Cores do Meu Coração

9 Teme 4 - Preto no branco


Notas iniciais
DiAngelo: Iaí, como cs estão sas peste? Sentiram nossa falta? Se sim, relaxem, que o diabo vai dar as caras com toda sua simpatia... Sei, pense numa simpatia! Uma palavra para definir esse capitulo: revelador! Cs vão entender a filosofia de vida do capeta e olha, vou te contar, o cara é f0d4. Dono de seu nariz mesmo, hein! Sim, corram logo para saber da treta que rolou quando Iruka tocou Sasuke e Maiko. Queria muito ver a cara de vcs quando descobrirem a zuera! *aquela carinha* Mas de boa, espero que vcs me contem tudo nos reviews... Nonna: Soooooooolta Negada, tornei da minha viagem para explodir o cérebro de vocês!!! Pq eu sei que vcs amam quando eu faço isso - sqn - To chateada com uma coisa. Sério, agora momento desabafo: to chateada, e to msm. Por que? Porque ninguém respondeu uma pergunta que vem se arrastando desde o primeiro cap, eu acho. - to ouvindo vcs rindo aê - Quem faz quem? Alguém sabe? Pq num sei se vcs notaram, pq eu notei, essa fic é diferente daquelas que tem os tals de POV - que eu não sei o que é isso, desculpem a minha burrice - dá pra perceber claramente que são duas pessoas diferentes escrevendo, não? Num sei... enfim, desabafei. Apois, último capítulo foi o galego do Naruto que teve seu momento com Iruka, nada mais justo nós chegarmos logo de cara, assim PÁ NA CARA DE VCS, um encontro maroto do Sasuke - vulgo diabo - com Iruka. Tenho ou não tenho razão, negada? Pode falar que eu tenho. Então só digo uma coisa: VAMO QUE VAMO.

Não seria estranho encontrar pessoas que eu não espero quando saio para correr bem cedo pela manhã. Na minha rotina diária, faço treinos antes de ir para o trabalho, ou depois dele, algo envolvendo defesa pessoal, kick boxing, capoeira e academia. Depois de várias coisas que me aconteceram durante meus primeiros anos como funcionário da Rebú, antes de meu pai deixar todo o abacaxi para eu descascar, tive que aprender a me defender. Eu só sabia kendô, que meu pai ensinara a mim e a Itachi por ser uma tradição da nossa família tipicamente japonesa, ou seja, qualquer vara na minha mão vira espada. Mas isso nunca foi suficiente.

Então aderi ao meu estilo de vida essas práticas. Hoje, particularmente, é o meu dia de treinar capoeira, que me ajuda na velocidade, na flexibilidade e na calma, afinal, para quem não sabe, capoeira é uma luta que valoriza a música e o jogo. Sinceramente, me divirto muito com o meu mestre capoeirista.

Não sei o nome dele, por aqui, em Konoha, ele é apenas conhecido como Mestre Zé. O local onde ele ensina fica do outro lado da cidade, um pouco longe de onde moro, de modo que aproveito essa distância para correr.

Correndo e pensando no Mestre Zé, antes de eu me encontrar com a pessoa que motivou essa conversa, eu me recordei de alguém. Um amigo que tive nos meus primeiros anos de diretoria. Ele era cliente do banco, casado e tinha um filho que nunca conheci. Nossa amizade se intensificou quando eu comecei a capoeira com Mestre Zé, pois eu já praticava sozinho vendo vídeos pela internet. Aquele cara já era aluno do Mestre Zé e me ajudou bastante com os movimentos, ensinou-me tudo o que sei sobre o controle de temperamento explosivo. Foi ele também que me disse que quando estou extremamente furioso, meus olhos ganham um brilho sombrio de sangue.

Seu nome era Namikaze Minato. Foi a única pessoa que eu conheci que realmente se casara com sua soulmate. Não sei se sabem, mas o fato de outra pessoa ser sua alma gêmea não quer dizer que você é obrigado a viver com ela. As vezes um pai, uma irmã, um amigo podem ser sua alma gêmea e o sentimento nutrido entre eles não precisa ser necessariamente o amor ero.

