Notas iniciais
Então queridxs... eu vou super fingir que sou um daqueles gatos que fogem de casa e ficam desaparecidos por anos... depois voltam e agem como se nada tivesse acontecido... segue o baile!!! No capítulo anterior Sakura descobriu um "podre" do Sasuke e achou que ia conseguir usar isso contra ele... mas não rolou né culega... a vida tem dessas! Vejamos agora o que vem depois dessa!

27 de Maio – Sábado

Faltam 312 dias

Sasori Akasuna

O sol já estava alto no céu naquela manhã de sábado quando resolvi dar uma volta de moto por aí. Deveriam ser mais ou menos umas nove horas quando avistei uma pessoa correndo na estrada e ao perceber — pela cor do cabelo — que se tratava da Sakura, tratei de dar uma acelerada para alcançá-la

Sasori: Bom dia flor do dia! — falei quando já estava ao lado dela na estrada

Quando a nuvem de poeira abaixou e Sakura viu que era eu na moto, ela abriu um sorriso que quase me fez perder o fôlego. Eu não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo. Eu estava completamente atraído por essa garota! Essas semanas que tenho passado ajudando a irmã dos Uchiha na fazenda tem sido muito boas. Apesar da Sakura ter um jeito meio mimado e fútil às vezes, ela tem se mostrado cada vez mais ser uma garota do bem. Parece que quanto mais o tempo passa, mais ela deixa transparecer um lado meigo e doce dela que ninguém conhece. Sem contar no lado incrivelmente sedutor que ela também tem. Às vezes — não sei se é imaginação minha — parece que ela me encara com um olhar quente e cheio de malícia. Já foram algumas vezes que eu precisei desviar o olhar dela e me afastar um pouco, antes que eu acabasse perdendo o controle e prendendo ela na parede! Confesso que rezo todas as noites para que isso nunca aconteça

Sakura: Bom dia Sasori! — ela cumprimentou — O que você está fazendo por aí?!

Sasori: Estou dando uma volta de moto pra espairecer!

Sakura: Hum… certo! Mas você não deveria estar usando capacete?!

De fato, isso foi uma coisa que também achei estranho quando cheguei por essas bandas. Os motoqueiros não usam capacete pra circular dentro da cidade!

Sasori: Acho que o Detran não está muito preocupado se os condutores de Konoha estão cumprindo as leis!

Sakura: Mas você pode cair e ter um traumatismo ou sei lá…

Sasori: Hum… não… as estradas dessa cidade não permitem que a gente possa andar rápido o suficiente pra isso! Se eu cair… vou conseguir… no máximo… alguns ralados!

Sakura: KKKKK… então tá né! Se você diz!

Sasori: Mas e você… o que faz perambulando por aí nessa manhã de sábado?! Achei que você dormia até meio dia quando não precisava trabalhar!

Sakura: Hump… pois é… dois meses nessa maldita fazenda… acordando antes do sol nascer acabaram com a minha habilidade de dormir até tarde! — ela respondeu com uma virada de olho como se aquilo fosse algo ruim — Eu estou só correndo mesmo! Já que não tem nenhuma academia nesse fim de mundo… o jeito é gastar as calorias que eu tenho comido assim né!

Pela roupa de ginástica que ela estava usando, deu pra perceber que as calorias na verdade, só estavam fazendo bem pra ela. Era nítida a diferença entre aquela Sakura magrinha que fez uma montanha de feno cair em cima de mim há algumas semanas atrás, pra essa Sakura curvilínea e atraente de agora. Ela estava muito mais formosa agora, com uns quilinhos a mais, do que antes! E eu não era o único que havia reparado nisso não! Vários peões da fazenda já comentaram que a “patroinha” — como eles a chamavam — estava virando uma potranca! Eu tinha vontade de dar uma porrada quando alguém falava isso, mas precisava me controlar, fazer cara de paisagem e fingir que não tinha escutado nada.

