Corpus
38 Capítulo 27
Notas iniciais
O aniversário é meu, mas o presente é de vocês!
Meu muito obrigada a todas que colocaram a fic em alerta e também as que não colocaram mas sempre me acompanham!
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- NÃO FODE ED!
- Então, já fodemos amor...
Queria matar ele à base de machadinha. Onde já se viu marcar um jantar com a minha “sogrinha” amada no mesmo dia em que ela me levou a nocaute?
Olhei para minha saia destroçada no chão. Ótimo! Mais um problema sem solução.
- Ótimo Cullen, acabou com a minha roupa... Como saio daqui, posso saber?
- Porra Love, não basta foder assim e você ainda quer mandar em mim? Se chamar de Cullen de novo, sou capaz de te deixar de castigo...
- Castigo é ter a sogra que eu tenho...
- Sou obrigado a concordar, mas vamos.
Saímos daquele anfiteatro e Ed estava todo sorridente enquanto eu pensava apenas no maldito jaleco que conseguira fazer de saia.
Por onde passávamos sentia mil olhares sobre mim. Não, tenho plena certeza que não era sobre NÓS e sim sobre mim. Eu estava no mínimo de boca inchada, cabelo bagunçado, jaleco como saia... Enfim, estampava “SEXO” na testa.
- Estão todos me olhando.
- Talvez por você estar exalando sexo love.
- Eu. Ainda. Te. Mato. Edward Cullen.
- Porra love assim eu fico mais que louco para te comer bem gostoso no carro.
- Está maluco?
- Um cú e um copo de água não se negam a ninguém.
Não tive como não rir. Edward quando provocado, era tão boca suja quanto mendigo de rua.
- Safado.
Ela apenas sorria sem nem ao menos se preocupar com o que aconteceria com nós daqui para frente. Cobra surucucu? Fácil de lidar. Meu veneno é mais peçonhento quando preciso mesmo...
- O que acha de casarmos na Little White Wedding Chapel?
Hein? Edward tinha umas idéias de vez enquanto que me perguntava o que a mãe dele havia dado quando criança. O que levava ele crer que eu conhecia as capelas de Lãs Vegas?
- Qual?
- Aquela do Elvis.
Elvis? Elvis? Eu devia ter batido com mais força naquela cabeça. Onde já se viu. Edward Cullen, SIR Edward Cullen, se casando de Elvis Prestley e eu de Priscila?
- Você é doidinho mesmo, não é?
- Eu tenho te dito isso love, mas você não acreditou... Agora agüenta!
- Agüento... Mãe e filho malucos!
Eu não devia ter aberto minha boca.
Expressões faciais são o forte de Edward, que nesse momento remoia minhas palavras de alguma forma que me frustrava.
Resolvi dar um espaço entre nós e deixá-lo com sua dor, afinal, a mãezilla era a dele e nessas horas eu só conseguia pensar em quão boa Esme era para mim.
Tentei arrumar a saia quando senti Edward me puxar com mais força contra ele.
E lá estava o taradão na ativa, passando sua mão de forma possessiva contra minha bunda. Se ele avançasse era capaz de eu conhecer a rudeza do tecido daquele jaleco por outro ponto do meu corpo.
- Para Ed!
- Paro nada! É para esse bando de gavião saber que você é minha e de mais ninguém.
- Ciúmes?
- Não... Posse mesmo! Minha Bella... Gostosa... Safada... Deliciosa.
- Eu mereço.
Está certo! Nasci para ser objeto de possessão. Não bastava James-maníaco com isso, agora eu tenho um gato que me acha um poste de afiar as garras, ou seja, o mesmo que o maníaco.
Mas esse me come tão bem... Afastei a safadeza da cabeça e senti meu corpo reclamar. A força de Ed estava cada vez pior.
- Como você faz isso comigo? Fiquei roxa! Todas aquelas pessoas nos olhando.
- Fato: todos agora sabem que você me pertence e outra... Cadê aquela mulher forte que até o momento estava dominando a situação, mudando de curso e me botando como um cachorrinho acuado aos seus pés?
- Acabou quando rasgou aquela saia.
- Sabia... Está molhadinha já?
Molhada e pronta, mas nem sobre juramento me entregaria.
- Para Ed! Ainda tenho que levar o carro da Alice de volta.
- Não! Ligo para o Jasper vir pegar. Agora vamos nos arrumar, ainda temos que nos planejar.
- Para?
- Foder. Jantar. Minha mãe. Nosso casamento. Não nessa ordem!
- Gostei de três opções...
