Corpus
2 Capítulo 2
Notas iniciais
http://www.sissinossasmidis.com/InterB/Beyonce=Halo.mid
(Vai abrir um midizinho, não tem virus não tá!
Aquela definitivamente não era a melhor forma de terminar a noite.
Alice praticamente me arrastou para dentro do carro, onde James nos esperava. Mantive meus olhos nele até perdê-lo entre os outros que estavam naquela multidão.
Ed... Não tive nem tempo de saber mais sobre ele. Uma única vez, com um cara perfeito. Essa seria minha sina ou seria maldição?
Segui até o apartamento calada, enquanto Alice tentava aparentemente me contar o que havia acontecido com o tal moço da banda. No apartamento me joguei sobre a cama e me deixei levar por todas as emoções daqueles olhos.
- Ei, você não prestou a menor atenção no que eu disse né? Onde você está com a cabeça Bella? – Percebi tardiamente que Alice estava na minha frente e parecia estar falando à horas comigo.
- Desculpe irmã, realmente eu não estava aqui. Porque me arrastou daquele clube?
Eu não queria culpá-la por ter me tirado daqueles braços, mas meu corpo ainda clamava pelo dele e a culpa era realmente Alice.
- Ué, daqui a quatro horas temos que embarcar para seu sonho Cinderela. Ou você não percebeu que já são cinco horas da manhã?
- CINCO??Tá louca Alice? Ainda nem arrumei minhas malas, não juntei meus pacotes... e...
- Se acalma garota. James já fez tudo isso por você. Nossas malas e bagagens já estão até no aeroporto, ou você acharia mesmo que eu não iria filtrar o que você vai levar? Afinal é Los Angeles baby....
- Alice... eu te odeio...
- Eu sei que me ama Bellinha, agora bota essa bunda pra tomar banho e descansar um pouco, você está com cara de quem correu uma maratona... Afinal, o que você estava fazendo naquele canto escuro?
- Dando. E você atrapalhou. – Alice ficou branca e com a boca aberta. Quase não consegui segurar minha gargalhada.
- Cala a boca! Para de mentir! – Alice gritava histericamente – Dar para quem? Como assim? Quem era?
- Não sei Alice, mas foi mágico e maravilhoso. Só sei que ele chama Ed e ele sabe que me chamo Bella. Não sei mais nada. – Daí por diante contei todo o resto da história para ela.
....
- Então um cavalheiro lhe ajuda, lhe guia, lhe fode e você não faz a menor idéia de quem ele é? Eu entendi direito?
- Yeap! Isso tudo mesmo. Sem uma vírgula a mais ou a menos.
- Você é mais louca que eu imaginava. Eu achava que era louca por ter perdido minha virgindade com Jasper em Londres, mas você bateu meu recorde.
- EU SABIA!!! Sabia que era isso que havia mexido tanto com você naquela viagem. Mas por que ele sumiu no dia seguinte?
- Porque ele disse que não era bom o suficiente para ficar ao meu lado. Era pobre e você sabe a fama da nossa família em Londres. Somos da aristocracia meu bem, e Jasper era apenas um filho de operário que sonhava em ser músico.
- Mas irmã, ele está aqui, agora. Ele venceu!
- É... Bonitinho né? Ele disse que me procura à meses aqui na América. Após chegar e vender milhões de discos em Londres eles vieram para cá com um novo empresário londrino. Ele é bem dinâmico e está alavancando a banda aqui.
- Que legal Allie. Agora vocês podem ficar juntos.
- É, você nem imagina quanto....
Alice sorria tão enigmaticamente que cheguei a me perguntar o que havia por trás de toda aquela felicidade, além do reencontro de almas gêmeas.
Algum dia eu iria reencontrar aquele homem que havia me possuído tão maravilhosamente bem? Seria ele, minha alma gêmea pelo menos carnal? Tantas coisas para pensar, que acabei indo tomar um banho para me apaziguar. Alice havia saído do meu quarto com o mesmo propósito.
...
Atenção senhores passageiros do vôo 2440 da United Airlines com destino à Los Angeles, ÚLTIMA CHAMADA para embarque IMEDIATO.
