Cores do Meu Coração

21 Teme 8 - Vista do alto


Notas iniciais
DiAngelo: Alô alô Brasil! Voltamos com mais um cap de NMD! Uhhhhuuuuuuu *dá umas pirueta a la Sasuke* e hoje quem narra é o moreno diabólico delicinha! :3 Eta, q hoje ele chega chegando e é pra zuerar com o loiro seduça! *rolando enlouquecidamente* Sério galera, hoje é só zuera mesmo, o q particularmente adoro! A galera q queria a volta do diabo tá aí, seus lindos. Ah, antes q eu me esqueça, a leitora linda "Demi Mikaelson" favoritou a fic, então esse cap é oferecido a ela, por ter aparecido assim de fininho e conquistado nossos ♥! Espero que vc goste do capítulo de hoje, fofa! :* Nonna: SOOOOOOLTA NEGADA! O que temos para hj? Um pouco da forma de ver o mundo e da rotina noturna de Sasuke El Diablo Uchiha, ainda teremos "o papel" - BAM BAM!!! - O que será? E, claro, para todos os fins e meios, zuera para deixar todo mundo feliz na semana! Aê! Esse capítulo num tem tanto o que comentar, sinceramente, porque ele, por si só, já diz tudo. Espero que gostem e capítulo de hj vai dedicado para K Darkness, que apareceu esses dias por aqui, e fez uma pergunta sagaz e vai gerar uma coisa sagaz, mas isso é só para daqui a um milhão de anos, então esperem sentados ¬¬ e vão lendo o capítulo. Espero que goste, sua linda, desse capítulo que é o prelúdio de .... Não vou dizer!!! MUAHAHAHAHAHAHAHAHA

Não sei quanto tempo faz que essa prática se tornou algo trivial para mim. Beber um copo gelado de água depois de uma atividade desgastante me dá mais prazer do que ver uma mulher se remexendo em frente a um cano de ferro que liga o teto ao chão. Quando ela se vira para rebolar, eu reviro meus olhos pela milionésima vez. Essa mulher vulgar, quase nua, apenas de meias e calcinha, me olha tentando captar algum sinal de que eu esteja excitado. A decepção em seu rosto é utilizada para tentar me comover ao seu intento, mas eu estou para além disso. Ninguém me domina.

Ela é um filhote de poodle clamando seriamente por atenção para receber a recompensa de seu mestre. Não suporto poodles: são histéricos, não tem um mínimo senso de grandeza, barulhentos, fáceis de manipular e de um humor inconstante. É o tipo de cachorro que uma mulher gostaria, mas eu, não, eu não suporto poodles.

Agora ela está engatinhando em minha direção, insinuando ser uma mulher sexy e provocante, capaz de fazer um homem pirar com o olhar. Fora o que seu agenciador me dissera. Claro que ele mentira. Ter Uchiha Sasuke como cliente deve ser o sonho de todo cafetão e de toda cafetina, mas, infelizmente, eu não vou realizar o sonho de Sir. Pi, como ele se chama.

Desabotoo o meu paletó, estico minhas pernas para frente e apoio meu rosto em meu braço que até aquele momento pendia sobre o braço da enorme poltrona em que eu estava sentado a quase trinta minutos. Um brilho surge nos olhos dela, mas logo desaparece quando olho as horas em meu relógio e encaro-a com aquela típica insatisfação de caça talentos. Ela quer me tocar, mas retrocede com o meu olhar de tédio. Essa é a palavra: tedioso. Mas como ela é um cão em processo de adestramento, eu preciso dar-lhe a recompensa de seus esforços.

Desde meus cinco anos que crio cachorros e acostumei-os a me reconhecer como seu líder apenas com a minha autoridade presencial, a fazer o que eu quisesse com apenas um olhar, num nível de entendimento que eu não sabia ser possível e aos meus dez anos eu compreendi a minha condição de dominador, de espécie superior.

Eu sabia que eu nascera para controlar, para fazer as coisas orbitarem ao meu redor, como um sol em um sistema solar. Não é o tipo de sina que eu me orgulhei a vida inteira, mas era o tipo de sina que eu sabia que não poderia fugir, então aceitei. Comecei com animais, depois sobrepus nos negócios e então nas pessoas. Observar, estudar seus trejeitos, analisar suas ambições e dá-lhes o que querem, para que assim constatem que sem mim, elas nada mais terão, que eu sou a luz que iluminará seus caminhos.