Foder, jantar e casamento. A sogra eu devolvia para o cemitério.
- Tesão Bella!
Edward abriu a porta do carro e me acomodou delicadamente sobre o assento. Seus olhos estavam mais verdes profundos e aquilo significava apenas uma coisa.
- Porra! Tira esse pano já!
Ele estava sedento.
- E-ed.
Meu Ed tarado estava de volta e com tamanha fome que eu não conseguia deixar de arfar em antecipação.
- Tava com saudades de você no meu carro...
Explicado o porquê o tarado havia retornado, senti sua boca me invadir apressadamente. Suas mãos viraram tentáculos pelo meu corpo todo, e eu já não sabia nem como respirar corretamente.
- Encharcada mesmo?
- Uhum...
Ele ficava tão mais gostoso assim sedento que eu só conseguia pensar em não gozar apenas em ter seus dedos em mim.
O ritmo foi se intensificando e a única coisa que se passava pela minha cabeça, era na verdade a vontade que eu estava de sentir sua língua me limpando.
Ainda podia sentir nossos líquidos escorrendo pelas pernas que tentava deixar apoiada sobre o console do carro.
- Fode direito, senhor-dedos-mágicos.
Senti Ed se retesar. Hummm então ele não gosta de ser comandado? Bom saber! Mas no instante seguinte só consegui não gritar de tesão ao sentir seus dedos mais grosseiros sobre mim.
Uma língua?
- Porra Ed.
Eu já não sabia como me segurar com a imagem de Ed entre minhas pernas, sua língua me fodendo e seus dedos invadindo todos os espaços possíveis.
Meu corpo já estava sedento por mais querendo que ali mesmo ele me possuísse, afinal já havíamos feito tanto naquele carro e, nada nem ninguém...
- Caralho Ed! Assim...
Não consegui me segurar com aquela boca e aqueles dedos. Meu corpo explodiu em um orgasmo fenomenal enquanto Edward permanecia me lambendo por completa.
Corpo mole, pernas bambas e coração entregue.
- Inverter posições senhorita Brandon?
- Não senhor Cullen, isso foi por ter me deixado sem saia.
Maldade deveria ser meu sobrenome, ou pelo menos algo assim. Edward simplesmente saiu do meio das minhas pernas em tempo de eu continuar sentindo seu bufar.
Assim que se colocou entre o volante, estralou o pescoço e eu quase enfartei. Ele estava bravo?
- Nervoso?
- Não e você?
Estava mais que nervosa. Nervosa por ter me aberto com Edward. Nervosa com aquela sogra destrambelhada. Nervosa com nosso futuro.
- Sim... Sua mãe me botou medo.
- Não fique. Ela não tem a mim. Você me tem.
Aquelas palavras tiveram o efeito de um forte narcótico. Senti meu coração pular uma batida e simplesmente meu corpo se amolecer todo.
Uma coisa que não parava de martelar era essa coisa tosca de Ed afirmar que não era um “legitimo” Cullen.
Talvez se contratasse um detetive para resolver isso, poderia ajudar e muito meu Ed.
Assim que Ed imbicou o carro, consegui formular a frente que iria tomar. Estava mais que na hora de saber mais sobre meus pais biológicos e também tirar essa cisma que Edward possui.
Ele estava inerte em seus pensamentos e pouco nos falamos até ali, mas estava na hora de jogar aberto.
Assim que saímos do carro, Ed permanecia cabisbaixo e as perguntas corroíam na minha cabeça.
- Porque você diz que é bastardo?
Ed simplesmente me olhou e me puxou pela mão até um quintal majestoso. A casa era bonita, mas a grama aparada e verde, repleta de flores e cheiros, me conquistou definitivamente. Esse seria nosso lar.
Silêncio e tranqüilidade. Amor e paz. Calmaria e Agitação por nossa parte como sempre.
Edward me puxou para um banco e seus olhos estavam fixos e reluzentes. Sua boca se movimentava, mas não saia nada, até um fundo e sonoro suspiro.
- Nunca fui parecido com meus pais.
Eu não consegui abrir a boca e logo ele continuou com o monólogo.
- Antony Cullen era moreno e de olhos escuros. Elizabeth idem. Bella, meu amor, qual a cor dos meus olhos?
Sua confissão arrancou-me da realidade. Aquela mulher que foi até a loja hoje era impossível de ser sua mãe. Fria e calculista, não poderia ser a mulher que colocou no mundo meu Ed.
- Verdes. Verdes como a mais linda esmeralda do mundo e que me capturam a cada instante em que me perco em seu rosto lindo.