Assim que chegamos no aeroporto , atrasadas pelo meu sono óbvio, ouvimos a última chamada. James correu para fazer nosso check-in e despachar as nossas malas, enquanto eu e Alice corríamos para o portão de embarque. Alice carregava seu ursão de Cambrigde (eu tenho certeza que havia sido James que lhe deu, mas ela nunca me confirmou) e eu segurava meu travesseiro do Mickey (o primeiro presente dos meus pais adotivos).
James conseguiu fazer tudo a tempo, afinal um ex-agente da CIA sempre tinha suas vantagens, nos despedimos dele, afinal, James só iria nos encontrar na próxima semana, com o restante da nossa mudança.
- Alice, onde vamos ficar durante essa semana que James irá arrumar todas as nossas coisas?
- Bella, não te contei? Papai ligou ontem durante seu banho, vamos ficar no Beverly Wilshire, afinal preciso correr com as coisas da loja na Rodeo Drive, 90210.
- Ai cacete, me lembra por que aceitei que você viesse junto?
- Porque irmãzinha, desde que você apareceu na minha vida, não ficamos uma noite longe uma da outra, não percebeu?
- Alice?
- Oi Bella.
- Amo você irmã!
Embarcamos e eu já estava indo na direção das poltronas de turistas, porém a aeromoça me puxou em direção a primeira classe. Meus olhos percorreram o avião e tive a ligeira impressão de ter cruzado com um par de esmeraldas conhecidas. Só podia estar passando mal pela falta de sono, mas teria um longo vôo pela frente.
Algum famoso disse que se fossemos para voar, teríamos asas. Ah! Não foi um filósofo não, foi o Wolverine, aquele delicioso mutante que se regenerava. Se ele que era mutante tinha medo, porque eu, mera humana ridícula não teria? Belos pensamentos dona Isabella cagona.
Sentei na minha poltrona que mais parecia uma cama de solteiro e Alice se sentou na dela, do outro lado do avião praticamente. A distância entre nós era tamanha, que tínhamos interfone para comunicação. Coisa chata!
A viagem começou agradável, tive medo na decolagem, mas ela se deu tranqüila e comecei a brincar com os botões da poltrona, até a aeromoça vir com cara de poucos amigos pro meu lado.
- Você poderia NÃO apertar esse botão e esse outro aqui?
Um botão era o de serviço, tinha certeza, mas o outro realmente não sabia o que era.
- Moça, pra que serve esse botão que eu NÃO posso apertar?
- É um aviso sonoro na cabine do comandante para possível ataque terrorista. Você saberia se tivesse prestado atenção na explicação de emergências.
- Ops... Obrigadinha. – Dei meu melhor sorriso de idiota, enquanto a aeromoça saia balançando a cabeça.
Olhei para Alice, mas sua poltrona estava vazia. Comecei a relaxar em minha poltrona, afinal não tinha dormido quase nada. O avião começou a chacoalhar um pouco, me senti tensa, porém não me movimentei. No segundo chacoalho, procurei por Alice e ela ainda não havia voltado. Odiava voar e ela sabia muito bem, deveria estar aqui e agora, segurando minha mão, dizendo que não aconteceria nada. Não esperei por um terceiro chacoalhar e corri em direção ao banheiro, passando na frente de um rapaz que estava com a mão na porta.
- Desculpa... Emergência.... – Disse entrando no banheiro e tentando fechar a porta.
- Bella? – Ouvi uma voz familiar, mas era impossível, eu deveria estar bem louca de medo para achar que ele estaria ali. Resolvi checar minha loucura e abri um pouco a porta. Deparei-me com o par de esmeraldas. Deus é meu pai, certeza!
- Entra! – Agarrei sua gola e o puxei para dentro do banheiro minúsculo.
Ed me encarava com a maior expressão de “Sua louca perseguidora, o que faz nessa avião”, ou seja, a mesma expressão que eu fazia.
- O que você faz aqui? – Falamos os dois juntos.
- Você primeiro... – Ele disse com aquele sorriso torto que havia me ludibriado no dia anterior.
- Estou indo para Los Angeles começar minha faculdade, sua vez...
- Estou indo para Los Angeles também. – Ele começou a se mexer e seu corpo se encaixava nos espaços do meu. Untei definitivamente.
- Ah tá.
- E qual era a emergência para passar na minha frente e entrar no banheiro toda afoita?
Nesse momento o avião balançou como nunca e eu colei em Ed. Eu ia morrer com certeza, nesse avião dos infernos, mas ia ser encontrada carbonizada e grudada em um cara delicioso que me olhava como se eu fosse um frango de padaria e ele o cachorro esfomeado.
