Senti uma frio me percorrer, o que era viver? Porque ela estava perguntando isso? Então eu vi o carro que vinha desgovernado em nossa direção, agarrei o braço de Luiza e a abracei mas nada aconteceu, o carro passou por nós como se fossemos invisíveis.

— Mas que...

Luiza me empurrou e assim como Drica estava diferente. Sangue descia por sua testa, cortes, ela até tentou sorrir.

— Foi um acidente assaz violento, o carro perdeu o controle...

— Como assim?

— Você não soube mas não é tão importante, precisa saber de uma coisa

— O que?

— Os freios do meu carro foram cortados.