Edward passou de um estado tarado necessitado para cachorrinho abandonado.
Peguei aquele rosto em minhas mãos na necessidade de acarinhá-lo cada vez mais. Doía-me profundamente vê-lo tão abatido e cabisbaixo contando-me seus mais profundos segredos.
- E eu ouvi Elizabeth jogar isso na cara de Antony quando ele estava prestes a deixá-la.
Se antes eu já estava pensando em mil formas de matar minha sogra sadicamente, passei a pensar em mil e uma. Ela não fazia idéia de com que havia mexido. Se antes eu estava puta com ela, agora eu estava uma tremenda filha da puta sanguinária.
Concentrei-me em dar todo o apoio que Edward precisava naquele momento. Afinal, a “mãe” ainda era dele, porém, minha cabeça já bolava os mais absurdos planos.
Elizabeth Cullen não tinha o direito de machucar o meu coração, e era dessa forma que eu via Edward, machucado.
Caminhamos de mãos dadas para o interior da casa. Por onde passamos não vi nenhum dos meninos da banda, que provavelmente tinham algum show. Comecei a pensar que era uma das coisas que eu precisava me inteirar: a vida e agenda de Edward Cullen, meu futuro marido.
Edward estava abalado e tentou não demonstrar isso, mas até nos beijos conseguia sentir o fel que provinha dele e de tudo que havia dito. Entramos em um banheiro e acredito ter sido a primeira vez que eu dei banho em Ed. Fomos delicados e carinhosos um com o outro.
Mas isso se modificou no momento em que abri minhas malas e me deparei com as lingeries que Alice havia levado para que aprovasse a compra.
Edward babava em cada peça que eu experimentava e simplesmente tentou me comer de todas as formas, estourando três conjuntos maravilhosos.
- Chega! Chega! Desse jeito não sobra uma lingerie Ed!
- Vai sem!
- Isso provoca mesmo, quando aquela minha digníssima sogra me pentelhar, vou puxar sua mão no meio da minha perna e gozar na cara dela.
- Então estamos decididos: SEM LINGERIE!
- Atentado.
Ficamos nessas provocações como um sadio casal de namorados por mais algumas horas, até que definitivamente eu estava vestida, e sem calcinha.
- Uma vontade de morder essa bunda...
- Depois.
Caminhávamos pela casa que permanecia silenciosa exceto por alguns funcionários que arrumavam a bagunça que aqueles homens deixavam.
Eu sempre falei para Alice o quanto gostei de casa cheia e finalmente não éramos apenas nós duas, mas sim uma casa lotada de apaixonados e amigos, acima de tudo.
Moraríamos ali após o casamento.
Edward ficava me importunando a todo o momento, com passadas de mão, mordiscadas no pescoço e me deixando louca até entrarmos no carro. O caminho era alegre e descontraído.
- Ed...
- Hum?
- Na volta esse carro treme.
O carro serpenteou pela avenida a caminho do restaurante e eu gargalhei.
- Que foi?
- Quase matou...
- Algum animal?
Levantei no banco do carro, apoiando o joelho e tentando ver se realmente havia algum animal na avenida.
- Também, mas quase ME matou.
- Bobo!
Continuei a gargalhar daquele que rapidamente seria meu marido, meu fiel companheiro e acima de tudo, meu tarado particular.
Ele não conseguia parar de me bolinar e eu não conseguia tirar minha mão daquele pau delicioso.
- Chegamos.
O carro parou e eu não acreditei.
- Está de brincadeira?
- Eu não, nem sabia que seria aqui... Dona Elizabeth deixou recado.
PUTA QUE PARIU. Eu odeio minha sogra.
Senti apenas a mão de Ed me tirar do carro e sermos cobertos por fotógrafos que não cansavam de repetir perguntas ridículas sobre processo, casamento, atentado, seqüestro e gravidez. Era impressionante como eles não tinham mais o que fazer a não ser infernizar a vida das pessoas comuns
Entramos rapidamente e Ed se demonstrava mais que nervoso com isso. Era óbvio que em nosso mundo tínhamos vários problemas, mas quando eles são jogados na nossa cara, não era nada legal.
E ele ainda pensava em me esconder tudo isso? Bobinho!
- A perua está nos esperando.
Ed olhou com tanta ternura que foi impossível não sorrir com ele. Nossas mãos não se largaram por nada e traçamos uma linha reta até A sogra.
- Dona Elizabeth.
Formalidade era o ponto alto daquela mesa e, meu sir, permaneceu de mãos estendidas, enquanto a comédia pastelão que observava começou.