- Shhhiiiii, deixa eu acalmar seu medo, deixa?! – Ed sussurrou na minha orelha a chupando logo em seguida.
Ed começou a percorrer meu corpo com as mãos e morder meu lábio inferior, meu maxilar, meu pescoço, perfazendo com sua língua um rastro conhecido até minha orelha. Chupou meu lóbulo com leves gemidos que me deixavam mais ainda em sua mão, que já estava no botão da minha calça jeans.
Desci minha mão, parando estrategicamente sobre seu pau que estava saltando aos olhos dentro de um jeans preto e o contornei com minha mão. Ed gemeu jogando a cabeça para trás. Era minha chance de ser mulher novamente em suas mãos.
Consegui me posicionar sobre a tampa da privada e sentei, trazendo seu pau ainda preso em sua calça, praticamente no meu nariz. Olhei para Ed que me encarava sacanamente. Abri sua calça e já busquei seu pau sob a boxer cinza. Dei um beijo por cima de sua cueca e Ed gemeu alto. Eu estava louca, só podia! Estava em um avião que chacoalhava mais que batedeira, trancada em um banheiro hiper apertado e só conseguia pensar em como continuar com aquilo. Segredinho? Eu nunca havia feito oral, só sabia que existia em filmes, mas quando a esmola é demais...
Ed percebeu minha hesitação e segurou meu pulso com sua mão me puxando para encará-lo.
- Você pode dizer o que quiser, mas sua cara me prova que é virgem. E é minha! – Dito isso, senti sua mão passando por dentro da minha calcinha e seus dedos me penetrando.
- Já disse o quão apertadinha você é?! Me deixa louco só de te dedar e sentir todo esse mel escorrendo. Deliciosa. – Ed sussurrava em meu ouvido e eu me sentia mais do que leve.
Ed abaixou sua cueca e sem pedir licença, levou minha mão sobre seu pau me ensinando o que fazer com ele. Comecei a seguir seus movimentos de vai e vem.
- Agora faz isso com sua língua passando nele, vai.
Fiquei ofegante só com a explicação e fui sentando novamente, mas antes Ed abaixou de vez minha calça e tirou minha camiseta.
Sentei sobre a tampa da privada, agarrei seu pau e passei a língua sobre ele. Ed gemeu e encostou na porta com tudo. Olhei para cima e encontrei a melhor expressão possível. Ele passava sua língua entre os lábios e seus olhos estavam fechados em prazer. Sua mão buscava meu seio e o massageava. Eu estava dando prazer para aquele estranho delicioso.
Senti sua mão sobre minha cabeça me guiando em direção ao seu pau. Passei novamente a língua sobre ele e lembrei-me de ouvir que era igual a chupar sorvete, então o coloquei todo na boca. Comecei empurrando-o todo e devolvendo. Passei meu dente devagar sobre ele e Ed tremeu.
- Para uma novata, você faz muito gostoso, gulosa! Engole ele todo e passa a lingüinha passa... — Ed me guiava com maestria, enquanto suas mãos acariciavam meus cabelos.
- Agora faz o que mando, coloca o dedinho em você e me diz como estão as coisas aí embaixo diz.... – Nem preciso dizer que eu untei mais ainda.
- Estou.... Estou... Encharcada, seria a resposta certa. -Encontrei o olhar de Ed e ele me puxou.
- Gata, você é minha, tá sabendo?! – Dito isso, ele simplesmente puxou minha calcinha de lado e me penetrou.
Gemi ao sentir ele todo dentro de mim, e ele colou sua língua no meu pescoço me dando leves chupadas. Eu gemia a cada estocada profunda e suspirava com sua boca no meu corpo. Seus movimentos de vai e vem começaram a ficar mais rápidos enquanto o volume dos meus gemidos também aumentavam. Estava muito próxima de gozar, sentia meu corpo todo tremendo e se contraindo ao redor daquele pau gigantesco que me comia com maestria. Ed me completava.
- Ed... não agüento mais. – Disse em sussurros ao pé de seu ouvido.
- Então goza para mim Bella. Me deixa sentir que sou teu homem.
Não agüentando mais suas investidas e sentindo seu hálito contra minha orelha, puxei-o para mais perto e gemi em seu ouvido.... Eu havia gozado maravilhosamente enquanto Ed ainda me fodia.