Sasori: Hehehe… faz bem! Er… viu… você não quer… sei lá… dar uma volta?!

Sakura: Com você?! De moto?!

Sasori: É...

Sasori, seu imbecil! Por que você foi fazer uma pergunta besta dessas?! É óbvio que uma garota como a Sakura nunca vai subir nesse monte de ferro velho andante que você chama de moto!

Sakura: Hum… não sei… se você prometer que anda devagar…

O que é isso?! Ela vai mesmo topar?!

Sasori: Claro! — respondi animado — Claro que sim… ando com muito cuidado!

Sakura: Ah então… por que não?!

Eu juro que não estava acreditando. A Sakura estava mesmo na garupa da minha moto! Eu estava me sentindo como um moleque de quinze anos de tão entusiasmado. Não pude resistir ao ímpeto de acelerar a moto um pouquinho só pra que ela apertasse mais os braços em volta da minha cintura

Sakura: Aonde estamos indo?!

Sasori: Vou levar você em um lugar especial!

A verdade é que eu não fazia nem ideia de onde estava indo, só queria passar o tempo perto dela. Mas do nada me ocorreu uma ideia na cabeça. E eu me lembrei de um lugar que ela poderia gostar! Sem perder tempo, entrei com a moto em uma estradinha estreita ladeada por algumas árvores que pouco a pouco foram ficando mais abundantes

Sasori: Você agora vai ter que se segurar bem!

Sakura: Por que?!

Quando virei a direita e adentrei em uma trilha cheia de curvas, buracos e pedras ela entendeu porque! Continuamos de moto pela trilha por alguns minutos, até que chegou um certo ponto onde não teria mais como prosseguir

Sasori: Temos que ir a pé a partir de agora. — falei desligando a moto

Sem nenhuma objeção, Sakura desceu da moto e continuamos o caminho a pé, conversando banalidades vez ou outra. Em determinado momento, começamos a escutar um som do qual eu gosto muito

Sasori: Consegue ouvir?! — perguntei

Sakura: Queda d’água?!

Sasori: Uhum! Vem... estamos quase chegando!

Sem perdermos mais tempo, terminamos a trilha e chegamos em uma grandiosa cachoeira que deixou Sakura de boca aberta. Também pudera! Aquele lugar era tão bonito, mas tão bonito, que parecia surreal. A queda d’água era tão espessa e branca que parecia um gigantesco véu de noiva e terminava em um grande lago de águas cristalinas

Sakura: Sasori… esse lugar é incrível!

Como se estivesse hipnotizada, Sakura foi se aproximando lentamente da margem do lago. As águas eram tão claras e límpidas, que dava pra ver as pedras no fundo. Realmente aquela cachoeira era sem igual. Mesmo que já fosse quase inverno, não consegui resistir a vontade de tirar as botas, arregaçar as calças e molhar os pés. A água parecia um poço de gelo, mas eu não me importei!

Sakura: Você ficou maluco?! — a garota falou — Essa água não está congelando?!

Sasori: Não sei! Me diz você!

Sem sobreaviso, peguei um pouco de água nas mãos e joguei na rosada que se assustou com os respingos. Quando pensei que ela ia me xingar de tudo quanto era nome, eis que Sakura me surpreende entrando na água — de tênis e tudo — e começou a jogar água em mim também. Claro que a guerrinha de respingos terminou com nós dois sentados em uma pedra no sol, totalmente molhados, batendo queixo de frio

Sasori: Brrrrr… o-olha o que você f-fez sua sapeca! — resmunguei em tom de brincadeira — E-estamos molhados e congelando... p-por sua culpa!

Sakura: M-minha culpa?! — ela rebateu com os lábios roxos de frio — V-você que c-começou!

Sasori: M-mas você continuou! — retruquei e recebi uma revirada de olhos dela. Pelo jeito, esse era o gesto preferido da rosada! — Então… o que achou do lugar?!