Milhares de fotógrafos grudados no vidro do restaurante tentando uma foto e minha sogra puxando Edward para um abraço.
Meu sangue fervia de vontade de protegê-lo e o máximo que pude fazer foi me divertir. Apertei a bunda do meu “macho” enquanto a mão o abraçava.
A foto seria capa de várias revistas, mas quem estava preocupado com isso?
Até que seu olhar se dirigiu a mim.
- Bastardinha.
- Broaca.
Bateu, levou.
Está achando que sempre fui donzela? Agora vai conhecer a verdadeira classe de Isabella Brandon.
Meu tesão fazia com que eu perdesse toda a compostura, ainda mais quando Edward puxou a cadeira para que eu sentasse e minha vontade era simplesmente jogá-lo sobre a mesa e estuprá-lo ali mesmo.
Assim que sentei, ele simplesmente sentou ao meu lado ignorando sua mãe. Os flashes dispararam imediatamente após isso.
- Esqueceu de mim filho?
- Sabe sentar muito bem.
Edward olhava para mim sorrindo e com ternura. Sabia que tudo isso era apenas por ter me contado os detalhes e não mais sofrer sozinho com isso. Eu iria arrumar a bagunça que essa mulher fez na vida do meu amor.
Resolvi que iria levar na flauta a situação e passei lentamente os dedos naquele pau que estava quase em repouso. Edward me olhou de esguelha e começou a se arrumar na mesa.
Isso é que eu chamo de vingança.
Dedilhava suas bolinhas e me divertia encarando aquela jararaca de pelica me analisando de cima a baixo.
Aquele pau em minhas mãos me dada à sensação de ser dona do mundo e na verdade, era Edward quem me dava essa força e coragem para lutar contra tudo e todos para ficarmos juntos.
O que uma boa transa não faz com a gente!
O mesmo garçom idoso que nos atendeu naquela noite maravilhosa, voltou a nos atender.
- Família Cullen. Irei atendê-los hoje.
- Família Cullen e Isabella Brandon.
Minha sogrinha abriu a boca e eu estava prestes a chutá-la quando Edward interferiu.
- Não dona Elizabeth, família Cullen.
A noite vai ser memorável.
- Champagne, por favor.
Cretinice minha a parte. Mas champagne sim! Estávamos ali para comemorar até onde eu saiba.
Edward permanecia duro e pronto para me comer no momento em que eu soltasse aquele membro delicioso que estava envolto naquela cueca boxer grafite que havíamos escolhido mais cedo.
- Enfim, me contem isso.
- Contar o que?
- Quando você se casou com a bastardinha para ela usar nosso sobrenome?
Meu sangue pulsava conforme minha vontade era de simplesmente mandar aquela mulher para um lugarzinho delicioso. Vai para a casa do caralho!
E como ela não ia. Iria eu.
Abaixei o zíper daquela calça enquanto sentia o pomo de adão de Edward se movimentar.
A noite vai ser boa...
Tive uma vontade enorme de assoviar ao senti-lo pulsante em minhas mãos.
Passei a ignorar aquela pessoa inconveniente em nossa mesa e passei a me deleitar no meu pau delicioso.
Massageava com tesão aquele pau, esperando que ele estourasse ali mesmo e me pegasse de jeito.
O jantar já estava fodido mesmo, então porque eu seria pudica?
Edward, a cada respiro, me encarava com aquelas orbes esverdeadas que estavam clamando por um maravilhoso sexo, enquanto eu mordiscava minha unha como se nada estivesse acontecendo.
Mas não demorou a eu sentir que ele estava perdendo o vigor. Broxa não!
Respirei fundo e me interei na conversa.
- Já temos um acordo nupcial de quase um ano atrás dona Elizabeth. Oficialmente, eu e Edward já estamos juntos a mais tempo do que julgaria necessário para que eu lhe aplicasse o golpe da barriga.
E lá estava meu delicioso pau endurecendo novamente.
- Como assim?
- Talvez se a senhora conhecesse melhor seu filho, viria que estamos juntos há mais tempo que possa pensar.
- Então é golpe do baú mesmo?
- Não Elizabeth, ao contrário de você, eu serei alguém nessa vida por meus méritos, e não pelo sobrenome do meu marido.
Canalizei minha força em lhe dar prazer. Seria inesquecível Edward gozando na minha mão enquanto eu simpatizava com minha sogrinha linda.
Elizabeth deu um tapa na mesa e Edward pareceu despertar de algo. Ou se segurar para não gozar talvez...