Continuei a gemer contra sua orelha e me segurando em seus ombros, não demorou muito e senti o jato quente proveniente dele e seus gemidos abafados contra meu pescoço. Aquela sensação fora maravilhosa!
- Louca! Você me mata desse jeito. Porra, você é muito apertadinha... me deixa louco. – Eu não sabia se untava de novo ou se derretia ali mesmo.
- Eu nunca, mas nunca mesmo, achei que iria gostar tanto de avião desse jeito. – Não pude deixar de sorrir.
Ed saiu de mim e começou a se arrumar.
- Nossa, fizemos loucura aqui hein?! Você toma algum anticoncepcional? – Ed falou se olhando no espelho e desarrumando ainda mais o cabelo.
- Para nossa sorte eu tomo sim. E sim, foi uma mega loucura.
Comecei a me arrumar, afinal eu estava descabelada, de calças arriadas e blusa levantada. Senti um par de olhos me devorando enquanto descia minha camiseta e tentava colocar a calcinha em seu devido lugar.
- Alguém já disse que você é linda?! – Ed estava ali ainda e me encarando.
- Se continuar com esse olhar e essas frases safadas, não vamos sair desse banheiro nunca mais. – Eu não podia deixar de sorrir com essa possibilidade.
Ele sorriu e me puxou contra seu corpo. Nos encaramos e eu me vi em seus olhos. Foi uma visão maravilhosa e logo nos beijamos, calma e suavemente.
- Eu achei que nunca mais fosse te ver. – Ed falou assim que parou de me beijar.
- Eu confesso que também pensei isso. Minha irmã me arrastou, não consegui nem...
- Nem o que?
- Nem saber nada a mais sobre você. Sei lá, como te achar, seu telefone..., sei lá, sei lá, só sei que fiquei bem triste mesmo. – Eu estava fazendo papel de idiota, mas precisava falar que ele mexeu comigo.
- É.... Eu tam.. – Batidas interromperam nossa conversa.
- Por favor, desocupe o toalete. Já vamos passar o serviço de bordo e todos devem retornar ao seu assento. – A aeromoça estava na porta do banheiro. Olhei para Ed e ele me encarou com um sorriso enigmático.
- Bem?! Quem de nós passou mal e quem veio ajudar? Temos que ser bem convincentes, senão teremos que nos explicar com o comandante ou acabaremos presos assim que pousarmos em Los Angeles. – Ed disse com um sorriso.
- Já sei, vem comigo. -
Abri a porta e a aeromoça nos encarou.
- Desculpe- nos. Estou grávida e comecei a vomitar. Obviamente meu parceiro me acompanhou. Não quisemos causar nenhum problema.
É estranho como as pessoas se comportam com as grávidas. A aeromoça abriu um sorriso e veio alisar minha não existente barriga.
- Nossa, nem dá para sentir. Está de quantos meses?
Ed rapidamente respondeu: “ Dois para três não é meu amor?!” Confesso que meu plano tinha saído pela culatra, mas pelo menos não tinha que ficar presa, apenas agüentar os olhares dos outros comissários.
Fui em direção a minha poltrona e Ed me seguiu. Sentei em minha poltrona e ele abaixou-se e se aproximou de mim.
- Assim que chegarmos em LA não suma. Vamos conversar e nos conhecer melhor, usando roupas, ok??!
- Claro Ed. Não sumir e nos conhecer melhor, combinado.
Ele me deu um selinho e foi em direção a cortina que dividia as classes. Acionei o botão dos comissários e outra moça veio me atender.
- Em que posso lhe ajudar?
- Falta muito para pousarmos?
- Um pouco senhorita. Gostaria de beber ou comer alguma coisa?
- Não, gostaria apenas de um travesseiro e um cobertor. É possível?
- Claro.
Em segundos eu estava embalada e pronta para cair no sono. Ed estava ali e nós iríamos desembarcar em LA e nos conheceríamos melhor. Meus sonhos só estavam se intensificando. Agora era minha vez de brilhar. Faculdade nova e um possível namorado novo que era excelente no sexo, que mais eu poderia querer? Apaguei na poltrona com direito a máscara de seda sobre meus olhos.
Notas finais
!!!POR FAVOR COMENTEM!!!
Fale com o autor