— Here I am…. Rock you like a hurricane… — eu murmurava a música que tocava em meu celular, preso no meu braço direito por uma braçadeira porta-celular. — Yeah baby! Here I am! — essa música é muito boa — Rock you like a hurricane!

São incontáveis os exemplos do que eu mencionei. Mas infelizmente na minha família não me apareceu nenhum exemplo próximo. Quero dizer, não confirmado.

Meus pais não eram soulmates, casaram-se por conveniência. Eu cresci achando que era a soulmate de meu irmão e vice-versa, mas nunca foi verdadeiro. Era apenas o típico amor de irmãos. Soulmates ou não, Itachi e Shisui se amam e o resultado do “toque” não vai mudar nada entre eles. Mas com Minato, eu sentia que era diferente.

Eu conseguia ver em seus olhos, sempre que ele olhava para sua esposa, um brilho místico, uma luz inexplicável que eu só conseguia entender como sendo a completude do espírito.

Mesmo presenciando todas essas situações fantásticas desse nosso universo monocromático, pelas palavras de Iruka, eu não sinto o menor interesse de encontrar a minha soulmate. Aliás, nem sei se existe alguém que possa ser minha alma gêmea. Há uma explicação para isso: só eu me suporto. Maiko me aguenta porque ela é criança, mas quando crescer, entenderá que o pai é insuportavelmente pedante e de um gênio terrível que extrapola as convenções sociais. Minato dizia que num mundo sempre há o outro lado da moeda, e eu respondia apenas:

— Toda panela tem seu testo, isso é verdade. — murmurei enquanto corria e me recordava dele — Mas tem gente que nasce frigideira…

Essa que é a verdade. Eu sou uma frigideira fria e de aço duro.

— Tem certeza disso? — e chegamos ao momento em que eu me surpreendo por encontrar essa pessoa inesperada, contra todas as probabilidades.

Quero dizer, quais são as chances de no domingo de manhã, duas semanas depois de me encontrar casualmente com o Gurú mais aclamado do universo, eu me encontrar novamente com ele, durante uma corrida por uma rua praticamente deserta, com ele também correndo, em suas curiosas roupas de moletom brancas folgadas e seus tênis cinzas, contrastando com as minhas vestes pretas do capuz ao tênis, porém “justas” ao meu corpo. Fitei-o e diminuí o ritmo ao perceber seu semblante de esforço em me acompanhar. Estou começando a achar que esse tal “destino” existe de verdade e está querendo mexer com o Uchiha errado.

— Tenho. — falei secamente — Por que perguntou isso?

— É que as vezes… — ele arfou e então começamos a caminhar. Não tem como eu correr ao lado de um senhor de quase 60 anos sem um aparente mínimo preparo físico para isso — Obrigado! — ele comentou apoiando uma mão em meu ombro e tomando fôlego — Como eu dizia… As vezes nos surpreendemos com nossas próprias certezas. As vezes, são dúvidas que insistimos em não pensar… — nos fitamos e eu sorri.

— Você fala cada coisa… — ofereci um pouco de água a ele.

— Consegue imaginar por que eu gosto tanto do branco?

Uma brisa fria da manhã, vinda do mar que estava a poucos quilômetros de onde estávamos, esfriou nossos corpos suados. Eu vi Iruka sorrir relaxado com o vento percorrendo seu corpo. Ele bebeu da água e me devolveu a minha garrafa, agradeceu com uma reverência típica dos monges e eu o respondi da mesma forma. Sou japonês, no fim das contas, o que justifica meu cabelo escuro e a pouca pigmentação em minha pele.

— Porque dizem ser a cor que concentra todas as outras nela mesma. — Iruka arregalou os olhos e eu virei o rosto, por causa do vento que fazia minha franja cobrir meus olhos — Diziam que ao se colocar todas as cores do arco-íris num disco e girá-lo em certa velocidade, você terá o branco. É a cor que harmoniza todas as outras, é a cor que tem em si todos os sentimentos. — pus uma mão no rosto e empurrei meus cabelos para trás, segurando minha franja — Dizem que o amor é vermelho, mas eu gosto de pensar nele como sendo branco.

— Nossa… — ele murmurou claramente surpreso.

— Que foi?

