça jeans que vestia e nos encaminhamos a duas cadeiras vazias no meio do auditório.

Os olhares foram nos seguindo e, lembrei de respirar, no segundo seguinte que a mão de Edward parou na minha bunda.

Eu também era dele, vadias!

Sentei e logo Ed sentou ao meu lado.

- Sabe que me deixou duro e pronto não é?

- Sei sim, mas se ele atirar para qualquer lado que não seja o meu... Você perde a arminha.

Sentia a respiração de Ed falhar e o vi engolir seco.

Eu disse que daria as cartas nessa universidade.


[1] Cara de caneca. Expressão do sudeste usada para denominar a total falta de expressão facial em determinadas ocasiões. Nota da Ccullen: Experimenta ganhar uma caneca ao invés de um presente decente e irá entender!

Notas finais
N/B: Oi meninas... Adoro quando a Bella começa a comandar as coisas entre eles. Já deu para perceber que teremos varias novidades. Então vamos fazer nossas apostas.

Minha querida amiga não quer me dizer nada do que vai acontecer nos próximos capítulos da fic, e isso me deixa muito zangada com ela. Prometo que tentarei descobrir e dizer para as viciadas de plantão o que nos reserva pela frente em corpus.

Mas nos próximos capítulos teremos:
1 - Um encontro nada agradável.
2 - Uma briga.
3 - Um contrato.
4 - Uma não ou sim gravidez.
5 - Um(a) filho(a) revendo a mãe.
E definitivamente, muito sexo.....

Isso foi apenas o que eu conseguir descobri para você. Para ser sincera eu só gostei da ultima parte ( sexo... muito sexo ).

Vamos fazer nossas apostas e esperar pelos próximos capítulos.

Um grande xero a todas.

Belle.