Horrível, eu sei. Tem gente que nasce para ser professor, outros, escritores, ainda há aqueles que nascem para ser mãe ou serem sozinhos. Eu nasci para fazer a Terra girar.

— Deal with it. – murmurei para mim mesmo. Fitei-a. Fazia movimentos de felação com as pernas abertas no chão. Bufei como um cavalo cansado e devagar, metendo um dedo de cada vez, captando seus olhos, fui desfazendo o nó da minha gravata.

Ela me encarou, quieta e contemplativa. É o cão que observa os movimentos de seu mestre, a espera do petisco. Não preciso penetrar nem masturbar ninguém para fazê-la chegar ao êxtase, cheguei a um nível em que não preciso tocá-la sequer. Isso, de certa forma, me irrita, pois sempre acabo com uma insatisfação profunda. Dou prazer carnal aos outros e acabo ficando sem, de modo que tenho que buscar outros meios de me divertir durante o ato sexual. Vê-los aflorando sua imaginação enquanto ajo é o meu retorno, é o que me faz continuar a torturá-los, como um oleiro moldando o barro.

Deixo o tecido da gravata escorrer por meu corpo como eu faria ao retirar a última peça do corpo daquela mulher. A peça vai ao chão, juntamente com os olhos dela e numa reação automática, nesse jogo que teria graça se eu fosse um adolescente qualquer, ela retira sua calcinha e a joga perto da minha gravata. Sorri como se estivesse pá a pá comigo.

A mulher volta a me fitar, ansiosa pelo próximo ato. Encaro-a arqueando uma sobrancelha, sem mudar a minha posição. Ela gira as pernas, senta-se como se fosse parir um menino e começa acariciar seu clitóris. Reviro meus olhos e mudo a minha posição.

Endireito a minha coluna e toco a gola da minha camisa. A expectativa de sucesso aumenta e ela força dois dedos dentro de si. Um a um, os botões da minha camisa vão se abrindo sem revelar absolutamente nada. Noto-a com uma pressa típica daqueles que caem em minha armadilha: é a cauda que balança apressadamente com a iminência do petisco. Quando o último botão é solto, afasto o tecido fino da seda alva e deixo que ela contemple o meu peito enquanto é tomada pelo êxtase do orgasmo.

Ela se estira no chão, em espasmos incontroláveis, gemendo alto “Sr. Uchiha” “Sr. Uchiha” “Sr. Uchiha” numa tentativa vã de que eu vá até ela e a estimule mais. Não preciso tocá-la nem ouvir meu nome para isso. Basta apenas meu olhar e um gesto.

— Para que a pressa? – pergunto a mulher cavalgando em seus próprios dedos. E agora, entrego o petisco para o poodle que não aguenta mais esperar: lambo lentamente meu dedo anelar de modo horizontal, trafegando minha língua pelo imaginário daquela vulgar prostituta.

Dou um beijo na ponta de meu dedo e reviro meus olhos pela última vez naquela noite com o grito exagerado que ela dera ao gozar pela segunda vez. Então, o cachorro histérico se acalma, satisfeito com o petisco. A porta se abre e por ela passa o Sr. Pi, com uma cara incoerente de sucesso em obter mais um cliente. Pego minha gravata sem tocar na peça íntima da mulher e me levanto. Seu rosto de derrota me faz sorrir de lado.

— Então…? – ele indaga temerosamente.

Abotoo minha camisa e refaço o nó da gravata sem ajuda de um espelho, tão automático quanto o ato de respirar. Ponho minhas mãos nos bolsos e deixo com que a impecabilidade da minha aparência responda a sua angústia financeira. Nada. Nem um leve corar, nem uma roupa amassada, nem um vinco no paletó, nem uma gota de suor ou uma mudança leve na respiração. A mulher falhara, Sr. Pi falhara e eu saí do hotel sem pagar pelos serviços.

Esse era o acordo. Se eu me satisfizesse, eu pagaria o dobro pelo serviço, mas se eu me sentisse tomado pelo tédio, então eu não daria nada. No hall de saída, ainda tomei um champanhe, uma cortesia do hotel e um pedido de desculpas por qualquer serviço mal feito que minha cara deixava transparecer, e fui para o meu carro.

Saí do estacionamento e segui pelas ruas de Nova York.

— Que perda de tempo. – fitei o relógio. 00h32min. Maiko já dormia profundamente, então eu não tinha pressa para retornar para o apartamento. Dirigi até chegar a uma rua deserta, coisa incomum nessa grande cidade que nunca dorme. — Eu preciso espairecer.