— Não sabia que alguém a quem todos chamam de babaca podia ter uma perspectiva tão bela da cor que eu mais gosto. — Iruka fitou o fim da rua e sorriu — Então você escuta mesmo o que eu digo. Estou impressionado.

Apenas assenti e nós começamos a descer um declive sutil. Entende o motivo da minha surpresa inicial? Não estou dizendo que não gosto da companhia desse homem, mas por quais razões do universo, Umino Iruka viria conversar comigo?

— Não sou um homem de sentimentos… — murmurei alto demais aquilo que deveria ter sido só um pensamento.

— Você pode se surpreender consigo mesmo. — sua voz ganhou ares tão místicos quanto quando ele falou a todos no festival. Fitei-o. Havia um brilho diferente em seu olhar, o mesmo brilho que eu vira quando ele segurara a mão de Maiko. — Você é completamente o meu oposto.

— Você é um puta Gurú. Adivinhou isso de primeira? — falei ironicamente. Realmente. Ele de branco e eu de preto. É meio, só meio, óbvio.

Iruka riu sem se importar com o tom com que eu dissera aquilo.

— Você incorporou o preto, como eu incorporei o branco.

Meneei a cabeça.

— Por algum acaso está tentando me dizer alguma coisa mística por causa do problema que tive com o Uzumaki? — fitei-o e eu vi um sutil tremor em seu corpo. Parece que quem está adivinhando as coisas aqui sou eu. — Ou está me manipulando para eu chegar a alguma conclusão que vai me fazer mudar de vida?

Ele moveu os lábios para dizer algo, mas não disse. Virei meu rosto e apressei meus passos, sem me importar com Iruka. Sério que ele está tentando fazer isso comigo? Sacanagem, eu não sou o tipo de cara para esse tipo de coisa. Iruka parou a caminhada e pigarreou. Parei de andar e virei de costas, com as mãos na cintura.

— Está fugindo do inevitável! — ele disse alto por está longe.

— Eu só estou indo para a minha aula de capoeira! — falei apontando para a rua — E daí se eu evito os conflitos ou os enfrento de maneira calma? Não é o que dizem todos os psicólogos? — esfreguei meus cabelos — Afinal do que diabos você está falando?!

Ele voltou a caminhar, sorrindo.

— Acha que nos encontramos por mera coincidência?

— Não. — arqueei uma sobrancelha — Quando nos encontramos há duas semanas, você me tocou e provavelmente viu alguma coisa sobre o meu futuro. Também deve ter descoberto de Maiko.

Iruka ficou parado e tomou as minhas mãos.

— Então é verdade? Sua pequena…

— Sim. — eu baixei meu olhar e soltei suas mãos — Não sei como, mas eu sou soulmate de Maiko, porém ela não é a minha soulmate.

— O primeiro amor de uma filha sempre é seu pai. — eu devo ter corado de leve, porque senti minhas bochechas esquentarem um pouco — Não é curioso? — fitei-o — Até nisso o preto foi incorporado em sua vida. O preto é a ausência de todas as cores, mesmo que nele consigamos vê-las refletidas. Você diz não ser um homem de sentimentos, como o preto não é uma frequência de cores, mas… Você ama, não ama?

— Meu irmão e Maiko. — confessei.

— Viu só! Há um pouco de branco dentro de você! — ele comemorou. — Não acha que sua falta de interesse em encontrar…

Ergui uma mão o interrompendo e sorri. Ele é um bom Gurú, talvez o mais incrível que eu já tenha conhecido, mas hoje seus poderes e suas palavras não estão conseguindo me atingir. Iruka me olhou com um pouco de confusão.

— Diz logo. — cruzei meus braços.

— O quê?

— Que vou encontrar minha soulmate em breve.

— Sua percepção é assombrosa, Uchiha Sasuke. — ele suspirou longamente e caminhou até uma árvore, sentando-se embaixo dela — Até agora, você tem adivinhado todas as minhas intenções, senhor Uchiha, todas as minhas conclusões, mas qual é a sua intenção?

— Você sabe. — sorri de lado com desdém — Se não soubesse, não seria um Gurú.

Ele gargalhou alto.