Sakura: É maravilhoso! Como você descobriu isso aqui?!

Sasori: Essa cachoeira é bem conhecida por essas bandas. No verão… é o point preferido da galera!

Sakura: KKKKKKK…

Sasori: Ué… qual é a graça?!

Sakura: KKKKKK… o jeito como você falou… não parece alguém daqui desse fim de mundo! Aliás… eu reparei que você não fala “caipirês” como os outros peões! Por que?!

Caipirês?! Não pude deixar de dar uma risada com essa colocação dela. Então quer dizer que além de linda e tinhosa, Sakura Haruno também era uma reparadora?!

Sasori: Bem… digamos que eu falo o dialeto da minha cidade!

Sakura: Como assim?! Você não nasceu aqui em Konoha?!

Sasori: Não… eu me mudei há uns cinco anos! Sou natural de Itajaí… você deve conhecer… fica a noventa e quatro quilômetros da capital…

Sakura: Ah sim… conheço sim! Minha mãe teve um caso com um desembargador federal de Itajaí uma vez… aí o ex marido dela descobriu… fez um escândalo… foi uma dor de cabeça… mas ela conseguiu contornar! Enfim… deixa quieto! Mas me conta… o que você fazia por lá?! Itajaí não é uma cidade portuária!

Sasori: Isso… eu estava fazendo curso pra despachante aduaneiro… um primo do meu pai tinha conseguido uma ponta pra mim lá!

Sakura: Nossa… e por que você desistiu de uma carreira razoavelmente promissora em uma cidade grande… pra se enfiar nesse burado?!

Sasori: Er… bem… é uma longa história!

Sakura: Temos tempo não temos?!

Eu sabia que esse momento ia acabar chegando. Vou ter que contar um detalhe sobre mim que Sakura ainda não sabe e que eu estava postergando a todo custo. Confesso que no começo eu não contei porque não estava conseguindo encontrar uma brecha pra entrar no assunto. Não é o tipo de coisa que se chega numa pessoa e fala “Oi… bom dia… preciso te contar uma coisa!”. É um assunto delicado, que precisa de tempo e uma boa conversa. O problema é que quanto mais o tempo passava, menos eu criava coragem pra falar sobre. Mas agora o momento chegou! Vamos lá Sasori! É agora ou nunca!

Sasori: Então… Sakura… preciso te contar uma história…

Sakura: O que é aquilo?!

Olhei na direção em que Sakura apontava e percebi um bando de saguis se aproximando curiosos. Esses pequenos primatinhas são umas verdadeiras pragas, ainda mais agora que o inverno está se aproximando e os insetos e frutos ficam mais escassos na mata, esses pequeninos vão pra tudo que é lugar a procura de comida. Sempre que posso, deixo algumas frutas picadinhas no telhado lá de casa. É só uma questão de minutos pra um grupo desses peludos acabarem com tudo!

Sasori: São só saguis! Macaquinhos!

Sakura: Ai que bonitinhos! — ela exclamou maravilhada — Eu quero tirar uma foto! Será que eles mordem?!

Sasori: KKKKKKKKK… não… a menos que eles confundam você com uma banana madura e docinha!

Sem perder tempo, Sakura tirou o celular de uma pochete e se aproximou do bando devagar. Eu não sabia dizer quem estava mais curioso, se eram os macaquinhos ou a garota. Era até engraçado ver a empolgação dela com os bichinhos. Sakura tirava fotos de todos os ângulos possíveis, se aproximando pouco a pouco. Num impulso de coragem, ela subiu num galho de uma árvore velha pra conseguir uma fotografia melhor

Sasori: Er… Sakura… acho que isso não é uma boa ideia!

Sakura: Relaxa… eu só quero uma fotinho!

Quando ela deu um passo a frente pra se aproximar ainda mais do bando, o galho que sustentava o peso dela se quebrou. Ainda bem que num movimento rápido a rosada conseguiu se segurar no galho que estava acima da cabeça dela

Sakura: AAAHHHHHH… SOCORROOOOO!

