Notas iniciais
Hey, peoples! Voltei com o quinto e último encontro dos planetas! Só pra avisar- vou ficar sem postar por um bom tempo, já que tenho prova, meu caderno acabou, meu iPad bugou e estou para me mudar. É, o universo conspira contra seu entretenimento. A música? Animals-Maroon 5. Porque o nosso loiro e lindo Anthony gosta de coisas assim- meio selvagens, se é que me entendem. Planeta? O maior de todos eles, Júpiter (também conhecido como Zeuza Poderosa!)! Alyssa Swan, um passo a frente!

Alyssa estava tirando os grampos de seus cabelos, com a ajuda de suas criadas. As quatro estavam caladas, ouvindo e sentindo a calma brisa de Angeles correr pelo quarto. De súbito, uma batida soou à sua porta. Alyssa balançou seus cabelos- agora soltos –e foi abrir a porta.

Era Vênus Petrov. Alyssa sempre fora estressadinha, mas Vênus Petrov a tirara do sério. Digo, no ínicio de tudo, Alyssa até gostara da morena. Ela parecia uma pessoa divertida, com os olhos azuis brincalhões e as sardas por toda a cara. Diferente da família de Alyssa- todos eram loiros dos olhos castanhos, à sua exceção. E, sem querer, Vênus insinuou algo sobre loiros e burrice; e Alyssa não ficou feliz com isso. Fechou a cara e parou de falar com a garota.

A mesma que estava na sua porta.

“O que quer aqui, Vênus?”

“Só pedir desculpas, como alguém normal.”, Vênus devolveu. “Eu não sabia que sua família era cheia de loiros.”

“Não devia ter falado aquilo de qualquer forma.”

“Eu sei que não. Vou melhorar isso, prometo.”, ela levantou a mão num gesto de promessa. Alyssa continuou a encarando, cínica.

“Vênus!”, Alyssa ouviu um gritinho abafado vindo da porta ao seu lado. Hilda Crane, Alyssa sabia. “Conte-a logo! Ele deve estar vindo!”

“Contar a mim? Contar o quê?”, Alyssa olhou para Vênus. “Pensando bem, de você, não quero ouvir nada.”

“Mas- o quê?”, Vênus disse, enquanto a ruiva fechava a porta de seu quarto. “Alyssa!”

“Não conseguiu contar à ela?”, perguntou Hilda.

“Àquela cabeça-dura?”, Vênus comentou. “É melhor que descubra por si mesma.”

“Deveria ter dito, Vênus.”, outra voz, que Alyssa reconheceu como a de Calliope Claire, disse, calma. “Vai ser um tanto quanto... hm, constrangedor se ela estiver de camisola.”

“Ela foi quem pediu.”, Vênus devolveu.

Alyssa deu de ombros. Por que raios ela estava dando atenção à Vênus, exatamente?

Ela se arrependeu de não tê-la ouvido aproximadamente trinta minutos mais tarde, quando mais batidas soaram em sua porta. Exasperada, ela se levantou da cama- onde conversava com suas criadas-; já pensando que seria Vênus, Hilda ou Calliope.

“Eu já disse que-“, ela começou a dizer, mas parou quando viu o Príncipe. Ele a olhava com uma cara de O que está acontecendo?, e Alyssa sentiu suas bochechas corarem violentamente. Por dois motivos: a) Ela havia sido um tanto quanto grossa com ele; e b)Ela estava de camisola! Calliope estava certa- aquilo era constrangedor! “Arthur? O que f-faz aqui?”

“E-eu vim te visitar.”, ele gaguejou, uma sobrancelha levantada. “Pedi para Sofia Delacour avisar que eu viria. Ela não o fez?”

Alyssa engoliu em seco. Sem dúvida, Sofia dissera isso à Vênus, já que elas eram um pouco chegadas.

Mas somente balançou a cabeça. “Ela está na enfermaria. Acho que pegou uma gripe...”

“Ah, claro.”, ele limpou a garganta.

“Entre.”, ela disse, e pegou seu robe ao lado da porta. Olhou para Sarah e Elizabeth, que fizeram uma reverência e saíram.

Arthur olhava em volta. “Uau. O quarto já parece seu.”, ele comentou.

“É. Eu tenho meu jeitinho de dispor as coisas.”, ela sorriu; se lembrando das broncas da mãe. “Por que decidiu me visitar?”

“Por nada em especial. Só me pareceu uma boa ideia.”

“Você é estranho.”

“Qual foi sua primeira pista.”