— Tem razão. — ele me fitou com sua costumeira amabilidade — Seu único desejo é ajudar seus parentes a serem felizes.

— Exactly, sir. — forcei meu sotaque inglês muito pobre.

— Então não tenho muito o que fazer por você, no fim das contas. — ele continuou sentado, aproveitando a brisa e a sombra da árvore, apesar de estar nublado. — Só lhe dizer que tenha paciência que as coisas com o seu irmão andarão no tempo certo, mas isso você já sabia.

— Seus poderes são incríveis Iruka. — não pude evitar meu tom de deboche — Realmente…

Movi-me para seguir meu caminho, mas uma dúvida me ocorreu.

— Escuta… — fui até ele e me coloquei de cócoras — Por que eu tenho a sensação que a vontade que eu vou ter ao encontrar a minha soulmate é de matá-la?

Iruka riu meneando a cabeça negativamente.

— Acho que é porque você não quer ter uma soulmate… Ou como você mesmo disse, é porque quer ser uma frigideira. — seu sorriso me dizia que ele sabia de algo que eu ainda não adivinhara o que era — Talvez seu mundo negro precise de um pouco de luz.

— E se eu não quiser essa “luz”? — baixei um joelho e me apoiei melhor. — Quero dizer, esses tais deuses de quem você tanto fala, esses caras que dividiram nossas almas e nos fizeram ver em preto e branco, eles vão me obrigar a ver em cores?

Uma sombra estranha cobriu parcialmente o rosto de Iruka. Eu não soube dizer se era a folhagem da árvore, as nuvens no céu ou a minha pergunta que provocara aquela reação. Eu sei que isso vai soar desagradável aos seus ouvidos, mas eu não sinto a mínima necessidade de encontrar o pedaço que falta a minha alma. Sinto-me bem na incompletude do meu ser.

O senhor agarrou o meu braço e praticamente arrancou fora a luva da minha mão esquerda, apertando-a entre as suas de tal forma que eu não pude me soltar. Uma onda poderosa de choque percorreu todo o meu corpo, pior do que aquela do restaurante, e como se nossas mãos tivessem explodido, nos soltamos. Eu dei uma cambalhota para trás, empurrei meu corpo com a outra mão e fiquei de pé no asfalto. Toda a minha mão esquerda ficara dormente.

— O que deu em você?! — gritei furioso. Sacudi meu braço, preocupado se ela ficaria assim por muito tempo, e aos poucos eu pude mexer meus dedos — Isso dói, Iruka!

Ele fitou as próprias mãos. Saía uma fumaça opaca, meio cinza, que logo se dissipou, de suas palmas e seu rosto parecia quase desesperado. Iruka se levantou apressadamente e veio até mim. Eu desviei de seus braços habilmente, busquei minha luva no chão, coloquei-a e corri para o outro lado da rua.

— Você… — ele arfou — Foi eliminando cada uma das cores de sua vida… Tornou-se negro por dentro e por fora… — suas mãos tremiam e seus olhos estavam “esbugalhados” — Sua alma é tão negra quanto um céu sem lua e sem estrelas. Imergida em mistérios como a mais profunda caverna, cuja luz do sol jamais alcançará o interior. E você não sente nada… Tudo é harmônico em sua negatividade e em seu coração.

— Mas é claro que é! — gritei — Diferente de todas as outras pessoas que te procuram, eu! — apontei para o meu peito — Eu estou de acordo com a minha condição! O mundo monocromático não é um problema para mim! Eu não preciso mudar! Problema são duas pessoas não poderem se amar por uma questão social idiota!!! — eu gritava andando de um lado para o outro — Problema é um desconhecido tornar-se órfão porque alguém não teve coragem de enfrentar a vida e procurar um emprego!!! Problema é pagar uma conta que não tem nada haver consigo!!! Problema é viver uma vida de tormento e sofrimento, molestada por um marido que não te ama!!! Problema é ser humilhado por uma mulher que a única coisa que vê em si é o seu dinheiro!!! Problema são milhares de pessoas alienadas que nunca estão satisfeitas e mesmo que encontrem suas alma gêmeas, continuarão incompletas!!! Problema são pais fracos que não conseguem evitar que seus filhos se tornem batedores de carteiras, futuros bandidos!!! — respirei fundo e baixei meu tom de voz — Problema é a fome, é a miséria, é a hipocrisia, é a solidão, é o arrependimento, é a insensatez… — fitei-o — O problema é você achar que só porque viu o que está na minha mente, uma soulmate vai resolver… É muita ingenuidade de sua parte.