A cena era um tanto cômica! Sakura esperneava e gritava por socorro pendurada pelo galho a menos de um metro do chão. Ela poderia soltar as mãos que iria pousar no chão sem problema nenhum, não sei por que ela estava tão desesperada! Eu sei que era errado, mas não tinha como não achar aquela situação hilária. Segurando a terrível vontade de rir, me pus de pé num salto e corri para ajudá-la

Sakura: Socorro! Sasori… me ajuda… socorro!!! — ela pediu desesperada

Sasori: Calma… calma… eu já cheguei! — falei abraçando as pernas dela — Já peguei você… pode soltar!

Sakura: Pelo amor de Deus… não me deixa cair!

Sasori: Eu não vou deixar… juro! Pode soltar as mãos!

O impulso que ela fez só pra soltar as mãos foi tanto, que acabei perdendo o equilíbrio e fiz com que nós dois caíssemos no chão. Por sorte ela caiu por cima de mim e não o inverso!

Sasori: Sakura?! Você está bem?!

Sakura: Ai… acho que quebrei a unha do mindinho… — ela respondeu ainda em cima de mim e não consegui segurar uma risada

Sasori: KKKKKK… ai ai… só você garota… KKKK… ainda bem que eu amorteci o impacto pra você não é!

Sakura: Era o mínimo que você podia fazer depois de quebrar seu juramento de não me deixar cair né!

Sasori: KKKK… acho que eu estou te devendo uma então… KKKKK…

Quando percebi que ela não estava rindo junto comigo, mas sim me olhando com aqueles olhos verdes intensos e marcantes, esqueci completamente qual era a graça

Sakura: Por outro lado… se não fosse por você… o tombo poderia ter sido bem pior! — ela disse com a voz num tom baixo e sensual que fez com que o meu corpo, que antes estava semi congelado, se aquecesse na hora — Obrigada Sasori!

Aquilo não podia ser real! Tinha que ser fruto da minha imaginação. Sakura estava tão perto de mim, aqueles lábios que pareciam tão macios estavam perto demais dos meus. E aquele olhar cheio de promessa do qual eu não conseguia desviar

Sasori: Nesse caso… quem me deve alguma coisa é você Sakura?!

Eu só podia ter perdido o juízo! O que foi que me deu pra eu ter respondido com uma provocação dessas?! O que é que estava acontecendo comigo?!

Sakura: Eu acho que nesse caso… — ela sussurrou com o rosto a milímetros do meu — Nesse caso… nós dois estamos devendo… alguma coisa um para o outro!

Aquela vozinha no fundo da minha mente gritava desesperada para que eu levantasse do chão e saísse correndo dali. Mas eu não posso, simplesmente não consigo. Sakura me enfeitiçou de tal jeito que ao invés de obedecer a voz do juízo, mandei tudo pro inferno e terminei de vez com a curta distância entre nós dois. Deus, como eu desejei esse beijo nos últimos dias! Como eu ansiei provar daquela boca! E pelo jeito como ela estava correspondendo, Sakura também estava querendo o mesmo há tempos. Aquela garota de cabelos róseos já estava me tirando a paz desde o primeiro dia em que a vi e eu sabia que me manter próximo era um caminho sem volta. Mas nesse momento eu não conseguia pensar em mais nada. Só no toque daqueles lábios. No calor daquela pele. No som do meu celular tocando. Espera aí!

Sakura: Que som é esse?! — ela perguntou quando paramos o beijo por um momento

Sasori: É meu celular! — respondi alarmado

Como se eu tivesse recebido um choque de realidade, empurrei Sakura delicadamente para o lado e procurei pelo meu celular no bolso. Quando finalmente consegui pegar o aparelho, atendi às pressas

Sasori: Alô!!!