- Vai deixá-la falar assim com a SUA mãe?
- Hein?
Ele estava quase gozando.
Para ele simplesmente perder a cabeça de cima, a de baixo estava pelo menos caminho. Restou-me apenas...
- PORRA! Elizabeth, a senhora não é minha mãe e eu soube disso no leito de morte do meu pai. E Bella, CARALHO, você vai me pagar por essa... Acho que fiquei paralítico.
Merda! A intenção era fazê-lo gozar mesmo, mas acabei puxando com muita força seu pau.
Comecei a rir pela situação.
Isso Bella, acaba com o seu parque de diversões mesmo... Tapada!
Eu já não sabia mais onde colocar minha cara quando percebi que o restaurante estava em silêncio e nosso garçom a alguns passos segurando o champagne.
Que mico!
- Que foi? Nunca ouviram palavra? Tenho doutorado e título de SIR, mas em baixaria e putaria.
E lá estava meu taradão.
Eu sabia que no fundo, todo sir era meio troglodita, e o meu não podia ser diferente, mas Elizabeth não tardou em destilar seu veneno.
A cada frase daquela mulher eu tinha mais e mais vontade de acabar com todo mundo fútil e podre ao qual ela vivia.
“... Espero que um dia consiga dormir bem, sabendo que sua verdadeira filha está por aí, pois eu dormirei maravilhosa bem, nos braços do meu verdadeiro amor.”
Suas palavras me emocionaram mais do que devia e logo percebi que ele se arrumava. Não demorou a se levantar.
- Entre todos os problemas, eu sempre escolherei ficar ao seu lado Love... Vamos?
Apenas assenti e levantei da cadeira que ele puxava para mim. Encarei minha sogra e nossos olhares assinaram nossa batalha.
Nós guerrearíamos por Edward.
E a primeira batalha: Eu havia ganhado!
Edward me apertou ainda mais em seu corpo e eu apenas o acariciei mais, enquanto saímos daquele restaurante que eu adorava.
- Ainda tinha esperanças de visitar o segundo andar... – Acabei sussurrando.
- Voltamos depois Love.
Não sei quanto tempo permanecemos ali ainda esperando o carro, mas era obvio que os fotógrafos permaneceram fotografando a jararaca gabanna da minha sogra que continuava com aparência frustrada na mesa. Alguns momentos depois que o carro chegou, Ed me escoltou e finalmente saímos daquele inferno.
Estava muito bem acomodada no banco do carro. Milhares de flashes me cegavam e assim que Ed acelerou, eu sorri.
- Você queria me decepar por um acaso?
Olhei para Edward aturdida.
- Decepar? Como assim?
Ele me olhava como se estivesse possuído.
- Vou morder essa buceta e mastigar para você ter uma noção da dor que senti naquela mesa.
Ops! Ed tarado e machucado...
Está na hora de eu agir como enfermeira e cuidar desse meu tarado.
- Estou com fome.
- E eu perdi a minha.
- Você não entendeu! Está na hora do meu leitinho.
Instantaneamente me abaixei sobre seu colo e abri aquele zíper, tateando até encher a mão sobre aquele pau delicioso.
Deixei minha mão percorrer aquela coxa e logo passei a sugá-lo. Edward diminuiu a velocidade. Ele tinha aprendido bem isso...
- Que fome!
Seu gemido deu margem para que eu passasse a chupá-lo deliciosamente, esperando pelo meu leitinho que não demorou a aparecer.
- Agora podemos jantar.
- Você é o diabo de saias...
- E você é meu inferno particular.
Agora ele estava de volta... Calmo e saciado, do jeito que eu gostava dele... E eu, bem, esse carro ainda vai tremer...
N/B: hoje não quero saber de comentar capitulo. Afinal hoje é seu aniversario e estou aqui para agradecer pelo seu nascimento, por tudo que você conquistou em sua vida e principalmente pela amizade que nos liga. Ser amiga de alguém como você é algo incrível que não se pode definir e nem se explicar, você é uma pessoa que sempre me acompanha, que compartilha silêncios e que se solidariza em nossas dificuldades. Quero que continue sendo sempre está pessoa bacana e especial, e saiba que sempre poderá contar comigo em todas as etapas e situações de sua vida. Eu gosto muito de você e te considero um alguém excepcional e de grande valor, por isso receba a minha mensagem de carinho, respeito e apresso pela passagem do seu aniversário.
Parabéns!!!
Te Adoruuuuuuu....muito xuxu.
Xero.
Belle..
Notas finais
Já disse o que tinha que dizer....
Bjkas!
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