Ele silenciou por um momento. Olhava para o asfalto, como se buscasse as peças perdidas de um quebra-cabeça horrível. Suspirei e ajustei a alça da mochila que eu carregava nos ombros, ela estava escorregando por causa dos meus movimentos.

— Se fosse outra pessoa… — ele suspirou — Diria que tinha desistido do amor, mas… — Iruka sorriu daquela forma encantadora que ele sempre faz — Tudo o que você já fez em vida, foi por amar intensamente. — assenti — Deixe-me lhe dizer algo...

Ele fitou o alto.

— Só vemos as cores quando encontramos nossas soulmates, isso quando realmente queremos, porque o amor em toda a sua brancura tem um pouco do negro mistério da vida. E você é uma das poucas pessoas que se propõem a entender o que o nosso mundo tem a nos dizer em sua monocromia. Isso só me leva a crer que os deuses me disseram tanto sobre você apenas para que eu chegasse a conclusão de que na verdade… — ele deu de ombros — Você será a solução na vida de alguém ao invés de ter seus problemas resolvidos.

Eu desatinei a rir consideravelmente, meneando a cabeça negativamente.

— Eu vou mexer, no bom sentido, na vida da minha soulmate? — arqueei uma sobrancelha.

— Você fez isso a vida inteira, Sasuke, pois os altruístas o fazem sem pensar e até pelos meios ditos errados. — Iruka se virou e fitou o lado do alto da ladeira, por onde havíamos vindo — No fim das contas, foi você que me revelou as coisas.

— Isso faz jus ao meu título de babaca. — brinquei.

Iruka subiu a ladeira com algum cansaço, me provocando risos contidos. Respirei fundo e olhei o fim da rua, que estava bem longe. Conversar com Iruka fez eu me sentir mais leve. Talvez fosse essa a intenção dele desde o começo. Se foi, ele conseguiu e só agora eu percebi, se não foi, bom, veio a calhar a conversar.

— Sasuke! — ele gritou do alto da ladeira. Subi lentamente meu olhar e suspirei sorrindo.

— Que foi?! — eu tive que alterar minha voz de novo.

— Tem certeza que você não quer uma soulmate?!

Desatinei a rir de novo, dei as costas para ele e segui meu caminho, iniciando uma carreira e retomando o meu pique.

— Tenho. — foi tudo o que disse antes de, com toda certeza, sumir da vista de Iruka.

Não é que eu não queira conversar com ele, ou algo assim, é só que nada disso me interessa. Quando vi Iruka, imaginei que ele quisesse conversar sobre Maiko e isso me importa muito, mas sobre mim? Sobre minha realidade amorosa? Não obrigado, eu dispenso esse tipo de diálogo. Já superei essa fase da minha vida na adolescência.

Outra certeza que eu tenho: se eu continuar indo aos treinos, não vai demorar muito para eu dominar a arte da capoeira. Simplesmente me apaixonei por capoeira, faz muito o meu estilo de ser de agir, minha forma corporal de me expressar. E música, então, sei lá, me faz entrar num transe, esquecer meus problemas, ficar no ritmo da luta. Deve ser por isso que estou correndo para chegar ao local de treino do Mestre Zé.

Notas finais
DiAngelo: Quem tá no chão levanta a mão! o/ COMENTEM se não quiserem descobrir como o diabo manja dos paranâue. E morram de ansiedade, porque o próximo capitulo promete. Resumindo em uma palavra: TRETA! Nonna: Só deixo uma dica marota e quem perder, perdeu MESMO. Depois de hoje, nunca mais vcs vão tomar uma sem se lembrar dessa fic, garanto. O próximo capítulo veio especial para uma das leitoras que ama treta, além da DiAngelo - sorry não dedica a vc, pq vc é autora fia *lixando as unhas* - Kagamine, sua tretosa do paranauês, o próximo é seu! kkkkkk