Estacionei o carro num beco cheirando a esgoto e fui para o banco de trás. Troquei habilmente de roupa, deixando meu terno Armani cinza fosco escuro e meus sapatos Oxford por um jeans preto, um camisão moletom com capuz e tênis. Voltei para o banco do motorista e dirigi até um dos arranha-céus. Deixei o carro no estacionamento subterrâneo, um carro comercial qualquer que eu alugara para a “ocasião” e organizei minhas roupas na bolsa preta de academia que eu escondi no espaço traseiro que havia embaixo do banco do carona.

Na bolsa, também deixei minha “carteira Sasuke” e peguei uma qualquer, aleatória dentre as tantas que eu levava naquela bolsa. Saí do carro, liguei o alarme e fui observando qual era a da vez. 134 dólares e 80 centavos, uma xérox da identidade autenticada em cartório e a cópia autorizada em tribuna da minha carteira de motorista. Dois tickets para descontos no McDonalds e uma lâmina de gilete para eventualidades.

— Hoje eu sou turista. – comentei por alto. Caminhei para os elevadores e apertei o botão do último andar. Observei os bolsos do moletom: uma carteira com três cigarros e um isqueiro convencional da Bic. Levei cerca de cinco minutos para chegar ao meu destino, dado o entra e saí de pessoas. Que bom que ninguém deu chilique ainda.

No último andar, usei as escadas de emergência para chegar ao telhado do prédio. Eu estava a 115 andares acima do chão quando finalmente os ventos frios da noite sopraram os meus cabelos. Caminhei pelo terraço, investigando o ambiente e então tive a certeza de que estava só com a noite e os outros prédios altos da cidade.

Aproximei-me das arestas do enorme quadro que era aquela parte. Retirei meus tênis, eu estava sem meias, subi facilmente e sentei-me na beirada, observando os dois rios luminosos seguirem seus cursos opostos: o vermelho e o branco, quase dourado. Peguei um cigarro, acendi-o e movi meus olhos para os outros prédios, dormindo enquanto a cidade fervilhava de carros e pessoas. Em Nova York, o mundo não para.

— Enfim, sós. – murmurei, me deliciando com a nicotina queimando os meus pulmões, para depois sair numa lufada lenta pelas minhas narinas.

A noite se estendia imperiosa acima de toda aquela luminosidade, senhora do mundo, pois mesmo que o sol a dissipasse a cada amanhecer, ela ainda estava lá, depois da nossa atmosfera, num eterno abraço negro. Sorri, fechando meus olhos. Há 115 andares do chão, tudo estava encaixado na harmonia silenciosa da escuridão.

Mais um ciclo se encerrara. O dia fora perfeito, até o tédio da tentativa trágica de uma mulher me seduzir estava nessa perfeição. Pela manhã, Maiko e eu, sozinhos, fomos para uma praia e ficamos até a tarde nos divertindo, gravando vídeos e caçando conchinhas, como fazíamos quando ela era um adorável bebê.

Bati uma mão no bolso da frente da minha calça e senti o celular ali. Retirei-o e revi um dos vídeos de acrobacias na areia que fizéramos. Amanhã enviarei um desses a Itachi.

Depois do jantar de sorvete, deixei-a no apartamento, exausta e feliz, e fui para uma das reuniões-jantares que a gerência da Rebú nova-iorquina preparou para receber o “patrão”, onde a bajulação correu solta, incitando o mais profundo do meu mau humor. No fim das contas, saí de lá com uma lista de futuros funcionários demitidos e um edital para selecionar novos para os cargos. Então cheguei à situação da mulher que não me serviu nem para diminuir o meu mau humor, menos ainda o meu estresse.

Suspirei, soltando a fumaça devagar. Faz mais ou menos duas semanas que estou por aqui e já me peguei pensando em como estão às coisas lá em Konoha. Essa minha mania boba de me preocupar com quem já é crescido.

Fitei meu relógio. 01h16min. Sorri de lado.

— Uma hora dessas Hinata está recebendo timidamente o corpo de Shikamaru em si. Itachi e Shisui devem estar conversando ainda, sobre o futuro e o passado. Várias pessoas devem estar dormindo. Meus cães estão patrulhando os arredores da mansão. – dei um trago – A vida continua do jeito que achar certa.

Suspirei e senti meu celular vibrar. Fitei-o. Um número que eu nunca tinha visto antes. Tocou quatro vezes e parou. Quem quer que quisesse conversar comigo, desistiu muito rápido. Deve ser engano. Isso sempre acontece.