“Você tem 35 namoradas.”

“Na verdade, 33.”

“Eram 35.”, ela deu de ombros. “E, provavelmente em meses, será uma.”

“Se Deus quiser.”, ele olhou pela janela.

“O que quer dizer?”

“Que é muito difícil passar por isso.”

“Foi você quem quis, se lembra?”

Ele suspirou, se encaminhando para a sacada. Alyssa o seguiu. “Sim, eu me lembro. Meus pais não me deixam esquecer.”

“Por que escolheu A Seleção, afinal?”

“Desde que eu me entendo por gente, ouço os meus pais falarem d’A Seleção. A Seleção isso, A Seleção aquilo... Eu queria saber como era. Não que eu seja iludido: sempre soube que não seria uma história de amor como a dos meus pais. Mas, ainda assim, eu escolhi A Seleção assim que me perguntaram.”, ele havia despejado as palavras continuamente, como num rio. Fez então uma pausa, e olhou para a ruiva. “Burrice?”

Alyssa considerou a pergunta, olhando para o alto. Deu de ombros. “Eu não sei. Mas acho que valeria a pena tentar. Afinal, a esperança é a última que morre, não é?”

Arthur tornou a suspirar. “É, eu acho que sim.”

Eles ficaram em silêncio por alguns minutos, mirando as estrelas. O céu de Angeles sempre fora maravilhoso. Arthur conseguia identificar Leão, sua constelação favorita, em dias normais, mas não hoje. Como eles estavam em Leão, a lua tapava as estrelas brilhantes.

“De que signo você é, Alyssa?”, perguntou, do nada.

“Acho que sou de Virgem.”, ela devolveu, incerta.

“Sabe qual é a constelação?”

Ela balançou a cabeça. “Seis não têm tempo para astronomia.”, disse, irônica.

Arthur se colocou atrás dela e apontou para a constelação. “Vê aquela ali? A que forma um trapézio com quatro fios saindo? É Virgem.”

“De onde raios tiraram esse nome?”, ela riu, se virando. “Não se parece nem um pouco com uma-“, se interrompeu ao reparar na sua proximidade com o príncipe. Ela conseguia sentir a respiração quente de Arthur, e seu peito subindo e descendo com a respiração. Os músculos do Príncipe eram grandes, e definidos. Pela primeira vez, ela admitiu para si mesma que achava Skyler Smith e Victoria Alasca sortudas. Muito sortudas.

Num movimento inusitado, Arthur colou seu lábios no da garota. Alyssa se viu cedendo às vontades do Príncipe, e deixando. Arthur beijava bem, ela tinha que admitir também. Ai, Meu Deus, isso é... Ei, calma. Eu sou Alyssa Swan. Não posso deixar ele me beijar assim, do nada. Com esse pensamento, se afastou. Arthur a encarou, estranhando.

Também estranhou quando ela lhe desceu a mão na cara.

“Ai!”, disse, esfregando a bochecha. Alyssa voltara para dentro do quarto. “O que foi isso?”

“Você não pode sair me beijando quando quiser, Arthur.”, ela se explicou, cínica. A bochecha de Arthur estava da cor de seus cabelos. “Certas coisas, nem mesmo você- o todo-poderoso Príncipe herdeiro –pode fazer.”

“Mas, ai! Não precisava ter me batido!”

“Sim, eu precisava.”, ela abriu a o porta. “Agora, se me dá licença, eu pretendo dormir.”

“Você é estranha.”, ele disse, saindo.

“Falou o cara das 33 namoradas.”, ela sorriu, fingindo ser doce. “Boa noite.”

“Boa noite.”

Assim que a porta se bateu, Arthur levou a mão à bochecha. Ela havia deixado a marquinha de seus finos dedos ali. Ai., era tudo o que ele conseguia pensar, mas não estava zangado. Do contrário: estava maravilhado. A diversidade e imprevisibilidade feminina, pensou ele, é realmente fascinante.

Notas finais
Entãão, o que acham? Só a título de curiosidade: eu coloquei esse gif do tapa na cara porque achei interessante. N'A Elite, eu vou colocar os gif's dos beijos tambe'm Em outras palavras: preparem os corações, porque aí vem! Daqui 22 capítulos, quando acontecerá o filtro! Mais curiosidades: Dia 28 é meu aniversário! Apertem as minhas bochechas, me chamem de bebê: vou fazer 14! Outra curiosidade: Alguém aí curte Marvel? Ok, parei. até os comentários!