A ligação estava chiando muito, eu praticamente não conseguia escutar nada do que a pessoa do outro lado da linha falava — tanto pela falta de sinal quanto pelo desespero dela. Mas mesmo sem conseguir entender nada, eu sabia do que se tratava

Sasori: Tá… tá.. tá bom… — eu respondia tentando acalmar a pessoa e me manter calmo também — Ok… eu já estou indo! Estou indo pra casa! Tchau!!! — e desliguei o telefone

Sakura: Aconteceu alguma coisa?! — ela perguntou num misto de preocupação e frustração

Merda! Logo nesse momento alguma coisa tinha que acontecer. Será que é um sinal do universo?!

Sasori: Aconteceu sim… — falei receoso — Er… não dá tempo pra explicar agora Sakura… eu preciso voltar!

Sakura: Voltar?! Tá mas… você vai me deixar aqui?!

Sasori: Não! Claro que não! — de onde ela tirou essa ideia?! — Eu jamais largaria você aqui! Vou te levar de volta pra fazenda! Só… desculpe mas… precisamos ir rápido!

Sakura: Hum… tá! Só vou procurar meu celular que eu deixei cair!

Por sorte, o celular dela estava por perto. E por azar, estava com a tela trincada! Sem tempo para lamentações, apertamos o passo trilha a fora e em questão de minutos estávamos adentrando as porteiras da fazenda

Sakura: A gente se fala! — ela disse meio ríspida descendo da moto quando eu estacionei

Droga, droga, droga! Não era assim que eu queria que o passeio terminasse. Pra ser sincero, eu nem queria que terminasse. Mas eu não podia fazer nada! Eu preciso muito ir pra casa! Mas também preciso amenizar esse clima que ficou. Num impulso, desci da moto e segurei a garota pelo braço com delicadeza

Sasori: Sakura… espera! — pedi virando ela pra mim e encarando aqueles olhos encantadores — Sakura… me… me desculpe por hoje… na cachoeira…

Sakura: Não precisa pedir desculpa pelo beijo… — ela rebateu. Não sei se foi impressão minha, mas parece que as bochechas dela ficaram coradas

Sasori: Na verdade… não é pelo beijo que eu estou me desculpando… é pela forma como ele terminou… e também eu… eu preciso te contar uma coisa…

Sakura: O que é?! Pode falar!

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, o som de um carro vindo pela estrada da frente e parando a poucos metros de onde Sakura e eu estávamos, chamou nossa atenção. Pelo parabrisa, deu pra ver que era Sasuke sentado no banco do carona e uma garota de cabelos castanhos muito bonita sentada no banco do motorista. Quando desvio meu olhar de volta para Sakura, percebo que ela está com uma carranca ainda mais feia do que quando tivemos que sair da cachoeira. Eu juro que não entendo esse ódio entre esses dois!

Sasori: Sakura?! — chamei mas ela não notou — Sakura… está me ouvindo?!

Sakura: Hum… o que?! Sim estou ouvindo! — rebateu se virando pra mim de novo, mas ainda com aquele ar de desgosto estampado no rosto — Você estava falando que precisava me contar algo!

Sasori: Sim… eu preciso… o quanto antes. Mas não agora! — definitivamente é o pior momento — Durante a semana… na fazenda… a gente tira um tempo e conversa. Pode ser?!

Sakura: Pode claro!

Sasori: Ótimo! Bom eu… eu preciso ir agora! Até mais!

Sakura: Até!

Subi na moto e dei partida no exato momento em que Sasuke saiu do carro também.

Notas finais
Saiu um beijo até que em fim!!! Não é o beijo SasuXSaku ainda (ops!)... mas é um beijo! Então amadxs... não sei quando vou conseguir postar o próximo... sério... sei que esse negócio de ler uma história que não atualiza regularmente é chato... mas eu só posso lamentar mesmo! Mas vou fazer uma forcinha pra arrumar um tempo de postar logo! Bjs té mais!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.