Então ele tocou de novo quando eu comecei a caminhar pela beirada do prédio, assistindo as luzes lá em baixo se moverem como se formigas carregassem estrelas nas costas.

— Alô? – atendi, usando os fones.

— Sasuke? - aquela voz me era conhecida, apesar de estar um pouco, como dizer, tímida.

— Quem é? – falei um pouco firme, tirando o cigarro da boca com dois dedos. Se fosse quem eu estou pensando ser, quem foi que deu meu contato a ele? Não demorou muito para uma sugestão de alguém aparecer na minha mente.

Itachi.

— Uzumaki Naruto...— ele falou com um estranho tom de receio na voz.

— Imaginei que era você. – comentei, sentindo o vento frio. Abri o zíper do moletom e deixei que o vento entrasse pelas minhas roupas e esfriassem cada músculo do meu corpo. – Como conseguiu meu número? – indaguei, vendo que o cigarro se apagara.

— Itachi me deu... - pelo tom da sua voz, talvez eu pudesse até estar enganado, senti que Naruto estivera deitado todo esse tempo na cama esperando o momento certo para ligar para mim. Eu dei um riso único, sabe, daqueles que você solta o ar com força pelo nariz. Que comportamento mais adolescente.

— E por que ele te daria o meu número?

Silêncio. Fitei o meu cigarro com a ponta apagada, joguei o objeto lá de cima e busquei outro no bolso do moletom. Acendi-o, protegendo a chama do vento, com o isqueiro e soltei o trago longamente, aproveitando a nicotina. Parece que Naruto desmaiou, porque eu só escuto sua respiração temerosa do outro lado.

— Morreu, little bitch? – ouvi-o rir.

Sorri e parei de caminhar quando me deparei com um cano de ferro. Recostei-me nele, cruzando uma perna, deixando o pé dessa perna pendendo no vazio, sentindo a gravidade tentadora querer me puxar para a imensidão. Eu fiquei encarando ora o horizonte, ora a cidade circulando, as ruas pareciam as veias e as artérias de um grande corpo, as luzes eram o sangue e eu devia ser uma bactéria.

— Não. Estou aqui ainda. Itachi me deu o número porque ele acha que devemos conversar. — sua voz estava suave, talvez por causa da hora, talvez por estar conversando comigo.

— Então quer conversar comigo? – perguntei sorrindo, porém sem transparecer pela voz.

— Talvez.

Uma vontade intensa de masturbar Naruto se apossou do meu espírito, vê-lo se contorcer em minhas mãos e gemer eroticamente o meu nome. Arrepiei-me por causa desse pensamento delicioso. Calma Sasuke, calma homem.

— Aproveita que não é todo mundo que consegue meu contato. – comentei com certo deboche, só para implicar com ele – Fala aí, little bitch, o que você quer? – acho que eu vou brincar um pouco com a minha soulmate.

— Onde você está? — ele perguntou, depois que ouviu um vento forte passar por mim, pelo menos eu acho que foi isso que o motivou — Tem barulho de vento forte.

— Estou a 115 andares acima do chão. – falei indiferente – Vendo Nova York da melhor forma que se possa existir... Do parapeito do terraço, bem na beirada, com um pé praticamente flutuando na imensidão do mundo.

— Caralho! Você é maluco ou o quê? Ficar numa altura dessas e ainda mais desse jeito! Não tem medo de cair?!

— E por que eu deveria?

— Você é pai! Tem que pensar em Maiko!

— Não vou morrer, não hoje e nem desse jeito. – transpassei o poste, fui pé ante pé pela “passarela” de concreto frio, dando a volta, no sentido de retornar para onde eu deixara os meus tênis – Eu ainda tenho muita coisa para fazer antes que a minha sina se complete.

— Sei...

Ele suspirou longamente.

— Está na cama? – perguntei e ele dissera que sim. Sorri mais. Vou brincar com ele – Estava se masturbando para estar acordado uma hora dessas?

— E se eu estivesse?! É da sua conta? — respondeu de forma mal criada.

— Então estava! – brinquei – Aposto que estava pensando em alguém. Você não me parece ser a pessoa que vê filme pornô para bater uma punheta.

— Eu não preciso disso! — ele assumiu um tom envergonhado — Se eu quiser sexo, é só eu arrumar uma pessoa que eu consigo!

— Então você já foi para cama com alguém. – dei um trago – Você é dos que dá ou dos que recebe? – silêncio, só sua respiração desregulada. Talvez eu tivesse acertado, talvez ele tivesse muito furioso ao ponto de querer quebrar o aparelho, talvez ele estivesse realmente tocando uma e resolveu ligar para mim só para me sacanear.

Posso esperar tudo e nada desse idiota loiro.

Ele continuava quieto. Suspirei, impaciente e desliguei o aparelho. Terminei a minha lenta volta e me sentei no parapeito para calçar meus tênis. Meu telefone tocou de novo. Fitei o aparelho. Duas chamadas ao mesmo tempo. Atendi a do gerente e depois de mandar ele para a puta que pariu eu atendi a outra. E adivinha quem é?

— Por que desligou na minha cara? — ele falou histericamente.

— Eu pensei que você tinha morrido. – falei, arrumando minhas roupas e indo para a porta do terraço, era hora de ir para casa — Não me respondeu, então desliguei.

— Se não respondi era porque não quis. Não tenho obrigação nenhuma de responder sua falta de educação. — respondeu irritado.

Parei na escada para o elevador e fitei o telefone. A sorte desse cara é que eu estou a um oceano de distância. Esse Naruto. Pegou-me num péssimo dia.

— Escuta aqui seu moleque! – falei, enquanto entrava no elevador — Não me venha falar de educação quando você liga para as pessoas de madrugada! E se eu estivesse dormindo? E se eu estivesse transando? Você poderia ter dito simplesmente “Não é da sua conta!” — eu estava levemente alterado. Caminhar a 115 andares do chão me fez relaxar, mas não tanto. — Foi você que me deixou no vácuo, que para começo de história, foi você que quis conversa.

— Desculpa, mas me mandaram ligar nesse horário. E pare de ser tão intruso. Você não pode fazer esse tipo de pergunta e esperar uma resposta! — ele falou, nervoso.

— Claro que posso. — eu ri quando a porta se abriu e eu fui para o saguão — Qual é o problema? Por algum acaso você é uma freira? Ou uma virgem de mangá? Ou tem 15 anos? — abri a porta e fui para o estacionamento — Se me perguntassem eu responderia numa boa.

— Não sou nada disso. — ele se ofendeu. — Vamos Sasuke, me ajude. Faz tempo que tento ser bonzinho com você, mas você nunca colabora. Sempre é mal comigo.

Arfei, abrindo a porta do carro, rindo um pouco.

— Escuta little bitch, a última vez que fui maldoso com você, um caminhão e um carro me atropelaram. – contei, ligando o carro e me preparando para sair — Agora… Se você quer eu fale com você como Itachi fala com Shisui, ou como Shikamaru fala com Hinata… — eu gargalhei teatralmente quando entrei no trânsito — Você só pode estar de sacanagem!

— Claro que não. Você só fala direito com sua filha, todo mundo sabe disso! Mas enfim… O que foi que aconteceu para você ‘tá nesse mal humor tão grande?

Eu só ria. Cara, esse garoto deve ter bebido. Essa conversa está muito escrota.

— Não estou de mal humor. — falei com a voz baixa, pois a crise de riso passara — Estou tendo um dia perfeito. — fitei o relógio — Que se encerrou dois minutos atrás.

— E por que perfeito? — ele parecia curioso.

— Se me disser se você dá ou recebe, eu te conto meu dia. – falei, abrindo um sorriso grande de sádico. Ah, se Itachi pudesse me ver agora.

Notas finais
DiAngelo: Eita como a gente é má, Nonna, o cap acabou logo agora... *risada maquiavélica* Eu quero ver neguinho arrancando os cabelos e querendo se jogar da ponte de tanta curiosidade! kkkkkkkkkkk Mas fala aí galerinha, gostaram do Sasuke El Diablo zuero? Eu gostei, mas quero saber as reações de vcs, então deixem reviews, queridinhos. E tamo de olho nos fantasmas, tem variados ainda... Até mais, nos vemos no fds! :* Nonna: Eu? Má? Jamais! Eu só gosto de ver cérebro explodirem, só isso. Eu, má? Que ideia mais coisada ¬¬... SIM, EU SOU DO MAL!!! DO MAAAALLL!!! Enfim, surtos a parte, que conversa mais escrota foi essa? Eu tenho certeza que não era essa a intenção de Naruto, mas o Incubus é o Incubus, concorda comigo? Apois... E para quem estava esperando Mr. Catra *aquela carinha* huum-huumm, digo mais nada, deixo essa no ar *puff*. Té, negada *aquela carinha*